Grandes Portugueses (I)

  • Macedo Vieira, presidente da Câmara da Póvoa de Varzim, decidiu proibir as decorações nas campas do novo cemitério. As sepulturas terão que ser todas iguais, apenas com uma lápide, o nome do falecido, um pequeno jarro de flores e uma discreta cruz. (Viva a Maria da Fonte/ Com as pistolas na mão…)
  • Sam the Kid, em entrevista ao Sol – “Pergunta: Vais com um amigo a uma loja e este começa a roubar. O que faz? Resposta: Nada.” Ó amiguinho, se a loja fosse da sua mãe, o amiguinho já fazia alguma coisa, não era?
  • Joaquim Letria, no 24 Horas, comentando o enforcamento de Sadam Hussein: “”(..) todas as mortes são perdas irreversíveis”. Que a arterioesclerose não perdoa, eu sei. Mas é preciso dar-lhe uma coluna num jornal?
  • Pedro Boucherie Mendes, na revista NS, balofo e cheio de basófia, admira-se por Salazar não ter um taxista a defendê-lo, no programa da RTP “Grandes Portugueses”. Mas confessa que sabe “muitíssimo pouco” sobre o estadista. Assim já se percebe. É a habitual arrogância dos ignorantes.
  • Miguel Sousa Tavares, no Expresso de 13 de Janeiro, explica aos portugueses que Portugal não precisa de um aeroporto na Ota, mas sim de “um aeroporto alternativo, pequeno e barato”. Para a semana, a sua crónica vai traçar as linhas gerais da reformulação do Sistema Nacional de Saúde e, daqui a 15 dias, dirá ao País quais as razões por que a energia nuclear não é uma opção economicamente viável.
  • Clara Ferreira Alves, também no Expresso, garante que o canal em inglês da Al Jazeera “começou a dar cartas”. A CNN ignora o mundo, diz a pluma caprichosa e, para saber o que se passa na Indonésia, Brasil, Venezuela ou China, “temos de contar com a Al Jazeera”. Que “faz melhor jornalismo”. Pois. Alá é grande e a rica até tem piada.
  • Guilherme Valente, escriba habitual do jornal Público, enche páginas e páginas a ensinar aos ministros da Educação como é que devem ser ministros da Educação. Ó homem, meta-se na política e tente ser ministro. Assim, pode aplicar as suas brilhantes teses, em vez de elas servirem para embrulhar castanhas assadas.
  • José Eduardo Agualusa, na Pública, acha inexplicável que o romance “Beasts of Nation” não tenha sido ainda publicado em Portugal. José Eduardo Agualusa deve pensar que todos os romances de que gosta deviam ser obrigatoriamente publicados em Portugal. Os génios são assim.

É com Portugueses destes que construiremos uma grande Nação.

3 Responses to Grandes Portugueses (I)

  1. Egidio Vaz diz:

    Não. e exactamente SEM eles que se constroi uma nação.

  2. admirador diz:

    Senhor Egídio Vaz: estou de acordo consigo, mas pode justificar o seu comentário? Obrigado.

  3. Adalberto Silva diz:

    De uma assentada o Sr Máquina Zero distribui a sua raiva e frustração em oito figuras. Fizeram-lhe muito mal, isso é notório, mas tal não justiica tanta grosseria e baixaria!!!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: