“Vive La France!”

Nicolas Sarkozy eleito presidente! Espero – como a grande maioria dos franceses, que agora a “racaille des banlieues” seja colocada no lugar que merece: o esgoto.

35 Responses to “Vive La France!”

  1. Sarkozy contrario a la poligamia

  2. António Marcelo diz:

    Até que enfim!

    Vive Sarkozy!
    Vive la France!

  3. Stran diz:

    Foi o pior que podia acontecer à França e à Europa.

  4. António Marcelo diz:

    Prefiro a direita no poder antes que a falsa esquerda pseudo-socialista, corrupta e reaccionária. As coisas ficam mais claras, cada um ocupa o seu lugar e sabemos quem e cada um.

    Muitos imigrantes, fartos da demagogia, da escumalha (racaille) islamistas ou delinquentes comuns que aterram os seus bairros e das quais são as primeiras vítimas, fartos também da paralise do Estado, decidiram apoiar àquele capaz de garantir um mínimo de segurança. É muito fácil falar em multiculturalismos e em tolerâncias quando aqueles pregadores moram em bairros de luxo, longe de aquilo que tanto gostam defender.

    Nem todos os votantes de Sarkozy foram burgueses reaccionários nem brancos apavorados pelo fenómeno migratório.

    Mais uma lição do povo francês.

    A bas la fausse gauche corrompue et hypocrite!
    Vive Sarkozy!
    Vive la France!

  5. Muchos lusodescendentes habrán votado por el candidato de centro- derecha Sarkozy

  6. Olivença Portuguesa diz:

    A diferencia de los hijos y nietos de argelinos y senegaleses, los descendientes de italianos, españoles y portugueses no se diferencian en nada de los franceses de origen. Si en Francia hubieran escogido un modelo de inmigración más realista, ahora no tendrían estos problemas.

    Desgraciadamente no hemos sabido aprender de los errores ajenos y los países del sur de Europa seguimos el mismo camino.

    Pior ainda! Um processo que na França durou décadas está a acontecer no espaço de uma só geração.

  7. Jaï Bettancourt diz:

    Nem sò “la racaille de banlieue” mas tambem toda a esquerdalha que causaram desturbios e comfrontos numa grande parte das cidades francêsas, Paris, Lille, Renne, Lyon, toulouse, Bordeaux, Marseille, Clemont Ferrand, etc…

    Sarkozy devrà lutar contra uma esquerda reactionaria e ultra violenta que ferà tudo para derubar governos e reformas.

  8. piloto diz:

    Esperamos para ver, mas força Sarkozy por uma França livre da racaille .

  9. Paulo Silva diz:

    Sr.
    Jaï Bettancourt
    Estou interessado em contactar consigo.
    É possível ser por mail ?
    Se não for, também há outras maneiras.

    Cumprimentos,
    Paulo Silva

  10. Diogo diz:

    Vive la France!

    Elegeu um descendente de africanos para Presidente. Bravo!

  11. Miguel diz:

    De Africanos? Como assim?

  12. Jaï Bettancourt diz:

    @ Paulo Silva,

    jaime_horta@hotmail.fr

  13. António Marcelo diz:

    O pai de Sarkozy pertencia a uma família da aristocracia húngara e a mãe era de origem judeu-francês. A sua mulher é descendente de imigrantes espanhóis. Mais uma amostra que o intercâmbio de populações entre povos que partilham a mesma origem e cultura não é forçosamente negativo. A integração dos africanos e magrebinos na França é totalmente diferente e uma política migratória mais realista e clarividente devia ter previsto essa realidade.

    Aquelas chuvas trouxeram estas lamas.

  14. Rep_Soli diz:

    Errado António Marcelo. A mãe de Sarkozy não é nenhuma judia francesa, mas sim judia (sefardita) de Salónica, Grécia. Sefarditas (em hebraico ספרדים) , ou os chamados judeus orientais, é o termo usado para referir aos descendentes de Judeus originários de Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Turquia, Palestina, etc. A palavra tem origem na denominação hebraica para designar a Península Ibérica (Sefarad ספרד ).

    Nicolas Sarkozy é filho de pais imigrantes. A sua primeira mulher era judia sefardita.

