Resposta (II): Pobre Miguel Braga!

Três questões pertinentes

O Stran, meu caro adversário, deu-me uma ajuda e seleccionou aquilo que ele considera serem as três questões mais pertinentes colocadas pelo Miguel Braga.

(Alô? Alô? Miguel Braga? Está lá? Onde anda você, Miguel Braga, que nunca mais deu sinais de vida, depois de eu denunciar a FALSIDADE das suas acusações, neste post: “Resposta (I): Pobre Miguel Braga”? Nunca mais vi rasto de si, por estas bandas… Olhe que eu não mordo…)

Primeira pergunta do Miguel Braga salientada pelo Stran: “Sobre a ligação “implícita” que este site tem com politicas discriminatória e que roçam o racismo e xenofobismo (pelo menos é a imagem que me transparece)?”

Meu caro, tem que ser mais “explícito” sobre essa relação “implícita” entre este blogue e as políticas discriminatórias que roçam o racismo e a xenofobia. Veja este comentário meu, aqui. O que acontece com frequência é que basta um pessoa dizer que a imigração tem que ser controlada (o que acontece em todos os países do mundo) para alguém achar que, implicitamente, se está a defender a expulsão dos imigrantes.

O Stran destaca outra questão do Miguel Braga: “Mas se os basofes, se os emigrantes criminosos lhe merecem tantos reparos, porque é que nunca vi neste site referências aos cabeças rapadas e aos seus crimes???”

Olhe, também nunca viu, aqui, uma palavra em defesa do Mário Machado ou de qualquer comportamento violento, seja de quem for. Também nunca ninguém viu aqui nenhuma palavra a favor da Freira do Bugio. E qual o significado disso? Que eu sou a favor da extinção da Freira do Bugio?

Antes pelo contrário, sempre deixei bem claro que, para mim, acima de tudo, está a Constituição Portuguesa e que, em matéria de agressões e outras atitudes violentas, só receito polícia, lei e tribunais. Mas eu vou fazer uma lista de todas as situações possíveis em que eu tenha que deixar bem expressa a minha posição (desde o que penso sobre as medidas de protecção da Freira do Bugio, até à minha postura quanto ao aquecimento global, passando pela co-incineração – à cautela, não vão acusar-me de defender a utlizaçao de câmaras de gás..)

Agora a sério: ataquem-me por causa daquilo que escrevo, mas não me ataquem por causa daquilo que não escrevo. Isso é absurdo!

Pergunta ainda o Miguel Braga (e considera o Stran uma questão interessante): “Nos sites de “nacionalistas” de cabeça rapada vi desculpabilizações da morte do Alcino Monteiro, alegando que não é crime matar-se “símios”! Acha bem?”

Já vi em alguns sites a defesa do sexo anal entre homens, como sendo algo delicioso e que deve ser praticado regularmente. Será que o Miguel Braga também pensa ( e pratica…) o mesmo?

Voltando às questões sérias, obviamente que não desculpabilizo a morte do Alcindo Monteiro, tal como não desculpabilizo a morte violenta de ninguém! Mas ó Miguel Braga, estamos a falar do meu blogue, do Máquina Zero, e não dos blogues dos outros. Então eu que, post sim, post não deixo bem claro que sou um defensor acérrimo da Democracia, da Constituição, da legalidade democrática, que nunca advoguei, defendi ou estimulei qualque tipo de atitude violenta, agora sou questionado por aquilo que vem escrito noutros sites?

Alguma vez me viu, ó Miguel Braga, usar alguma frase desse género? Então, acusa-me “implictamente” (um novo conceito jurídico, este do crime “implícito…) com base em quê?

Diz o Miguel Braga: “Os emigrantes que cá vivem, tal como os emigrantes portugueses no Estrangeiro, são pessoas que vêm à procura de melhores condições de vida. Não são todos criminosos. Porquê generalizar?”

