Quarteira, o terceiro pólo islâmico em Portugal

Presença islâmica chega ao Algarve

A localidade de Quarteira, como refere outro leitor nosso atento a estas movimentações, junta-se a Odivelas e a Miratejo, na lista das localidades onde as estruturas islâmicas estão mais solidamente implantadas, em Portugal. O local de culto de Quarteira começou por ser um ponto de encontro entre trabalhadores da construção civil de origem africana e, pouco depois, passou a congregar também comerciantes e empresários de origem magrebina. Actualmente, são vários os locais de culto nos arredores daquela localidade algarvia – uma opção, segundo nos adiantaram, que teve a ver com a preocupação de os responsáveis da comunidade muçulmana no Algarve em manterem um low profile.

40 Responses to Quarteira, o terceiro pólo islâmico em Portugal

  1. Diogo diz:

    Infelizmente foram logo conspurcar a mais bonita vila algarvia. Porque é que não escolheram Ferragudo para erigir as suas mesquitas?

  2. el_niño diz:

    Infelizmente ainda existem pessoas como vocês que, com essas vossas ideias, conspurcam a nossa sociedade.

    É triste…

  3. Anónimo diz:

    O Islão não é uma religião de paz.
    Dito pelos próprios.

    Está neste vídeo aos 1:30 minutos

  4. o leitor assíduo diz:

    Vcs não percebem. O Islão é de facto uma religiao de Paz. PÁS!! PÁS!!! PÁS!! (som de uma arma)….. É a única paz que eles veneram…. Quem disser o contrário é pq anda a dormir…

  5. Caro “El Ninõ”: infelizmente ainda há carneiros como o senhor, que conspurcam a nossa sociedade e dão o seu contributo para a derrocada da Nação e do Ocidente.

  6. […] Ignorância: falar sem saber… Há uns dias atrás, encontrei um artigo no blog maquinazero.wordpress.com que me indignou profundamente e no qual deixei um comentário. Os comentários desse artigo fomentou em mim uma ideia mista de tristesa (de tanta inocência e ignorância) e de gozo (pelas mesmas razões). O link desse tal artigo encontra-se aqui. […]

  7. against3 diz:

    “um povo, uma língua e uma pátria. O resto é esquerda”

    este slogan… bem… primeiro desculpem dizer slogan, sim… porque essa palavra é um estrangeirismo e isso vocês devem ser contra…

    depois, deixem-me pedir desculpa por usar com aglutinação a palavra estrangeiro! sim… outra coisa que vocês não devem gostar…

    já agora, lembram-se do “estamos orgulhosamente sós” … bem, se forem mesmo meninos maus da direita, devem saber que foi proferido pelo senhor Salazar… se forem uns putos estúpidos e mimados, certamente não saberão…

    mais uma vez desculpem-me não conseguir focar na ideia de vos responder a este triste post… esperem… post… outro estrangeirismo que vocês não devem gostar.

    sinceramente, vocês têm a pequena ideia da estupidez que defendem? ou falam por falar, ou simplesmente o holocausto para vocês não existiu?

    se forem pessoas cultas saberão responder, se forem pessoas diminuídas (como aparentam) enfiarão as mãos pelas biqueiras de aço e as biqueiras de aço pelas mãos.

    já agora, se não quiserem responder… recomendovos um filme para o serão… “american X” ou quer dizer… se realmente não gostarem (ou não souberem inglês), o filme também pode ser chamado de “américa proíbida”.

    cumprimentos, e se forem pessoas realmente cultas e com prespectiva de alimentar este pequeno confronto de ideias e acima de tudo de ideais, passem pelo nosso novo blog.

    http://radiolibre.wordpress.com/

  8. Vera diz:

    Er…muito bairro alto? Muito forum nacional? nazis? parece que sim.

  9. Cbr diz:

    Então, mas meu caro against13, o senhor discorda de alguma coisa que esteja escrita neste post? É que para trocar ideias, ja agora gostaria de saber qual é o pont que o senhor discorda. Cumprimentos

  10. against3 diz:

    olá cbr, desde já, uma correção, “against3” e não 13.

    mas reparei nesse inteligente “point” que escreveu… sou sincero, gostei de ver um estrangeirismo.

    outra coisa, podes tratar-me por tu, como eu trato toda a gente.

    e o ponto que discordo? bem… esse começa logo o “diogo” no seu primeiro (e infeliz) comentário.

    há…e agora tenho de me redimir… eu realmente nem sequer quero contestar o post, mas sim os comentários que se seguiram e os ideais anexados a esta página.

    um pequeno comentário, gosto de poder trocar ideias, espero que também o queira.

    cumprimentos, e passa lá na nossa “zona” e comenta (comentar não é dizer mal, é um direito que nos assiste de dar opinião, e em pelo menos esse ponto, espero estarmos em acordo)

  11. Charles Martel diz:

    Já deixe uma pequena recordação no seu blogue. Para não ferir sensibilidades omito algumas palavras:

    «El Niño ou El Niñato? A esquerda não explica, impõe. São sobejamente conhecidos os ideais esquerdistas, a mentira, a deturpação, a distorção da realidade. Quando todas as utopias se afundaram, quando os gulags que vocês criaram fizeram-se evidentes, uma vez que fracassaram e não conseguiram impor os seus “ideais” a vossa táctica foi a demagogia pura e dura.

