Código de Conduta (I)

Código de Conduta  para Comentários Colocados no Blogue Máquina Zero (*)

Capítulo I

Das ofensas contra a honra

Artigo 1º

Não serão permitidos comentários cujo conteúdo seja ofensivo para a honra de outras pessoas, ofensivo à memória de pessoa falecida ou ofensivo em relação a pessoa colectiva, organismo ou serviço, de acordo com a definição daquilo que constitui “ofensas contra a honra”,  estabelecida nos artºs 180º a 186º do Código Penal Português e na jurisprudência estabelecida, em relação a casos de crimes punidos pelos artigos citados e transitados em julgado.

(*) – Depois de publicar este primeiro artigo, vou apagar diversos comentários que o violam. A partir de agora, deslocarei comentários desse género para a página “Discussão” (o que qualquer um de vocês também pode solicitar) para depois ser realizada uma “Votação“, nos termos definidos nas “REGRAS PARA A DISCUSSÃO E VOTAÇÃO DE UM PARECER SOBRE UM COMENTÁRIO OU UM POST”.

A isto chamo eu “PRECC – Processo Revolucionário de Elaboração de um Código de Conduta”…

Máquina Zero

PS – Ó Miguel Braga, já viu algo mais democrático do que isto ?

45 Responses to Código de Conduta (I)

  1. Lidador diz:

    Caro MZ, isso não vai dar grande resultado…vão surgir multiplas interpretações sobre o que cada um entende por “honra” e se o facto de Fulano chamar Vosselência a Beltrano terá sido em tom irónico, logo ofensivo da “honra”, e se usar maiusculas, etc.

    No fim terá de ser você a fazer de juiz, advogado, polícia, empregado de limpeza, etc, perdendo tempo em tarefas burocrárticas e justicialistas.

    Mas você lá sabe.

    Bem, se calhar este comentário ofendeu a sua honra…se calhar estou a sugerir que não viu bem a coisa…no limite até pode achar que estou a insultá-lo.

  2. Pente Quatro diz:

    Esta coisa de a mesma pessoa ser policia, mp, advogado, juiz e carrasco, não me cheira.
    Não estou a ver o MZ a aplicar o CCpC a ele próprio. Havia de ser engraçado. Parece que estou a ver o filme. O MZ comentava um comentário de outro comentador, depois verificava que tinha violado o código e transferia o comentário para a página do CC, com o respectivo comentário explicativo da acção.
    Mas ele é que sabe, afinal ele é que é jurista e dono do estaminé.
    Esta é de um gajo se rebolar a rir!!!!!
    MZ, você é um must da net. Se um dia você desaparecer não sei o que será de nós.

  3. Teixeira diz:

    Aplaudo o código de conduta. E não será assim tão difícil manter a boa conduta neste espaço. Será problemático para alguns mas passado o “periodo experimental”, quero acreditar que a discussão dos temas vai sair fortalecida e com maior interesse.

  4. Lidador diz:

    Caro MZ, considero que a frase do comentador Teixeira, “Será problemático para alguns”, é ofensiva da minha honra.
    Isto porque sou uma pessoa com a sensibilidade à flor da pele, e parece-me evidente que a intenção do Teixeira é insultar-me, incluindo-me nos “alguns” a quem, indirectamente chama burros .

    Ora isto é inconstitucional….a menos que o Teixeira diga concretamente quem são os “alguns” a que se refere.
    Se não o fizer, está a lançar uma vaga de suspeição sobre todos os comentaristas, que têm razão para se sentirem insultados e indignados.

  5. Teixeira diz:

    Meu caro Lidador, se julga que eu ando a vender carapuças devo-lhe dizer que está enganado. Mas se gosta de as usar quem sou eu para lhe asseverar que estas até já passaram de moda.

    Não tente manchar a democracia e o bom trato que este código de conduta “obriga” com questões desviantes do interesse das verdadeiras discussões.

  6. Olá,
    Os meus bocadinhos para vir até aqui escrevinhar são minúsculos. Estou a gostar da evolução deste blog.
    Visto que o Profeta do Islão já faleceu e não está cá para se defender, 90% dos posts do Lidadoiro vão à vida.
    E os do MZ também irão muitos. Aquela parte em que me associa com práticas de sexo anal, sem me conhecer de lado nehum, é calamitosa! Não que eu me sinta ofendido, mas convenhamos que é impróprio e tem que ser apagado.
    A democracia está a passar por aqui!…
    MB

  7. E quem imaginaria que eu, um “desesperado” e um “coitado”, no dizer do MB, contribuiria para aumentar a projecção deste sítio! Deus escreve direito por linhas tortas. Um pacóvio como eu, vejam bem…

  8. Lidador diz:

    Não sei se o MZ irá sancionar isto, mas perante a notável aerofagia do MB, é mister fazer-se uma pequena análise psicológica de vão de escada.
    Ele bem tentou corrigir, mas o lapsus teclae, é um sinal claro sinal freudiano da prevalência do id.
    Um acto falhado, como diria e muito bem, o velho sionista de Viena.