    Os sefarditas fugiram das perseguições que lhes foram movidas na Península Ibérica na inquisição espanhola e portuguesa (1478 -1834 ), onde eram perseguidos pela Igreja Católica, dirigindo-se a vários outros territórios. Uma grande parte fugiu para o norte de África, onde viveram durante séculos. Há muitos judeus sefarditas, originários de Portugal, a viverem na Holanda.

    Fontes:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Sarkozy
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Sefardita
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%B3nica

  15. António Marcelo diz:

    Quer saber se está a se converter num votante da esquerda? Eis uma guia útil para verificar se você for progressista e simpatizante dela.

    Confortável e de fácil manejo, pode levar esta Guia à praia ou à montanha. Não ocupa muito espaço e resolverá qualquer momento de dúvida que de vez em quando lhe assaltem.

    Não sabe se o seu problema é a síndroma de Estocolmo ou se simplesmente está a mudar o casaco? É funcionário? Talvez jornalista? Neste caso a Guia para verificar se você pertence à esquerda será a sua melhor ferramenta para manter um nível de renda interessante nos anos seguintes.

    Tudo o que você deve fazer é memorizar consequentemente os princípios que vamos pormenorizar. Tome o tempo que for preciso. O seu futuro pode depender disso. Faça favor de repetir cada uma das seguintes indicações quantas vezes precisar:

    • Tudo aquilo que não pertence a esquerda é suspeito de fascismo.

    • A esquerda administra o poder. A direita ocupa-o.

    • Os governos da direita que satisfazem as demandas dos cidadãos são populistas e demagogos.

    • Os governos da esquerda que satisfazem as demandas dos cidadãos são democráticos.

    • Se você pertencer a uma minoria e é partidário da esquerda tem direito a reclamar aquilo que quiser.

    • As maiorias são sempre perigosas para a democracia. E fascistas. É por isso que devem sempre inclinar-se perante as exigências das minorias.

    • Não é possível ser novo e partidário da direita. Se você for partidário dela, você não é novo, qualquer que for a sua idade.

    • Não é possível ser homossexual e partidário da direita. Só podem pertencer a ela os heterossexuais.

    • Não é possível ser mulher e simpatizar com a direita. Se você for mulher e partidário dela quem sabe aquilo que você tem entre os pés.

    • Não é certo que a maiores direitos correspondam maiores deveres. Nesse caso o que aconteceria com as ONG? Essa é a razão por que nós devemos apoiar maiores orçamentos para essas organizações.

    • A nação não serve para nada e é preciso acabar com ela. A não ser que você seja um imigrante ilegal. Nesse caso deve reivindicá-la e exigir com entusiasmo pertencer a ela em forma de toda sorte de papéis.

    • Todos os nacionalismos são movimentos progressistas que devem ser apoiados pela esquerda. Todas os povos têm o direito de defender a sua identidade, a sua língua, a sua cultura, a sua integridade territorial e os seus costumes. A não ser que você seja ocidental. Nesse caso, cuidado, muita atenção: você não deve cair na arrogância do etno-centrismo.

    • Ser esquerdista é preferir qualquer forma de cultura, costume ou moda não ocidental. Esta norma tem uma excepção: os hábitos de consumo podem ser todo o ocidental que você quiser (as pizzerías sudanesas são abomináveis).

    • Quanto mais esquerdista for, mais abominará dos Estados unidos ao tempo que mais frequentará burguers de todo o tipo e verá mais cinema americano.

    • O Estado, para ser justo e progressista, além de plurinacional deve ser pluricultural. Os estrangeiros devem conservar as suas tradições, hábitos e costumes

    • Os objectos têm ideologia. Há produtos progressistas e produtos reaccionários. Principalmente se têm a ver com a cultura e a informação. Quando você vê uma pessoa que está a comprar, por exemplo, um jornal “fascista”, nunca deve pensar: «olha, um gajo a comprar um jornal fascista», mas «olha, um fascista a comprar um jornal».

    • O racismo é um pecado terrível que comete exclusivamente a raça branca. Às vezes e esporadicamente algum negro (sempre que não for judeu).

    • As manifestações, as greves e os protestos não fazem nenhum sentido se governar a esquerda mas constituem a única alternativa para se expressar livremente quando o poder está ocupado pela direita.