Mas onde diabo é que eu generalizei? Citem-se lá uma frase minha em que faça uma generalização dessas, partindo de meros critérios raciais. Vou dar-lhe um exemplo! Este post sobre os ciganos: “Ciganos acima da Lei”. O que está lá escrito é racismo? Então um responsável policial diz que tem conhecimento de que determinadas pessoas, de etnia cigana, circulam de carro, em Montemor, sem carta e reconhece que a polícia fecha os olhos, por razões de carácter cultural? Que diabo, ninguém está acima da lei e se as tradições culturais fossem superiores à lei, tínhamos o Serviço Nacional de Saúde a pagar a realização da mutilação genital feminina nas filhas dos imigrantes guineenses – que as mandam para Guiné, para serem “operadas”; quando atingem a idade para isso

Diz ainda o Miguel Braga, sobre o Mário Machado: “Diz-se que foi um dos assasssinos do Alcino. Acha-o pessoa correcta?” Mas isto é espantoso! Nunca, neste blogue, defendi fosse que tipo fosse de violência, muito menos de base racial. Sugiro ao sr. Miguel Braga que faça uma lista mais completa, com todas as dúvidas que tem a meu respeito, que eu respondo, preto no branco (Ooooopppps! Lá me vai ele chamar racista!!!!)

Continua o Miguel Braga: “Acha bem os raides dos cabeças-rapadas aos “pretos”?” Respondo eu: “Não. Acho mal. Acho mal raides sejam de quem for contra seja quem for: amarelos contra azuis, verdes contra vermelhos (a Juve Leo e os Diabos vermelhos, p. exemplo), negros à caça de brancos, como conta o General D, aqui, brancos contra negros, etc, etc.

O Miguel Braga quer saber a razão dos “ataques ao profeta Maomé, chamando-lhe pedófilo, e coisas do género?” Bem, não só casou com uma criança de nove anos, como deixou as fontes de Direito (intocáveis, nas leis islâmicas) que permitem o casamento logo que a criança atinge a pueberdade, que permitem e execução dos homossexuais, apenas por oserem, que permitem o casamento ente homens de 55 anos com crianças de 11 anos. Será que o Miguel Braga está de acordo com estes preceitos legais islâmicos, que têm letra de lei no Irão e no Afeganistão, por exemplo?

Se estar contra isto é ser anti-islâmico, então eu sou. O Miguel Braga não é anti-islâmico porque não está contra a execução de homossexuais? Já agora, não me lembro de ter chamado “pedófilo” ao Profeta Maomé…

14 Responses to Resposta (II): Pobre Miguel Braga!

  1. Stran diz:

    Antes demais parabéns pela resposta que está bem estruturada e fundamentada.

    Como já acompanho sei que nunca escreveria algo que fosse expressamente xenofobo, ou que não fosse baseado em factos descritos noutros sites, jornais, etc…

    Tive a verificar alguns posts para tentar fundamentar o que queria dizer com ligação implicita (que não é nenhum crime, nem pretendo afirma-lo).

    Na minha dúvida de uma ligação implícita gostava então de esclarecer o que me leva a ter tal afirmação:

    Neste blogue aparecem muitas vezes a conotação directa entre multiculturalismo (convivência entre pessoas de culturas diferentes) e crimes. Esta associação é feita sistematicamente, isto é quando o meu caro MZ publica um post sobre um crime violento normalmente fá-lo sobre um crime praticado por um emigrante (ou vários).

    Por exemplo no seguintes posts:

    “A exportação de modelos culturais
    Da África, origem do homem, para a Europa. O multiculturalismo no seu melhor.
    “I was forced to kill my baby”
    “Last September a boy’s torso was found in the Thames. Police now believe it could have been a “muti” killing, a human sacrifice practiced in southern Africa. Here, as seen in a BBC Two documentary, a mother reflects how she was forced to help kill her own child.” (BBC – 2002)”

    (este foi um crime brutal e que uma politica de multiculturalismo não tem nada a ver, quem defende uma sociedade multicultural não defende a existência de crimes que tenham fundamento numa tradição qualquer. Não sei como é que este exemplo pode ser “O multiculturalismo no seu melhor”)

    O mesmo tipo de ligação existe no post seguinte:

    “Navegando pelos esgotos da Europa (III)
    * Um gang de albaneses assaltava comerciantes chineses da zona de Varziela, em Vila do Conde. Delícias do multiculturalismo e a contribuição dada, pelos imigrantes, à sociedade portuguesa.
    * Quatro africanos, todos imigrantes ilegais, foram considerados culpados do assassínio, a tiro, de uma jovem mãe que tinha o bébé nos braços. Mais uma razão para se dar nacionalidade aos ilegais, como fez recentemente o Governo português.”