    Quando os operários e camponeses viraram as costas e ignoraram as vossas mensagens, quando todas as bandeiras caíram uma trás outra, vocês converteram-se em defensores de homossexuais, lesbianas, imigrantes irregulares e muçulmanos. «Os inimigos dos meus inimigos são os meus amigos». Trágico erro. Essa gente vos despreza. Lá onde existe uma grande população imigrante, a esquerda não obtém maiores benefícios e se alguma vez os muçulmanos conseguirem triunfar os tolos esquerdistas serão as primeiras vítimas.

    Em português, em portunhol ou na língua que vocês quiserem digo-vos:

    Ide fazer *****tas!
    Láhara Allah! (***-me em Allah)
    Mohamed rasul iekdúb (o profeta Maomé foi um mentiroso)
    Hará arbín (mouros da ***)

  12. Cbr diz:

    Não, meu caro against3, eu não sou o autor do post! sou apenas mais um leitor que gosta de trocar ideias acerca do que aqui se discute: Quando reparei que estava um idignado com o que se estava a escrever aqui, perguntei-lhe o porque. Para trocar ideias, claro.

  13. against3 diz:

    Cbr é bom ver que há alguém com quem falar, sem ser preciso falsos insultos a personalidades que desconhecemos!

    cumprimentos

  14. Charles Martel diz:

    “El Niño” dedica-se a apagar e censurar mensagens que lhe incomodam. Se tivesse blasfemado contra o cristianismo teria rido às gargalhadas, mas não se pode incomodar aos seus amigos islamistas.

    Muito falar em diálogos, mas à hora da verdade tiram a máscara.

    Entina El Haluf!
    Láhara Mohamed Rasúl!

  15. Charles Martel diz:

    Essas gentinhas que tanto gostam de boicotar fóruns alheios incomodam-se e apresentam-se como vítimas quando são pagos na mesma moeda. Eu já cobrei com juros.

    Esta foi a minha despedida. Não tenciono mais voltar naquela pocilga:

    _______________________________________________________________________

    «Anti-Porcos sem mais paciência para te aturar, só te queria dizer que EU FALO ÁRABE e devo certamente ter mais amigos magrebinos e árabes do que tu.» (El Niño)

    Então, se falares árabe conhecerás a diferença entre Wadi-Al-Kabir (Guadalquivir, Rio Grande) em árabe clássico e Ued-El-Kivir, em árabe magrebino. E nesse caso, com toda certeza compreenderás estas saudações:

    Láhara tabbón inma!

    «…enfim, como já li em outros blogs, uma das grandes desvantagem da net, é correr o risco de pessoas assim, e ainda para mais no melhor dos anonimatos aparecerem e postarem….» (against3)

    Quando alguém gostar de entrar noutros fóruns para romper os colhões e boicotá-los, não deve queixar-se se depois for pago na mesma moeda, senhor anti-tudo.

    E lá vai a despedida para o meu entranhável amigo moderador, e como verá contrariamente ao que afirmava against*** em MaquinaZero os alegados xenófobos não temos preconceitos contra outras línguas ou palavras estrangeiras:

    Moderador que moderas
    y retiras palabrotas
    ¿porqué en vez de censurar
    no te tocas las pelotas?

    (Moderador que moderas
    e retiras palavrões
    porque em vez de censurar
    não olhas nos teus ****ões?)

    Auf wieder sehen.

  16. omundotafdd diz:

    putos, tdas as escrituras estão certas, a interpretação q se lhes da é q pode estar errada.

  17. António Marcelo diz:

    «este slogan… bem… primeiro desculpem dizer slogan, sim… porque essa palavra é um estrangeirismo e isso vocês devem ser contra…

    depois, deixem-me pedir desculpa por usar com aglutinação a palavra estrangeiro! sim… outra coisa que vocês não devem gostar…

    sinceramente, vocês têm a pequena ideia da estupidez que defendem? ou falam por falar, ou simplesmente o holocausto para vocês não existiu?

    se forem pessoas cultas saberão responder, se forem pessoas diminuídas (como aparentam) enfiarão as mãos pelas biqueiras de aço e as biqueiras de aço pelas mãos.»

    Salam Aleikum, Ami contre tout:

    Les individus de ton espèce croient erronément que les autres sont idiots tandis que eux, bien sûr, sont intelligents et éclaircis, qui ne se trompent jamais.

