Procuro: sócio para negócio lucrativo

Ofereço instalações, em local bem situado.

Pessoal qualificado disponível, com experiência prévia. Procuro investidor interessado em financiar clínica especializada em abortos…

72 Responses to Procuro: sócio para negócio lucrativo

  1. Aborto diz:

    A derrote serve-se fria…
    Bem fria!

  2. Vera diz:

    Contacte o ministro da “saúde”. De certeza que não se importa de negociar com uma uma clínica, desta vez portuguesa.

  3. Está com azar…

    Se o “não” tivesse ganho conseguia mais dinheiro, e não necessitava de pessoal qualificado disponível, com experiência prévia…

    Bastava uma cave, uma marquesa, um qualquer objecto tipo agulha…

    Obrigado Portugal…

  4. Anónimo diz:

    Agora em vez de se tratarem das pessoas doentes, que realmente necessitam, vão-se fazer abortos… Portugal está cada vez pior…

  5. Vera diz:

    Estamos a começar a bater no fundo. e quando os outros países começarem a rever a lei, está Portugal todo “contente” com a máquina de fazer abortos, como sempre, o último a rever a lei, daqui a muitas, muitas décadas..dando sempre aquela pose de subdesenvolvido. Válerio, mais um bocado e diz “é um dia feliz para todas as famílias portuguesas”, como se abortar fosse explêndido para todos os membros da família, “vamos trabalhar com mais ânimo amanhã” (sabendo que o Estado agora financia o aborto e não o nascimento). Acho que a Sra actriz que falou ontem à noite nem tinha bem ideia do que estava a dizer. Eu, pelo menos, fico contente quando um mal~deixa de existir, neste caso o aborto que não deixa de o ser por estar legal ou ilegal, e não quando o mal é legalizado…

    Anónimo, se calhar não são as famílias deles que morrem nas listas de espera interminaveis.

  6. Vera,

    Não ponha palavras na minha boca… comente aquilo que se escreve e não o que gostaria de ver escrito de forma a facilitar a sua opinião

  7. o leitor assíduo diz:

    Sim, de facto já era altura desta Vera tomar consciencia da credibilidade que nós, leitores, damos aos seus comentários. Vera, eu até partilho das suas opiniões(falando na generalidade), mas não caia na arrogância……deixe essa para a escumalha de esquerda…

  8. Vera diz:

    Valério, o que é que eu pus na sua boca? Aquelas partes entre aspas são excertos do discurso da senhora que discurso no movimento pelo sim, assim que foram confirmados os resultados… se é a isso que se refere. Tenha calma, sim?

  9. Vera diz:

    Mas qual arrogância? Acordou tudo mal disposto hoje, foi?

  10. Vera diz:

    Ah, já percebi..pensou que estava a dizer que o Valério ia dizer aquilo? Não, apenas quis mostrar a opinião da senhora que discursou, o seu “Obrigado Portugal” fez-me lembrar essa situação. só isso. Desculpem se me expressei mal. De qualquer maneira, a crítica à senhora do discurso não a altero.. Talvez até o Valério considere que foi um excesso de alegria, que a situação não é assim tão brilhante para as famílias..não sei, pelo menos eu, tentando ser imparcial, é o que me parece…

  11. Vera diz:

    Leitor assíduo, os nomes próprios não costumam levar deícticos atrás, e tendo em conta que sou a única Vera por aqui, era mesmo desnecessário.
    Já agora, desculpe se não dou muito importância ou que vc acha ou deixa de achar que é credível.

  12. rui diz:

    Sobre a melhor maneira das pessoas se protegerem em caso de sismo.
    Porque é do interesse público este tema, ouçam nestes links da tsf se estamos a ser bem ou mal informados pela protecção civil sobre a melhor forma das pessoas se protegerem quando há sismos.

    http://tsf.sapo.pt/online/radio/interior.asp?id_artigo=TSF76784

    O principal está na terceira parte do programa em :

    http://tsf.sapo.pt/online/common/include/streaming_audio_radio.asp?audio=/2002/04/noticias/11/3PT11.asx

  13. Anónimo diz:

    Vera, com esta legalização do aborto em instituições públicas, a lista de espera, que já era enorme, vai aumentar, porque se é somente até às 10 semanas que se pode abortar, então essas mulheres não poderão ficar nas listas de espera, acabando assim as pessoas que realmente necessitam de cuidados de ter que aguardar mais, até que muitas, ou acabam por morrer, ou então vão para o privado, aqueles que podem.

  14. Vera diz:

    Foi o que tentei dizer.. ´Há doentes que chegam a morrer por uma ques~tao de horas. Tive familiares que morrer a uma semana da operação já marcada há muitos mas muitos meses. A maioria das pessoas não tem recursos para ir para o privado. Agora, acho que as plataformas, tanto do “naõ” como do “sim”, se deveriam unir para lutar também pelo apoio às mulheres que decidem ter filhos, e não apenas às que decidem abortar. Se o “sim” também se preocupa realmente com as mulheres deveria entrar nesta luta também. Tornar um prática legal não reduz as perdas. Espero que o “sim” não se fique pelo festejo da sua vitória nem tenha como meta apenas a legalização. E em resposta ao primeiro comentário: aqui quem foi derrotado não foi o “não”, o “não” continuará a não praticar o aborto, os valores do nosso Estado é que foram derrotados. Quem vai sofrer estas consequência não é o não, isto não é nenhuma vingança nunenhuma competição.