  9. Ora bem, caro Lidador,
    V. tira-me as palavras da boca. Em matéria de saúde mental não pretendo ser modelo para ninguém, mas V. é decididamente um caso a precisar de acompanhamento. O ódio, a falta de lógica daquilo que diz, das “baboseiras que ejacula”, para usar o seu estilo colorido e jovial, patente em inúmeros comentários seus, requerem acompanhamento psiquiátrico. Faz-se mister, decididamente.

    Sancionar massacres israelitas em nome de acontecimentos que remontam ao mandato britânico é como se eu agora o quisesse julgar pelos crimes da Santa Inquisição ou pelo tráfico negreiro.

    Concluir que Frei Boff teve “orgasmos” com os ataques às torres de N.Y., pela prosa que transcreveu, é tão absurdo e revelador da sua condição mental, que dispensa comentários. É tresler de uma forma tão aberrante e deslocada do contexto habitual dos escritos desse autor, que faz dó.

  10. E as minhas aerofagias terminaram, no que a si diz respeito. Passe muito bem, caro amigo.

  11. Quanto ao Máquina Zero, não sei se se lembra de uma publicidade televisiva ao chocolate KitKat:

    Tratava-se de um funcionário de alfândega extremamente zeloso, que ia mordiscando a barra deliciosa e perscrutando a bolsa de uma inocente e doce velhinha, metodicamente. Enquanto isso, passavam por detrás dele contrabandistas com vasos de porcelana da China, sacos de notas, e até um urso pardo!

    Ora o meu amigo faz exactamente a mesma coisa. Usa de cuidados cirúrgicos no que toca às acções de ciganos, de emigrantes, e até de jovens suburbanos de tribos diversas, enquanto que tudo aquilo que é bem mais grave mas que pode ser associado à extrema-direita, lhe passa ao lado, como o urso.

    Como católico que é, deve saber que se pode pecar por pensamentos, palavras, actos e omissões. As suas omissões, se não configuram crime do ponto de vista jurídico, são omissões graves. ,Mas o meu amigo é advogado e agarra-se à forma, mandando o conteúdo às urtigas!

    Se pede que o julguemos por aquilo que escreve, então porque se apressa a julgar os basofes por aquilo que eles não fazem. Segundo diz, eles são adeptos da indisciplina, da desobediência, etc.. Não são nenhuns santinhos, mas que se saiba ainda não mataram emigrantes e esquerdistas a pontapé. Ora outra tribo urbana, a dos cabeças-rapadas neo-nazis, não lhe merecem qualquer comentário. O urso!…

    Admiro a sua paciência de compilar o tal caso dos basofes. Parece que meti o pé na argola. Contudo, vamos ao urso da questão: divulgar identidades de miudos basofes num site destes é como abrir a caça ao basofe. Repito: deixe lá os miudos em paz! V. tmabém já foi miúdo, e nas gaiolas de Miratejo e do Laranjeiro, no meio do asfalto e da decrepitude, das famílias carenciadas e muitas vezes sem rei nem roque, a garotada tem que se agarrar a qualquer coisa que lhe alegre os dias e transforme a porcaria em algo que se cheire.

    Basofes, Chavs, Guidos, Chungas, Mitras, toda essa rapaziada suburbana, são produto do nosso mundo. Não acordam a pensar em ir chatear os cavalheiros idosos de extrema-direita.

    Já os neonazis matam mesmo. E se bem que me chateie completamente as aceleradelas dos chungas, o seu ar constante de provocação, tenho de reconhecer que matar e espancar, não o fazem. Nem está no seu programa de acção. Com a minha idade já os olhos com compreensão. Quando transgridem, policia, claro!
    Acho que a vossa aversão a esses garotos é menos objectiva e mais visceral. Mas isso não faz lei. Por enquanto.