    (mais uma vez uma ligação entre multiculturalismo, emigração e crimes. A minha dúvida é para quando um post sobre outras contribuições dadas pelos emigrantes que não sejam negativas. Não existem ou são demasiados banais para serem colocados em post?)

    Dentro do mesmo post aparece também a ligação muitas vezes feita entre religião muçulmana e crimes ou outros aspectos negativos:

    “* Mohamed foi o 22º nome mais escolhido para crianças nascidas em Inglaterra, no ano passado. A fertilidade dos muçulmanos, passo importante para a invasão da Europa, continua a ser usada como arma.”

    (depreendo que acredita que “todos” os muçulmanos nos queiram invadir para impor o seu estilo de vida na Europa. Correcto?)

    No post seguinte aparce um exemplo de uma generalização elaborada por si:

    “Estratégia muçulmana para Portugal
    Enquanto o engº Habib Tayeb não “fecha” o site a visitantes, a Comunidade Islâmica da Web é um manancial de revelações. Porque muitos dos que ali escrevem fazem-no como se falassem apenas entre muçulmanos. Ou seja, dizem aquilo que nunca diriam em público, perante jornalistas ou infiéis. Fica aqui um exemplo da estratégia muçulmana, que inclui Portugal:
    “(..) Bom o muçulmano tem que ler no alcorão o que ele vai fazer neste momento em que eles (americanos, sionistas, cristãos, etc) se preparam para matar os muçulmanos e destruir o islam, assim como foi na idade média. Bom vamos ao alcorão : “Combatei, pela causa de Deus, aqueles que vos combatem; porém, não pratiqueis agressão, porque Deus não estima os agressores. Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos. ” Al Corão [2::190-191]”

    (a generalização está no título, pois ao referir-se a uma “Estratégia muçulmana para Portugal” está a colocar todos os muçulmanos no “mesmo saco”.)

    Outro post em que comete o erro de generalizar é quando define a esquerda, como o faz no seguinte post:

    “Novidades no Máquina Zero
    Este blogue pretende combater:
    – A Esquerda, mãe de todos os vícios;”
    (uma provocação: quais são todos os vícios de que a Esquerda é mãe?)

    Gostaria também de dar um exemplo de um “branqueamento”, quase incentivo a actos violentos, como o colocado no post seguinte:

    “Depois de Alcorcón, Utrecht revolta-se
    O agente da polícia que abateu o cidadão holandês, segundo várias fontes, seria de origem imigrante. Após a morte de Mulder, centenas de cidadãos holandeses revoltaram-se, queimando carros, saqueando lojas e pegando fogo a centro comunitário frequentado por imigrantes. Depois da revolta de Alcorcón, em Espanha, onde os espanhóis se manifestaram contra gangues de imigrantes sul-americanos que, entre outras coisas, obrigavam os transeuntes a pagar pelo “direito” de passarem pelas ruas da localidade, chegou a vez da “pacífica” e “tolerante” Holanda. Haja esperança!”

    (Desde quando há “esperança” quando pessoas praticam actos violentos “queimando carros, saqueando lojas e pegando fogo a centro comunitário frequentado por imigrantes.”)