  15. Vera diz:

    *nem nenhuma competição.

  16. Ringthane diz:

    Vera,

    pérolas a porcos. É escusado, só perceberão quando virem a diferença entre o que julgam ter votado e a prática.

    Abraços.

  17. Vera diz:

    Isto enquanto não começarem a esticar o prazo. Deêm-lhes uns anos e vão ver os comunas e bloquistas, senão tb alguns socialistas, a querer aumentar o prazo das 10 semanas, alegando todas as razões e mais algumas. Só gostava de saber quem assumirá as responsabilidades caso um dia se prove que a vida humana começa muito antes das 10 semanas (lá por uns dizerem que não começa no momento da concepção não quer dizer que não comece 3 dias depois, ou 1 semanas ou 2 depois).
    Tenho uma dúvida, talvez aqui alguém me consiga responder: Se muitos consideram que o aborto não é um acto contra a vida, porque é sugerem, então, a hipótese de alterar o código deontológico dos médicos caso o aborto seja legalizado?

  18. Eu também tenho uma dúvida:

    – se a o aborto é um acto contra a vida, porque será que é permitido (com a lei de 1984) em determinadas situações (malformação, risco de vida da mulher, etc)?

    Já agora, mais uma:

    – se a o aborto é um acto contra a vida, não deveriam todos ser presos por homícidio premeditado?

  19. Vera diz:

    O aborto é permitido nessas condições quando a gravidez põe em causa outra vida. Se a mãe morre o feto também morre, logo a medicina opta por salvar aquele que é possível salvar.
    Sim, os “técnicos” de batinah branca que cometiam abortos de vão de escada na ilegalidade deveriam ser presos.

    Mas Miguel, se acha que o aborto não é um acto contra a vida, então é porque acha que a mulher não está grávida de..vida, certo?
    Se acha que o aborto não é um acto contra a vida, então porque acha que é um tema polémico que preocupa tanto milhões pelo mundo fora? O que tem o acto de abortar assim de tão mau? Porque é que o aborto é tido como uma acção negativa?

  20. Peço que me diga onde referi que acho (como afirma) que o aborto não é um acto contra a vida…

    e repito
    – se o aborto é um acto contra a vida, não deveriam todos ser presos por homícidio premeditado?

    e ainda…
    – se a o aborto é um acto contra a vida, porque será que é permitido (com a lei de 1984) em determinadas situações como a malformação, que não põe em risco nenhuma vida?

  21. Vera diz:

    “Mas Miguel, se acha que o aborto não é um acto contra a vida, então é porque acha que a mulher não está grávida de..vida, certo?”

    Como vê, não referiu, eu é que lhe perguntei e apesar disso o Miguel não me respondeu. Logo, o minha não referiu nem eu afirmei.

    “- se o aborto é um acto contra a vida, não deveriam todos ser presos por homícidio premeditado?”

    Repito: apenas os técnicos que o efectuaram.

    “se a o aborto é um acto contra a vida, porque será que é permitido (com a lei de 1984) em determinadas situações como a malformação, que não põe em risco nenhuma vida?”

    Porque essa má formação poderá originar um aborto em estado avançado de gravidez, o que poderia pôr em causa a saúde da mãe também. ASsim como a uma grávida de 9 gémeos é permitido abortar alguns para tentar salvar os outros (já houve um caso assim, em que a mulher não quis abortar e antes dos 3 meses perdeu todos).
    No entanto, lembre-se, nem tudo o que está na lei é legítimo. E o facto de haverem situações em que a lei o permite nao quer dizer que se tenha que alargar essa prática. Se já não é correcto praticá.lo em certos casos, o que se dirá da sua prática generalizada…

  22. Vera diz:

    “Mas Miguel, se acha que o aborto não é um acto contra a vida, então é porque acha que a mulher não está grávida de..vida, certo?”

    Li mal. De qualquer maneira, seguinte a sua lógica é isso que qualquer um pensa.. MAs diga lá então, acha ou não que é um atentado contra a vida?

  23. Vera diz:

    Pelo que diz, se considera o aborto um acto contra a vida e depois agradece a Portugal por o ter legalizado…não lhe soa um pouco…er…será que devo usar o termo ou o Miguel adivinha o que é um acto contra uma vida que não tem defesa?

  24. Cara Vera,

    para não andarmos “a bater no ceguinho” e para que fique a saber o porque do meu voto, aqui vão as “minhas razões” para o mesmo:

    “As minhas razões para votar sim à despenalização da interrupção voluntária da gravidez (IVG – ou aborto para não ferir susceptibilidades), são simples, como simples é a questão em referendo, embora muitos pretendam fazer crer o contrário.
    Muitos aspectos poderiam ser abordados, mas tentarei centrar-me no que considero essencial, partindo de três (3) pressupostos principais.