  12. Continuando estas notas soltas, estou satisfeito por o meu amigo se ter demarcado de Mários Machados e dos cabeças rapadas neonazis. Foi pena não o ter feito espontaneamente, neste blog que é um autêntico observatório social. Mas fê-lo. E se calhar vai perder algumas amizades. Antes assim, para o seu bem, pois essa gente é perigosa.
    Deixei-lhe abundante material para comentar. Material importante, acerca da extrema-direita e do PNR. Ainda não o ouvimos acerca do PNR. Se aprova esse partido, estamos conversadíssimos.

    Diz o meu amigo a dada altura que é um homem porque viu cair um camarada na Guerra. Lamento que tenha combatido nessa guerra, e lamento a perda. Não brinco com essas coisas, mas há muito boa gente que passou por guerras e está longe de ser um “homenzinho”. E vice-versa.

    Eu não estive na Guerra mas cumpri o meu SMO numa tropa de elite e vários camaradas não resistiram aos rigores e à arbitrariedade do treino, se é que me entende. Não sei se sou um homem, creio que sim. Uma das coisas que me faz supor que sou um homem não é ter passado por essas fileiras, mas sim o ter aprendido a ser tolerante, e a ver em cada ser humano um homem como eu. Os filhos dos emigrantes são iguas aos meus. São gente. Repugnam-me profundamente os comunicados de certas organizações que falam da primazia da “criança branca”.

    Neste site, os nativos de certos países são “violadores” quando emigrados e “incomparavelmente hospitaleiros” quando vamos de férias à terra deles.

    Se combateu nas ex-colónias, fico um pouco surpreendido com a sua actualização em relação a minudências estereotípicas da juventude actual. Na sua idade é notável. Parabéns!

  13. Lidador diz:

    “Parece que meti o pé na argola”.

    Bem, na verdade não foi só o pé e é espantoso que só agora o MB se tenha apercebido disso.

    Na verdade, a generalidade daquilo que pensa serem as suas “opiniões” , na verdade , não passa de impulsos primários, tendências mórbidas e ideias feitas, uma inacreditável cornucópia de palavreado floribélico que faria corar de inveja uma qualquer candidata ao concurso de Miss Ovibeja.

    Claro que não se lhe pode exigir que compreenda as coisas à primeira, mas vá lá que pelo menos à n-eséima vez, se apercebeu que se enfiou todo na argola.

    É talvez a 1ª vez que isso lhe acontece na vida, pelo que o MZ está de parabéns por ter feito uma boa acção.
    É de escuteiro.
    Eu não tenho tanta paciência para dissecar cadáveres ideológicos, mas atenção, não veja nestas palavras qualquer apelo à violência ou a soluções espartanas.
    Não advogo de maneira nenhuma que o MB seja diluido em H2SO4, ou empanzinado com vidro moído.
    Nada disso.
    A falésia e as soluções espartanas não são politicamente correctas.
    Uma boa solução era ocupar os MB’s que por aí largam pevides, na patriótica tarefa de lamber selos, mas com isto dos mails, a coisa não tem futuro.
    Colar cartatez tb já foi chão que deu uvas.

    …..se calhar a falésia até nem é mal vista….
    .

  14. Ah, é verdade, também me chamou “pérola”, em comparação com uma pessoa que dá pelo nome de Katana e vem debitar umas absurdidades. Além da questão do coito anal, do mural do Stalin. Ó meu amigo, essa crispação não é nada boa para a saúde.

    Acho muita graça quando V. afirma que não é culpado pelos erros cometidos pelos nossos antepassados na Inquisição ou na escravatura. Isso passa-lhe ao lado, como o urso, enorme e peludo, enquanto vasculha malinhas de senhoras idosas. Mas então porque raio vem censurar a expansão muçulmana de antanho? (E não toca nas Cruzadas, por exemplo).

    Convenhamos que as suas contradições são constantes e estão à vista de toda a gente. falei-lhe da colonização das Américas, do sanguinário Império Britânico, e de outros genocídios. Mas a si só importam os genocídios cometidos por muçulmanos.

    Temos de respeitar, para sermos respeitados.

    Maomé foi um “pedófilo”? Apelava à Guerra Santa? Quer culpar os muçulmanos actuais disso, porquê? Porque gosta de odiar.

    No Antigo Testamento não faltam casos de poligamia, de apologia da escravatura, de leis a ditar a pena de morte para homossexuais, adúlteras, de apologia da escravatura, de castigos “divinos” para os israelitas por terem poupado mulheres e crianças nas suas conquistas (saque de cidades indefesas). Quer culpar os judeus e cristãos de hoje por isso?