    • O bom esquerdista reivindica sempre que todos os bens da Igreja Católica passem a ser da propriedade do Estado, porque a Igreja não deve possuir bens materiais. E ao mesmo tempo defenderá com entusiasmo as subvenções a qualquer outro culto, sempre e quando não for católico, incluindo o dinheiro para a construção de templos, mesquitas, e quantos ordenados de clérigos ou Imãs forem necessários. Também defenderá com fervor o direito do imigrante ilegal a ocupar catedrais.

    • A história é uma ciência que deve ser revisada quantas vezes forem necessárias adaptá-la ao objectivo supremo da transformação da sociedade.

    • E finalmente nunca esqueça que, num estado verdadeiramente democrático, todos tem direito à presunção de inocência. A excepção dos líderes da direita.

  16. António Marcelo diz:

    Pouco importa que a mãe de Sarkozy fosse sefardita ou francesa. Era judia e isso não incomodou os franceses.

    Franco concedeu a nacionalidade espanhola a todos os sefarditas que quisessem vir para Espanha.

    O ladino (castelhano do século XV) tem uma maior semelhança com o português moderno, quer no vocabulário, na gramática e na pronúncia do que o espanhol actual.

    http://www.sephardicstudies.org/komunita.html

  17. Jaï Bettancourt diz:

    730 carros queimados, 790 arrestações par a noite de domingo para segunda, hoje jà là vão três noites conssecutivas de confrontos em vàrias cidades françêsas, liderados por a LCR (liga comunista revoluçionària) do Olivier Besançenot ajudados por elementos do MJS (mouvement des jeunesses socialiste) assim como elementos anarquistas.

    Registra tambem negociações activas entre a extrema esquerda e as “racailles” de banlieues.

    Enquanto alguns falam de incidentes moderados outros falam de graves desturbios.

    No certo, desde mêses a extrema esquerda assim como os socialistas, entretêm um clima de guerra civile muito òbvio nos termas da campagna eleitoral desenvolvida pelo o PS assimilando o Sarkozy a um homem violento e prigoso.

  18. António Marcelo diz:

    Uma parte da esquerda é alérgica à democracia. São democratas apenas quando ganham. Em 1975 a tropas de Cunhal deram uma lição de sectarismo quando não reconheceram o resultado das eleições onde apenas obtiveram um dez por cento dos votos. Colocaram o país numa situação de golpe de estado técnico. Se Vasco Gonçalves e os seus correligionários não tivessem sido depostos pelo MFA Portugal teria caído numa guerra civil ou no melhor dos casos teria sido invadido pelas forças da NATO.

    A esquerda francesa sofre duma grave doença.

    Em Espanha existe a grave suspeita, ainda não provada, mas muito verosímil, dos atentados de 2004 nos comboios de Madrid terem sido provocados por mercenários magrebinos, delinquentes comuns ao serviço dos serviços secretos controlados pelos socialistas. No julgamento que está a ser celebrado está a ficar claro que todas as provas que acusavam Al Qaeda foram falsificadas e manipuladas pela polícia.

    No caso da ETA estar atrás desses atentados, aquilo era conhecido com antecedência e a polícia não fez nada. O governo de Aznar pecou de incompetência e ingenuidade. Não sabia nem esperava nada.

    Zapatero nunca teria chegado ao poder em condições normais.

  19. Jaï Bettancourt diz:

    Quando ouvi pela a primeira vez, que a ETA estava preparando atentados em grande escala afim de uma grande matança, foi mais ou menos os termos dessa informação difundida pelos midias na altura seja dois meses antes, na altura nunca acreditei que a ETA preparà-se atentados desse tipo, mas uma coisa è certa os servicos secretos espanhois sabiam perfeitamente que se preparava uma grande matança, bem antes que isso aconteça.

  20. Você é que deveria ser metido no esgoto! Sarkozy é um adepto do uso da violência, assim como o senhor. Tal como você, para Sarkozy, na sua mesquinha e atrasada mente a repressão, a humilhação, a ameaça e o recurso a violência são as rspostas aos problemas com que a França se depara e independentemente dos problemas ou dos disturbios a violência, o uso da força, nunca foi solução.

    Mas claro que você tinha que estar feliz. E, claro que tinha que apoiar Sarkozy para os seus fãs não o abandonarem. Finalmente a “ralé” vai para o “esgoto”. Você devia era ter vergonha pelo que diz! Enfim

    continue assim.