    Je trouve amusante ta mention a l’Holocauste nazi. Je vais parler dans mon nom. D’autres peuvent en juger de façon différente.

    Contrairement à ce que tu crois, je considère le nazisme comme une folie qui a entraîné à la catastrophe à l’Allemagne elle-même et au reste de l’Europe, une lutte fratricide qui a apporté de pires conséquences que la guerre précédente et qui produisit des millions de victimes, de nouveaux Etats, la révolution communiste et en réaction le fascisme.

    La seconde guerre mondiale produisit comme bilan entre 35 et 60 millions de morts, dont un grand nombre de civils. Les bombardiers massifs de villes et installations industrielles provoquèrent aussi des pertes matérielles énormes. La capacité offensive des nouvelles armes et les tactiques de guerre (transports et bombardements aériens, porte-avions, unités de parachutes, chars de combat avec des canons puissants, bombes autopropulsées – tels que les fusées V-1 et V-2 que les allemands lancèrent sur Londres – et les bombes atomiques) explique les grandes destructions et les massacres produits, surtout, en Union Soviétique, en Allemagne, au Japon, la France et le Royaume-Uni.

    L’Allemagne perdit définitivement un tiers de son territoire (au Portugal cela serait un équivalent de l’Algarve et l’Alentejo). Le Portugal se trouva sur le point d’être envahi. Lorsque Franco demandait à Hitler des territoires en Afrique du Nord en compensation pour sa participation dans la guerre mondiale, on lui répondit que en ce moment-là ce n’était pas possible, mais qu’il serait appuyé et aidé s’il décidait d’envahir son voisin portugais. C’était une situation absurde que la Péninsule Ibérique fut divisée en deux états et le Portugal était la zone d’expansion naturelle de l’Espagne. Franco se méfiait des nazis, peut-être parce qu’il avait appris la leçon de Godoy et du roi Charles IV (ils permirent d’entrer Napoléon pour occuper le Portugal en le divisant avec l’Espagne. Les espagnols furent trompés et envahis eux aussi). Le “Caudillo répondit que «le Portugal était à l’origine une absurdité historique, mais une absurdité qui a durée tant de siècles cesse de l’être et se transforme en une réalité irréversible.» Il n’es pas étonnant que Salazar, qui connaissait cela, eut levé un monument au Sacré Coeur à Lisbonne, quand le danger de la guerre disparut.

    Les massacres inutiles de juifs qui auraient plutôt pu être aidés à occuper l’Israël et y établir leur patrie, créèrent un sentiment de faute collective, opportunément exploité par la gauche et qui a paralysé les Européens actuelles, en les empêchant de se défendre de situations infiniment plus graves que celles que Hitler imaginait dans sa paranoïa anti-juive.

    Il faudrait ajouter aux nombreuses victimes et à la perte de population, toutes les millions d’individus descendants des disparus qui en conséquence ne sont pas nés. La plupart des victimes furent des personnes jeunes et adultes, dans la plénitude de leur vie, en âge de se reproduire et de travailler. Quand la récupération économique conséquence du Plan Marshall commença, il fallut apporter main d’oeuvre étrangère pour couvrir les creux démographiques. Etant donnés que les pays de l’Est étaient tombés sous le joug du communisme, les premiers étrangers furent importés du Sud de l’Europe et quand le sud lui aussi commença à se développer, des colonies.

    Si grâce aux Etats-Unis les pays de l’Ouest de l’Europe sont redevenus des puissances économiques, ils n’en furent nullement des puissances militaires. Ils se sont transformés d’une façon ou de l’autre en satellites de l’Amériques. Leurs armées disparurent pratiquement disparu, perdurent leur prestige et les colonies, avec l’appui des communistes et des Yankees eux-mêmes commencèrent à s’émanciper. Ces colonies n’étaient pas nullement pas préparées pour l’indépendance et en conséquence celles-ci furent un échec. Leur niveau de vie au lieu de s’améliorer tomba. Certains pays qui, comme le Portugal essayèrent de freiner ou de retarder ce processus, en souffrirent terriblement. Plus de la moitié du budget national des portugais fut gaspillé à entretenir la guerre colonial. Les années 60 du siècle dernier, clés pour le développement économique des pays occidentaux, furent perdues, et ces conséquences sont subies jusqu’à présent.

    L’invasion de notre continent, au début lente et de plus en plus accélérée, n’a pas pu être entravée d’une part à cause d’intérêts économiques inavouables et d’autre à cause de la culpabilité collective provoqué par les horreurs et les excès du nazisme et inoculé par une gauche suicidaire.

    Voilà ce que je pense de l’Holocauste, que nullement je ne prétend nier, malgré vos jugements a priori. Pour ne pas dépenser davantage de temps, je te répète littéralement ce qui j’ai dit à un brésilien fouineur qui est venu ici chercher de la laine et qui est retourné tondu.

