Qual é a largura das portas dos fornos crematórios do campo de concentração de Auschwitz?

Um debate sobre muçulmanos, neonazis e paranóicos 

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Nota [actualizada em 28.Abr.2007, às 21:15]: neste longo post, faço várias referências a comentários colocados nos fóruns da Comunidade Islâmica da Web [CIW], alojado em “http://www.myciw.org/”. O administrador desse site, sempre que detecta um link a partir do meu blogue, bloqueia-o e activa um script que abre uma janela, avisando que está a ser instalado um vírus no computador de quem tenta aceder ao CIW. A seguir, a ligação é redireccionada para a fotografia de um palhaço. Para permitir aos leitores deste post que consultem o site da CIW e confirmem que as citações que eu faço não estão descontextualizadas e são correctas, assinalei cada uma dessas ligações com um número entre chavetas [x]. A lista de endereços está no fundo desta página. Abram uma nova janela no vosso browser, copiem-nos para a caixa de endereços do vosso browser e assim já podem visitar o site da CIW sem problemas, uma vez que o bloqueio está programado apenas para ligações que partam do meu blogue. Sei que dá um pouco mais de trabalho, mas a culpa não é minha… [para ajudar, acrescentei agora uma lista de links de “free proxies”]

Intrigado com o silêncio que caiu sobre um blogue anti-jihadista [Observatório da Jihad], um membro da Comunidade Islâmica da Web [1], Hamid de seu nickname, teceu algumas considerações sobre o meu estado mental. Escreveu ele que “tempos atrás, brincando com o Google, fui dar com dois blogues que se referiam ao fórum em termos pouco elogiosos, e que aqui divulguei: o ‘Observatório da Jihad, mantido por Sliver, e um tal de ‘Máquina Zero’, mantido por um paranóico.” [2] Lamentando [?] o silêncio do Observatório da Jihad [o autor, Sliver, não posta desde 15 de Fevereiro passado], o veterano Hamid acrescenta: “O paranóico lá continua com o blogue dele – pouco mais lá faz do que divulgar mensagens de carácter racista contra tudo e todos [ciganos, negros, imigrantes, “islâmicos”], a um ritmo desenfreado a última envolve o Soli, e diz assim: ‘Muçulmano Português defende Neonazi. A doença mental é sempre um espectáculo triste de ver.”

Já tive algumas polémicas interessantes [e acutilantes…] com muçulmanos portugueses que regurgitam xenofobia, racismo e ódio ao Ocidente nos fóruns da CIW. Tercei armas [no sentido intelectual do termo, obviamente] com o administrador do site, Eng.º Tayeb Habib e com o Sr. Soli, um muçulmano que ali aconselha “vivamente” os seus apaniguados a navegar anonimamente na Internet, utilizando servidores “proxy” gratuitos, para se ficar “fora da alçada dos serviços de informação dos governos” [3], com um alerta especial: ”os israelitas e os americanos têm vários serviços de ‘proxies’ e devem ter o cuidado de não os usar” [4].

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O Sr. Soli abespinhou-se e perdeu as estribeiras, com alguns comentários meus a esta estranha preocupação de navegar na Internet sem ser detectado pelos serviços secretos americanos e israelitas. Quem não deve, não teme, e quem não usa a Internet para preparar atentados bombistas ou cometer outro tipo de crimes não se preocupa com “proxies” que o tornem invisível aos olhos das autoridades. Bem, mas o Sr. Soli, quiçá influenciado pelo clima de extremismo e violência que grassa nas comunidades muçulmanas por esse mundo fora, reagiu publicando um longo comentário num post meu e despediu-se desta forma simpática: “Não vou mais regressar a não ser que seja objecto de grande provocação. Não vou dar publicidade a blogues nojentos como este. Que escrevam o que queiram. Se distorcerem o que eu escrevo e referirem-se a mim sobre o que escrevo em fóruns privados, reagirei violentamente, porque quem não sente nem é filho de boa gente.”

Interessante também foi a reacção do Eng.º Tayeb Habib, o administrador da Comunidade Islâmica da Web, depois de algumas críticas minhas às conclusões curiosas que ele retirou de duas visitas a outros tantos locais: uma deslocação a Auschwitz e uma ida a um crematório em Portugal. Em Auschwitz, o Eng.º Tayeb Habib tirou as medidas à porta de um forno crematório e concluiu que “aquela porta não era adequada para se matar pessoas lá dentro” [13]. Essa visita deixou no Eng.º Tayeb Habib a convicção de que “os alemães, por mais eficientes que fossem não conseguiriam lá [em Auschwitz…] matar o número de judeus que dizem que foram mortos.” [14]

Em abono da verdade, saliente-se que o Eng.º Tayeb Habib frisa considerar “importante que se digam as verdades históricas e não se deturpem. Os judeus foram alvo de um holocausto. Mas o número que se diz de 6 milhões cada vez mais se prova ser falso. Não é fácil fazer desaparecer um milhão de corpos, quanto mais seis. Em Auschwitz era imprático [sic] matarem-se o número dos judeus que dizem ter morrido lá” [15].  Mas o Eng.º Tayeb Habib visitou ainda um crematório, em Portugal, e ali verificou que os cadáveres incinerados não se transformam em pó [13]. Com base nestas constatações, o Eng.º Tayeb Habib faz questão de deixar ficar bem claro o seguinte: “(…) não estou a negar que talvez tenham morrido tantos milhões de pessoas nas mãos dos nazis. O que digo que não terão da maneira como nos é dito” [13].

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O O Eng.º Tayeb Habib utilizou então os seus conhecimentos profissionais e a sua posição de administrador do site da Comunidade Islâmica da Web para bloquear os acessos à página da CIW provenientes de links colocados no site do Máquina Zero. Quem vier ao meu blogue e clicar num link para muitos dos comentários do site da CIW depara-se com uma mensagem a alertar que foi bloqueado pelo administrador da CIW, surgindo depois um script que dá conta de que está a ser instalado um vírus no seu computador. Feita esta breve introdução, regresso ao tema que justifica o meu post: as referências que o Sr. Hamid faz ao meu estado mental. E às quais respondo numa frase, apenas: antes paranóico que nazi. O Sr. Hamid diz que eu divulgo “mensagens de carácter racista contra tudo e todos [ciganos, negros, imigrantes, “islâmicos”], acrescenta que a última dessas mensagens “envolve o Soli” e reproduz o título do meu post: ‘Muçulmano Português defende Neonazi”.

Portanto, o Sr. Hamid acha que é falso eu afirmar que o Sr. Soli defende um neonazi. Acontece que a pessoa que o Sr. Soli defende – um tal Ernst Zuendel escreveu e publicou livros como The Hitler we Loved and Why (entre muitos outros…).Ora, se quem escreve isto não é um neonazi, eu sou a Branca de Neve.E o Sr. Soli comete um pequeno erro: argumenta que Ernst Zuendel é vítima de uma duplicidade de critérios, por parte do Ocidente, que permite a publicação das caricaturas de Maomé mas não autoriza que se “questione a veracidade do extermínio de 6 milhões de judeus pelos nazis”. E a seguir reproduz a notícia da condenação de Zuendel a cinco anos de prisão. Se o Sr. Soli tivesse lido bem a notícia, percebia que a condenação não foi apenas por negar o Holocausto. Foi também por “incitação ao ódio racial”. Será que o Sr. Soli acha que a Liberdade de Expressão também deve incluir o direito a difundir mensagens de ódio racial ou religioso? Coisas do género “Morte aos muçulmanos”, “Morte aos judeus”, “Morte aos cristãos”? Acha que sim? Ou acha que não?

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Já aqui expliquei que o Sr. Soli recomenda aos seus irmãos muçulmanos da CIW que naveguem na Internet anonimamente, para não serem detectados pelos serviços secretos americanos e israelitas. Para permitir aos meus leitores um melhor juízo do que está em causa neste debate, vou-lhes apresentar o Sr. Soli. É um muçulmano que fala Português mas não é cidadão nacional deste País – que ele classifica, aliás, como uma “república das bananas”. O Sr. Soli tem sérias dúvidas da culpabilidade de Osama Bin Laden no atentado que derrubou as torres gémeas e apoia sem reservas o Hizbullah e o  seu líder, Hassan Nasrallah [5] [um homem que diz não ser possível encontrar, em todo o mundo, “alguém mais cobarde, vil, fraco e débil em matéria de mente e alma, ideologia e religião, do que o judeu]. [Já agora, recorde-se que as emissões da televisão propriedade do Hizbullah, liderado pelo homem que o Sr. Soli tanto admira, foram proibidas, primeiro em França e depois em toda a União Europeia, depois de a Al-Manar acusar as autoridades israelitas de estarem a espalhar a SIDA nos países árabes, na sua emissão de 23 de Novembro de 2004.]O Sr. Soli acha também que a liberdade de expressão nos países ocidentais é uma farsa [6], porque se autorizam cartoons a caricaturar o profeta Maomé e não se permite que se diga que o Holocausto nunca existiu. Presumo que o Sr. Soli aceitará que se façam caricaturas do profeta Maomé, se for tolerada a difusão de teorias negacionistas do Holocausto.

O Sr. Soli diz ainda que José, o homem que casou com Maria, a mãe de Jesus Cristo, é “um caso flagrante de pedofilia, porque quando se casaram ela tinha entre 12 a 14 anos. O Sr. Soli cita a Enciclopédia Católica, como fonte desta informação. Aqui, coloco três hipóteses: o Sr. Soli não sabe Inglês; o Sr. Soli sabe Inglês mas tem dificuldade em raciocinar; o Sr. Soli sabe Inglês mas, de má-fé, citou parcialmente a referida Enciclopédia. Porque o que lá está escrito é que essa informação não surge na Bíblia, mas sim num dos chamados “Evangelhos Apócrifos”, textos que relatam factos alegadamente relacionados com a vida de Cristo, mas que não são aceites como verídicos pelos cristãos, na generalidade e pela Igreja Católica. 

Para terminar esta apresentação, algumas frases deixadas pelo Sr. Soli nas caixas de comentários deste blogue:

– “Seu merdoso maquinazero, quando deixar de ser anónimo ajustarei contas consigo. Entretanto como diz o ditado português “vozes de burro não chegam ao céu”. –

-“Caturo não vivo em Portugal se é o que pensas. Não trocaria a minha terra natal pela tua república de bananas. Vai comendo bananas da Madeira”

“Seu cabeça rapada [Máquina Zero] vê o meu IP e fiques a saber que não sou português e que não pertenço à tua república de banana”-

“Lamento que Mário Lopes julgue o Islão, pela minha resposta deveras justificável a porcos como maquinazero. maquinazero passa a vida a insultar minha fé, e tudo que me é sagrado como muçulmano. Quem não sente não é filho de boa gente, diz o ditado português”

“Cabeça rapada […] os árabes estiveram a governar-vos durante uns 700 anos e não traziam mulheres com eles. Vocês os portugueses são tudo excepto raça pura.”

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Portanto, meu caro Sr. Hamid, o seu irmão de fé, Sr. Soli, não foge ao estereótipo dos muçulmanos que enchem os noticiários da televisão, gritando “Morte ao Papa” porque o Sumo Pontífice citou uma passagem de um texto antigo, com um debate onde um dos intervenientes dizia que o Islão era violento. Ou seja, o Sr. Soli tenta aparentar que é democrata, que não é anti-semita e que não gostaria de ver o Ocidente destruído. E, a seguir, diz que a Democracia, no Ocidente, é uma farsa e um mito, defende neonazis que advogam que Auschwitz é uma fraude montada pelos países vencedores da II Guerra Mundial, e deixa nas entrelinhas a ideia de que poderá concordar com a tese de que foi a Mossad [ou a CIA, ou os membros do “Protocolo dos Sábios do Sião”…] que deitou abaixo o World Trade Center.

E eu pergunto: pode-se estar bem com Deus e com o Diabo? Pode-se elogiar Adolf Hitler e não se ser nazi? Pode-se traduzir, editar e vender na Mesquita de Lisboa obras de David Duke [como faz o editor da Al-Furqán, Yossuf Adamgy] e discordar da afirmação de que não morreram judeus em Auschwitz? Pode-se ser muçulmano, exercer as funções de conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa e  manifestar publicamente dúvidas sobre se os judeus serão seres humanos, como o fez o xeque Aminuddin Mohamad? Pode-se glorificar Syed Qtub, o fundador da Irmandade Muçulmana, dizendo que ele foi um mártir [7] e respeitar os artigos 48º a 52º da Constituição da República Portuguesa? Responda quem quiser.

No entanto, gostaria de aproveitar a oportunidade para lhe manifestar a si, Sr. Hamid, o meu apreço e consideração! O senhor é das poucas vozes sensatas que se faz ouvir na Comunidade Islâmica da Web [presumo que isso já lhe deve ter criado muitos inimigos no seio da comunidade muçulmana] e parece-me um homem íntegro, sério e de princípios. O que mais o distingue dos outros membros e participantes é a sua postura contrária [9] ao ódio cego aos judeus [10] que grassa por aquelas páginas. Mas também prezo a sua abertura e disponibilidade para o diálogo com os “kuffār” [كفّار”, em árabe] e para o debate [civilizado, geralmente…] de assuntos polémicos [11] – algo que desagrada profundamente ao administrador do site da Comunidade Islâmica da Web, Eng.º Tayeb Habib, que até já lhe “puxou as orelhas” [12] por causa disso. E garanto-lhe, Sr. Hamid, que não sou paranóico e não sofro de nenhuma doença mental. Também não divulgo “mensagens de carácter racista contra tudo e todos”. Por duas razões. Primeira, porque não sou racista. Segunda, porque divulgar mensagens racistas é um crime e eu não sou criminoso. Mas mesmo que fosse racista e criminoso, aquilo que eu sei de Direito e a experiência que tenho de Tribunais permite-me um grande rigor jurídico nos meus escritos. Não costumo por a pata na poça, como diz o povo.

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Dito o que não sou, deixe-me agora dizer-lhe o que sou. 