    1. A Liberalização da IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades)
    Esta é uma das questões que se coloca actualmente. Muitos defendem que, caso o sim ganhe no dia 11 de Fevereiro, a IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades) vai ficar liberalizada. Errado.
    Errado, porque a IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades) é, actualmente em Portugal, livre. Qualquer mulher que opte pela IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades) pode realizá-la. E, como quem a pretende efectuar, a pode executar, chama-se a este facto/situação, liberalização.
    A única questão que aqui se coloca é como e onde a mesma é realizada.

    2. As Condições
    Daqui, resultam duas (2) condições: ou (a) está enquadrado nas permissões do actual Código Penal (CP), ou (b) não está enquadrado nas permissões do actual CP.
    Se estiver (condição a), será feito em plenas condições de segurança (embora nem sempre assim seja, como verificamos recentemente, numa situação onde, estando em risco a vida de uma mulher, foi obrigada a ir a Espanha…).
    Caso não esteja enquadrado no actual CP (condição b), resultam duas (2) sub-condições: (a) existe capacidade financeira ou (b) não existe capacidade financeira.
    Se existir capacidade financeira (sub-condição a) a resolução é simples. Num consultório médico da localidade onde vive (ou numa outra mais ou menos perto) ou seguindo as SCUT’s (pagas pelo Estado!!!) até Espanha, onde a IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades) é praticada em total condições de segurança e higiene.
    Se não existir essa capacidade financeira (sub-condição b), é que tudo se torna mais complicado. Em casa, sem acompanhamento médico, ou na “casa” de um “entendedor”, com medicamentos, agulhas ou outro método sem o mínimo de condições de higiene e segurança, onde é colocada em risco a saúde (muitas vezes sem regresso) da própria mulher.

    3. A despenalização da IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades)
    É nestas duas últimas, e (na minha opinião) principalmente na última (a não existência de capacidade financeira), que as mulheres são judicialmente perseguidas, julgadas e condenadas pelo sistema judicial português.
    Esta situação transforma o julgamento e a condenação (que existe, é escusado mentir descaradamente escondendo este facto) das mulheres que praticam a IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades) numa completa e plena situação de exclusão e descriminação social e económica (para além das outras condições de exclusão já existentes) das mesmas.
    Existem, é certo, algumas que não são perseguidas, julgadas e condenadas. Em muitos dos casos, são as mulheres que morrem…

    Algumas Considerações Finais
    – Dou (permitam-me a expressão) “de barato” a existência de vida às 10 semanas. Contudo, também existe a mesma vida em situações de violação, de risco de vida para a grávida e de malformação do feto. Aqui será menos vida? Se a vida é igual à de alguém nascido, não deveria ser homicídio. Estas são algumas hipocrisias de alguns defensores do não.
    Digo de alguns, porque outros defendem claramente que nestas situações a IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades) não deveria ser permitida, obrigando as mulheres a levarem a gravidez até ao final. E isto é algo que me preocupa, porque acredito que caso o não vença, brevemente teremos este assunto em discussão e, alguns dos actuais argumentos do não, serão idênticos para justificar a total criminalização da IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades).
    – Foi aprovada parlamentarmente e promulgada pelo Exmo. Sr. Presidente da República a Procriação Medicamente Assistida, que implica a utilização de embriões humanos para investigação científica. Não vi nenhum dos defensores do não, revoltar-se com esta situação. Isto faz-me pensar que o que está em causa não é a vida do feto, mas a opção da mulher (e de quem mais poderia ser a decisão?).
    – Li um post num blog (desculpem mas não sei qual) que, face à igualdade entre homem e mulher neste assunto, questionava (e faço dessa também uma minha questão): Se defendem a igualdade, concordarão certamente que o homem, se justificar com perigo de grave e irreversível lesão para a sua a sua saúde psíquica possa obrigar a mulher a praticar a IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades), certo? É que isto também é igualdade…

    Estarão com razão se disserem que não são estes últimos aspectos que vão a referendo, mas também não é a vida, nem a IVG (ou aborto para não ferir susceptibilidades) em si, mas sim a despenalização desta última.

    Conclusão
    Por todos estes motivos…
    Por uma vida desejada…
    Por uma sociedade solidária…
    Por uma sociedade que não criminalize as mulheres…
    Por uma sociedade que não descrimine as mulheres…
    Porque o que está realmente em debate é a despenalização…
    Porque a liberalização já existe…
    Porque a perseguição judicial, julgamento e condenação das mulheres também existe…”

  25. Vera diz:

    A IVG em Portugal já era liberalizada? Liberalizada? Porque é que diz isso?
    Quantos abortos ilegais há por ano em Portugal? Quantas foram condenadas? Onde são as “clínicas”? A perseguição não acontece porque o governo não quer.