    Quoiqu’il arrive il est impossible de retourner à une Europe des Etats Nationaux. Les défis sont trop grands pour les affronter seul, et il faut que tous unis soyons capables de nous sauver ou de disparaître comme civilisations et de conserver nos essences. Tourne en arrière serait suicidaire.

    ///////////////////////////////////////////////////////////

    Je suis pessimiste en ce qui concerne le futur de notre espèce. À mon avis le plus grand problème de l’humanité est la croissance de la population. Cet augmentation a atteint des proportions géométriques. Cette l’échantillon suffira:

    Algérie 1.962: 9 millions d’habitants. Année 2.006: 32.531.853 habitants..

    Chine 1.966: 700 millions d’habitants. Année 2.006: 1.313.973.713.

    Si dans l’écoulement des derniers 150 ans l’industrialisation de l’hémisphère nord a presque fini avec les sources d’énergie, le pétrole, les centrales électriques, le charbon, etc., les espèces marines, est en trains de provoquer un surchauffe global, des trous dans la couche d’ozone, pollution de l’air a en finir avec les forêts qui fournissent de la pluie et de l’oxygène, qu’arriverait-il si tous pays atteignaient le même niveau de développement? pour combien de temps l’humanité ne tomberait dans une faillite irréparable et le futur ne serait que guerres, faim et misère ?

    Les pays qui ont eu l’indépendance dans les dernières décennies ont-ils par hasard amélioré leur niveau de vie? Les pauvres d’aujourd’hui vivent-ils mieux qu’auparavant?

    Ils ne sont pas étonnants dans ce contexte les grands mouvements de la population du sud vers le nord, dès les pays pauvres vers les pays riches. Ces déplacements massifs ne vont pas finir. Ils vont continuer. Ces fléaux humains comparables à des invasions de sauterelles ou a la marabonte vont tomber une année après l’autre sur les aéroports et les plages de l’Occident. Continuer avec les bras croisés et permettre cette entrée massive est vraiment suicidaire. Les déséquilibres mondiaux n’en finiront pas pour ça. Nos sociétés seraient durement secouées par l’impact économique et social de ces invasions. Les bidonvilles et banlieues brésiliennes seraient un paradis comparé à ce qui nous attend. Apporter le monde chez nous si le monde a faim est la plus grande folie et un suicide social. Délinquance, dictatures et guerres civils en seraient les conséquences. Les sentimentalismes d’aujourd’hui seront les larmes du lendemain

    L’ancien assesseur économique du Président espagnol Zapatero, aujourd’hui candidat aux élections du conseil municipal de Madrid, Miguel Sebastián, dit que l’Espagne pourrait entretenir sans problèmes plus de 20 millions d’immigrés en plus. Avec une Europe sans frontières en raison du traité à Schengen les conséquences non seulement pour l’Espagne, mais pour les voisins, seraient mortels. Des tels illuminés finiront par creuser notre tombe.

    Malheureusement je prévois un futur noir pour l’humanité.

    La seule solution raisonnable serait un contrôle efficace des naissances et une réduction définitive de la population à un tiers de l’actuelle. Ne pas faire ainsi n’apportera que de la misère, famines, des guerres et peut-être la fin de notre espèce. Les mensonges, la démagogie, les sophismes et les vains espoirs font partie du problème.

  18. el_niño diz:

    Charles Martel,

    Quero deixar claro que não censuramos nem apagamos (somos vários administradores) nenhuma mensagem tua, até porque a tua opinião está lá estampada sem nenhuma oposição. Simplesmente não são tolerados ataques a ninguém, nem mesmo contra cristãos. Antes de tudo, os comentários servem para ter um diálogo aberto e contrutivo, e não para estar sempre a postar spam, sem dizer nada de jeito e só para atacar terceiros. Sei que compreendes.

    Uma pequena correcção: os praticantes do islão são os muçulmanos ou islamitas, e não islamistas, como referiste equivocadamente.

    Muita sorte!

  19. António Marcelo diz:

    «António Marcelo Says: Your comment is awaiting moderation.
    Fevereiro 20th, 2007 at 8:28 am»

    Concordo em grande parte com as ideias expostas neste blogue, mas não considero acertada a instauração da censura prévia. Se alguém tentasse boicotar esta web ou insultar podia ser simplesmente banido ou as suas mensagens apagadas. A «moderação» sou tornará mais lento o confronto de ideias e fará um grande serviço àqueles que tentam abafar a expressão de ideias incomodantes e politicamente incorrectas.

  20. el_niño diz:

    António Marcelo, concordo. Mas também acho que se deve dar hipóteses a outras pessoas de ideais diferentes de se exprimir (civilizadamente!). Como referiu o Charles Martel, houve alguns comentários dele que tivemos de moderar no nosso blog, pois eram insultuosos. Mas quero deixar bem claro que as únicas palavras que foram moderadas foram os insultos. O texto a exprimir as ideias deste senhor não foi de forma alguma alterada.
    Mas é certo do que o que é de mais é erro, e por vezes a única solução é banir… Mas já nos estamos a afastar do contexto deste post.