Sou português, patriota, nacionalista e europeu. Tenho muito orgulho do legado da minha civilização, a civilização ocidental. Cometemos erros, alguns trágicos – como o Holocausto – mas o balanço geral é positivo. Os países europeus, por exemplo, foram pioneiros na abolição da escravatura. Portugal foi até um dos primeiros a fazê-lo, em 1761. Os últimos países a abolir a escravatura foram a Arábia Saudita [em 1962] e a Mauritânia [em 1980]. A Europa, e o Ocidente de matriz cristã foram e continuam a ser o motor da evolução moral, intelectual, científica, tecnológica, política e social da Humanidade. A civilização árabe, que deu um notável contributo para o desenvolvimento da Filosofia e das Ciências europeias no início da Baixa Idade Média, definhou rapidamente e, a partir do século XVIII, desapareceu, à medida que o fundamentalismo Wahhabita espalhava a sua maléfica influência. Hoje, a medida da impotência e da incapacidade dos países islâmicos resume-se de forma simples, como explica o Dr. Farrukh Saleem, colunista freelancer, paquistanês e muçulmano, residente em Islamabad:

– Cerca de 57 por centos dos 1,4 biliões de muçulmanos são analfabetos, enquanto nos países cristãos esse número não ultrapassa os 22 por cento;

– O Produto Interno Bruto da Alemanha [2,1 triliões de dólares], é superior ao Produto Interno bruto do conjunto dos 57 países islâmicos;

– Nos últimos 105 anos, a população muçulmana, que atinge hoje 1,4 biliões de pessoas obteve TRÊS PRÉMIOS NOBEL [sem contar com os Prémios Nobel da Paz, dois…] enquanto os judeus, que hoje são apenas 15 milhões, conseguiram 167 PRÉMIOS NOBEL;

Sou democrata e abomino qualquer tipo de ditadura. Detesto teocracias assassinas como a do Irão, onde são executadas pessoas de uma forma bárbara e selvagem. Tenho uma especial aversão a regimes como a monarquia fundamentalista da Arábia Saudita. Porque se eu lá for, em turismo ou em trabalho, estou proibido de levar comigo uma Bíblia, o meu Livro Sagrado. Em todos os países ocidentais, todos os muçulmanos podem importar, transportar, possuir, imprimir, vender e oferecer exemplares do seu Livro Sagrado, o Corão. Podem construir mesquitas e ali rezar livremente. Na Arábia Saudita, os cristãos apanhados a rezar dentro das suas próprias casas são imediatamente presos. A sinistra Muttawa [polícia religiosa muçulmana] vigia tudo e todos, inspirando terror até nos residentes estrangeiros. Perante isto, é de uma ironia a roçar o humor negro que tenha sido dado o nome do falecido rei Fahd  à Mesquita de Lisboa, onde largas centenas de muçulmanos se reúnem tranquilamente para orar.

Sou democrata e acredito num Estado de Direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas. Defendo com unhas e dentes o princípio de que ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual. Acho degradante e lamentável o espectáculo das “bichas loucas”  que participam em “marchas do orgulho gay”, mas respeito o direito dos homossexuais o serem, sem discriminações ou perseguições. É chocante e bárbaro que se executem pessoas adultas por terem relações sexuais, livre e consentidas, como acontece em seis países muçulmanos. Fico perplexo quando me dizem que o Sr. Yossuf Adamgy, uma voz alegadamente moderada no seio da comunidade islâmica, é um intransigente adepto da sharia, a lei islâmica, defendendo, por isso, a pena de morte para os homossexuais, e apoiando a lapidação de uma mulher por esta engravidar e não ser casada.

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Sou católico e, graças a Deus, praticante de uma religião e membro de uma Igreja que soube evoluir, ao longo dos séculos, corrigir erros e pedir desculpa por tê-los cometido. Há muitos anos que, na Europa Ocidental, não se destroem mesquitas nem se perseguem muçulmanos. Antes pelo contrário, dá-se-lhes terrenos para as construírem, como fez a Câmara de Lisboa. As conversões de cristãos ao islamismo, em Portugal, são orgulhosamente anunciadas e publicitadas pela própria comunidade muçulmana, no site da CIW, com fotografias dos convertidos [16]. Sinal de que nenhum cristão que se converta aos ensinamentos de Maomé tem o mínimo receio de ser alvo de ameaças ou perseguições, em Portugal [17] Já os cristãos no Paquistão, por exemplo, vivem mergulhados no terror. São espancados, mortos e tentam convertê-los pela violência. No Afeganistão, Abdul Rahman só escapou à morte porque o seu caso foi divulgado pelos media internacionais e a pressão política levou o presidente afegão a perdoá-lo pelo hediondo crime de ser muçulmano e se ter convertido ao cristianismo. Em relação e tudo isto, não me lembro de ter lido uma palavra de protesto no site da Comunidade Islâmica da Web. Não me recordo de ter visto sinais de indignação vindos do Xeque David Munir. Não li nenhuma entrevista do Dr. Abdul Vakil. O Sr. Yossuf Adamgy não escreveu nenhum dos seus habituais artigos de fundo.

Se houve protestos, não passaram de murmúrios que nem sequer chegaram aos jornais. A comunidade muçulmana portuguesa tem respondido com o silêncio – um silêncio arrepiante e assustador – perante as bárbaras e primitivas manifestações de intolerância religiosa de que são alvo os cristãos que vivem em países de maioria muçulmana. Mas tenham em atenção que o vosso silêncio pode ser interpretado como uma confissão. Quem cala, consente e promove, concorda e estimula. A liberdade de culto não é uma estrada de sentido único. É uma rotunda, por onde se deve poder ir em qualquer direcção. E a tolerância religiosa tem que ser um conceito alargado. Muito mais amplo que as estreitas portas dos fornos crematórios de Auschwitz.

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Links para os comentários da Comunidade Islâmica da Web: 

[1] http://www.myciw.org/

[2] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=7957#7957

[3] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=7454#7454

[4] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=7464#7464

[5] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=6836&highlight=#6836

[6] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=7721#7721 

[7] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=7365

[8]http://www.witness-pioneer.org/vil/Articles/politics/nationalism.htm

[9] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=4079&highlight=#4079

[10] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=3983#3983

[11] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=3573#3573

[12] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=3574#3574

[13] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=4483#4483

[14] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=4081#4081

[15] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=4087#4087

[16] http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=7574#7574

[17] http://www.paroquias.org/noticias.php?n=2693

Basta copiar um endereço da CIW na lista acima reproduzida, abrir uma nova página, no vosso browser, fazer o past e estão no site da CIW. Também podem utilizar um dos “proxies” abaixo indicado

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LISTA DE “FREE PROXIES”

http://freeproxy.ru/en/free_proxy/cgi-proxy.htm 

http://anonymouse.org/anonwww.html 

http://proxify.com/ 

http://www.hiddenvisits.com/ 

http://www.surfeverywhere.com/ 

http://www.fr33proxy.com/ 

http://www.proxy4you.us/ 

http://www.yourproxy.eu/

110 Responses to Qual é a largura das portas dos fornos crematórios do campo de concentração de Auschwitz?

  1. Teixeira diz:

    MZ,

    parece-me por aquilo que aqui vou lendo que discordamos em muita coisa. Algumas delas tem um enorme fosso ideológico a separa-las entre si.

    Contudo, neste post concordo em absoluto consigo. Também já tive oportunidade de ler as opiniões que se escrevem no CIW, e não entendo como é que não são alvo de uma investigação. Talvez até sejam e ainda não tenhamos tido a oportunidade de o saber…enfim…um dia se saberá.

    Até lá, teremos que estar (sem excepções) atentos ao que estas comunidades (que são bem recebidas pelos portugueses) congeminam nas nossas barbas. Não me parece que se tentem enquadrar num país que lhes dá o direito (e ainda bem) de serem quem quiserem. Numa altura em que o radicalismo islamico é um perigo latente para a paz, este tipo de opiniões em fórums fechados são um claro sinal de que Portugal já tem as suas células extremistas islamicas instaladas…

    Algo deve ser feito pelas autoridades, antes que seja tarde demais…

  2. Meu caro, discordamos em muita coisa, mas isso não me leva a tentar degolá-lo, nem você planeia meter um carro-bomba à porta de minha casa… E, como dizia Voltaire, “Discordo daquilo que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres”. É isso que nos diferencia desta gente, que só entende a existência de Direitos quando o usufruto lhes pertence.

  3. Anónimo diz:

    MZ, ou o sr anónimo de Alenquer, se a sua intenção com este post é atirar areia aos olhos do MP português, está muito enganado!

    Existem aqui, neste blogue, amplas provas que você e só você, com os seus apaniguados, promovem por forma escrita o racismo e a xenofobia. A fuga p’ra frente não vai ajudá-lo. Se está preocupado, deve mesmo preocupar-se, pelo caminho que escolheu em clara violação das leis portuguesas.

    Você diz: “Sou democrata e acredito num Estado de Direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas.”

    Será esta afirmação humor, ou será esquizofrenia? Não foi você que veio aqui defender o legado de Salazar, o ditador que não acreditava nada daquilo que você escreveu no parágrafo que acabo de citar? Espero que não venha aqui citar a fantochada do eleição de Salazar como maior português de sempre, num concurso da RTP!

  4. Soli diz:

    MZ é de Alcochete e não Alenquer!

  5. Lidador diz:

    Caro MZ, este seu post é lapidar e as reacções raivosas demonstram a veracidade da tese.
    Notável sobretudo o comentário do Soli, numa infantil tentativa de intimidação, parecendo esquecer que o país que somos resultou fundamentalmente de homens sem medo e cuja ocupação profisssional era rachar cabeças de mouros à espadeirada.

    Mas sabe, tal como o comunismo, o islamismo é uma visão política, funda-se numa ideologia sistemática, tem um código de moralidade e uma doutrina de justiça social.
    Tem também alcance universal, embora busque raízes longínquas na etnia árabe e se apoie no imaginário do Dar-Al-Islam do apogeu do império.

    Apesar do actual “Ressurgimento islâmico” , esta religião não oferece virtualmente nenhum fascínio fora das áreas de tradição cultural islâmica, pese embora a semelhança com a agenda antiamericana e “anti-sionista” de alguns grupos de “dhimmis” da Eurábia (da extrema esquerda e da extrema direita).

    Embora professado por mais de 20% da população mundial, o islamismo não consegue fazer frente à democracia liberal no campo das ideias, a não ser jogando com a ignorância e com o atraso das sociedades.

    O tempo das conquistas culturais do Islão já ficou definitivamente para trás .
    A sociedade organizada segundo a “Sharia” é incapaz de desenvolver qualquer ideia nova nas áreas das ciências, filosofia, socialogia, tecnologia, etc.

    Os islamistas permitem-se atacar o sistema que produz essas ideias e as tecnologias que usam, porque nada mais têm que fazer senão contar os barris de petróleo que Alah lhes plantou debaixo das nádegas e que lhes permitem pensar em coisas como a Revolução Mundial Islâmica, tal como Hitler sonhava com o Reich dos Mil Anos, Estaline com a Revolução Mundial e Chavez com o Socialismo Latino-Bolivariano, gastando rios de dinheiro nestes projectos messiânicos.

    Este islaamismo é apenas uma reacção de desespero de toda uma civilização que se vê num beco sem saída, refém de imperativos religiosos que lhe barram o caminho da modernidade.
    Incapaz de os alterar, volta-se contra a modernidade, num gesto de desespero cujo emblema é bombismo suicida….a autodestruição, numa guerra que não pode ganhar, mas que não se resigna a perder sem tentar matar a modernidade.

    Os muçulmanos não são, como gosta de pensar uma certa intelectualidade simplória que continua a ver o mundo segundo mapas mentais elaborados por Karl Marx, um povo “oprimido”, “explorado” e “injustiçado”, em luta contra o capitalismo e os “exploradores”.

    Os muçulmanos são os restos de um império fracassado e o terrorismo que deles emana é levado a cabo pelos seus últimos soldados desesperados, que alimentam o sonho irredentista de um mundo em que um novo Saladino venha novamente empurrar os “cruzados” e os “judeus” para o mar.
    No fundo, um regresso ao passado, tentando reencontrar a protecção do útero.

    E como não faltam voluntários para o papel de Saladino, o que se espera daqui para a frente, são monumentais guerras de extermínio no seio do próprio Islão, como se viu um pouco por todo o lado nos últimos 40 anos (Argélia, Irão, Iraque, Líbano, Palestina, Kuwait, etc.).

    Num certo sentido, a causa somos também nós e os israelitas, não pelo que fazemos, mas pelo que somos.

    Por, num mundo onde todos sabem tudo sobre todos, sermos o permanente espelho que lhes devolve a humilhante imagem de atraso, decadência e anacronismo. Israel principalmente porque, tratando-se de um pequeno país, menor e menos povoado que Portugal, insistir em existir, derrotando todo o Dar-Al-Islam em sucessivas guerras e apresentando índices de desenvolvimento inalcançáveis por países muçulmanos muito mais ricos e populosos.

    A verdade é que mesmo que o fundamentalismo venha a triunfar em mais locais, terá de semear primeiro o terror e aparecer depois como o protector contra o medo, brandindo o facho da demagogia e do ódio.

    De qualquer modo, é apenas um beco da História. Não tem saída… por muito que nas mesquitas e nos comités centrais se repitam os berros da propaganda contra o “capitalismo” e o “neoliberalismo” e os “americanos” e o “Ocidente explorador” e o “imperialismo”, etc,etc.

    Como escrevia o Pessoa,

    Pai foste cavaleiro,
    Hoje a vigília é nossa
    Dá-nos o exemplo inteiro
    E a tua inteira força

    Dá, contra a hora em que, errada
    Novos infiéis vençam
    A benção como espada
    A espada comom benção.

  6. Ó Soli, não te ponhas com ameaças veladas, porque aqui vais de carrinho. Gente como vocês, só assusta aqueles que têm medo. E o medo todo que eu tinha, deixei-o em África, há 34 anos. Também lá ficaram alguns que estavam ao meu lado. E outros, que estavam à minha frente.

    Todos temos dia marcado para morrer, ó Soli. Ninguém cá fica. Não sabemos é nem quando, nem como. Mas eu sei como é que NÃO hei-de morrer. Não hei-de morrer NEM DE PARTO, NEM DE MEDO….

  7. Lidador diz:

    Caro MZ, se quiser ajuda para amaciar o caniche, apite.

    Por acaso passo muitas vezes pela mesquita de Lisboa, fica ali ao lado da UNL e até é provável que se possa afiambrar com o Corão na testa do filho de mafoma.
    Será, por assim dizer, uma tareia divina.
    Só é pena que o Moamé, o profeta pedófilo, não tenha bostejado as suas p”leis” sei lá, em pedra, como fez o Moisés.

    Isso é que era divino.

    Entretanto, ó filho de mafoma, eu por exemplo moro em Constância, terra pequena e dou-te a minha palavra de honra que se apareceres por cá um destes dias , de saia e com um trapo enrolado na corneta, vou ter contigo, identifico-me e podemos discutir métodos de trabalho.

    Alá é grande, mas não é grande merda!