    Eu considero que às dez semanas o feto já se encontra num nível de desenvolvimento avançado: já se começou a formar o cérebro às 3 semanas, o sistema nervoso, a medula, o coração já bate, já possui impressões digitais definitivas e os seus órgãos e membros já se encontram delineados. O que acontece é que o ser humano passa por várias fazes durante a sua vida´: é embrião, feto, criança, adolescente, adulto e idoso. Obviamente tem que partir de algum ponto, não aparece criança logo à partido. No entanto, um bebé de 8 meses no ventre da mãe é igual a um bebé de 8 meses que nasceu prematuro, não é? Logo, acho que o facto de nascer ou não não condiciona o seu direito à vida (não quero dizer que o Valério seja a favor de abortos aos 8 meses de gestação, isto foi apenas para tentar mostrar que o nascer ou não pode não ser uma diferença assim tão grande). Mas então, o que quer dizer com “dar de barato” a vida do feto? É uma fase de desenvolvimento pela qual todos os Homens passam, porque é que há de valer menos do que outras? Quer com isso dizer que é vida mas que aidna não tem muita importância? A partir de que momento é que deixa de ser “barato” para si? Como sabe isso? Se não sabem quando começa a vida humana, como é que dão assim um tiro no escuro? Não será querer impor o facilitismo e comodismo?

    Concluindo:

    Um dia estas pessoas poderão a vir desejadas, até pelas próprias mães que pensaram em abortar e quando têm um filho nos braços mudam completamente de atitude. Mesmo que isto não aconteça, haverão sempre outras pessoas capazes de os desejar.

    Uma sociedade solidária é aquela que ajuda os outros, logo, ajuda aqueles com menos possibilidades de se defenderem, neste caso, os mais pequenos.

    Uma sociedade não criminaliza ninguém desde que as pessoas não ponham em causa a vida de outros. de qualquer forma, o “não” não pretende criminalizar mulheres. Lembra-se do que a plataforma do “não” propôs ao Engº Socrátes antes do referendo? qual foi a resposta? PAra a despenalização das mulheres não teria sido necessário referendo nenhum.

    Como é que existe liberalização sem despenalização? Um acto que pode ser praticado livremente é aquele que não sofre penalização se for praticado…

    O fim da condenação de mulheres (que diga-se de passagem, o “sim” nunca apresenta os nºs) não justifica a lei que a esquerda pretende aprovar.

    Proque se preocupa tanto com uns, que não morrem se nada fizerem, do que com outros que não se conseguem defender e vão quase “pelo cano”?

    Eu pretendo combater um problema, que é o aborto, e não legalizá-lo para que continue a occorrer cada vez em maior escala. Mas afinal, combater o aborto nunca pareceu um objectivo do “sim”…

  26. Vera diz:

    Quanto à questão da igualdade entre o Homem e a Mulher..Digamos que se um deles quiser a vida do filho, tem direito a exigir que ele nasça, uma vez que a nossa prioridade é para a vida e não para o lado negativo das coisas… se não quiserem, deveram ser criadas soluções decentes para cuidar desses casos.

  27. PP&I diz:

    1. O aborto (não há interrupção da gravidez porque há o fim da gravidez – Jorge Miranda) continua a ser punido (até entrada em vigor da nova lei) excluíndo, porém, a sua ilicitude numa série de casos: O aborto terapêutico, o aborto eugénico e o chamado aborto ético (criminológico, sentimental ou «honoris causa»). Essa licitude depende do consentimento da mulher grávida mas também da certificação de circunstâncias mediante atestado médico, e ainda, no caso do aborto ético, da existência de participação criminal da violação. O ‘SIM’ propôs a liberalização do aborto, sem regras nem limites, que não o prazo e a vontade da mulher.

    2. Estudos da maior isenção e rigor científicos mostram, de forma inequívoca, que, mesmo na perspectiva pragmática da política criminal, a legalização do aborto é contra-indicada: Não só não é meio adequado para os fins sociais visados, como ainda se revela contraproducente. Nomeadamente: não faz baixar o número de abortos clandestinos (e os correspondentes índices de morbilidade e mortalidade maternos) – objecto, aliás, de estimativas muitas vezes grosseiramente empoladas – e acarreta um aumento do número total de abortos e não evita que as pessoas de maior capacidade económica continuem a dispor de mais facilidades na prática do aborto e no recurso ao «turismo abortivo».

    3. Sem prejuízo da compreensão que merece a situação dramática das mulheres que praticam o aborto, mantenho uma firme posição condenatória deste, considerando que ele é, objectivamente, um crime grave.

    Algumas considerações finais:

    A) – Considero que mesmo a lei actual é carente de validade ética ou intrínseca, por violar os valores fundamentais do direito. Por mais penosa que possa ser uma gravidez resultante de violação – hipótese aliás, raríssima e excepcional –, tal não legitima, de modo nenhum, a destruição da vida do ser inocente. A honra e o bem-estar da mulher não valem mais que a vida do nascituro. Repugna ao direito que um acto criminoso como a violação autorize a vítima a cometer, por sua vez, outro crime, ainda mais grave. É ilegítimo também o aborto eugénico, pois ninguém tem o direito de dispor da vida de outra pessoa a pretexto de que eta sofre ou poderá vir a sofrer de doenças ou anomalias físicas e psíquicas. O homem não perde, devido a essas limitações, por mais graves que elas sejam, o seu direito à vida e a sua dignidade pessoal, como não a perdem os idosos decrépitos e os doentes em estado desesperado.

    B) – Por conseguinte, sou contra a utilização indevida de embriões humanos, principalmente através do uso de embriões excedentários ou da sua simples criação com o intuito exclusivo de investigação ou experimentação científicas e posterior destruição.

    Em suma, acredito que a vida humana deve ser respeitada e protegida de modo absoluto desde o momento da sua concepção, considerando o aborto como uma violação directa do direito fundamental à vida de todo o ser humano.