    Quanto a isto:
    «António Marcelo Says: Your comment is awaiting moderation.
    Fevereiro 20th, 2007 at 8:28 am»
    Trata-se de uma moderação automática do wordpress, ou porque o administrador do blog decidiu moderar cada comentário, ou porque o seu comentário tinha um comprimento bastante grande, o que faz o wordpress pô-lo em fila de espera, tal como aconteceu no comentário que deixou no nosso blog e ao qual já respondi, caso queira consultar a resposta, clique aqui. Obrigado.

  21. António Marcelo diz:

    (Part one)

    «este slogan… bem… primeiro desculpem dizer slogan, sim… porque essa palavra é um estrangeirismo e isso vocês devem ser contra…

    depois, deixem-me pedir desculpa por usar com aglutinação a palavra estrangeiro! sim… outra coisa que vocês não devem gostar…

    sinceramente, vocês têm a pequena ideia da estupidez que defendem? ou falam por falar, ou simplesmente o holocausto para vocês não existiu?

    se forem pessoas cultas saberão responder, se forem pessoas diminuídas (como aparentam) enfiarão as mãos pelas biqueiras de aço e as biqueiras de aço pelas mãos.»

    Salam Aleikum, Amigo contra tudo:

    Os indivíduos da tua laia acreditam incorrectamente que os outros são idiotas enquanto, vocês, com certeza, são inteligentes e esclarecidos. Nunca se enganam. Escrevi este post em francês para demonstrar que não tenho nada contra os estrangeirimos e as línguas alheias. Isso fica muito longe da posição adoptada pela esquerda de substituir os “operários” pelos estrangeiros e desejar uma mestiçagem forçada e uma assimilação da nossa população por gentes vindas de além do mar. Acreditas por acaso que as sociedades multirraciais são melhores que as sociedades homogéneas? Um diplomata japonês foi abrigado a abandonar os Estados Unidos por ter declarado publicamente que a sua sociedade era menos conflitiva. Na América havia anglo-saxãos, hispânicos, negros, índios e gentes de diferentes origens. Todo isso gerava confrontos e instabilidade, enquanto os japoneses constituíam uma sociedade mais homogénea e mais estável.

    Acho engraçada a tua menção do Holocausto nazi. Vou apenas falar no meu nome. Outros podem julgar de maneira diferente.

    Contrariamente àquilo que acreditas eu considero o nazismo como uma loucura que arrastou à catástrofe a própria Alemanha e o resto da Europa, uma luta fratricida que trouxe consequências piores do que a guerras precedentes e que produziu milhões de vítimas, novos Estados, a revolução comunista e em reacção a ela o fascismo.

    A segunda guerra mundial produziu como balanço entre 35 e 60 milhões de mortes, das quais um grande número de civis. Os bombardeamentos maciços das cidades e instalações industriais provocaram também perdas materiais enormes. A capacidade ofensiva das novas armas e as tácticas de guerra (transportes e bombardeamentos aéreos, porta-aviões, unidades de pára-quedistas, carros de combate com canhões potentes, bombas autopropulsionadas – como os foguetes V-1 e V-2 que os alemães lançaram sobre Londres – e as bombas atómicas) explica as grandes destituições e os massacres produzidos, sobretudo, na União Soviética, na Alemanha, no Japão, na França e no Reino Unido.

  22. António Marcelo diz:

    (Part two)

    A Alemanha perdeu definitivamente um terço do seu território (em Portugal seria um equivalente do Algarve e do Alentejo). Portugal encontrou-se perto de ser invadido. Quando Franco pedia a Hitler territórios na África do Norte em compensação pela a sua participação na guerra, foi-lhe respondido que naquele momento era impossível, mas que seria ajudado militarmente se decidisse invadir o seu vizinho português. Consideravam os nazis uma situação absurda o facto da Península Ibérica estar dividida em dois estados. Portugal segundo eles era a zona de expansão natural da Espanha. Franco desconfiava dos nazis, talvez porque tinha aprendido a lição de Godoy e de El-rei Carlos IV (permitiram entrar a Napoleão para ocupar Portugal dividindo-o com a Espanha e naquela altura os espanhóis foram enganados e invadidos também). O “Caudillo” respondeu que «Portugal era um absurdo histórico na sua origem, mas uma situação que tem durado tantos séculos deixa de ser absurda e transforma-se numa realidade irreversível.» Não admira que Salazar, que conhecia aquelas conversas, levantasse um monumento consagrado ao Sagrado Coração em Lisboa, quando o perigo da guerra desapareceu.