  8. Bravo MZ! Tremendo postal e formidável resposta a esse sabujo que assina como Soli.

    Mais acrescento que a associação Causa Identitária já denunciou às autoridades competentes a existência do vídeo discriminatório dos racistas brasileiros. O vídeo foi ontem retirado da Youtube, não se sabendo se por temor do escroque que o publicou ou se por pedido de algum organismo que tenha contactado a Youtube, porém, como já se esperava isso, temos o vídeo devidamente gravado e continuará a servir de prova no caso das autoridades não o terem em mãos.

    Este é o primeiro aviso que não consentiremos quaisquer actividades lesivas da honra e do orgulho nacional, bem como discriminatórias do povo português e dos europeus em geral, família a que pertencemos.

  9. Soli diz:

    Ninguém ameçou o MZ. Só corrigi o anónimo. Qual o seu medo MZ?

    Não se preocupe MZ que ninguém o fará mal. Ou será que tem medo da justiça portuguesa? Pelo que sei é muito lenta.

    Quanto às merdices do amigo racista de MZ não vou perder tempo. Ele que publique aqui o seu endereço, se quiser 😉

  10. Diz lá ó meu PORCO que dá pelo nome Soli onde lês nas minhas palavras ou do MZ qualquer tinte racista? Agora, TU sim, TU apresentas o mais abjecto racismo e exprimes a mais reles discriminação para com o meu povo, para com os cristãos e demais confissões que não a tua, conforme o MZ aqui expôs

    Queres o meu endereço? Para quê? Estás a ameaçar-me? Queres matar-me? Mas ameaças o MZ, agora ameaças-me a mim, estás muito excitado rapazola. Olha que não estás na puta da tua terra para degolares quem não gostas! É que aqui essas aemaças são jucilamente punidas, portanto, meu escroque toma atenção é que o SEF e a PJ já devem andar por esta altura no teu encalço.

  11. Lidador diz:

    Meu caro filho de mafoma, estou à tua espera em Constância, de chibata na mão e um corão ilustrado na outra.

    Pode ser digamos dia 30 de Abril, pelas 10H00 junto ao Camões.

    Não tenhas problemas que ei detecto-te. Se não for pelo trombil é pelo cheiro a cebola crua.
    De qq modo é melhor que venhas de saiote e trapo à roda da corneta, para te reconhecer melhor.

    Para que é o corão, perguntarás tu?

    Para limpar o chão, quando perderes o controlo dos esfíncteres.
    Dizem que o corão é bom para essas abluções rituais.
    Não sei, vamos ver.
    Por exemplo para um cachorro caniche que tenho cá em casa, uso o Avante.
    O animal sente-se mais à vontade.

    Cá te espero pá.
    Bebemos um copo e depois dou-te umas explicações sobre o profeta pedófilo que plagiou as melhores partes do corão dos livros sagrados dos judeus e dos cristãos e a parte pior foi produzida por ele, num período em que esteve de cama, com diarreia.

  12. Lidador diz:

    Ah, oh filho de mafoma, se você fosse o exemplar de uma raça, eu seria racista, porque de facto não gosto de tipos como você, abestuntas do pior que a espécie produz.
    Mas não é…e eu tenho amigos verdadeiros de todas as raças.

    De qualquer forma, deu a entender que não é provavelmente caucasiano.

    Assim já o reconheço melhor.

    Tem de resolver esse complexo de inferioridade…

  13. Teixeira diz:

    Lidador,

    perdeu uma boa oportunidade para estar sossegado. Anda a confundir muita coisa.

    E a verborreia que emana dessa boca ao falar do Corão só prova que é pior do que muitos extremistas do CIW.

  14. Soli diz:

    Obrigado Teixeira pela sua intervenção.

    O verborreia do Lidador é um exemplo da qualidade de pessoas que compõem a extrema direita portuguesa.

  15. Soli diz:

    Lidador fica combinado à porta do Hotel Cardoso, Maputo, Moçambique.

    Não precisa procurar-me porque saberei reconhecê-lo pela cara de perdido e cheiro de “caca” de cão 😉

    Não quer então publicar o endereço de sua casa, ou sua fotografia no seu blogue?

  16. leitor diz:

    Parabéns Mz.
    Um leitor

  17. Mas ó Soli, andas a fazer recolha das moradas e das fotografias daqueles que não professam a tua repugnante religião? Porque não colocas aqui a tua morada e a tua fotografia meu cobadolas mafomético?

    Quanto ao Teixeira, como qualquer esquerdista não passa de um desprezível etnomasoquista, um xenófilo sempre pronto a defender o “outro” em detrimento dos seus. O mais curioso é que a esquerda está num beco sem saída. A sua estratégia Marcuseana (Herbert Marcuse) de apoiar os imigrantes como forma de subverter os laços e sentimentos nacionais e assim reduzir-nos finalmente a seres indistintos cuja única diferença será a classe (mero cálculo eleitoralista), vai sair-lhe gorada, e isso vai acontecer porque escumalha como o Soli jamais se irão rever nas patranhas feministas, pró-homossexuais, liberalizadoras das drogas, etc, que a esquerda defende. Na Holanda um partido de esquerda já se insurgiu contra a imigração devido à compreensão de que essa estratégia acabará por fazer obliterar a própria esquerda.

  18. piloto diz:

    Quem ñ é pela patria ñ é por coisa alguma.

  19. Whois? diz:

    Bem MZ…
    Sem palavras… Parabéns!

  20. Teixeira diz:

    Arqueofuturista,

    não pretendo baixar o meu nível com indivíduos que pouco sabem seja de que coisa for.

    Nem tenho paciência para lhe tentar demonstrar o caminho da cordata. Aliás não tenho esperança alguma que saiba o que isso significa na prática.

    Ainda assim, arranjo tempo para lhe dizer que não conhece as minhas ideias sobre temas tão distintos como a emigração, a homossexualidade, a liberalização das drogas etc…

    A esquerda não se rege por livros que nos obrigam a ser “cordeiros”. Aliás, não sei de que esquerda fala. Mas se existe alguém que lutou por Portugal essa não foi seguramente a direita. Essa apenas se preocupa com os interesses de uma minoria que “luta” pela mediocridade e a ignorância do povo, para assim não terem uma verdadeira oposição na sua caminhada para um capital que apenas chega às mãos de alguns.

    Dizer que a esquerda não ama Portugal é um erro que já saiu muito caro a “cinzentos” como o arqueofuturista. Não cometo essa injustiça para alguns democratas de direita.

    A verborreia vem da boca de “patriotas” (eu disse patriotas?) como você. Pelo que afirma, não tenho dúvidas que não sabe nada de Portugal nem de democracia.

    Respeito a sua opinião até ela se tornar indiciadora da falta de “saber estar” numa sociedade moderna. E essa é uma coisa que alguma direita ainda não entendeu e tudo faz por destruir.

    Poderia dizer-lhe, que como português que acho que é, de onde veio e para onde vai, mas isso talvez o chocasse de forma para que nunca mais conseguisse proferir a palavra Portugal. Pelo menos o Portugal que quer. Para si que deve achar que o português é um ser puro, seria mossa fatal entender a verdade. Portugal é para o bem e para o mal uma amálgama de miscelâneas de raças. Se não consegue conviver com isso o melhor é imigrar para os pólos. Pelo que sei, os esquimós continuam a ser uma raça pura…talvez o adoptassem ou não tivessem para lá gente como você que não sabe receber. Sou a favor de quem vem para este país para trabalhar. O resto dos problemas que você faz por colar à emigração é tudo menos um problema de raças.

    Apenas entendo que o post do MZ, deveria servir para abordarmos os assuntos do radicalismo islâmico como algo de perigoso para uma sociedade ocidental que se quer em Liberdade. Verborreia como a sua e a do Lidador apenas servem para demonstrar que os radicais do CIW não são os únicos a estar do lado errado do progresso e do saber estar numa sociedade democrática e laica. Não servem para chegarmos a soluções.

    Quando souber discutir sem tabus raciais e xenófobos talvez lhe dê um pouco mais de importância do que esta que exageradamente já lhe dei.

    Não sei se é de direita ou de esquerda, mas a parvoíce é uma característica que já ninguém lhe tira.

    Talvez um dia se consiga discutir os assuntos de forma séria. Por agora ninguém o consegue fazer aqui. Os cães danados saiem imediatamente à rua, em defesa não se sabe bem do quê.

    • | diz:

      «Para si que deve achar que o português é um ser puro, seria mossa fatal entender a verdade. Portugal é para o bem e para o mal uma amálgama de miscelâneas de raças.»

      você é um ignorante. os portugueses são descendentes de celtas, iberos, suevos, romanos, todos da mesma raça.

  21. Lidador diz:

    Caro soli, lamento não estar por aí nos próximos tempos.
    Mas estive não há muito, no Cardoso, no Polana e no Rovuma.
    E sim, vi vários cabeças de trapo bexigosos, com a mania que mandam nos negros.

    Nas próximas férias que fizer em Bazaruto, verei se tenho uma hipotese de dar aí uma vista de olhos à macacada islâmica.

    Sabe, por acaso até conheço por aí gente capaz de lhe lhe acertar maningue na testa com o livreco do profeta pedóflo.
    Um amigo especial, do Ministério do Interior, com quem trabalhei na zona de Tete, não há muito tempo.

    E tive um trabalhador meio islamizado, a quem coloquei várias questões sobre o estatuto da mulher e o bronco apenas repetia a cartilha da obediência.

    Conheço a vossa hipocrisia. Um dia fui convidado de um batalhão egípcio. Muito chá, muito Alá é Grande, muita virtude pública, muitos versículos do corão nas casernas.

    Em privado, no gabinete do comandante, o whiskie escorregava bem e as revistas porno espreitavam debaixo da pasta de despacho.

    Umas boas abelhas, os filhos de mafoma.
    É por isso que se fartam de levar porrada e um pequeno país , menor que o Alentejo, e com apenas 6 milhões de pessoas, derrotou sucessiva e sistematicamente a macacada islamica toda junta.

    Gente como o soli da mafoma, de frente e em campo aberto vale zero.
    É por isso que o islão está num beco da história…. é gente que não vale nada…cobardes , suicidas e imbecis.
    São poucos os que destoam e esses acabam com uma faca na ilharga.

  22. To diz:

    A propósito do pedófilo, talvez aquilo tenha sido ainda muito mais do que se pensa.
    Como gostam de teorias aqui vai do estilo.
    O pedófilo já tinha muitas marafonas. Podia já não ter capacidade de as controlar.
    Podia já haver latente uma guerra pela sucessão e pelo poder em que elas eram partes muito interessadas.
    Devia ser lindo aquele harém. Todas a regatearem umas com as outras e a fecundarem o juízo ao convencido.
    O mafoma precisaria de as controlar bem controladinhas.
    Precisava de um homem forte e com poder com provas dadas em muitos campos de cacetada e que fosse grande amigo e seguidor de confiança.
    A coisa não era para menos.
    Esse amigo por sua vez também estaria interessado no poder, também estaria interessado em mexer os cordelinhos.
    Para melhor controlar a coisa e garantir mais facilmente ser ele o sucessor quando o mafoma se finasse, não teve com meias medidas, sacrificou a própria filha ainda em criança.
    À pobre da criança podem ter feito uma lavagem ao cérebro. Que ela ia ser escrava do paranóico mais importante e mais destravado.
    E a pobre da inocente lá teve que aceitar o mostrengo.
    O pior foi o mais mau, era criança mas lá foi crescendo e aprendendo..
    Tentou a sorte.
    Como os pinotes do mafoma não davam semente de jeito. Ela tentou pinar com um que fosse normal e da sua idade. Se desse resultado e ninguém visse ou soubesse, haveria descendência da miúda. Como o pai, o tal que era amigo do mafoma, veio efectivamente a ser o sucessor do mostrengo, a filha e descendência estariam em melhor posição de herdar o poder.
    Só que ela foi apanhada a pinar . Foram dizer ao mafoma. Ele danado, disse que eram precisas 4 pessoas a terem visto, para acreditar na história.
    Mas este episódio pode ter sido uma consequência da inveja e vigilância das outras marafonas sobre a miúda, ela não podia pinar assim sem mais nem menos. Eram uma data de invejosas a controlarem a miúda e a chatearam o alucinado com histórias.
    Mas o que o mafoma devia querer mesmo era carne fresca, nem que fosse só para fazer o jeito ao dedo.
    Para impedir os saudáveis instintos de relaciomento entre a sua marafona mais nova e os outros jovens da sua idade, resolveu ensacá-la bem ensacada. Assim pareceriam todas iguais.
    E a malta nova, com receio de se meterem com uma das velhas e rabugentas, sempre evitava mais a
    aproximação à carne fresca. .
    Aos solteiros, chamou tudo o que era do piorio. Isso está tudo registado no aldrabão.
    Podiam estar todo o dia de rabo ao ar e toda a noite a alalar, que não valiam tanto como um mulo casado que não fizesse nada daquelas esquisitisses.
    Quando o ganacioso se finou, a miúda já mulher ganhou manias. Ainda para mais o paizinho foi o caceteiro mor dos aparvalhados logo a seguir ao fala-barato. Ela toda convencida, afinal tinha servido a carne mais fresca ao tarado mais importante, armou-se em mandona.Arranjou 300 camelos, montou num, e foi para a cacetada. Mas a coisa correu-lhe mal. Ela tinha sido a mais agarrada ao velhote, filha do todo poderoso que lhe sucedeu e conhecedora de muitas das bacoradas do depravado. Mas isso de nada lhe valeu. Nem com tudo isso os mulos a respeitaram,
    deram-lhe cabo dos camelos e não quiseram por no aldrabão as partes que ela sabia.
    E pelos vistos ela até tinha decorado muito e em primeira mão.
    Mas disso aos aluados não interessa falar.
    Isto para já são teorias, mas parecem fazer mais sentido do que aquilo que o amontoado de disparates que o caga-lérias ditou para obrigar os outros a serem seus escravos e acreditarem em todas as suas alucinações.

  23. Jaï Bettancourt diz:

    @ Teixeira,

    “””Dizer que a esquerda não ama Portugal é um erro que já saiu muito caro a “cinzentos” como o arqueofuturista. “””

    A evolução de uma certa èlite intelectual burguesa de esquerda, faz com que se compromete com loobys estrangeiros imigrationistas coduzindo à negação da nação, da sua història e valores.

    Isso foi o erro que cometeu a esquerda françesa, não entendendo que as classes proletàrias erram bastante mais nacionalistas do que a sua pròpria élìte intelectual esquerdista, e nem sò cosidrar egualmente as classes operàrias como exclusivamente de esquerda.

    Resultado disso foi o enfraquecimento do PC a favor do ” Front National ” hoje em dia o maior partido opràrio françês, apena enfraquecido por o Sarkozy coseguindo federar essa classe de eleitores.

    O mesmo se vai passar em Portugal no futuro se as classes politicas continuarem a afastarem-se da sua base por razões etno-masochistas.