  28. CARA VERA:

    A IVG em Portugal já era liberalizada? Liberalizada? Porque é que diz isso?
    – Conhece alguma mulher que quisesse abortar e não o tenha feito porque a lei o proíbia?

    Quantos abortos ilegais há por ano em Portugal?
    – Ninguém poderá apresentar um número correcto, visto serem ilegais

    Quantas foram condenadas?
    – Várias. Na Maia, em 2000, por exemplo, foram ??

    Onde são as “clínicas”?
    – Tem dúvidas que existem?

    um bebé de 8 meses no ventre da mãe é igual a um bebé de 8 meses que nasceu prematuro, não é?
    – Conhece alguém que tenha nascido com 10 semanas?

    Mas então, o que quer dizer com “dar de barato” a vida do feto?
    – É uma expressão na minha terra. significa que, embora não concordando totalmente com a hipótese, parte-se do princípio que sim para efeitos de debate.

    Um dia estas pessoas poderão a vir desejadas, até pelas próprias mães que pensaram em abortar e quando têm um filho nos braços mudam completamente de atitude. Mesmo que isto não aconteça, haverão sempre outras pessoas capazes de os desejar.
    – Ninguém obrigará ninguém a abortar.

    Lembra-se do que a plataforma do “não” propôs ao Engº Socrátes antes do referendo? qual foi a resposta? PAra a despenalização das mulheres não teria sido necessário referendo nenhum.
    – Sobrepõe-se o direito da mulher ao do feto (como acontece com a vitória so sim)
    – Acabam os julgamentos e as condenações (como acontece com a vitória so sim)
    – A IVG pode ser praticada por opção da mulher (como acontece com a vitória so sim)
    – O número de abortos pode aumentar, diminuir, ou manter-se, embora as “experiências” internacionais me façam crer que diminuirá (como acontece com a vitória so sim)
    – O acesso à IVG continua livre (como acontece com a vitória so sim).
    – A IVG continuará clandestina nos casos não previstos no Código Penal. Não sendo legal não pode ser praticada legalmente (como NÃO acontece com a vitória so sim)
    – A IVG continua acessivel (em condições de segurança e higiene) para quem tem capacidade financeira e, mais ou menos, acessivel para quem não tem essa capacidade , tendo que recorrer a métodos que perigam a vida das mesmas (como NÃO acontece com a vitória so sim)
    – Continuarão a morrer mulheres por praticar a IVG sem condições (como NÃO acontece com a vitória so sim)

  29. * Na Maia, foram 7 em que existem certezas de estarem com menos ou igual a 10 semanas

    Desculpe o lapso

  30. Vera diz:

    Conheço. E hoje dão graças a não terem podido abortar.
    É claro que não tenho dúvidas que existem. Nem eu nem as autoridades. Não as perseguem e encerram porque não querem.
    Não, não conheço nenhum que tenha nascido às 10 semanas, mas também não conheço nenhum que tenha nascido aos 5 meses e não é por isso que gostaria de ver o aborto legalizado até esta etapa da gestação, ou é?
    Quando se trata de vida não se pode “partir do princípio que sim”. ou do ´príncipio que não. Enquanto não for provado simplesmente não se devia fazer leis deste tipo. E se for provado daqui a uns anos que realmente era uma vida humana? como é?
    Eu sei que ninguém obrigará ninguém a abortar, mas a escolha de abortar irá concerteza obrigar alguém a não nascer.

    Bom, mas qd uma pessoa diz que o direito à vida do feto se sobrepõe à “vontade” de abortar da mulher..não há nada a fazer. PAra mim é impossível debater este tema com alguém que não dá valor a todas as etapas de desenvolvimento humano.
    Valério, ainda vai nessa história do nº de abortos diminuir com a legalização? Então porque é que não legalizam outros crimes para ver se também diminuem?

    Continuaram a haver mulheres a praticar IVG, correndo também o risco de morrer embora o façam em estabelecimentos próprios, com a vitória do sim. Vocês acham qu e o problema é o acto ilegal, nós achamos que o problema é o acto que seja legal ou ilegal.
    Tenho que sair, volto mais logo para terminar.

  31. Ringthane diz:

    Esqueça, Vera, é inútil. São todos uns Oliveiras. Vai ser bonito…

  32. Anónimo diz:

    tomea um alka-seltzer que isso passa…

  33. A. Machado diz:

    Desculpe, sei que não estão discutindo mais o assunto, mas é irresistível. Vera disse: “eu sei que ninguem obrigará ninguem a abortar, mas a escolha de abortar irá “concerteza(!)” obrigar alguém a não nascer ” esta foi uma das frases mais ridículas que eu já lí em toda a minha vida. Este assunto, quase, não demanda reflexão, é como o princípio de não poder alegar o desconhecimento de uma lei, o seu bom-senso deve mostrar se algo é permitido ou não! Alguns incomodados com o aborto me lembram rebeldes estudantis que sem uma causa usam camisetas de Che Guevara, pixam e depredam, por exemplo, obras de Juan Muñoz em portugal mesmo (essas sim verdadeiras pérolas aos porcos) e promovem passeatas imbecís para matarem aula e enfrentarem a polícia (sempre estão rindo no meio do empurra-empurra)…

  34. Vera diz:

    A. Machado, cá em Portugal quem faz essas “passeatas para matar aula”, quem usa t-shirts do Che guevara e quem faz grafitis nas paredes são exactamente os que defendem o abort, na sua maioria..mas enfim..Brasil é Brasil, Portugal é Portugal. No entanto, não perceber qual é o seu problema com a minha frase. Diz que é ridícula…e refere que o bom-senso deve mostrar se algo é permitido ou não..e ficou tudo em “águas de bacalhau”. O que é que a sua “frase iluminada” quis esclarecer, afinal?