    Os massacres inúteis de judeus que antes deviam ter sido ajudados a estabelecer-se em Israel criaram um sentimento de culpa colectiva, oportunamente explorado pela esquerda e que tem paralisado os Europeus actuais, impedindo-os de se defender de situações infinitamente mais graves do que aquelas que Hitler imaginava na sua paranóia antijudaica.

    Seria necessário acrescentar às numerosas vítimas e à perda de população, todos os milhões de indivíduos descendentes de aqueles que consequentemente não nasceram. A maior parte das vítimas foram pessoas jovens e adultas, na plenitude da sua vida, em idade de reproduzir-se e trabalhar. Quando a recuperação económica consequência do Plano Marshall começou, foi necessário trazer mão-de-obra estrangeira para cobrir aos ocos demográficos. Dado que os países do Leste estavam sob o domínio comunista, os primeiros estrangeiros foram importados do Sul da Europa e quando o Sul também começou a desenvolver-se, das colónias, maioritariamente africanas.

    Se graças aos Estados Unidos os países do Oeste da Europa voltaram a ser potências económicas, de maneira nenhuma voltaram a ser potências militares. Transformaram-se de facto em satélites dos Americanos. Os seus exércitos desapareceram praticamente, perderam o antigo prestígio e as colónias, com o apoio dos comunistas e dos Yankees começaram a emancipar-se. Estas colónias não estavam preparadas para a independência e para a emancipação e consequentemente foram um malogro. O seu nível de vida em vez melhorar caiu. Alguns países que, como Portugal tentaram travar ou adiar este processo, sofreram terrivelmente. Mais da metade do orçamento nacional dos portugueses foi esbanjado em manter uma guerra inútil. Os anos 60 do século passado, cruciais para o desenvolvimento económico dos países ocidentais, foram perdidos, e estas consequências ainda estão a ser sofridas.

  23. António Marcelo diz:

    (Part three)

    A invasão do nosso continente, lenta nos primeiros anos o e cada vez mais acelerada, não pôde ser travada por um lado devido a interesses económicos inconfessáveis e por outro devido ao sentimento de culpabilidade colectiva provocado pelos horrores e os excessos do nazismo e inoculada por uma esquerda oportunista e suicida.

    Eis o que estou a pensar do Holocausto, que de maneira nenhuma pretendo negar, apesar dos vossos julgamentos a priori. Para não gastar mais tempo, vou repetir literalmente aquilo que disse um brasileiro metediço que veio aqui à procura de lã e voltou tosquiado.

    Aconteça o que acontecer já não é possível voltar a uma Europa dos Estados Nacionais. Os desafios são demasiado grandes para enfrentá-los em solitário, e é necessário que todos unidos sejamos capazes de salvar-nos, de conservar as nossas essências ou caso contrário desaparecer como civilização. Outra coisa seria suicídio.

    ///////////////////////////////////////////////////////////

    Só pessimista com respeito ao futuro da espécie humana. Na minha opinião o maior problema da humanidade é o crescimento da população. Este incremento tem atingido proporções geométricas. Para amostra valem dois botões:

    Argélia 1.962: 9 milhões de habitantes. Ano 2.006: 32.531.853 habitantes.

    China 1.966: 700 milhões de habitantes. Ano 2.006: 1.313.973.713.

    Se no decorrer dos últimos 150 anos a industrialização do hemisfério norte tem quase acabado com as fontes de energia, petróleo, carvão, etc. as espécies marinhas, está a provocar um aquecimento global, buracos na camada de ozono, está a poluir o ar, os aquíferos e a acabar com as florestas, fornecedoras de chuva e oxigénio, o que aconteceria se todos os países atingissem o mesmo nível de desenvolvimento? Passado quanto tempo a humanidade cairia numa falência irrecuperável e o futuro seria apenas guerras, fome e miséria?

    Os países que obtiveram a independência nas últimas décadas melhoraram por acaso o seu nível de vida? Não são mais pobres, mais míseros e mas povoados do que eram antes?

    Neste contexto não admiram os grandes movimentos de povoação do sul para o norte, dos países pobres em direcção aos países ricos. Estes deslocamentos maciços não podem acabar. Acrescentar-se-ão. Essas pragas humanas comparáveis com as pragas de gafanhotos ou com a marabunta cairão ano trás ano sobre os aeroportos e praias do Ocidente. Ficar de braços cruzados e permitir essa entrada maciça é suicida. Os desequilíbrios mundiais não iam acabar por isso. As nossas sociedades seriam fortemente abaladas pelo impacto económico e social dessas invasões. Os bairros de lata e o ambiente das cidades do Brasil actual seriam um paraíso comparado com aquilo que nos esperava. Trazer o mundo para a casa se o mundo tivesse fome é a maior loucura e seria um suicídio social. Delinquência, ditaduras e guerras civis seriam as consequências. Os sentimentalismos de hoje serão os prantos de amanhã.