    A imigração è uma coisa bastante sèria que pode conduzir a destabilisação de um paìs se è tratada de forma ligeira anti-pragmatica por considerações moralistas anti-racistas que são a penas petextos para diabolizar as diferentes oposições ocultando as realidades socio-economicas creando mais racismo por a provocação generada por essas irresponsabilidades pondo gravamente em prigo a nação.

  24. Teixeira diz:

    Jaï Bettancourt,

    de acordo no essencial.

    Mas quando me refiro à dificuldade deste blogue em “discutir” o tema da emigração tem também um pouco a ver com isso que o Bettancourt alude no seu último parágrafo. O erro de certa esquerda em aligeirar um problema óbvio como a emigração (da forma que está a ser feita em Portugal), é ultrapassado na forma de arranjar soluções por certa direita/nacionalista em insistir na temática das raças e na sobrevalorização do proteccionismo que tem que ser(???) feito aos cidadãos nacionais. A partir do momento em que o assunto foge para esse campo, deixo de ter uma natural vontade em discutir soluções por força de achar que não é esse o prisma correcto. Entendo sempre estas coisas como problemas sociais e não raciais.

    É claro que a esquerda tem os seus “telhados de vidro” na forma como aborda certos temas mas ainda assim continuo a ver-lhe mais virtudes do que a qualquer direita.

    Quanto ao nacionalismo, eu entendo que não é propriedade da esquerda nem da direita, mas em Portugal sabemos bem por quem é feito e para quem é feito. Reconstruído pela direita com uma certa demagogia em busca do apoio/voto da esquerda. Não vão longe dessa forma.

    Estarei errado?

  25. Soli diz:

    Lidador não tenho medo de sí. Conheço bem gente que se sente forte atrás do écran do PC, que não passam de cobardolas. Se tenho que tratá-lo por via de factos tratá-lo-ei. Sei que pessoas como você não passam do adjectivo que lhe dei. Se é tão valente vá ao Iraque defender os seus patrões americanos, em vez de perder tempo em Portugal.

    Quanto ao Totó fedorento, enfie o polegar no seu traseiro. Que a sua palhaçada incompreensível fique para sí. Talvez tenha sido abusado pelo seu pároco quando aprendia o catecismo, e agora está afectado mentalmente. Aprendeu pelo menos que Maria tinha 12 anos e que José tinha pelo menos 47 anos? A história de Maria e José talvez tenha aligeirado as aproximações do pároco à menina Totó.

    😉

    • | diz:

      «Aprendeu pelo menos que Maria tinha 12 anos e que José tinha pelo menos 47 anos?»

      os muslos combinam tudo!

      A AISHA TINHA 8 ANOS E O MAOMÉ TINHA CIQUENTA E TAL!

  26. anti-cameleiro diz:

    “enfie o polegar no seu traseiro”

    Foi assim que começaste a treinar para satisfazer os camelos, não foi.
    Fica explicada aquele posição de rabo ao ar 5 vezes por dia.

  27. Lidador diz:

    Caro soli, acredito que conheça bem gente que se esconde atrás do PC. Afinal, vê-se ao espelho todos os dias e, convenhamos, não vê grande coisa.

    Mas esse é o seu problema, a culpa não é só sua, os genes têm tb muita importancia e decerto é até você quem mais sofre por ser assim.
    Terá que carregar a sua cruz, ou auto-flagelar-se como um xiita no Ashura.

    Quanto à pedofilia, o sabichão do profeta casou com Aisha, uma menina de 6 anos e consumou o casamento quando ela tinha 9 anos.

    É verdade que não devemos julgar os comportamentos passados segundo os padrões morais do nosso tempo.
    Todavia, a Sunna do profeta, não é apenas uma curiosidade datada , deve ser imitada por todos os “bons muçulmanos” e é inclusivamente fonte de direito.

    E é evidente que muitos cabeças de trapo levam isto a sério e procuram agir desse modo, casando com crianças.

    O artigo 1041 do Código Civil do Irão, por exemplo, refere que as raparigas podem casar aos 9 anos.
    O próprio Khomeini, quando tinha 28 anos, casou com uma menina de 10 anos (Amir Taheri, 1986, pag 90-91) e disse que casar com uma rapariga impúbere era uma “bênção divina”. Recomendou mesmo que os “verdadeiros muçulmanos” fizessem o “seu melhor para que as vossas filhas não tenham a 1ª menstruação nas casa paterna” (Amir Taheri, 1986, pag 35)

    A revista Time explica que uma tentativa do Parlamento iraniano (2000) para elevar a idade mínima de casamento das raparigas para 15 anos, foi vetada pelos aiatolas.

    São “excelentes exemplo de conduta” (Corão, versículo 33:21), mas o preço quem o paga são as meninas.
    E continuarão a pagar pela vida fora.

    Segundo a Sharia é virtualmente impossível fazer prova de violação e, como demonstrou há tempos um imam australiano, a culpa é basicamente da vítima porque o simples facto de existir e ser vista, provoca o macho.
    Assim, se uma mulher se atrever a acusar um homem de violação, normalmente acaba por ser ela a acusada de…adultério, e em alguns países, isso equivale a ser morta por lapidação.

    Só no Paquistão 75% das mulheres que estão presas estão ali por terem sido violadas e acusadas de adultério. (Sisters in Islam, “Rape, Zina, and Incest,” April 6, 2000).

    Na Nigéria têm crescido os casos de condenações à morte por lapidação de adúlteras cujo crime foi terem sido violadas.

    Não se trata de anormalidades.
    Tudo isto se baseia no Corão e se legitima na tradição do profeta pedófilo, coisas imperativas para os “bons muçulmanos”
    É por isso que o facto de Maomé ser pedófilo, não é apenas uma curiosidade histórica.

    O islamismo sustenta a pedofilia e trata as mulheres como seres de 2ª categoria, queiram ou não queiram.
    Não há escolha possível!

    E em Moçambique, não é preciso procurar muito para ver alguns nababos islâmicos a abotoar-se com as “catorzinhas”.

    Pedófios e bons muçulmanos, descrição que alíás é redundante.

    Quanto a si, meu caro cabeça e trapo, cuide-se.
    Vou tentar descobrir quem é.
    Tenho para aí bons amigos.

  28. FORNOS CREMATÓRIOS??? diz:

    Quem é que acredita em holoconto???

    uheauhaue

  29. Vero diz:

    Saibam os incautos, que satã defende a mentira para proveito próprio e a dissimulação para enganar.
    Tudo isso e mais coisas do género estão no aldrabão.
    E que domina pessoas que conseguiu escravizar e esvaziar de bons pensamentos.

  30. Com toda a certeza diz:

    Satã usa a mídia judaica para alienar as pessoas cegamente…

  31. Antonio Marcelo diz:

    Mouros:

    Lutámos 8 séculos até vos expulsar da Península Ibérica e continuaremos a lutar o tempo que for preciso para vos arrojar de novo à estrumeira donde vocês saíram. Nunca voltaremos a ser muçulmanos. Nunca mais seremos escravos.

    VIVA IBÉRIA LIVRE!
    VIVA EUROPA!

  32. Soli diz:

    Ai é Martelo? Lutaram 8 séculos ou foi preciso virem os Cruzados para vos ajudarem? E os 8 séculos, vocês os portugueses não se amestiçaram? Não se esqueça que os árabes e os bérberes não traziam mulheres. Você terá sangue deles é neto dos mouros por mais que negue a sua identidade.

    Ninguém precisa que você se converta. Quanto à escravidão olha que vocês os portugueses já são escravos dos espanhóis. O sector financeiro é deles e dominam a construção. Olha que vem aí a crise na Espanha! Quando a Espanha ficar constipada, Portugal poderá ficar gravemente doente.

    • PORTVSCALLE diz:

      O IMPORTANTE É QUE VOS EXPULSAMOS DA NOSSA TERRA OH MOURO xxxxxxxxxxxxx.

      VIVA S.TIAGO MATA-MOUROS
      VIVA PORTUGAL SEM MOUROS
      VIVA PORTUGAL LIVRE SEM ISLÃO
      ENQUANTO HOUVER UM PORTUGUÊS A NAÇÃO NAO CAIRÁ
      JA TENTARAM MAS NAO CONSEGUEM! NEM TU CONSEGUES….

  33. Antonio Marcelo diz:

    Não tentes desacreditar a grande epopeia da Reconquista. Os invasores foram uma pequena minoria no seio duma população indígena ibero-romana. O árabe era conhecido apenas pela classe dirigente, enquanto o povo falava uma língua românica. Os iranianos e turcos são muçulmanos, mas nunca foram árabes. Uma pequena proporção de sangue arabo-bereber nas nossas veias não me inquieta nada. Isso não muda um facto inegável: os reinos cristãos da península ibérica lutaram pela preservação da sua cultura, do cristianismo e da europeidade. Graças a isso pertencemos à civilização ocidental. Nem o revanchismo dos islamistas nem a traição dos parvos úteis da esquerda mudarão este facto.

    Nunca voltaremos a ser uma nação Ilâmica!

  34. Na verdade os árabes da época diz:

    de Mohamed ainda eram brancos

    Ogrande problema é que ao se expandirem pela africa subsaariana, eles decidiram apreender os infiéis como escravos e acabaram levando 15 milhões de negroides ao império islamico; estes foram totalmente assimilados, e por isso mesmo o proprio osama bin laden possui claros traços negroides.

    Pior do que se tornar mouro é perder a identidade genética, coisa que os portgueses nunca tiveram, pois é um povo de conquistados e não de conquistadores!!!

    • PORTVSCALLE diz:

      D.AFONSO HENRIQUES TEVE O COGNOME DE “O CONQUISTADOR” INFORMA TE PORQUẼ

      NO INICIO DO SECULO XV O QUE ACONTECEU A CEUTA?
      FOI CONQUISTADA POR PORTUGAL….

      QUERES MAIS?
      QUEM CONQUISTOU AS ROTAS MARITIMAS E DESCUBRIU OS NOVOS MUNDOS?

      PORTUGAL!

      MAIS?

  35. Soli diz:

    Lamento ter de lhe dizer, que mesmo a chamada população indígena, os Iberos, que primeiro colonizaram a Península Ibérica vinham do Norte da África. Fixaram-se na região da Andaluzia e depois migraram para o Tejo e o Douro e para as costas do Mediterrâneo. Possivelmente eram descendentes de Libio-camitas.

    Um europeu nórdico a quem contei sobre os protoracistas que vagueiam por estes blogues, deu-me um sorriso sarcástico dizendo “os mouros da Europa já esqueceram-se que são mouros?”. Retorquiu acrescentando: “É como os povos de pele escura do Subcontinente Indiano que pensam que são arianos…”. Para que se entretenha sobre a sua ascendência mostro-lhe este link:

    http://www.agavelar.ccems.pt/matematica/Imprensa/todossomosnobres.htm

    Fique alegremente altivo a pensar que não é mouro, ou judeu (primo semita do árabe) 😉

  36. Jaï Bettancourt diz:

    @ Soli

    Os Ibèros vieram por a Afrca do Norte, mas na realidade niguem sabe realmente de onde vêm, hà quem diga que eles podem vir atè da Asia.

    Os Ibèros falavam quatro linguas distintas, mas ninguem as consegue traduzir, pois tambem não são linguas Kamito sèmitas como o tamatzig, quer dizer o bèrbèro.

  37. os árabes perderam a pureza racial diz:

    da época de mohamed

    só por que o sangue portugues é um lixo, não quer dizer que tenhamos que estraga-lo ainda mais!!

  38. é por isso mesmo que os mais evoluidos diz:

    decaem

    assimilam tanto sangue dos lixos genéticos que terminam virando um lixo genetico!!!

  39. piloto diz:

    Os povos da PI vieram tanto do norte de africa como tambem do norte da europa.

  40. Anonimo diz:

    Vi um comentário no qual os portugueses eram chamados à atenção pelo facto de terem sangue mouro, facto que não o nego. è bem possivel que muitos de nos tenhamos sangue mouro, mas deve concerteza ser um percentagem minima ja que ele não se pronuncia nem no nosso aspecto fisico nem na nossa cultura cristã. Aliás, na minha zona de Portugal, que é a região do minho, os mouros nem 100 anos estiveram, tendo sido rapidamente expulsos. Não concordo com qualquer tipo de invasão e muito menos que me culpem pelo que Portugal (os poderosos e não o povo) fez no passado e por isso digo com confiança que se novamente vierem impor nos a barbarie novamente serão expulsos. Até la, viva a paz e a humanidade!

    • PORTVSCALLE diz:

      SEM DUVIDA CONCORDO. TAMBEM SOU DA ZONA NORTE DE PORTUGAL.
      SE VIEREM PARA CA ISLAMICOS TENTAR COLONIZAR, SERAO EXPULSOS COM MACHADOS ENFIADOS NAS CABEÇAS…..

  41. Lidador diz:

    Meus caros, não é a questão da raça que está aqui em jogo.
    Há caucasianos imbecis, como o Dr Louçã, por exemplo, ou o Tio Estaline, ou o Tio Adolfo, e negróides do caraças, como o Eusébio, a Condoleeza Rice, etc,etc.
    Tb há boa e má gente árabe, indiana, chinesa, etc.

    O que está aqu em causa são as culturas e civilizações.
    De um lado a nossa, de raíz judaico cristâ e que recolhe o acervo da Grécia e de Roma.

    É esta civilização que merece o apodo de “Civilização” por tudo o que alcançou em matéria de ciência, bem-estar, direitos humanos, poder, etc.

    A civilização muçulmana, é um beco da História. Não produz nada mais do que atraso, religiosidade fanática, bombistas, totalitarismo, pobreza e fome.

    As pessoas são iguais….aqui ou em Teerão.
    O problema é o substracto cultural.

    Nada há a esperar do Islão. Está parado no tempo desde que um filho de mafoma mandou queimar a biblioteca de Alexandria dizendo que se os livros estavam de acordo com o corão não diziam nada de novo e por isso podiam ser usados para aquecimento e se contradizam o corão então eram mentirosos e deviam ser queimados.

    Assim sendo, os filhos de mafoma irão estrebuchar e relinchar, mas é apenas raiva e impotência, porque sabem que perderam comboio da modernidade e agora só querem fazê-lo descarrilar, de puro despeito.
    No fundo um complexo de inferioridade de dimensôes cósmicas.

    São muitos?
    São.
    Mas essa é a única força dos vermes.