  21. Farto da Esquerda diz:

    A esquerda sempre adia o recurso à autoridade e a força até serem introduzidas «políticas sociais» que nunca chegam. Eles aceitaram o capitalismo e para dissimular e enganar os seus adeptos utilizam a demagogia, enquanto eles vivem na opulência e na corrupção.

    Continuem assim.

  22. Jaï Bettancourt diz:

    Tiago Pregueiro

    A “ralè” ! Em França costuma-se dizer a gente como você, se gosta tanto dessa gente porque è que não vai viver no meio deles ?

    Mais ainda, porque è que não os convida a comer e a dormir na sua casa ?

    Então você não sabe que o Sarkozy tem essa fama por ter feito certas declarações depois que um menino (turco) de 11 anos ter sido morto por balas enquanto ocorria um ajusto de contas entre gangs armados.

    A final não hà diferença nenhuma entre esquerdistas francês ou portugueses, defendem todos os criminosos e rapidamente se esquecem das victimas !

  23. Farto da Esquerda diz:

    Não gostam de utilizar a repressão, mas utilizam a linchagem verbal, a violência e a desqualificação moral cotra aqueles que discordam dos seus dogmas e das suas teses «tolerantes».

    A hipocrisia e cinismo desta gente é verdadeiramente estomagante.

    Continuem assim.

  24. Farto da Esquerda diz:

    Quel toupet! diriam os franceses.

  25. Jaï Bettancourt diz:

    Estomagante è de ver estes ultimos dias elementos de esquerda apedrejarem, quebrar montras e queimarem carros aos gritos ” non à la violence “.

    A França està irremediavelmente dividida, vamos à frente de graves confrontos como se podem ver em certos paises de Amèrica do Sul, as universidades estão jà a organizar as proximas greves a comecar por a universidade de Tolbiac.

    Outros sindicatos estão preparando o que è uma moda em França grèves preventivas.

    Quando saio a rua, vàrias vez sou interpelado sem nenhuma razão por zarkosista sò por ser de tipo europeio, ainda vivo num bairro a 90% maghrebino, mas estaciono o meu carro a 1 kilometro de casa.

    Essa è a situação que se vive em França, não hà citadão nenhum que esteje ao abrigo da vilença urbana, o vandalismo generalizado passou a ser uma tradição.

  26. António Marcelo diz:

    «Quando saio a rua, várias vez sou interpelado sem nenhuma razão por zarkosista só por ser de tipo europeu, ainda vivo num bairro a 90% maghrebino, mas estaciono o meu carro a 1 quilómetro de casa.

    Essa è a situação que se vive em França, não há cidadão nenhum que esteja ao abrigo da violência urbana, o vandalismo generalizado passou a ser uma tradição.»

    ————————————————————————————

    A violência verbal desse Pregueiro é comparável com aquela utilizada pela «doce» Segolène no último debate eleitoral com Sarkozy. Os franceses souberam ver mais longe e não se deixaram iludir por essas tácticas demonizadoras. Apesar de se encontrar numa situação limite o espírito da França ainda não esmoreceu.

    A França está a sofrer um processo de libanização. Já existem algumas zonas não controladas pelo Estado francês submetidas a bandos de islamistas e às vezes de simples delinquentes comuns. Verdadeiros gangues que tentam impor a sharia, que atacam e humilham as mulheres, mesmo cristãs, que vestem de maneira obscena, segundo os seus parâmetros integristas. Lembro-me de uma rapariga que foi queimada viva numa garagem pelo “crime” de não utilizar o véu islâmico. Pratica-se a poligamia, os casamentos arranjados e nas comunidades senegalesas, a mutilação genital. Muitos destes bandos, compostos por africanos e magrebinos, invadem de vez em quando o centro das cidades para atacarem jovens brancos roubá-los e humilhá-los.

    Há muitos bairros na periferia das cidades francesas que apenas são europeus pela situação geográfica. A população, na sua esmagadora maioria é de origem árabe, africana ou mestiça. Os poucos brancos que lá vivem são pessoas idosas ou com escassos recursos económicos, que não puderam fugir a tempo como fizeram a maioria.