  35. A. Machado diz:

    Não é por crer na direita ou na esquerda que vou aceitar dogmas politicos, ninguem é uma coisa só com relação a tudo: Crime? eu sou conservador, aborto, eutanásia? eu sou liberal.
    Quanto a sua frase eu me referia a ortografía…
    Quanto a minha frase, se não pudestes interpreta-la, não sou eu que a vou explicar…

  36. Vera diz:

    PErceber, percebi..não sem é a que propósito vem. É o que dá ler frases bonitas e depois despejá-las aqui, completamente fora do contexto. Se não percebeu a minha frase, eu repito: Com esta lei a mulher, numa situação normal não é obrigada a abortar… Mas SEEEE abortar, estara´a obrigar o seu feot a não nascer.

  37. A. Machado diz:

    Desculpe a grosseria. É o melhor para o feto não nascer já que nasceria indesejado ou sem condições de estrutura financeira e familiar.
    Por acaso quando alguém usa preservativos está a obrigar alguém a não nascer?

  38. Vera diz:

    Como é que o Machado tem um poder tão grande para adivinhar o futuro das pessoas? Em Portugal existem várias pessoas conhecidas, inclusivé artistas, que hoje são felizes, têm família e uma carreira fantástica..e nasceram em famílias desagregadas, órfãos, foram dados para a adopção, etc. Tenho também colegas que certamente ficariam muito ofendidos de o ouvir dizer que não mereciam nascer…quando hoje estão adoptados por famílias fantásticas, à beira de grande carreiras, festas de natal e aniversários gigantes, rodeados de amigos.. Se o Machado tivesse conhecido a família deles talvez tb achasse que seria melhor não terem nascido..veja agora o futuro deles, quem poderia adivinhar? Quanto aos problemas económicos, é uma questão de o Estado também se preocupar minimamente com a natalidade em Portugal. Veja, na Alemanha estão a dar 25 mil por cada nascimento…é muito dinheiro que ajuda bastante. No entanto, a pobreza não deve ser um factor que deva condicionar a vida de uma criança, isos não quer dizer que ela seja infeliz. Um estudo revela que a população venezuelana é, segundo as estatísticas, a mais feliz do mundo, no entanto, quantos milhares no limiar da pobreza não devem´lá viver felizes? Conhece, também, a história da família de Beethoven? É um caso interessante, até costuma circular aí por mail, se calhar já viu.

    Quanto à velha história dos preservativos, caso não saiba um feto presiva de um óvulo para se formar… Se vai por aí, a natureza é genocida por só deixar penetrar um espermatozóide no óvulo, na maioria das vezes. Acho que não é o caso…

  39. Vera diz:

    *um feto precisa

  40. A. Machado diz:

    Eu não adivinho o futuro das pessoas… mas é possivel lidar com potenciais, nas penitenciarias o índice de criminosos (não contraventores) que naõ tiveram estrutura fmiliar (e não só financeira) é de 97%. Eu mesmo nasci de uma familia que nunca deveria ter feito tantos filhos quanto fizeram, portanto eu posso falar. Ser bem sucedido nesses casos é a exeção. Quando eu mencionei o exemplo dos preservativo não usei a palavra feto, não obstante um espermatozóide também é uma vida EM potencial, não é crime não procriar podendo, pode ser pecado em algumas religiões mas não e crime.

  41. Vera diz:

    Mas para se iniciar o processo de desenvolvimento de um ser humano é preciso um óvulo, logo…
    Ninguém liga a essa parte das religiões.
    Podem ter um destino menos bom, mas isso não lhes retira o direito a nascer. Mas também podem ter um destino muito bom, e aí? É dar um tiro no escuro.

  42. A. Machado diz:

    Direito de nascer? Se não nasceram ainda não têm direitos… se perocupe com problemas reais e pare de obstar para que Pessoas (já nascidas) possam ter seus direitos (como o do aborto).

  43. Vera diz:

    Ah, então o Machado não se importa que um aborto seja cometido ao 8 meses? Ou melhor, porque não no momento anterior ao parto? Afinal, aidna não nasceu, é uma questão de horas… REalmente, aqueles pais que matam os filhos recém-nascidos são burrinhos, bastava matarem-nos umas horas antes e na sua perspectiva já não iam presos, é isso?
    DEsde quando abortar é um direito? Que direito é esse? Consiste em quÊ? DEsde quando impedir o nascimento do filho é um direito dos pais? Quem são eles e quem são os médicos para impedir o desenvolvimento e o nascimento de alguém? Isso não é um direito, é a violação de um direito.