  42. Soli diz:

    Lidador saiba que a célebre Biblioteca de Alexandria foi destruída pelos seus “civilizados” conquistadores romanos, os muçulmanos são isentos nesta falsificação da História por alguns cristãos. Até a Enciclopédia Católica diz que a história da destruição pelos árabes é falsa. O autor da destruição crê-se que tenha sido Júlio César. Os árabes, quando conqusitaram o Egipto, grande parte dos pergaminhos da Biblioteca tinham já desaparecido irremidavelmente.

    http://www.newadvent.org/cathen/01303a.htm

    http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/3707641.stm

    A história inventada desenrola-se assim: Como os árabes gostavam muito de tomar banho, os pergaminhos foram usados para as caldeiras que aqueciam a água (sic) dos banhos públicos. Faz lembrar a história, porém verdadeira, de uma das acusações feitas pelos reis católicos Fernando e Isabel, na reconquista cristã, que os árabes desperdiçavam água ao tomarem banho. Os cristãos medievais não gostavam de tomar banho.

    Se não fossem os árabes, e a perservação do que restava da antiga Biblitoeca de Alexandria, talvez os europeus de hoje não tivessem hoje para lêr Aristóteles, Platão etc .

    Mantenha-se se quiser altivamente ignorante Lidador. Pelo menos já reconheceu a sua identidade moura. Não perdí tempo consigo em vão.

    🙂

  43. Stran diz:

    Esta troca de insultos acaba por unir mais as pessoas que se dizem em campos opostos do que os diferenciar. Radicalismo islamico, xenofobismo, racismo, é farinha do mesmo saco de intolerância que só faz mal à humanidade.

    Soli, não sei se és ou não fundamentalista, (por acaso gostaria de saber).

    Não sou profundo conhecedor da religião muçulmana, mas acredito que que o radicalismo islamita é apenas uma das facetas dessa religião, assim como o é o radicalismo cristão, judeu ou de qualquer outra religião.

    A intolerância, quer seja por motivos religiosos, politicos ou raciais, apenas aproxima essas pessoas da natureza mais horrivel do ser humano. Não existe grandes diferenças entre todos estes movimentos, apenas pormenores que servem para camuflar o sentimento comum de todos esses movimentos de serem incapazes de enfrentar o que desconhecem e têm medo de conhecer.

    [Já agora, em termos históricos a civilização muçulmana já foi mais desenvolvida cultural e socialmente que a civilização europeia, no entanto empobreceram e deixaram-se caminhar para caminhos mais radicais e actualmente acontece o oposto, portanto para os defensores do radicalismo nacionalista, este é um perfeito exemplo do que esse radicalismo leva, ao retrocesso]

  44. Lidador diz:

    stran, deixe-se de lugares comuns.
    No apogeu da “civilização” islâmica, feita aliás do roubo, plágio e apropriação manu militari, a Civiização estava em Bizâncio.

    Não há literalmente nada que a “civilização” islâmica tenha trazido de útil ao progresso da humanidade.

    Até os algarismos, que muitos reclamam , dada a designação, foram inventados pelos hindus.

    O islamismo, não produziu NADA por si próprio.
    Se estou enganado, faça-me saber então qual o contributo original que valha a pena recordar e comemorar.

    Sou todo ouvidos.
    Deixe os lugares comuns e explique.

  45. Stran diz:

    Aqui vão alguns excertos:

    “Among the achievements of Muslim scientists and mathematicians during this period included the development of algebra and algorithm (see Muhammad ibn Mūsā al-Khwārizmī), the invention of spherical trigonometry, the beginning of modern optics and the development of the scientific method (see Ibn al-Haytham), and significant advances in astronomy.[3] These advances included the construction of the first observatory in Baghdad during the reign of Caliph Al-Ma’mun[4], the collection and correction of previous astronomical data, resolving significant problems in the Ptolemaic model, and improvements of the astrolabe.[5]

    “People in the Islamic world made many centers of culture and science and produced notable scientists, astronomers, mathematicians, doctors and philosophers during the Golden Age of Islam. Technology flourished; there was much investment in economic infrastructure, such as irrigation systems and canals; stress on the importance of reading the Qur’an produced a comparatively high level of literacy in the general populace.”

    “In the medieval Islamic world, hospitals were built in all major cities; in Cairo for example, the Qalawun Hospital could care for 8,000 patients, and a staff that included physicians, pharmacists, and nurses. One could also access a dispensary, and research facility that led to advances in understanding contagious diseases, and research into optics and the mechanisms of the eye. Indeed, Muslim doctors were removing cataracts with hollow needles over 1000 years before Westerners dared attempt such a task.”

    “And we now know that in fact Islam learned paper making from China as a result of this contact, but made the crucial decision to use linen as the raw material for paper, rather than mulberry bark, or other organic matter. The transfer of Chinese technology and the innovation in the use of linen provided a writing material more economical than parchment and more durable than papyrus. It was from Islam that the rest of the world learned to make paper from linen”

    Alias a importância desta civilização foi vital para o que nós consideramos filosofia europeia:
    “From Spain the Arabic philosophic literature was translated into Hebrew, Latin, and Ladino, contributing to the development of modern European philosophy.”

    Assim a civilização muçulmana, não só contribui com avanços científicos como permitiu a preservação da cultura helenica que tanta influência teve na Europa. Foi só com a crescente intolerância para com os que pensavam diferente que o sua civilização começou o declínio (nota: não é a única razão). Deveriamos todos aprender com este exemplo de história.

  46. Soli diz:

    Stran, obrigado pela sua contribuição. O negacionismo da influência islâmica na cultura e civilização ocidental é produto de pura ignorância, ou talvez (e explicável) de ódio irracional.

    Quanto à pergunta que me fez, se por “fundamentalista” você quer dizer que sou a favor de se fazer explodir no meio de civis inocentes, digo que não. O adjectivo “fundamentalista” é utilizado também para com cristãos, judeus, hindus, activistas de direitos de animais, ambientalistas, etc. Caiu de facto em desuso, desde que os jornalistas descobriram que afinal há muitos fundamentalistas por aí, e que não são muçulmanos. Hoje em dia, em vez de usar-se a palavra “fundamentalista” usam-se outros adjectivos menos efectivos e confusos como “wahabita”, “salafita” etc. Estes adjectivos também demonstram uma total ignorância daqueles que os usam para definir alguns muçulmanos.

    Quanto ao Lidador, defensor da tese que os muçulmanos destruiram a Biblioteca de Alexandria, que continue na sua senda de ignorância e ódio irracional. Já não perco mais tempo com ele.

  47. Soli diz:

    MZ deixe de censurar e autorize a publicação do meu comentário acerca da Biblioteca de Alexandria.

  48. quem nem sequer preserva diz:

    a sua pureza geno-biológica, como pode um geneticamente corrupto ter algo a defender???

    o futuro de portugal é triste – vão perder a identidade genética e cultural!!!

  49. […] relação à acusação de que eu estaria a censurar um comentário seu – “MZ deixe de censurar e autorize a publicação do meu comentário acerca da Biblioteca de Alexandria” – como pode verificar, na imagem acima reproduzida, o seu comentário chegou-me às 11h40 do […]

  50. Lidador diz:

    Sobre a Bibliotca de Alexandria.

    Tenho a noção de que nunca podemos afirmar que as coisas se passaram exactamente como as narramos.
    Os historiadores baseiam-se em relatos e análises arqueológicas e técnicas, que permitem confrontar a menor ou maior fiabilidade das fontes literárias principais, as quais, assumindo sempre a intenção de descreverem as coisas “precisamente como se passaram”, são frequentemente contraditórias e naturalmente inquinadas pelas fidelidades, ideologias, culturas e juízos de valor dos autores
    Na medida em que cada autor interpreta o passado que lhe é dado a conhecer pelos documentos, de acordo com o seu próprio contexto, o que cada um afirma´não é a verdade, mas apenas uma “verdade possível”, resultante do modo como cada um entende explicar os eventos e preencher as lacunas documentais.

    Sobre esta história da Biblioteca, há várias opiniões e historiadores que as sustentam.
    Qual delas é a “verdadeira”?
    Nunca saberemos.

    Por exemplo, Abd al-Latif, que viveu no século XIII, e era neto de Tamerlão, escreveu que a biblioteca foi destruida por Amr ibn el Ass, por ordem do Califa Omar.

    Bernard Lewis (http://www.nybooks.com/articles/3517) tem uma interpretação diferente.

    Eu não tenho conhecimentos suficientes para ter opinião na matéria, mas sei que o Islão sempre teve uma prática de esmagar as culturas que conquistou.

    Construiu a mesquita do rochedo sobre o mais sagrado local do judaísmo, e fez o mesmo em Bizâncio, etc. Há tempos foram destruídos os gigantescos Budas de Bamyan e ainda hoje é crime entrar com certos livros em alguns países islâmicos.

    Sobre o aporte civilizacional do islamismo, não vale a pena, caro stranger, portar-se como um dhimmi e vir para aqui citar mentiras como se fossem verdades.

    Uma mentira não se torna verdade porque está escrita em inglês e você a cita, comendo apressadamente aquilo que lhe colocam no prato.

    Vejamos e comparemos:

    Na génese directa da nossa civilização está Homero, Sócrates, Fidias, Platão, Aristóteles, etc..
    Está a Grécia antiga , a sua cultura, a sua arquitectura, a sua poesia, a sua filosofia, a ideia de democracia etc,
    Está Roma, com o seu Direito, a organização do estado, a literatura, o exército, a arquitectura grandiosa e uma fabulosa engenharia que manteve de pé, durante milénios, pontes, aquedutos e estradas.
    Estão também os legados mesopotâmicos, persas , abássidas e egípcios.
    E tudo isto muitos séculos antes de do profeta pedófilo que, aliás, deve a sua carreira à comunidae judaica de Medina.
    (Há até estudos que suportam a ideia que o rapaz se limitou a verter para o papel, no principio, o que aprendeu na seita judaica dos naçara ( Jesus era um naçara, um nazoreu)

    E depois há o Renascimento. Há Leonardo da Vinci, há Miguel Angelo, há Bach, Mozart e, Strauss, Beethoven, Rossini, Verdi….
    Há Kant, Hegel, Hobbes, …..
    Há a ciência e a tecnologia: Copérnico, Galileu, Newton, Darwin, Pasteur, Einstein, Bohr…
    O motor, a electricidade, as telecomunicações, o comboio, o automóvel, o avião, as naves espaciais, o computador, ,os transplantes do coração, o genoma, a Internet, nada disto foi obra de sociedades organizadas segundo a sharia.

    E mesmo que fossem coisas insignificantes ( e não acho que sejam), que há de comparável na herança dessa civilização islâmica que tanta gente parece admirar e reverenciar, como uma vaca sagrada ?

    Há Avicena, filósofo e médico persa, mas as suas heranças nestes campos têm por base a cultura grega. O seu esforço filosófico consistiu na tentativa de conciliar o dogma do Corão com o racionalismo aristotélico e o seu tratado de medicina, bebeu directamente no legado do grego Galeno, que viveu alguns séculos antes dele.
    Há a grafia dos números e essa terá sido copiada da península indostânica.

    Há Averróis, um berbere, ( a propósito, onde estao os berberes que restam do genocídio que os arabes levaram a cabo no norte de Africa) também ele um comentador de Aristóteles, um ou outro poeta e literato, algumas belas mesquitas, plagios descarados da Catedral de Santa Sofia e….Maomé, com o seu Corão, cujas melhores partes ainda assim, buscam raízes na Bíblia, no Tora e em alguns textos helénicos.

    Por isso Stranger, tenha vergonha .

    E um destes dias compre um livro de Orianna Fallaci, chamado “Raiva e Orgulho” e leia-o.

    E sinta vergonha por ser dhimmi.

  51. Soli diz:

    Lidador confesso que fiquei supreendido com o que Bernard Lewis escreveu já em 1990, porque este professor catedrático normalmente ataca o Islão. Lewi explicou como Gibbon já o fizera, que tal facto de destruição da Biblioteca de Alexandria não é de autoria dos muçulmanos, e que a história envolve a política de Saladino vis-a-vis a Biblioteca dos Fatimidas.

    Quanto ao resto nem quero mais perder tempo consigo. Firque bem com as suas ideias distorcidas acerca do Islão. Vê-se mesmo que nunca leu o Alcorão. O Livro é totalmente diferente da Bíblia e especialmente do Evangelho (que é uma biografia de Jesus e não é nenhuma revelação).

  52. Stran diz:

    Primeiro não sou dhimmi, que como deve saber só se aplicava caso vivesse num país que siga a regra de Sharia. Mas obrigado por ter introduzido essa expressão, pois é mais um exemplo de que nem sempre as civilizações muçulmanas foram tão radicais como você as pinta. É que ao contrário do cristianismo, já em pleno seculo VII, os muçulmanos aceitavam e protegiam alguns não muçulmanos, facto que só depois da Europa ter varrido o radicalismo cristão aconteceu.

    Mas é hilariante quando afirma “Sobre o aporte civilizacional do islamismo, não vale a pena, caro stranger, portar-se como um dhimmi e vir para aqui citar mentiras como se fossem verdades.
    Uma mentira não se torna verdade porque está escrita em inglês e você a cita, comendo apressadamente aquilo que lhe colocam no prato.”

    O que eu coloquei aqui são frases retiradas do Wikipedia (daí estar em inglês) de um artigo que não é posto em causa pelo próprio wikipedia e que tem referência bibliográficas reconhecidas. Por tanto se acha que são mentiras, vá ler um pouco, tente afastar toda essa sua frustração existencial (ainda tem tempo de aprender coisas novas) que expressa nos seus discursos por meios de palavras caras e referências bibliográficas. (Já agora se quiser contestar a validade do wikipedia devo-lhe dizer que já fizeram um teste comparativo com outras enciclopédias, nomeadamente a Enciclopedia Britanica e foram encontrados menos erros no Wikipedia).

    Quanto à cultura muçulmana renegar a sua importância histórica no mundo é tão estúpido como renegar a importância da cultura grega e romana.

    Por isso quando diz que “Eu não tenho conhecimentos suficientes para ter opinião na matéria” siga o que humildemente afirma e não dê a sua opinião!

  53. Lidador diz:

    Caro stranger, sente então orgulho no estatuto de dhimmi?

    Envergonhe-se e leia urgentemente Oriana Fallaci.
    Urgentemente!

    Caro soli filho de mafoma, o corão é tão “revelado” como um vulgar rolo de papel higiénico.

    A sua crença não serve como prova… e a incapacidade de questionar a crença é o melhor exemplo do tipo de pessoas atrasadas que a “cultura islâmica” produz.

    No dia em que seja capaz de raciocinar fora do labirinto fanático da sua crença, será um homem de corpo inteiro.
    Até lá é um submisso, um escravo, preso aos dogmas de uns marmelos que viveram no meio de camelos há mais de 1000 anos.