    Para além dos factos anteriormente mencionados, a colagem deste blog a um perfil de simpatia por extrema direita também poderá ser resultado de alguns posts como por exemplo o seguinte, em que se faz uma apologia de um ditador, nomeadamente, de Salazar:

    “Romagem ao Vimieiro (Santa Comba Dão)
    (…) um homem que serviu este País durante mais de quarenta anos e morreu pobre. Farei uma breve oração, encomendando a sua alma a Deus e colocarei as flores em cima da lápide que assinala a sepultura de António de Oliveira Salazar.”

    e acrescentou nos seus comentários:

    “(…) Os grandes homens são assim… Ficam para a História e na História, porque fizeram História.”

    Finalizando os exemplos gostava de dar dois posts em que a comparações elaboradas acabam por transmitir a ideia de um branqueamento de situações graves.

    “Os terroristas e a extrema-esquerda não…
    Os nacionalistas são uma ameaça para a segurança interna, diz um relatório do SIS, aqueles rapazes que pouco mais fazem que ler jornais e produzir resumos, pomposamente classificados como “relatórios”. Pois é. Os terroristas e a extrema-esquerda não são ameaça nenhuma para a segurança interna, pois não? E quem o garante é o Francisco Louçã, esse paradigma da Democracia, certo?”

    (ou seja fala-se do perigo do nacionalismo para a Seg. Int. e o único comentário é o de que outros também são?)

    E o post seguinte foi, na minha opinião um dos mais infelizes (já o tinha comentado):

    “Líder da Frente Nacional ficou em prisão preventiva
    Mário Machado suspeito de crime de discriminação racial
    Dos 10 elementos alegadamente conotados com movimentos de extrema-direita, detidos na quarta-feira pela Polícia Judiciária, três ficaram em prisão domiciliária e os restantes seis estão obrigados a apresentações periódicas na PSP. General D (*), o raper de origem moçambicana, autor e intérprete de uma música onde se pode ouvir o refrão “pula (branco) mete nojo” e de “PortuKKKal é um erro”, continua em liberdade.”

    Acredito que a intenção foi comparar o tratamento diferenciado entre estes dois cidadãos portugueses, no entanto, comparou um racista que já cometeu um crime ligado a esse facto e que pertence a um grupo xenófobo e violento. Que poderá ter ligações ao crime organizado; com um músico que proferiu uma frase xenófoba, mas cujos passados são incomparáveis.
    Este tipo de argumentação serve de base de defesa a muitas pessoas de extrema-direita e daí uma conotação com a imagem de extrema-direita.

    Finalmente, existiu uma acção sua da qual não pode dizer que não tem culpa. Uma pessoa quando coloca um link na sua página está a fazer publicidade. Ora um desses sites é o “blogs Nacionalistas” (que encontra-se desactivado). Este era um blog que reunia muitos links para blogs nacionalistas onde se encontrava o seu. Ora eu fui a muitos desses outros blogs e devo dizer que a grande maioria são blogs de pessoas de extrema-direita, muitos Nazis confessos, que fazem p.e. a desculpabilização da morte do Alcino e que consideram algumas pessoas como espécie “sub-humanas” (não quero cometer nenhum erro mas julgo que esta ultima expressão foi utilizada pelo Caturo que já comentou neste blog). Ora ao colocar o link, que está na secção de “Blogues Amigo(s)” está a publicitar sites xenofobos (ainda que de uma forma indirecta), e é uma situação que pode evitar, é só o desejar.

    Agora que volto a ler a frase ““Sobre a ligação “implícita” que este site tem com politicas discriminatória e que roçam o racismo e xenofobismo” verifico que talvez tenha sido um abuso. Encontro outros aspectos muitos positivos e que promove, como a sua paixão liberdade de expressão, e a sua antipatia perante alguns comentários. Estes e o facto de se poder ter um debate racional (mesmo quando estamos em campos opostos) sem recorrer ao insulto fácil é uma mais-valia. Talvez por isso seja mais critico (por exemplo noutros blogues simplesmente desisti de ir, por verificar que os debates são irracionais) quanto a este blogue.

    “Agora a sério: ataquem-me por causa daquilo que escrevo, mas não me ataquem por causa daquilo que não escrevo. Isso é absurdo!”