  44. A. Machado diz:

    Quem pode o mais pode o menos, se podem fazer filhos…
    Há regulamentações para o aborto, não sugiro que se faça em qualquer parte da gestação. Violação de um direito é forçar a um nascimento indesejado e que agrava uma situação. Não acha certo abortar? não aborte, mas não impeça os outros de fazerem isso. Um estupro seria uma exceção? não? e o estupro de uma jovem sem minimas condições financeiras? E um feto vegetativo? Para que observar situações validas e situações não validas? cada um tem seus próprios motivos.

  45. Vera diz:

    Ah..quem os faz possui o direito de pôr termo à sua vida? Que bonito.. Isto até me faz lembrar a escravidão, onde o patrão detém poder sobre a vida do escravo, só que neste caso trata-se do próprio filho, o que torna as coisas ainda mais desumanas.
    Não sugere que se faça em qualquer parte da gestação. A´té que parte sugere? E porquê? O que é que acontece a partir dessa data que muda toda a situação?
    Não acho certo abortar, não acho certo roubar, não acho certo bater nos outros…Há coisas que não podem depender da consciência de cada um, há coisas que têm que estar regulamentadas! Não sei como é no Brasil, mas na Europa a vida é um valor supremo. O direito a nascer e viver de alguém não pode estar nas mãos de outro que alega ter “os seus próprios motivos”! Eu também posso ter um motivo para querer meter uma bala na testa de alguém, mas isso não tornaria legítima a minha acção. (não, não estou a comparar um aborto a um homicídio a tiro, quero apenas dizer que nenhum motivo é maior que o direito a viver).

  46. A. Machado diz:

    Quem os faz possui o direti de por termo a sua vida? Não é vida. É vida em potencial, isso que te falta entender. O que acontece a partir de determinado ponto da gestação é que deixa de ser vida em potencial e passa a ser vida de fato, aí é que todos os seus argumentos podem ser aproveitados na defesa do feto ja formado. Esse direito a vida só existe depois de haver, pois, uma vida (juridicamente falando, pois pode existir na sua interpretação). um feto a ser abortado não se formou ainda e portanto não é vida. Inclusive por esta razão é que Personalidade Jurídica só tem depois de nascer com Vida. A lei põe a salvo, desde a CONCEPÇÃO os direitos do nascituro.

  47. Vera diz:

    Alto e pára o baile! O Machado descobriu quando começa a vida humana e não disse nada aos investigadores!!! Fala com tanta certeza, como sabe que se antes das 10 semanas há ou não há vida? Um feto não é vida, é o quê? morte? é vida em constante desenvolvimento que nós não temos o direito de prejudicar, muito menos de lhe pôr termo.

  48. Vera diz:

    A lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro. Então e quais são eles? É que se desde a concepção ele não tem o direito a nascer, todos os outros passaram a ser quase que irrelevantes… dependentes deste primeiro que, no caso da legalização do aborto, não é protegido pela lei.

  49. A. Machado diz:

    Os direitos do nascituro são inumeros, mas todos concernetes a outras especificações. Por exemplo: O nascituro, embora não tenha personalidade, tem capacidade para adquirir por testamento. Morto o testador antes de seu nascimento, a titularídade da herança ou legado fica, provisoriamente, em suspenso. Se o nascituro nascer com vida, adquire naquele instante o domínio de tais bens. Se nascer morto, referidos bens são devolvidos aos herdeiros legítimos, ou ao substituto testamentário, retroagindo a devolução à data da abertura da sucessão… esses direitos. Já o direito de nascer é invenção sua.

  50. A. Machado diz:

    E outra coisa: quando eu digo que o feto não é vida é porque o termo Vida não é apropriado… um feto pode tranformar-se em vida ou não.

  51. A. Machado diz:

    CARDOSO enumera os direitos do nascituro:
    — ser adotado, com consentimento do seu representante legal (CC, art. 372);
    — receber doação, se aceita pelos pais (CC, art. 1.169);
    — adquirir por testamento, se concebido até a morte do testador (CC, art. 1.169);
    — ter um Curador ao Ventre se o pai falecer e a mãe, estando grávida, não tiver pátrio poder, notando-se que, se a mulher estiver interdita, o seu Curador será o do nascituro (CC, arts. 458 e 462 e seu parágrafo único);
    — ver reconhecida sua filiação e até mesmo pleiteá-la judicialmente por seu representante;
    — suceder, seja legitimamente ou por testamento;
    — ser representado nos atos da vida jurídica;
    — ter garantia de direitos previdenciários e trabalhistas, como, por exemplo, direito à pensão por acidente profissional sofrido por seus pais;
    — proteção penal garantindo-lhe a vida e o direito de nascer… Este é nos procedimentos medicos, pois se eventualmente morre o nascituro não é violado o seu direito de nascer.