    Eu, por exemplo, não sou crente em nenhum Deus moral.
    Mas sei constatar que a civilização em que vivo tem como esteio os valores que a chamada “cristandade” filtrou.
    Com coisas más e coisas boas, a religião , aqui na civilização onde vivo e que os muçulmanos invejam e odeiam, foi remetida para a esfera do privado.
    César e Deus regulam em esferas privadas.

    Não aí, no eu beco.

    Mas na veradde eu estou-me nas tintas para os muçulmanos. Que aalcem o rabo para Meca as vezes que quiserem e que continuem a produzir apenas fanatismo, burrice e miséria.

    O que eu não aceito é que estes bárbaros me venham tentar impor as suas bostadas.

    Não gostam desta sociedade?
    Então porque vêm para cá aos milhões?
    Explique-se?

  54. Anónimo diz:

    Soli não perca tempo com Lidador, um mentecapto ocidental. Cá no ocidente também temos estes tipos. Felizmente não são muitos.

  55. Stran diz:

    “Caro stranger, sente então orgulho no estatuto de dhimmi?”

    Ouça meu caro Lidador: “No dia em que seja capaz de raciocinar fora do labirinto fanático da sua crença, será um homem de corpo inteiro.” senão “Até lá é um submisso, um escravo, preso aos dogmas.”

    Não sabe ler de certeza o que eu digo, gosta de recitar nomes mas ainda não conseguiu aprender a ler. Um caso intrigante sem dúvida.

    E uma vez por todas pare de ser condescendente, não é bom professor, o seu tempo já passou, mas parabéns por ter aprendido a escrever no computador, na sua idade avançada é sempre de louvar.

  56. Cbr diz:

    Não desejo intrometer-me na discussão, mas a verdade é que os senhores parecem fugir às questões. O lidador, apesar da sua escrita “original” toca em pontos que voces fogem. Por que é que, se de facto desprezam tanto o ocidente e a nossa religião, continuam a vir para cá aos milhões?

  57. Lidador diz:

    Caro stranger, está constantemente a presumir.

    Quanto à minha idade “avançada” , não sei em que base é que a presume.

    Nem lha vou dizer…mas , nesta como noutras coisas anda dramaticamente enganado.
    Aqui o seu amigo, além de papar mais de 10 km por dia, ainda não há 3 anos, fazia uma perninha a conduzir trekkings em alta montanha.

    E se lhe disser que não foi há tanto tempo assim que aqui este seu amigo foi campeão ibérico de orientação, em estafeta curta, creio que a sua presunção ficará algo abalada.

    Mas, se isso o reconforta na sua ansia de justificar a dhimmitude e o embevecimento bovino perante uma cultura atrasada e barbara,, veja-me como entender.

    Entretanto hoje já levo 10 km de jogging nas pernas….e foi logo às 07 da manhã.

  58. Stran diz:

    Bem parece que o meu comentário atingiu um nervo. Mas continua sem entender o que escrevo. É caso de senilidade mental, ou simples atrofio? Pelo menos resta-lhe a satisfação do físico…

  59. Lidador diz:

    Em contrapartida o meu atingiu-o em cheio nas nalgas, mas continua sem entender o que penetrou.
    É caso de senilidade anal ou simples latitude de calibre?

    Presumo que lhe restará muita satisfação física.

  60. Soli diz:

    “Entretanto hoje já levo 10 km de jogging nas pernas…e foi logo às 07 da manhã.”

    Lidador depois de uma corrida de 10 Km…

  61. Soli diz:

    O link que não coloquei por lapso:

    Depois de 10 Km de jogging 😀

  62. António Marcelo diz:

    Hará Aleikum:

    Olha isto, mouro brasuca:

  63. António Marcelo diz:

    Hará Aleikum:

    Gostas mais disto:

    Láhara Mohamed Rasúl!

  64. António Marcelo diz:

  65. Soli diz:

    Doeu Lidador aka Totó aka Martelo aka outros mentecaptos mas a mesma pessoa?

    Para ânimo do Lidador nem tentei visualizar os links.

    Lidador a tentar provar que não viu a imagem de como estava depois dos 10 Km, reagiu só por reagir:

  66. Resposta_de_Soli diz:

    Doeu Lidador aka Totó aka Martelo aka outros mentecaptos mas a mesma pessoa?

    Para ânimo do Lidador nem tentei visualizar os links.

    Lidador a tentar provar que não viu a imagem de como estava depois dos 10 Km, reagiu só por reagir:

  67. António Marcelo diz:

    Chega de brincadeiras. Agora estou a trabalhar, mas quando tiver tempo responder-te-ei a sério e com a contundência mereces, mouro maçador.

    Devias era trabalhar ou rezar na mesquita em vez de chatear. Lembraste de ajoelhar-te e olhar para a Meca?

    Mohamed iekdúb.

  68. ESSES comentarios estão mais diz:

    para comédia!!!

  69. Stran diz:

    Vês Lidador não consegues manter um argumento teu sem partir para o insulto. No fundo todo o teu verniz de palavras poucos usuais estala rapidamente.

    Disse:
    “O islamismo, não produziu NADA por si próprio.
    Se estou enganado, faça-me saber então qual o contributo original que valha a pena recordar e comemorar.”

    Eu apresentei e a unica coisa que conseguiu dizer foi:
    “Sobre o aporte civilizacional do islamismo, não vale a pena, caro stranger, portar-se como um dhimmi e vir para aqui citar mentiras como se fossem verdades.

    Uma mentira não se torna verdade porque está escrita em inglês e você a cita, comendo apressadamente aquilo que lhe colocam no prato.”

    Como não se dignou a verificar, a ir estudar o tema, foi o único argumento que conseguiu apresentar, partindo a partir daí para o insulto (a que eu respondi). No inicio ainda pensei que poderia ter uma discussão séria, mas verifico que a sua idade avançada já não permite fazer mais nada do que recitar alguns nomes, algumas palavras caras que foi aprendendo ao longo do seu trajecto, debitando os dogmas da sua religião liberal e racista disfarçada primeiro em discurso caro e depois em insulto.

    No fundo você é o melhor exemplo e apresenta todas as caracteristicas (mudando apenas o texto da sua mensagem) do que você considera de “Os cachorros de Pavlov”.

  70. Teixeira diz:

    Muito bem Stran!

    Escreveste o que penso.

    [[]]

  71. Miguel diz:

    Epah, mas o que é que se passa aqui? Vocês tenham juizo e atinem!
    O que é que interessa se os Portuguese têm antepassados de África, da Arábia, muçulmanos ou não?? Nada! Eu ate podia ser filho de um Mouro e de uma Negra!! Quero la saber!
    O que interessa é que hoje em dia Portugal é uma democracia, com várias liberdades, liberdades essas que vão contra o Islão. Sim, contra o Islão. Bem sei que ha muçulmanos moderados, e correntes do Islão moderadas.
    Mas sejamos francos, o verdadeiro Islão nao é moderado. O verdadeiro Islão é seguir à risca o Corão, um livro com 1500 anos, baseados num com outros tantos ou mais, feito para uma epoca totalmente diferent e portanto extremamente retrogada.
    Ai de alguem que tentar aplicar o que quer que seja de sharia no meu pais!

    Depois, stran, o estatuto de dhimmi pode parecer progressivo, e de facto era, mas apenas quando comparado com o extreminio! Viver sobre esse estatuto nao era nada facil, e duvido que seja diferent dos guetos e das mourarias!
    Alem de que, esse estatuto foi imposto a pessoas nativas! Das terras conquistadas pelos muçulmanos…
    Eles chegam la e dizem: “Epah, nao vos vamos matar, so vao ter que cumprir estas regras ridiculas e extremamente limitativas, e claro, de vez em quando assim um massacrezinho da vossa comunidade. Ah, e desculpem la ter invadido a vossa terra!”

    Deveras progressivo. Melhor, so os nao judeus e nao cristaos, que nem a dhimmitude tinham. Esses só lhes restava fugir ou morrer.

  72. Stran diz:

    Miguel, a minha referência ao estatuto de dhimi tem em conta o contexto temporal, assim como o poderia fazer em relação à Grécia Antiga. Posso elogiar a democracia na Grécia Antiga como um progressista, claro que possa, mesmo que nessa sociedade existisse escravatura (algo que nos tempos de hoje é abominável).

    O que eu acho que é uma mentira é a conotação da religião muçulmana com a necessidade de existência de um estado teocrático, em que em nome de uma lei divina se pratica os crimes mais hediondos. Tal facto não está relacionado à religião em si mas à natureza humana, e a religião muçulmana e cristã são bons exemplos do mesmo.

    Já agora lanço um desafio. Em que ano estamos da era muçulmana?

  73. Miguel diz:

    1400 ou algo assim. O calendario muçulmano começa la pelo seculo VII. Acho eu.
    Mas porque? lol

    E discordo com a sua afirmaçao, quando muito sao as pessoas “muçulmanas” que fazem o islao menos extremista e nao haver mais estados teocraticos, pois sabem que isso nao é la muito bom. Quer dizer, alguns. Outros querem mesmo esse estado teocratico. Se nao estiver enganado, para seguir o Islao a serio é preciso cumprir pelo menos o que vem no corao (e mais ainda uma data de jurisprudencia pelo menos para muita gente) e isso de facto vai levar a sharia e a um estado teocratico. Nao tenhemos ilusoes. Agora muito desses muçulmanos nao sao a serio. Seguem os 5 pilares e essas cenas, mas nao querem saber do resto. E fazem bem.
    Tal como os cristaos e o judeus, na biblie e no talmud tambem vêm lá regras completamente absurdas, barbaras e retrogradas, mas poucos querem saber. Mas para se ser um cristao ou um judeu a serio, seria necessario seguir a risca o que vem estipulado nos “livros sagrados”. Nem sei bem como porque ate ha varias contradiçoes.
    Obviamente que a questao resolve-se facilmente….para quem seguir essas religioes? Sim, têm algumas coisas boas, eu pelo menos aprecio parte da mensagem de cristo, mas nao preciso da biblia para isso.

  74. Lidador diz:

    Esta posta do stranger, revela a fundamental incapacidade dos dhimmis ocidentais para pensar fora do seu habitual quadro mental de referência, acreditando que islamismo e cristianismo são coisas equivalentes e que se pode tranquilamente arrumar o 1º na esfera privada, onde está o segundo, há alguns bons séculos.
    O Islão não é uma mera religião, como muitos idiotas úteis papagueiam do alto da sua ignorância, mas uma ideologia totalitária que procura regular todos os aspectos da vida humana (pública, privada, política, etc.), desde o nascimento à morte.
    Até a forma como se limpa o rabo!

    No Islão, Deus é César.

    No Ocidente, a Deus o que é de Deus, a César o qué é de César, a Cidade de Deus e a Cidade do Homem.

    Ora uma das principais causas do choque entre o Islão e o Ocidente busca raízes na religião e no modo como a encaram.
    As próprias designações são reveladoras.
    De um lado, uma cultura que a si mesma se designa utilizando uma referência geográfica , do outro uma civilização que se define submissa a Deus (“Islão” significa “submissão”).
    A matriz ética e moral do Ocidente, para além das contribuições clássicas e judaicas, vem do cristianismo e este assenta sobretudo no elogio do perdão.

    A prece fundamental do islamismo é uma declaração de fé: “só há um Deus e Maomé é o seu Profeta”. Tudo o resto se pode resumir na saborosa expressão de Scruton, “e ai de quem não acredite nisto”.
    O Islão reclama e louva a clemência de Deus, mas não a condiciona à clemência para com os inimigos, ao contrário da prece cristã que inclui a frase “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

    A História demonstrou que nem sempre os cristãos agiram e agem de acordo com este ideal, mas a verdade é que ele está presente nos arquétipos culturais, naquilo que se ensina, se transmite, e reverte para a ordem social e jurídica.
    Em termos políticos, o cristianismo retoma a ideia de Ésquilo de solução política assente na ruptura do ciclo da vingança, visando a paz pela conciliação.
    No Islão, pelo contrário, a paz só pode ser alcançada quer pela destruição do infiel, quer pela sua submissão.
    Quando não se logra a destruição ou submissão do inimigo, a solução passa pelo ritual sacrificial do “bode expiatório”, indivíduo estranho à comunidade, que congrega sobre si a fúria da vingança e lhe fecha o ciclo.
    Unindo-se contra o “bode expiatório” a comunidade islâmica apazigua o desejo de vingança, liberta-se das rivalidades internas e reforça a sua identidade.
    Este mecanismo ajuda a explicar as degolações públicas de “infiéis”, as vociferações exaltadas contra os EUA, “o Bush e o Blair ”, o “inimigo sionista”, o Papa, os ataques a “apóstatas”, a queima de bandeiras e retratos, etc., por parte das multidões muçulmanas.
    O cristianismo rompe com este ciclo, pela transcendência da expiação. O “bode expiatório” é Cristo que se superioriza aos agressores, perdoando-lhes.
    A ideia de perdão é portanto essencial na distinção entre o legado cristão e o legado muçulmano.
    Cristo manda dar a outra face, Alá manda matar os idólatras.

    O que importa ao nosso mundo, é que o cristianismo inspirou (embora com muitas lutas) uma ordem política que não se funda na crença, mas que acolhe as diferenças desse tipo, e as submete à jurisdição soberana demarcada num território, o estado-nação, com leis feitas pelos homens.
    Um português pode ser cristão ou budista, branco ou preto, mas, acima de tudo, é português.
    O islamismo não propiciou este tipo de ordem política. O indivíduo pode ser branco ou preto, egípcio ou pastun , árabe ou persa, mas acima de tudo, é membro da comunidade de crença, a Umma, com leis imutáveis porque divinas..
    O nacionalismo é entendido como um conceito estranho, importado ou imposto a partir do Ocidente .
    Todas as sondagens levadas a cabo no Reino Unido ou França, revelam que mais de 50% dos muçumanos se sentem mais muçulmanos que nacionais desses países. Identificam-se sobretudo com a sua comunidade de crença, a Umma, por enquanto ainda desterritorializada
    Ora é justamente esse o projecto do islamismo político, partilhado pela Al Qaeda e pelos ulemas, aiatolas, mulahs e imãs que o apregoam e ensinam em todas as mesquitas e madrassas do mundo.
    O exemplo mais próximo da Umma foi o Império Otomano, no qual as comunidades não islâmicas submissas, às quais era, (mediante elevado tributo) permitido viver de acordo com regras jurídicas próprias, tinham de se submeter à regra religiosa islâmica nos conflitos com outras comunidades.
    O Islão era a sua pertença definitiva e por isso, após a queda dos Reinos Francos, nunca houve “nações” no Médio Oriente.