  24. António Marcelo diz:

    (End)

    O antigo assessor económico do Presidente Zapatero, actual candidato nas eleições da Câmara Municipal de Madrid, Miguel Sebastián, disse que Espanha podia sustentar sem problemas mais 20 milhões de imigrantes. Com uma Europa sem fronteiras por causa do Tratado de Schengen as consequências não só para Espanha, mas para os vizinhos seriam fatais. Iluminados assim estão a cavar a nossa tumba

    Prevejo infelizmente um futuro negro para a humanidade. A única solução racional seria um controlo férreo dos nascimentos e uma redução definitiva da população na terra a um terço da actual. Não fazer assim apenas trará fome misérias, guerras e talvez o fim da nossa espécie. As mentiras, os sofismas demagógicos e as esperanças vãs são parte do problema.

  25. António Marcelo diz:

    «Trata-se de uma moderação automática do wordpress, ou porque o administrador do blog decidiu moderar cada comentário, ou porque o seu comentário tinha um comprimento bastante grande, o que faz o wordpress pô-lo em fila de espera, tal como aconteceu no comentário que deixou no nosso blog e ao qual já respondi….»

    Tinas razão, que maçada!

    O próximo post com mais de uma página, vou enviá-lo em fascículos…

    What a s****!

  26. António Marcelo diz:

    «António Marcelo Says: Your comment is awaiting moderation.
    Fevereiro 21st, 2007 at 9:06 am

    (Part three)

    A invasão do nosso continente, lenta nos primeiros anos o e cada vez mais acelerada, não pôde ser travada por um lado devido a interesses económicos inconfessáveis e por outro devido ao sentimento de culpabilidade colectiva provocado pelos horrores e os excessos do nazismo e inoculada por uma esquerda oportunista e suicida….»

    Oh, shit! Por Allah! Ainda mais «à espera de moderação»…

  27. António Marcelo diz:

    Protesto energicamente contra este absurdo sistema. STOP. Não gosto linguagens telegráficas. STOP. A minha paciência acaba. STOP. Contrariamente ao que pensava, a Informática não acabou com a burocracia. END TRANSMISSION.

  28. António Marcelo diz:

    «António Marcelo Says: Your comment is awaiting moderation.
    Fevereiro 21st, 2007 at 9:06 am»

    ARAR NO MAR.

    Moderation or deletion? Quantos dos meus comentários ficaram num limbo cibernético e nunca mais voltaram?

    Adeus, Part three. Já disse Simão Bolívar: «Lutar por uma América unida é arar no mar».

  29. António Marcelo diz:

    One more time:

    «António Marcelo Says: Your comment is awaiting moderation.
    Fevereiro 21st, 2007 at 9:06 am

    (Part three)»

    Tal um rio Guadiana perto do nascente ou a serpente do Loch Ness, o meu comentário aparece e desaparece…

    Moderador, prestidigitador automático de WordPress, deixa de jogar às escondidas…

  30. Meu caro Marcelo, não estou a jogar às escondidas. Simplesmente o WordPress envia automaticamente para moderação os comentários que têm vários links inseridos e os que são de maior dimensão. Por outro lado, julgo que por lapso seu, um dos seus comentários foi enviado mais do que uma vez…

  31. António Marcelo diz:

    Estava a falar do programa de moderação de Word Press. Que eu saiba, não dupliquei comentários. Algum deles ficou nalgum limbo cibernético donde nunca mais saiu. De qualquer maneira se os posts aparecem, desaparecem e voltam a reaparecer quais coelhos na cartola do mago, é fácil repeti-los. Já imagino que você tem coisas mais importantes que fazer do que jogar às escondidas ou brincar com os leitores.

    Este último comentário dividido em vários capítulos escrevi-o inteiro anteontem e sabe Deus onde ficou.

    Cumprimentos.

  32. el_niño diz:

    António Marcelo, o moderador do maquinazero não será realmente culpado pelo que aconteceu ao seu comentário. Aconteceu exactamente a mesma situação ao seu mesmo comnetário no nosso blog. Mas por sorte ou coincidência estava online nesse preciso momento e aceitei o comentário pouco depois. É apenas uma medida de segurança do WordPress para evitar spam nos comentários. Essa medida pode ser hackada na versão open source do WordPress (necessitará de servidor próprio).

    Queria-lhe deixar uma pergunta, já agora: porque é que escreveu o artigo em francês?

    Cumprimentos.

  33. António Marcelo diz:

    «António Marcelo, o moderador do maquinazero não será realmente culpado pelo que aconteceu ao seu comentário. Aconteceu exactamente a mesma situação ao seu mesmo comentário no nosso blog. Mas por sorte ou coincidência estava on-line nesse preciso momento e aceitei o comentário pouco depois. É apenas uma medida de segurança do WordPress para evitar spam nos comentários.»

