Assassinos à solta

Maquinista da CP escapa à morte

“Se o maquinista não tivesse trancado as portas, tinha ficado sem cabeça”, afirma Pedro, 31 anos, um dos moradores do acampamento cigano montado junto à linha ferroviária, em Coimbra, onde uma criança de dois anos foi mortalmente atropelada por um comboio na quinta-feira à noite”, de acordo com o Diário de Notícias. Ora aqui está uma demonstração de incapacidade desta minoria em adaptar-se ao quadro jurídico-legal que nos governa, em Portugal. O mais curioso é fazerem este tipo de ameaças com toda a tranquilidade. Gostaria de saber quantos, daquele clã cigano, trabalham ou já trabalharam, alguma vez na sua vida, tendo descontado e pago IRS ou IVA e quantos têm cadastro criminal.

Fixemos, no entanto, uma exigência deles: “Só saímos daqui para uma casa”. Como era aquela piada? Se és “não-sei-quê”, pede ao Estado, se és “não-sei-quantos”, pede ao banco… Mas, ó cidadãos ingénuos, descansai. ‘A PSP identificou, entretanto, “algumas das pessoas” que, após o acidente, apedrejaram o comboio e tentaram entrar no seu interior para agredirem o maquinista. Vai agora “remeter o caso para as autoridades competentes’. E as autoridades competentes vão dar-lhes casa, concerteza. Pagai, ó cidadãos idiotas, para que os vossos impostos dêm habitações condignas a esta gente.

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