  75. Stran diz:

    Miguel:
    Também acho mas era para ter a certeza. É que se imaginarmos o que era o cristianismo na sua era de 1400 ele não anda muito diferente do radicalismo islamico actualmente. Claro que facilmente argumentarás que independente do calendário a altura é a mesma. E se o fizeres não posso senão concordar contigo.

    Mas esta minha pergunta tinha o intuito de lançar o debate no sentido do debate dos diferentes tempos nas diversas sociedades. A incompreensão destas diferenças leva muitas vezes a erros de julgamento, como o foi no Iraque.

    Infelizmente não temos um pózinho mágico que faças algumas civilizações mais rapidamente, mas também não podemos ter a arrogancia de olhar para o mundo e julgar que todo o mundo deve ter o meu estilo de vida, é um erro que o mundo ocidental, o meu mundo, comete muitas vezes. O mesmo erro que os radicais islamicos fazem ao julgar que todos os paises se devem subjugar à lei islamica.

    E no inicio dos meus posts o que queria dizer é que o problema não está na religião em si pois quando o islamismo radical perder força na população também ele caminhará para trilhos mais tolerantes e provavelmente mais laicos, no entanto, no estado actual é muito dificil e cada palavra de ódio que o “ocidente” profere mais dificil se torna. Quando o nosso discurso abandonar a vertente religiosa e começarmos a valorizar os líderes muçulmanos mais tolerantes, poderemos caminhar então para a pacificação.

    Pessoas como por exemplo o Lidador só conseguem ver o mundo com duas cores o bom e o mau, estejamos a falar de politica religião ou economia. Isso faz com que as posições se tornem radicais e que essas pessoas (tanto de um lado como no outro) validem as suas opiniões. O poder que os radicais islamicos têm também é nossa culpa, não podemos lavar as mãos como Pilatos nesta questão.

    O discurso muito frequente no Ocidente referente ao Muçulmanos é Idêntico ao dos Radicais Islamicos referente ao Ocidente. O cinzento é sempre o mais dificil de explicar e normalmente é o que colhe menos apoio.

    Por exemplo, se tivesses dificuldades económicas, se te passeasses na rua e levasses um tiro de um soldado americano, se tivesses medo por ir à rua pois os Israelitas tinham decido bombardear a tua rua nesse momento e só conseguisses ter comida no teu prato por causa do imã da zona, em quem acreditarias. Nós vivemos condicionados pela nossa realidade e o que acreditamos é o que vemos.

    Por exemplo se olhares para este blogue (para muitos artigos) parece que Portugal está pior do que a França em termos de imigração, mas a realidade é desmentida pelo o nosso dia-a-dia. Se só tivesses este blogue como fonte de informação acreditarias em qualquer um “turista” que te viesse dizer que não é assim? O mais provável é que não principalmente se esse turista já te tivesse morto a tua família sem razão aparente.

    Desculpa este longo post, mas no fundo é só para concluir que poucas coisas neste mundo são brancas ou pretas. A maioria é cinzenta e normalmente são esses que são esquecidos.

  76. Miguel diz:

    Sim, claro, concordo. O que se deve fazer é combater a ignorancia e a injustiça, Eu bem sei que caso a minha vida tivesse sido diferente eu poderia ser algum fanatico ou criminoso, daqueles que agora odeio.

    De facto a mentalidade islamica esta “atrasada” digamos, e impor os nossos valores a outros povos nao é propriamente correcto. Ha no entanto uma excepçao.
    Quando os outros vêm para o nosso pais. Eu nao tenho problema nenhum com imigrantes (desde que sejam necessarios, e sinceramente duvido muito que Portugal agora precise mesmo de mais imigrantes) mas quem vem para Portugal viver tem que falar Portugues e agir como tal. Ate pode ter la as suas crenças em deus ou o que for, mas as leis deste pais sao para cumprir, e nao creio que deva haver lugar a reivindicaçoes para que o pais anfitriao tenha que mudar as suas leis para agradar a imigrantes.

    Mas de facto, como disse, a situaçao em Portugal é muito calma, pelo menos no que se refere a muçulmanos. Contudo ha que estar atento, e noutros paises da Europa as coisas nao andam nada bem.

    So discordo numa coisa. O stran disse que nos tambem temos culpa. Ora eu nao tenho culpa nenhuma seja do que for. Nunca fiz mal a ninguem nem invadi nenhum pais. Se quer culpar o governo dos EUA ou ate o de Israel tudo bem, mas eu nao tenho nada a ver com isso.

  77. Stran diz:

    Quando estava a fala em “nós” estava-me a referir ao Ocidente como um bloco e não a um caso particular, mas obrigado pelo reparo. E concordo consigo, muito do que se passa actualmente neste conflito é culpa da politica externa dos EUA e de Israel.

  78. Miguel Antunes diz:

    Sim, estou a ver. Mas mesmo o ocidente em bloco é muita gente. Embora o que nao falta sao pessoas culpadas. Os EUA e Israel têm culpa de facto, mas nao sao so eles…

  79. António Marcelo diz:

    Maiarofsh wal-lo (Mim não compreender)

  80. Uriel diz:

    Deir Yassin, era uma típica vila palestina, com pouco mais de mil habitantes, por volta de 1948. Também foi dado como nome simbólico de uma das fases da guerra de ocupação sionista, com o objetivo específico de obter mais territórios e de expulsar os habitantes nativos do “Estado Judaico”.

    Na vila com este nome, haviam casas de teto plano que enfileiravam-se no topo de uma montanha localizada a cerca de dois quilometros a oeste de Jerusalém. Seus habitantes cultivavam damascos, azeitonas e vinhas em terraços na encosta da montanha. Como a vila encontrava-se próxima a diversos assentamentos judaicos e poderia facilmente ser cercada pelas forças sionistas, o muktar(lider religioso da aldeia) havia feito um acordo de não-agressão com os judeus dos assentamentos vizinhos-e, apoiado nesse acordo, havia negado permissão para que forças árabes usassem a cidade como base.

    Em abril, comandantes locais dos grupos terroristas Irgun e Stern procuraram o comandante da Haganah em Jerusalém, David Shaltiel, desejando tomar parte na operação destinada a abrir um corredor entre Jerusalém e Tel-Aviv. Embora receoso, Shaltiel acabou por autorizar o ataque, embora argumentasse que haveria outros motivos mais valiosos do ponto de vista militar. A operação foi chamada de Unidade, por reunir numa só ação os três setores das forças judaicas-Haganah, Stern, Irgun-, embora a primeira entrasse, a princípio, apenas com apoio “logístico” e armamentos, além de enviar um “observador”, o jovem oficial Meir Pa’il. Nos dias seguintes, os líderes dos dois grupos terroristas reuniram-se para planejar o ataque, que visava “quebrar” o moral árabe e criar pânico entre os árabes palestinos. Segundo um comandante da Irgun, a maioria dos comandantes presentes às reuniões “decidiu pela liquidação de todos os homens da aldeia e quaisquer outros que se opuséssem a nós, mesmo que fossem velhos, mulheres ou crianças”.

    Na madrugada o dia 9 de abril de 1948, a força de assalto sionista, com 120 homens, aproximou-se da aldeia. Os sentinelas, armados com velhos rifles turcos, alertaram a população, que rapidamente começou a fugir para as aldeias vizinhas, enquanto alguns homens faziam frente aos invasores. No começo, os sionistas fizeram pouco progresso; segundo o observador da Haganah, Meir Pa’il: “Eles conseguiram ocupar apenas a metade oriental da aldeia, não conseguindo ocupar a parte ocidental. Dez ou doze árabes atiravam contra eles usando apenas rifles, não tinham armas automáticas, e seguraram-nos do lado oriental”. Percebendo a dificuldade dos invasores sionistas, o próprio Pa’il enviou um mensageiro a uma base próxima da Haganah, solicitando reforços. Logo, um pelotão da Palmach(a força principal da Haganah)chegou aldeia, ocupando-a em poucos minutos e sem nenhuma baixa. Com a vitória, o pelotão da Palmach retirou-se, deixando as ações sob responsabilidade dos comandantes terroristas.

    O que se seguiu na aldeia foi a mais brutal selvageria, e embora até hoje a literatura sionista e israelense divida-se quanto aos seus motivos e consequências, há unanimidade entre historiadores árabes e ocidentais, e entre observadores de organizações humanitárias. de que o que houve em Deir Yassin foi uma matança deliberada e cruel da população civil com o objetivo de atemorizar os habitantes de toda a região e provocar sua fuga. Anos depois, o jornal judaico-americano Jewish Newsletter relatou:

    ” Depois que os homens da Haganah se retiraram, membros da Irgun e do Grupo Stern perpetraram as mais revoltantes atrocidades: 254 homens, muilheres e crianças árabes foram massacrados a sangue frio e seus corpos mutilados foram atirados em um poço; mulheres e moças árabes capturadas e trazidas para Jerusalém em caminhões e conduzidas em parada pelas ruas, onde eram humilhadas e cuspidas. No mesmo dia, os irgunistas deram uma entrevista à imprensa na qual disseram que amatança coletiva era uma “vitória” na guerra de conquista da Palestina e da Transjordânia”.

    Para completar a ocupação, os terroristas jogavam granadas pelas portas das casas e metralhavam indiscriminadamente a todos os que viessem pela frente. mulheres tiveram suas barrigas rasgadas por baionetas, e crianças foram mortas em frente a suas mães. Uma comissão inglesa que entrevistou sobreviventes alguns dias depois, conclui que “muitas atrocidades sexuais foram cometidas pelos atacantes judeus. muitas mulheres foram estupradas e depois trucidadas. Mulheres idosas também foram molestadas”. Alguns corpos foram encontrados com mais de 60 tiros, ou com membros amutados. Quinze casas foram dinamitadas, incluindo a casa do muktar, enquanto as demais foram saqueadas.

    De acordo com o médico da Cruz Vermelha, Dr. Jacques de Reynier: “A limpeza foi feita com metralhadoras e depois granadas de mão. Foi terminada com facas, qualquer um podia ver isso”. O médico suíço ficou particularmente chocado por uma das terroristas que segurava uma faca. “Uma bonita jovem israelense com olhos criminosos, mostrou-me uma faca com sangue ainda pingando, ela me mostrava aquilo como se fosse um troféu”. O comportamento dos terroristas sionistas lembrou o médico da Cruz Vermelha de seu serviço durante a segunda guerra mundial, quando lhe veio a mente uma cena em que viu “uma jovem nazista apunhalar um casal de velhos sentados em frente de sua cabana”.

    O saldo do massacre foi de 254 civis palestinos mortos, grande parte constituída por crianças, mulheres e idosos. Os sobreviventes fugiram aterrorizados, abandonando a aldeia e disseminando o pânico entre a população palestina. Entre os invasores, o número total de mortos foi de QUATRO.

  81. D. Sebastião II diz:

    Uriel:

    http://chromatism.net/images/natintel/gallery.htm#Pic003
    I am a fan, what about you?

  82. | diz:

    from the muslim mind-set, the so-called “moderate muslims” are the islamic radicals, and when push-comes-to-shove the passive moderates always subjugate in support of the aggressive so-called radicals. maybe not in public speak, but definitely in action (as in lack of action against the radicals).

  83. | diz:

    14-year-old took her life because of group rape

    A 14-year-old girl in Trondheim took her own life after being assaulted and raped by three teenage boys. Only four weeks after she reported the rape at Kristiansten fortress, ninth grader could not bear to live any longer.
    The girl’s mother believes the group rape is the direct cause of why her daughter chose to take her life two weeks ago:
    – This shows how brutal consequences of such a serious crime can get, “said her mother through her daughter’s counsel, Sigrun Dybvad.
    Her mother has consented to the Adresseavisen’s mentioning the tragic incident, and she has provided information to the case. The incident has shaken many in Trondheim. Address newspaper has in recent days received emails and phone calls from desperate and upset parents. Over 1300 people have joined in a memorial group for 14-year-old online community Facebook. Tuesday this week met with 245 people up to say goodbye when she was buried in the Lutheran Free Church.
    Police in Trondheim is worried after five unsolved assault rapes or attempted on the same page 1 April. In three of the five cases , several perpetrators, all of which are described as African or Middle Eastern men. Police believe that the rapes have been planned in advance.
    The evening before 1 May facilitate the ninth grader for her friends when she was stopped by a young man of foreign origin. According to 14-year-old’s explanation, he tried to stay around and kiss her. When she responded that she would meet a friend, he said he knew this friend. This thought ninth grader, and went with the man. Shortly after the assault began:
    Ninth graders noticed that two other teenage boys came walking, and thought at first that they came to help. Instead, they have helped to keep her down. The girl told that she tried to shout for help, but that there was so much noise that no one heard her.
    While peers attached very close, and while both the police and about 50 night owls patrolling the area, the 14-year-old testified that two of the perpetrators managed to rape her, before she got loose from the third. Then she ran from the scene, and away in the direction Nonnegata. There, she met a couple who should have immediately understood that something had happened and helped her home.
    The girl has described the perpetrators as teenage boys in 16-17-age of foreign origin.

  84. | diz:

    Osho on islam

    Mohammed was an absolutely illiterate man, and the Koran, in which his sayings are collected, is ninety-nine percent rubbish. You can just open the book anywhere and read it, and you will be convinced of what I am saying. I am not saying on a certain page — anywhere. You just open the book accidentally, read the page and you will be convinced of what I am saying.

    Whatsoever one percent truth there is here and there in the Koran is not Mohammed’s. It is just ordinary, ancient wisdom that uneducated people collect easily — more easily than the educated people, because educated people have far better sources of information — books, libraries, universities, scholars. The uneducated, simply by hearing the old people, collect a few words of wisdom here and there. And those words are significant, because for thousands of years they have been tested and found somehow true. So it is the wisdom of the ages that is scattered here and there; otherwise, it is the most ordinary book possible in the world.

    Muslims have been asking me, “Why don’t you speak on the Koran? You have spoken on The Bible, on the Gita, this and that.” I could not say to them that it is all rubbish; I simply went on postponing. Even just before I went into silence, a Muslim scholar sent the latest English version of the Koran, praying me to speak on it. But now I have to say that it is all rubbish, that is why I have not spoken on it — because why unnecessarily waste time?

  85. | diz:

    «“Shari’a and Violence in American Mosques.” The authors have amassed a solid bank of peer-reviewed data attesting to the presence and promotion of literature advocating violence in the majority of 100 randomly selected American mosques. And yes: that’s majority of “American” mosques. Not Saudi mosques. Not Pakistani. Not Iranian. Not Turkish. Not even British mosques.

    American mosques.