    Lêem-se por aqui comentários a ofender os muçulmanos que são tão graves como aquele que vai comunicar à PGR. Mas essas são ofensas boazinhas, certamente.
    Mais: vai fazer um site e mover uma perseguição ao fedelho que postou essas barbaridades racistas. Mova também ao Lidadoiro.

    Aqueles garotos brasileiros cujo vídeo a dizer mal de Portugal lhe mereceu tanta condenação. É uma estupidez, mas são garotos bêbados e sem educação. Como homem que é, adulto, maduro, não é capaz de ver essa estouvadice com alguma compreensão. Já os gajos do PNR têm idade para ter juizo…

    Este assunto estou disposto a debater consigo, caso queira, numa perspectiva construtiva.

  15. Dizia um comentador que o Máquina Zero estava nas cordas. Não está. O Máquina Zero está, por natureza, deitado no tapete, completamente KO, desde o início de qualquer combate que tente travar com estas ideias.
    O outro, o bobinho da corte que anda aqui a saltitar, é um caso patológico. Coitado…
    Já o MZ é daquelas pessoas que chegam a uma certa idade e precisam de se indignar. Se não tiverem a sua dose de indignação, o metabolismo vira-se do avesso. Como seria a vida destes junkies da indignação de extrema-direita num mundo à sua maneira? Insuportável. Eles precisam de jovens suburbanos com apertos de mão complicados, eles precisam de atentados bombistas muçulmanos (e de uns massacres israelitas para se deliciarem), eles precisam de um bom acampamento de ciganos para escreverem umas cartas ao Correio da Manhã e ao Diabo, eles precisam de umas violações para culparem os “pretos”, ou os de leste, eles precisam de tráfico de droga nas ruas para poderem infignar-se, desejar a morte aos drógados /desde que não sejam os próprios filhos) e de barafustar contra as salas de injecção assistida e os programas de metadona. Indignação, ódio, prazer de ver sofrer.

    Em breve poderá ser patenteado um programa de produção de energia que usará aindignação destas pessoas. Põe-se-lhes um capacete na cabeça, que vai captar a fervura e o espumar, enquanto lhes são fornecidas notícias como a legalização das uniões homossexuais ou a recusa de expulsar emigrantes. Será bom para toda a gente. Assim teremos independência energética, os países a quem damos armas para se matarem uns aos outros enquanto sacamos petróleo vêem-se livres de nós, e os junkies da indignação deliram, espumam de prazer!

    E com esta me vou. Forte abraço, muita saúde, e deixe-se dessas coisas do PNR e assim. Não deixe passar os ursos!

  16. P.S. – Vá lendo esse perigosíssimo esquerdista que eu tanto admiro e com quem costumo estar em consonância de opiniões, passe a minha insignificância: O Nuno Rogeiro.

  17. E deixe as velhinhas em paz, claro! Um homem não massacra as pobres e doces velhinhas. E V. é um homem, segundo diz.

  18. Lidador diz:

    Bem, ó MZ, como vê, o amigo MB, acaba de se espalhar ao comprido em tentativas dolosas de insulto, ofensas à honra, etc,etc.

    Dá-se-lhe corda e a cornucópia jorra o conteúdo.

    Claro que o MB é algo patético e não domina a arte do insulto, limitando-se a despejar umas coisas vagamente tabernícolas, entre mentiras, lugares-comuns floribélicos e uma espessa e desagradável baba proto-marxista.
    É verdade que parece não dar mais do que aquilo e, se bem que a culpa não seja toda dele, que nem sequer foi ouvido no acto de que nasceu, deixe-me listar aqui algumas das bacoradas do nosso zote:

    ” Em matéria de saúde mental … V. é decididamente um caso a precisar de acompanhamento. O ódio, a falta de lógica daquilo que diz, das “baboseiras que ejacula”, para usar o seu estilo colorido e jovial, patente em inúmeros comentários seus, requerem acompanhamento psiquiátrico. ”

    ” é tão absurdo e revelador da sua condição mental”

    “Parece que meti o pé na argola”

    . Contudo, vamos ao urso da questão: divulgar identidades de miudos basofes num site destes é como abrir a caça ao basofe. Repito: deixe lá os miudos em paz! V. tmabém já foi miúdo, e nas gaiolas de Miratejo e do Laranjeiro, no meio do asfalto e da decrepitude, das famílias carenciadas e muitas vezes sem rei nem roque, a garotada tem que se agarrar a qualquer coisa que lhe alegre os dias e transforme a porcaria em algo que se cheire.