    Se o seu interesse é o crime, então falar apenas dos crimes provocados por emigrantes é uma visão redutora do problema, se o tema é emigração então falar apenas de problemas com, e nestas, comunidades é também redutor. Se o tema é fundamentalismo islâmico, a generalização a todos os muçulmanos é um erro e finalmente se se defende a democracia é me difícil conceber ter em consideração qualquer ditador. Como vê as minhas criticas é sobre o que escreve e, principalmente, como escreve e não sobre o que não escreve.

    Espero que tenha conseguido esclarecer a minha afirmação.

  2. Lidador diz:

    Caro Stran, a asneira é livre, mas quando é demais, faz comichão.
    “Multiculturalismo” é exactamente o contrário daquilo que disse.
    É cada um viver no seu galho, com os seus valores e tradicções…é, por exemplo, permitir a poligamia aos muçulmanos no Ocidente, a excisão nas meninas, etc,etc.

    Multiculturalismo é o contrário de integração.

    Enfim, esta sua ignorância imunda e grossa, ajuda a explicar a inacreditável puerilidade do seu “discurso”.
    As floribelas são assim…não sabem do que falam, mas têm sempre na ponta da língua uma frase cheia de andorinhas e florzinhas.

    Infelizmente para elas, os pássaros largam guano e as flores têm abelhas.

  3. Stran diz:

    Meu caro Lidador,

    Lá está você com a mão no teclado mais rápido do que o seu pensamento. Passe uma vista de olhos (breve, não precisa de muito tempo) sobre o que é multiculturalismo e depois fundamente a sua afirmação de ““Multiculturalismo” é exactamente o contrário daquilo que disse.” se o conseguir.

    Tente ser um pouco mais calmo, só lhe fará bem e tente não resumir o seu comentário ao simples insulto. Daria uma conversa deveras mais interessante…

  4. Lidador diz:

    COMO DESCONSTRUIR UMA NAÇÃO
    por Patrícia Lança

    Mais sobre o Reino Unido

    Publicado n’O Insurgente de 27 de Fevereiro de 2007

    O Primeiro Alvo do multiiculturalismo da extrema-esquerda britânica não foi a imigração mas a classe operária indígena. Aproveitando as marcadas diferenças de classe que existiam tradicionalmente na Inglaterra, os sociólogos esquerdistas dirigiram a sua militância ao ensino básico e secundário. Na formação de professores para as escolas do Estado, a atenção principal deixou de ser a preparação na matéria a ensinar. Agora o que importava era transformar as atitudes dos candidatos a professor. Eram acusados de pertencerem a classe média e serem preconceituosos. Tinham que mudar. A sua tarefa não era de inculcar os modos da classe média nos alunos. Não deviam corrigir nem a gramática, nem o vocabulário, nem as maneiras dos alunos. Gritar e falar alto, interromper, chamar nomes, e todo o resto que o professor tradicional não tolerava, agora tornou-se aceitável. Porque, diziam os professores de Sociologia da Educação, era assim a cultura da classe operária. Tentar mudar o que os alunos aprendiam em casa constituía uma forma de repressão inadmissível numa democracia. Quanto a corrigir os hábitos ou a fala dos imigrantes das Caraíbas, nem pensar. Até era bom que os manuais escolares fossem escritos em crioulo. Esta iniciativa naufragou nas rochas da diversidade dos dialectos das várias ilhas, facto que os sociólogos só constataram mais tarde……

    e continua…..

  5. Miguel diz:

    Eu nao sei se o multiculturalismo da crime ou nao, mas que da merda da…Basta ver..Iraq (sem o Saddam para controlar o pessoal), toda a Jugoslavia, recentemente a Estonia, ou mesmo os EUA com toda a violencia racial.

  6. Stran diz:

    Caro Lidador,

    Para quando a sua resposta ao desafio que lancei? Repito:

    “Passe uma vista de olhos (breve, não precisa de muito tempo) sobre o que é multiculturalismo e depois fundamente a sua afirmação de ““Multiculturalismo” é exactamente o contrário daquilo que disse.” se o conseguir.”