    There goes that post-9/11 myth — the one that tells us that American Islam is a happily assimilating creed, wholly different from the aggressive Islam transforming Europe. The new data collected by Israeli scholar Mordechai Kedar and attorney David Yerushalmi of the Center for Security Policy (and one of my 18 co-authors on the book “Shariah: The Threat to America”) indicate that most American mosques are sanctioning, if not also promoting, the study of material of similar peril.

    For me, the six tables of data boil down to two simple and stunning facts. More than 80 percent of the mosques in the study feature Islamic literature that advocates violence…» — Diana West

  86. | diz:

    The “Undercover Mosque” investigations in the UK found that mosques deemed previously to be “moderate” were in fact disseminating violent hateful literature and preaching violent hateful sermons. (A similar study was done in various mosques in Italy, with the same result of finding that previously supposed “moderate” mosques were in fact extremist.)

  87. | diz:

    Al Qaeda Manual has been found to specifically instruct its agents to blend in and seem un-Islamic, this tendency this study reinforces is positively dangerous for our societies, to the extent that it reinforces our segregation of Good and Bad Muslims. It is precisely the moderate-seeming, nominal, Westernized Muslim who is most dangerous in terms of gaining access in our societies in order to inflict the highest casualties and infrastructure damage.

  88. | diz:

    AL-ANDALUS
    iSLAMIC MEDICINE

    The Prophet said “If a house fly falls in the drink of anyone of you, he should dip it (in the drink), for one of its wings has a disease and the other has the cure for the disease.” (Sahih Al-Bukhari: Volume 4, Book 54, Number 537)

    Here is what the medical world says:

    There are many bacteria and parasites that infest the fly, making flies a major factor in spreading many diseases by touching surfaces with their legs or their saliva. After walking on much excrement, flies may carry up to as many as 6 million bacterias on their feet. SO BE WARY OF FOODS THAT HAVE BEEN TOUCHED BY A FLY! Here’s some information on the diseases some flies are known to help spread. (Source: http://library.thinkquest.org/C0117442/html/diseases.html; emphasis mine)

    WOW 😛
    LOL

  89. | diz:

    Even if there should exist such a disease that is only carried on one wing of a fly, and the antidote always coming on the other wing (any scientist of bacteriology will reject such a theory as impossible), what about all the other diseases on the feet of the fly? Why is Muhammad talking about the wings, when the main source of infection are the feet of flies?

    Why is Muhammad making sure with his instruction that the fly gets a full body ablution in your drink, transfering the maximum number of bacteria and diseases into it?

    Another website has this to say about flies:

    … The two-winged flies constitute a larger order of insects and well over 110,000 different species are known throughout the world. This group forms one of the most highly specialized of insect orders and many species are of the utmost significance in regard to human welfare. If there is anything as “harmless as a fly”, it is certainly not the common housefly or any of its relatives.
    Diseases, e.g., malaria, dysentery, sleeping sickness, onchocerciasis, elephantiasis and yellow fever are carried or transmitted from man to man by bloodsucking dipterous flies. Many other diseases are transmitted mechanically by flies due to the habit exhibited by many species of sucking liquid from excreta and other decaying organic matter and then settling on and vomiting on your food.

    The fly was made to distribute quantities of pathogenic disease organisms. Its 6 feet are equipped with bristles and sticky pads and its proboscis is hairy. A sticky liquid comes out of the hollow hairs on their feet allowing them to walk upside down and on glass, etc. The fly’s digestive tract is an incubator for germs! My mother began to teach me IPM control when I was a very young boy. She said, “Shut the door you are letting in the flies!” This is still good advice – even better is to have a second entry door as an extra barrier against fly invasion.

    … A well fed fly defecates at least once every 5 minutes!

    (Source: http://www.thebestcontrol.com/bugstop/control_flies.htm; bold emphasis theirs, underline emphasis mine)

    No doubt, the stress put on a fly by drowning it, would only cause it to vomit and defecate even more, releasing an extra portion of germs into your drink!

    The first of the above links provides an even more detailed list of diseases that are transmitted by flies:

    Leishmaniasis

    This disease is found in South America, Africa, Indian Subcontinent and Europe.
    It’s caused by a parasitic protozoan transmitted by the bite of sand flies.
    Symptoms of this disease usually includes fever, weakness, swollen spleen, and skin sores.
    There is no treatment for this disease; it eats away at your skin.

    Onchocerciasis

    Onchocerciasis, also known as River Blindness is an infectious cause of blindness.
    It is carried by a minute nematode worm that is spread by the Simulium black fly.
    Found in South America and Africa, a bite from this insect can transmit the worm to its victim.
    The drug invermectin has helped stop the progress of the disease.

    African Trypanosomiasis

    This is a sleeping sickness and epidemic caused by a protozan blood parasite Trypanosoma.
    It is transmitted by the salivary glands of infected Tsetse flies in Africa.
    Symptoms include a boil- like sore at the site of the bite, fever, headaches, and severe illness.
    Treatment should apply in the early stages of the disease by anti-parasitic drugs.

    Bartonellosis

    Found in South America, this disease is caused by the rickettsia organism transmitted by the bite of a Sand Fly.
    Victims are usually exhausted from anemia, and experience a high fever and wart-like eruptions on the skin.
    Treatment is available.

    Myiasis

    This disease occurs mostly on animals such as dogs and sheep and cows, but sometimes it may occur on humans, more frequently carried by the Cheese Skipper fly.
    It is transmitted by a fly that lays its eggs on the skin of another organism. The larvae can burrow into the skin or penetrate itself in open wounds.
    Symptoms include violent abdominal pain, nausea, vomiting, and diarrhea with bloody discharge.
    There is currently no treatment for this disease (on humans, that is; on animals insecticides are used), except to either let the larvae grow and leave at its own accord, or to remove it by enticing it.

    Typhoid

    Flies rummaging around excrement may come across bacteria known as Salmonella Typhi, which may come from a person shedding it.
    This disease is a type of fever. Symptoms include a body temperature of as high as 103° to 104° F (39° to 40° C), weakness, stomach pains, headaches, and/or loss of appetite.
    This disease can be found all over the world except in industrial countries such as United States, Western Europe, and Japan.
    Treated with the drug chloromycetin, or ampicillin for those infected with bacteria that is immuned chloromycetin.

    Dysentery

    This is a chronic disease that affects the large intestine in humans.
    The parasite Entamoeba histolytica is the cause of this disease. This particular parasite can be found in uncooked meats, and may be transported by flies.
    This disease is characteristic of severe diarrhea and severe stomach cramps.
    Treatment with drugs containing metronidazole or ementine is recommended.

    Leprosy

    Leprosy, also known as Hansen’s Disease, is a chronic disease that affects mainly the skin.
    It is caused by the bacillus Mycobacterium leprae, which may be carried by flies from rotted foods.
    An early symptom is anesthesia (or the numbness) of a patch of skin. Some muscles may be paralyzed. Because of the numbness of some nerves, injuries to the area are not noticed.
    This disease is generally rare nowadays, but that doesn’t mean it doesn’t exist. A vaccine for leprosy is currently being developed.

  90. | diz:

    Iran’s president calls for post-Soviet security alliance to unite in alliance against West

    ..ASTANA, Kazakhstan – Iranian President Mahmoud Ahmadinejad called Wednesday for a security alliance of several former Soviet nations and China to form a united front against the West.

    Ahmadinejad’s address to fellow heads of state at the summit of the Shanghai Cooperation Organization in Kazakhstan will likely deepen suspicions that the bloc is intended as a counterweight to the United States across the region.

    In a summit declaration signed by all the member states, the organization also attacked missile defence programs in another apparent dig at the United States.

    “The one-sided and unlimited development of missile defence systems by one government or a narrow group of governments could cause damage to strategic stability and international security,” the document said.

    Much of Ahmadinejad’s fiery speech was devoted to levelling an exhaustive series of thinly veiled accusations against unnamed Western countries, which he described as “enslavers, colonialists, (and) invaders.”

    “Which one of our countries (has played a role) in the black era of slavery, or in the destruction of hundreds of millions of human beings?” Ahmadinejad said, opening his address.

    The SCO was formed in Shanghai in 2001 by China, Kazakhstan, Kyrgyzstan, Russia, Tajikistan and Uzbekistan to address religious extremism and border security in Central Asia, but it has in recent years attracted interest in full membership from countries like Iran, India, Pakistan and Afghanistan. Its scope has since broadened to economic issues, but the organization has struggled nonetheless to forge a clear purpose.

    Iran’s entry to the SCO has been resisted by the existing members, who worry that Iran’s membership would lend the group a more explicitly anti-American quality, a concern that Ahmadinejad was seemingly unwilling to allay.

    Russia has been an active opponent of U.S.-backed plans to create a missile shield in Europe and was likely behind the inclusion of harsh words against the proposal in the summit declaration.

    Moscow sees the U.S.-led missile defence plans as a potential threat to its security. It has agreed to consider NATO’s proposal to co-operate on the missile shield, but insists the system be run jointly.

    Reprising the criticism addressed at Washington, Afghan President Hamid Karzai renewed calls for the United States to respect his country’s sovereignty.

    Karzai has in recent months become increasingly strident in his attacks against NATO’s accidental bombings of Afghan civilians, describing the Western-led alliance as being at risk of becoming an “occupying force.”

  91. | diz:

    «Until the Saudis started racking up billions in inflated oil revenues in the 1970s, the Wahhabi movement was regarded by Muslims the world over as little more than primitive insanity. Without rivers of treasure to feed its roots, this horrific movement could neither grow nor thrive.

    It is the Saudis’ unlimited funds — over $200 billion in foreign exchange earnings in 2006 — that have allowed them to buy up the faculties of the Islamic world’s leading intellectual centers; to build or take over thousands of mosques; to establish thousands of radical madrassas, pay their instructors, and provide the free daily meals necessary to entice legions of poor village boys to attend.

    Those boys are indoctrinated with the idea that the way to get into paradise is to murder Christians, Jews, Buddhists, Taoists, and Hindus (not to mention moderate Muslims). Graduates of these academies are today killing American soldiers in Iraq.

    Meanwhile, Arab oil revenues have underwritten news outlets that propagandize hatefully against the United States and the West, supported training centers for terrorists, paid bounties to the families of suicide bombers, and funded the purchase of weapons and explosives. We have been subsidizing a war against ourselves.

    And we have not yet reached the culmination of the process. Iran is now using its petroleum lucre to fund its nuclear program and to insulate itself from economic sanctions imposed on it. Once produced, Iranian nuclear weapons could be used by the Iranian regime itself or be made available to terrorists to attack U.S., European, Russian, or Israeli targets. This is one of the gravest threats to international peace and stability — and, again, we are paying for it ourselves with oil revenue.

    Our responses to these provocations have been muted and hapless because any forceful action on our part against nations like Saudi Arabia and Iran could result in the disruption of oil supplies that the world economy is utterly dependent upon.

    We cannot stand up to our enemies because we rely upon them for the fuel that is our economic lifeblood. We pay them for their oil and they make war on us.

    In light of these realities, U.S. energy policy for the last three decades has been a scandal. The time has come for change. To liberate ourselves from the threat of foreign economic domination, to destroy the economic power of the terrorists’ financiers, and to give ourselves the free hand necessary to deal forcefully with them, we must devalue their resources and increase the value of our own. We can do this by taking the world off the petroleum standard and putting it on an alcohol standard.» — Robert Zubrin

  92. | diz:

    For their part in helping the United States kill Osama bin Laden, five C.I.A. informants have been arrested in Pakistan by military security authorities. Typical islam.

  93. | diz:

    Iraq: Christian tortured, mutilated and murdered

    His body was mutilated. His head was nearly severed off. He was tortured before he was executed, according to the Kirkuk police. His eyes were gouged out, his ears were cut off and his faced was skinned. There also were signs of dog bites on the body.
    Mr. Jacob is survived by his wife and three children.
    He was an Assyrian construction worker.
    His name was Ashur Yacob Issa and he had been kidnapped. His family was asked for a $61.500 ransom, a sum they couldn’t pay at all.

    Photo found at AINA.org.

  94. | diz:

    Muslims in the French Military

    It is clear that Europe is being demographically conquered by Muslims. In most European countries, however, the military continues to be dominated by the indigenes. We can hope when the crunch comes, and of course it will, the military will do the right thing and side with their own people against the invaders. It seems that France may have made a fatal mistake, however, in allowing significant penetration of its military by the Mohammedans.

    This is a translation of a post on Fdesouche.com, which is just a series of quotes from various articles and reports. All the quotes are given there with links to their original sources.

    This is shocking stuff. I didn’t know there had been a Muslim rebellion on a French aircraft carrier!

    • And if there was a conflict between France and Algeria ? Aïcha, dressed in army clothes, cannot imagine making war against his own people: “In my head, I am Algerian, I don’t feel French. For me, the army is not about standing up for a nation, it’s about finding a job.”

    • A Defence Ministry report from January 2007 mentions “the intransigent and demanding attitude turning to provocation” of the JFOM (jeunes Français d’origine maghrébine) [Young Frenchmen of North African Origin] and the “super-delinquency even at the heart of their regiment.”

    • A young French parachute officer recounts how, in his unit, the JFOM (jeunes Français d’origine maghrébine) spend their days in the barracks drinking beer while watching porno films and on the slightest remark, they make a complaint to the commanding officer denouncing the racism of the officer who, summoned by the colonel, is obliged to withdraw the disciplinary measure.

    • A Saint-Cyr[French military academy], consideration is being given to putting in place a system inspired by that of Sciences-Po [elite French university for the governing class] and its agreements with schools in priority education zones. “The aim is to one day be be able to call a general Ben Babrouf or a Colonel Mohammed”

    • In the navy, the officers will not quickly forget the 1999 mutiny on board the aircraft carrier Foch. Sixty volunteer soldiers, all with North-African parents, took their officer hostage. After being entrenched for 2 days in the aircraft carrier’s cafeteria, they had to be dislodged by a marine commando team. These “North Africans” were reacting to a collective punishment imposed after a rebellion that occurred during a mission off the coast of Yugoslavia during which Super-Etendards had carried out strikes on Kosovo, which the Muslim recruits considered a Muslim sanctuary.

    • The young “Frenchmen” of North African origin are responsible for 3.5 times more desertions, 6 times more refusals to obey an order, 6 times more insults to a superior officer and 8 times more acts of insubordination.

    • The head Muslim chaplain in the French military is organising the next pilgrimage to Mecca for about forty soldiers and a team of chaplains. The project is close to his heart.

    http://islamversuseurope.blogspot.com/2011/06/mutinous-muslims-in-french-military.html

  95. […] de que o sr, Adamgy é director, encontram-se textos racistas, violentamente anti-semitas e faz-se o elogio do nazismo, como se pode ver num artigo publicado na edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro e […]

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