    É esta a situação na que foi colocada a França pela estupidez e cegueira de uns políticos (da esquerda e da direita indistintamente) que não souberam ver mais longe do seu nariz, cegados pelos seus preconceitos ideológicos e pelos lucros que a curto prazo fornecia a existência de uma mão de obra escrava, barata e na aquela altura submissa.

    Eu visitei a França pela primeira vez em 1.982. O número de estrangeiros já era grande, mas a população de origem árabe (argelinos na sua maioria) parecia relativamente integrada. À diferença da vizinha Bélgica as mulheres vestiam à moda europeia e os véus eram muito raros. Muitos deles adoptavam nomes franceses para melhor se integrarem.

    Quinze anos mais tarde, e em coincidência com a aparição do islamismo e a guerra civil na Argélia, a situação mudou radicalmente. A segundo geração, já crescida, encontrava-se ainda menos integrada do que os primeiros chegados. Vi algumas cenas chocantes: mãe e filha, a primeira vestida à moda europeia e a segunda com véu. Antes acontecia o contrário.

    A França encontra-se à beira de uma guerra civil. As tácticas apaziguadoras apenas servem para adiar o desfecho. Só uma política dura e corajosa poderá evitar essa contingência que cada vez parece mais inevitável.

    Todos estes intelectuais que falam em políticas sociais que nunca chegam como pretexto para evitarem a adopção de decisões mais enérgicas, estão a cometer uma falácia. Na prática, a escolha é entre social-liberalismo ou liberalismo-social. Todas as suas políticas económicas tradicionais foram abandonadas. A demagogia e a mentira são as únicas armas para manterem um eleitorado que de outro modo ter-lhes-ia abandonado, asqueado e desiludido. Eu próprio fui outrora votante desses indivíduos. E no que diz respeito aos comunistas, uma vez afundados os seus «paraísos proletários», eles encontram-se totalmente desnorteados.

    Esta gente cega, intelectualmente prepotente e desprezativa, que moura em bairros da burguesia, ignorantes do resto, lembra-me aqueles nobres que viviam nas suas mansões e na Corte de Versalhes, ignorantes da explosão social que estava a germinar e cujas primeiras vítimas seriam precisamente eles.

    «Si la réalité n’est pas comme je veux, tant pis pour elle»

  27. Açoriana diz:

    António Marcelo, adorei o seu texto: “Quer saber se se está a converter num votante de esquerda?”. Em especial a parte que diz que a Igreja Católica é horrível, e que todo e qualquer culto, por mais obscuro que seja, tem mais dignidade e semeia mais bondade, do que a Igreja Católica (sinónimo, para eles, de corrupção, e nada mais. São incapazes de ver um único ponto positivo na Igreja da maioria portuguesa).

    O Tiago Pregueiro ilustrou-nos, poucos comentários abaixo, que conhece bem a teoria, e, sendo assim, põe-na em prática para nós a compreendermos melhor (às vezes só com teoria não vai lá).

    Jaï Bettancourt: Com que então essa escumalha que apregoa liberdade, igualdade e justiça, grita “non à la violence”, enquanto incendeia carros (e possivelmente atira pedras e cocktails molotov à polícia). Bonito… Aí está um belo exemplo de coerência!! 🙂

  28. Jaï Bettancourt diz:

    Desta vez foram essencialemente elementos de extrema esquerda, na sua grande maioria françêses brancos.

    Embora uma forte mobilizção e um aumento forte das inscrições nas listas eleitorais, muita gente levaram uma forte pancada com a eleição do Sarkozy, pois muitos estavam longe de imaginar uma tão forte popolaridade.

    Assim creio que a fratura entre os citadões aumentou mais ainda.

    Os politicos podem dzer a quem os quer houvir ” não hà diferença nenhuma entre todos os françêses ” ou ” a rèpublica è uma e indivisivel ” a realidade è outra e limita-se a uma juxtaposições de comunidades, assim são os pròprios françeses miliões a fazerem diferenças entre eles.

  29. Anoni diz:

    Chorem os racistas e anti-islâmicos amigos do cabeça rapada dono deste blogue. O Ministério da Justiça francês vai ser ocupado por Rachida Dati, 41 anos, filha de pais árabes e muçulmanos.