    (Nota Final: espero que não tenha sido o seu comentário anterior!)

  7. Meu caro Stran:
    Dou a mão à palmatória apenas numa coisa: a lista de blogues cujo link eu tenho na minha página. Tem toda a razão. Coloquei-os lá já há mais de um ano e, praticamente, nunca mais lhe toquei. Já devia ter revisto e actualizado – e o caso do “Blogues Nacionalistas” é um erro meu, de facto. Quanto ao resto, deixo-lhe, para já, dois comentários meus, que também já indiquei ao Miguel Braga: veja isto, aqui e leia mais isto, aqui. E depois veja esta introdução à minha futura resposta ao Miguel Braga
    Cumprimentos,
    Máquina Zero

  8. Stran diz:

    Antes demais desculpa por este comentário atrasado. Embora não tenha tido tempo de escrever tenho passado por aqui para ler e tenho notado uma evolução muito positiva no blog. Mais uma vez parabéns pelo teu código de conduta.

    Quanto aos links que aponta, antes demais obrigado. Já tinha lido um deles e solidificava a minha ideia deste blog. Como quis dizer no meu comentário, é um problema a meu ver de conteúdo (forma) e de aproveitamento por parte de outros para expressar a indignação ou revolta que têm por populações imigrantes (mas que embora não concorde não é a minha pretensão tentar mudar). Teremos opiniões diversas sobre muitos assuntos mas é interessante discutir aqui contigo. Sinto que existe espaço de debate (além dos teus links, também tenho de saudar e teu trabalho em criares um espaço de debate) e com este código de conduta ele poderá ainda ser melhor.

    Gosto muito da frase de Voltaire, que acredito profundamente e se há algo de positivo neste confronto de ideias é sentir que o importante é a democracia ser valorizada, pois antes de outras correntes pertençemos ao grupo dos democratas.

    Que o debate continue…

  9. Stran diz:

    Quanto ao link dos blogs nacionalistas também tenho de dar a mão à palmatória, já o deveria ter dito anteriormente…

  10. Meu caro Stran:

    Este blogue registou “uma evolução muito positiva”, sem dúvida, mas eu não me desloquei um milímetro que fosse – nem para a Esquerda, nem para a Direita – em relação ao qeu penso e ao que escrevo.

    Mantenho tudo o que escrevi desde o primeiro post – excepto aquilo que reconheci terem sido erros, posições incorrectas ou afirmações infundadas da minha parte.

    A evolução positiva a que te referes tem a ver com um simples pormenor técnico: comprei um novo computador, último modelo, tipo avião supersónico, em matéria de processador, ram, hard-disk (e com o Window Vista que, até agora, se revelou uma autêntica maravilha!!!). Aumentei também a “decilitragem” da minha banda larga…

    Tudo junto, permite-me fazer em 20 minutos o que antes me levava quase duas horas…

    Cumprimentos,

    Maquina Zero

    Cumprimentos

  11. Stran diz:

    Meu caro MZ,

    Antes demais a evolução que me referia é em termos de Código de Conduta e de todo um debate que tivemos (eu, você o MB e o Teixeira) e que a meu ver serviu para esclarecer bastante.

    Embora não esteja aqui desde o inicio, já passo por aqui tempo suficiente para saber que em termos de opinião pessoal e visão politica não te deslocarias nem um milímetro para a direita ou para a esquerda.

    Que venham mais debates e que este blogue evolua sempre (e parabéns pelo novo computador, um verdadeiro choque tecnológico pelo que me diz).

    Cumprimentos,

    Stran

  12. Katya diz:

    http://portugalicia.atspace.com/

    e agora digam-me, estes artistas serão de esquerda ou de extrema direita?

  13. António Marcelo diz:

    Estes “artistas” são vítimas de uma doença contagiosa, de um processo alucinatório causador de guerras civis e de toda sorte de desgraças. Se continuarem por esse caminho verão que outros incluem mapas como este:

    É melhor pensar em criar uma Europa sem fronteiras que tentar re-escrever a história e inventar novas pátrias e nações.

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