    O informático que desenhou esse programa devia ser um incompetente ou um brincalhão. Uma mensagem enviada para “moderar” e o texto reaparecem mais tarde, voltam a desaparecer e às vezes parecem cair num poço sem fundo donde nunca mais saem. Há muitos meios para evitar o spam. Nalguns blogues aparecem numa imagem caracteres desfigurados que podem ser reconhecidos por um leitor humano mas não por uma máquina e que devem ser teclados. Outras vezes fazem uma pergunta muito simples para validar antes de enviar. Exemplo: «Qual é a língua falada em Portugal?»

    Queria-lhe deixar uma pergunta, já agora: porque é que escreveu o artigo em francês?

    Voici la raison:

    «este slogan… bem… primeiro desculpem dizer slogan, sim… porque essa palavra é um estrangeirismo e isso vocês devem ser contra…

    depois, deixem-me pedir desculpa por usar com aglutinação a palavra estrangeiro! sim… outra coisa que vocês não devem gostar…»

    Ton ami est un farceur, il croit être drôle et fait ce genre de commentaires. Ne pas vouloir une immigration massive et à tort et à travers ne veut pas dire que l’on soit inculte et on ne veuille rien à voir avec le monde extérieur. Les gens de l’extrême gauche sous-estiment leur adversaires et celle-ci est l’une des raisons de leur échec et leur marginalisation

  34. el_niño diz:

    António marcelo, ce que m’on ami a dit, je ne m’identifie pas forcément avec. Mais je veux laisser bien clair que notre blog n’est ni d’extrême gauche, ni liée à une idéologie fixe ou un parti quelconque. Il s’agit d’un mouvemente indépendant. Nous sommes de gauche, certes, mais nous ne sommes pas toujours d’accord avec ce que LES gauches font; nous ne sommes pas idiots!
    C’est pourquoi nous aimons que quelque BOON CITOYEN éscrive/commente notre blog, indépendemment de son idéologie. Nous voulons avant tout échanger des idées et ouvrir le discours!
    C’est pour cela que j’aimerais que vous acceptiez mon invitation personelle à commenter notre blog qaund vous voulez et pouvez, cela sera sans l’ombre d’un doute une contribution valeureuse au dialogue, débat et à l’echange d’idées! J’espere vivement vous voir sur Radio Libre.

    Merci et à bientôt!

  35. admirador diz:

    Gosto muito de navegar este blog.
    Não é meu hábito fazer comentário mas gosto de ler comentário neste blog.
    Mas, fico sem paciência para ler o comentário do Sr. António Marcelo.
    Alguém tem a mesma opinião que minha?
    Ou
    Sou uma pessoa sem paciência?

  36. António Marcelo diz:

    «Alguém tem a mesma opinião que minha?»

    Eu próprio. No entanto tenho paciência para ler o seu, cheio de faltas gramaticais (“opinião que minha”, “navegar este blog”…) e que cheira a tradutor on-line. Não se admire, admirador, repetir sempre as mesmas coisas é aborrecido. No entanto nem todos compartilham a sua opinião. Por exemplo El Niño, que ao começo eu tinha subvalorizado, é mais paciente ou simplesmente gosta de trocar ideias e é por isso que me convida a discutir no seu fórum.

  37. António Marcelo diz:

    Caro admirador:

    Eu falar palavras simples para você melhor compreender a mim.

    Nazismo ser mau porque lutar contra inimigos imaginários, acabar com Alemanha, destruir Europa e provocar decadência nações europeias. Europa perder melhores habitantes, perder gente nova e trabalhadora. Já não ter mais poder e ser satélite Estados Unidos. Perder exércitos, perder colónias. Por causa nazismo, comunismo apoderar-se metade da Europa. Ser preciso substituir trabalhadores mortos por estrangeiros vindos das colónias.

    Adolfo Hitler não bom. Querer invadir Portugal para agradar Franco, amigo seu, e ocupar Gibraltar.

    Colónias não preparadas para independência. Viver pior do que antes. Gentes ter de ir embora para poder comer.

    O planeta terra não ser rico. Não poder dar comer tanta gente. Homens poluir, destruir florestas e riquezas. Mundo não poder sustentar tanta população.

    Não mais nações, não mais tribos na Europa. Europa dever ficar unida. Ser mais forte assim.

  38. Hassan diz:

    O mal não é o sangue, é a cultura, percebes.
    O facto de termos também sangue árabe só nos dá mais autoridade e responsabilidade em desmascarar o excrementado pelo pedófilo em crises de ganância ditatorial às ordens da besta da morte.
    Fazes bem em vir aqui.
    Precisas de ser muito desintoxicado.
    Estamos cá também para isso, em nome da liberdade, da vida e do santo Deus.

  39. Miguel diz:

    Fogo, outra vez a cena do sangue…. Como o Hassan disse isso nao interessa para nada…a cultura é que é importante!

    Não me pareceo nada com um Alemão e ate posso ser mais parecido com um Marroquino, mas sei perfeitamente onde me sentiria em casa e bem…

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