  30. Fico extremamente satisfeito com isso!!!!!! Deixe-me dar-lhe um exemplo de dois GRANDES PORTUGUESES – que eu admiro – um deles morto em combate, ambos detentores da mais alta condecoração militar portuguesa, por feitos no campo de batalha: o alferes Marcelino da Mata e o capitão-comado João Bacar Djaló, enterrado em campa modesta no cemitério militar português de Bissau, e cujos restos mortais há muito deveriam ter sido transladados para Portugal, com funeral e honras militares dignos dos seus feitos e do seu patriotismo.
    Ambos receberam a Ordem Militar da Torre e Espada, com que uma escassa meia-dúzia de militares foi homenageada (não contando com os Chefes de Estado Maior General, que a recebem sempre, por tradição, no fim do seu mandato.)
    A Pátria não está na cor da pele ou nas letras do passaporte. A Pátria está na alma, no coração, no espírito, na vontade e no querer que nos anima, desde D. Afonso Henriques.

  31. Anoni diz:

    Não acredito na sua satisfação. Pelo menos não acredito na satisfação dos seus amigos racistas e xenófobos, dado o silêncio demonstrado.
    Maquinazero se João Bacar Djaló era um muçulmano (é mais provável que tenha sido dado que os Djalós guineenses são muçulmanos), não estaria nada contente com os insultos e as ofensas gratuitas que este espaço proporciona contra o Islão e o profeta Muhammad. Isto que está a ser feito na pátria que ele amava e pela qual deu João Bacar Djaló deu a vida, é uma ofensa à sua memória.
    Os cidadãos são protegidos pela Lei portuguesa contra ofensas aos símbolos das suas fés. Só o icone que você utiliza e as conotações que tem com o que representa, é suficiente para entender o que você é. Tenho ainda fé que você como autor deste blogue será acusado pelo MP português, e espero bem que seja condenado à prisão efectiva que talvez lhe servirá para arrefecer o ódio que você propaga.

  32. Draco diz:

    Para ilustrar o que acontece no mundo, e para melhor compreender os acontecimentos, não são necessários insultos ou comentários foleiros. Basta uma descrição dos factos. Cada um que os entenda como muito bem entender.
    Já agora, sou patriota, anti-racista e anti-fundamentalistas.

  33. Draco diz:

    Já agora, o facto de, no mundo muçulmano mais fundamentalista, poder ser assassindo por ser cristão não incomoda o Sr Anoni? É só um facto…

  34. Argh diz:

    Já não entendo mais nada! O Sarkozy é judeu e racista, que contra-senso!

  35. Meu caro Anoni:

    Você está a chamar-me mentiroso, quando diz que não acredita no que eu afirmo. Julgo que é a primeira vez que respondo a um comentário seu. Tenho por norma pessoal não insultar as pessoas que fazem comentários no meu blogue. Respondo com educação e correcção, embora com alguma contundência verbal. Sugeria-lhe que fizesse o mesmo. Já em relação aos que as outras pessoas que qaui comentam pensam, nada tenho a ver com isso, como calcula.

    Respondendo a parte do seu comentário, o capitão da minha companhia, quando estive em Angola, tinha feito já uma comissão de serviço na Guiné. Conheceu o capitão João Bacar Djaló. Tinha uma enorme admiração por ele. E claro que o capitão João Bacar Djaló era muçulmano. Aliás, o meu capitão até me contou algumas histórias curiosas, como quando o capitão Djaló ia até à messe dos oficiais com duas ou três das suas várias mulheres. As (poucas) esposas dos oficiais metropolitanos que ali estavam ficavam muito “incomodadas”. Mas os camaradas do capitão Djaló, oficiais que com ele combateram, lado a lado (alguns a quem ele salvou a vida), sentavam-se à mesa e bebiam um copo com ele.

    O capitão Djaló, ao contrário de você e da maioria dos muçulmanos, tinha uma Pátria: Portugal. Você, pelos vistos, será cidadão Português. E eu pergunto: qual é a sua Pátria: Portugal ou a “Ummah”, a nação muçulmana?

    Quanto à sua invocação da Constituição POrtuguesa, sugiro que comece, primeiro, por respeitá-la e defendê-la. POrque só depois terá direito a invocar as leis que essa mesma Constituição garante.

    Melhores cumprimentos,

    Máquina Zero

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