  52. Vera diz:

    O direito a nascer é uma invenção minha…esta foi a frase mais “brilhante” que já ouvi num debate sobre o aborto…

    Bem, isso são leis brasileiras, certo?
    É de notar que PRIMEIRO, que todos os direitos que enunciou se referem a direitos materiais..isto mostra logo a dimensão ética da coisa. Segundo, se o aborto for legal, todos esses direitos são relativos. O feto tem direitos…mas de que é que eles lhe servem se a sua mãe decidir abortar? Desculpe lá, sempre pensei que o problema do aborto era ético e não relativo a heranças…..
    De qualquer forma, acho que o Machado não captou o que eu tentei dizer. Eu referia-me a direitos LEGÍTIMOS, e não a direitos exclusivamente legais. Na constituição nazi, por exemplo, existiam inúmeras leis que davam mais direitos a uns que a outros. Estava na lei. E daí? ERa legítimo? Podia não ser… Compreende a diferença? eu refiro-me a direitos legítimos, vitais, éticos, que não podem ser alienados por nenhuma lei!

  53. Vera diz:

    Obviamente que se o feto nascer morto não é violado o direito a nascer, tal como se amanhã eu morrer de enfarte não em é negado o direito a viver…. essa foi muito básica.

  54. piloto diz:

    Ñ AO ABORTO E PONTO FINAL.

  55. Machado diz:

    vocês não têm minimo senso de debate argumentativo, estou perdendo o meu tempo aqui… ainda bem que a maioria vos calou no referendo

  56. Vera diz:

    meta-se nos assuntos brasileiros. é que nem nisso acertou…nenhuma maioria nos calou porque o referendo não foi vinculativo. Passe bem.

  57. Machado diz:

    refiro-me as opiniões!

  58. Vera diz:

    ..que opiniões?

  59. Machado diz:

    vos calaram com as opiniões no referendo… não importa não ter sido vinculativo

  60. Vera diz:

    ahm? claro que não importa ter sido vinculativo, isso só mostra o quanto vocês são democráticos. Continuo sem saber quem nos calou, e porquê.

  61. Machado diz:

    Pergunta para o referendo de 11 de Fevereiro de 2007:
    “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?” O ‘Sim’ venceu o referendo à despenalização do aborto ao obter mais de 59 por cento dos votos expressos. A democracia esta justamente em não ter sido vinculativo porque a taxa de participação alcançou um número aquém do necessário (para tornar os resultados vinculativos), no entanto isso não altera o que eu disse sobre a maioria vos ter calado… pois dos que votaram, a maioria concorda comigo.

  62. PP&I diz:

    Resta saber em que votariam os cerca de 60 por cento de abstinentes.

  63. PP&I diz:

    E mais uma observação: A vida do nascituro constitui um bem que é objecto de um verdadeiro direito natural, o direito à vida, o primeiro dos direitos humanos. Nada impede considerar o nascituro como pessoa jurídica, titular de direitos, pelo menso daquele direito. Todo o homem, mesmo que não esteja exercendo as suas faculdades de entender e querer e ainda não se encontre em condições de as exercer, tem a aptidão natural para ser sujeito de direitos. Não é a simples determinação da vontade do legislador, adiando para o momento do nascimento a aquisição da personalidade jurídica, que pode prevalecer sobre esta realidade.

  64. Vera diz:

    E os que não votaram, que foram uma maioria, podem não concordar. ´Já pensou nisso?
    Mesmo assim, o facto de ser a opinião da maioria não dá veracidade a nada. Simplesmente, enquanto brasileiro, não sei o que é que o Machado pesca aqui…

  65. Vera diz:

    PP&i, quando não há distinção entre legal e legítimo é assim…

  66. Machado diz:

    “E os que não votaram, podem não concordar…”
    É por isso que foi democrático não ter sido vinculado. e você disse que eu não sou democrático… pesco aqui porque o debate é livre e construtivo.
    “o facto de ser a opinião da maioria não dá veracidade a nada…” isso é que foi muito democrático!
    Vou fazer a vontade de vocês e parar de postar…

  67. Machado diz:

    aposto que vai fazer questão de ficar com a última palavra… e se não ficar é porque eu disse isso.

  68. PP&I diz:

    Vou fazer a vontade de vocês e para de postar…

    Fazer-nos a vontade? Mas alguém manifestou alguma intenção de censura? Por mim, e creio que pelos restantes comentadores e autor do blogue, está à vontade para publicar os seus pontos de vista.

  69. Vera diz:

    Por mim, fale à vontade…cada um pode dizer aquilo que lhe apetece, depois tem é respostas.

  70. deil diz:

    Aqui está uma piada de mau gosto que li ontem:

    “A mulher grávida que decidir abortar, por sua vontade, até às dez semanas, pode fazê-lo a partir de 15 de Julho, data em que a regulamentação da lei da interrupção voluntária da gravidez (IVG) entra em vigor. Porém, ao contrário do que acontece com as urgências e outras intervenções cirúrgicas, a mulher que decida abortar está isenta de qualquer taxa moderadora, ficando ao abrigo do regime de isenções previstas na saúde materna.”

    Não está certo, não é justo, é indecente, é ascoroso, mete nojo, enche-me de revolta, irrita-me, faz-me sentir respulsa deste governo! Mete-me tanta raiva como os diabéticos terem de pagar pelas suas seringas e os drogados não. Desde quando é que a “opção” prevalece sobre a “necessidade”??
    Só num país virado do avesso…

    Triste… 😦

  71. deil diz:

    *repulsa*

  72. angela martins diz:

    sei onde tem clinica seria em são paulo, contato email e msn angela.martins30@hotmail.com

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