    “Eu não estive na Guerra mas cumpri o meu SMO numa tropa de elite e vários camaradas não resistiram aos rigores e à arbitrariedade do treino, se é que me entende.” ( Já agora, ó MB, que tropa de elite? Não me diga que era cozinheiro pacassa na CCS do Reg de Comandos?)

    “Não sei se sou um homem, creio que sim.”

    Presunção e água benta….

    “mas sim o ter aprendido a ser tolerante, e a ver em cada ser humano um homem como eu. ”

    vê como mente…então os judeus não merecem a sua tolerância?
    O Lidador não merece a sua tolerância?
    Os neonazis?
    Os neofascistas?
    Os serial killers?

    Ah…já entendi…tolerância e tal, mas só para os meus amigos.
    Tá bem abelha.

    “e vem debitar umas absurdidades.”

    Convenhamos que as suas contradições são constantes e estão à vista de toda a gente. falei-lhe da colonização das Américas, do sanguinário Império Britânico, e de outros genocídios. Mas a si só importam os genocídios cometidos por muçulmanos.

    “Temos de respeitar, para sermos respeitados.”
    Bem prega Frei Tomaz, ouve o que ele diz, não faças o que ele faz.

    “Lêem-se por aqui comentários a ofender os muçulmanos que são tão graves como aquele que vai comunicar à PGR.”

    Então a “tolerância”?

    ” fedelho que postou essas barbaridades racistas”

    ” Lidadoiro.”

    ” É uma estupidez, mas são garotos bêbados e sem educação.”

    ” Já os gajos do PNR têm idade para ter juizo…”
    Então a “tolerância”?

    “. O Máquina Zero está, por natureza, deitado no tapete, completamente KO”

    “O outro, o bobinho da corte que anda aqui a saltitar, é um caso patológico. Coitado”
    Então a “tolerância”?


    “chegam a uma certa idade e precisam de se indignar”
    Onde já vai aquela história do respeito…..

    “destes junkies da indignação de extrema-direita ”
    Está a ser pouco tolerante, o MB…

    Como dizia o MZ, cada tiro, cada melro…

  19. Lidador diz:

    Preconceituoso, o MB?
    Não….apenas um homem vergado ao peso do pecado original, condenado a carregar sobre as costas o pesado fardo da culpa do homem branco.

    É muito natural que use um cilicio e que nas angustiosas horas da noite, se chicoteie duramente pelo pecado de ser branco e ter desaguado no presente pelas más acções dos seus ancestrais.

    No entretanto, vai gozando o bem bom que esta “sociedade pecaminosa” lhe dá.
    Até tem computador…..deve ter caído do céu…
    Ai estes são os flhos do Rousseau…

  20. «O que diferencia o sofisma da falácia, é que, embora ambos sejam basicamente raciocínios errados, a falácia é involuntária.»

  21. Teixeira diz:

    Lidador, a estratégia do “agent provocateur” já não pega…

    O que seria deste espaço sem o maior cómico da blogosfera. Continue por aqui mas olhe que está a roçar a linha do respeito que o código de conduta exige… (LOL)

    Veja lá, não se provoque a si próprio.

  22. Lidador diz:

    POis é. MB, veja ao que está reduzido, nos intervalos da auto-flagelação: a declamar citações, como quem recita versículos.

    MB e posta de pescada, aos três dias enfada!

  23. Stran diz:

    Fico contente por ter saido o codigo de conduta. Espero que cumpra a sua função.

  24. Pente Quatro diz:

    Eu penso que o MZ deve ser tolerante com o Lidador.
    Ele é um castiço e o pessoal adora vê-lo a espumar como um desalmado.

  25. Sydnei diz:

    MZ :
    Vc podia começar excluindo o post “Atenção: Contém cenas eventualmente chocantes”.
    Lá vc diz :”De ir às lágrimas, este texto da jornalista Fernanda Câncio, de que citamos algumas passagens (O texto integral está aqui). O apreço pelo esgoto, pelas mais baixas e degradantes formas de vida, é uma marca registada da f., no blogue Glória Fácil”.
    Se chamar um ser humano que morreu em circustâncias tão bárbaras de “baixa e degradante forma de vida” não é ofensa à honra, então o que é? No mínimo, trata-se de flagrante caso de homofobia…

  26. Meu caro Miguel Braga:
    Você afirma o seguinte: “Continuando estas notas soltas, estou satisfeito por o meu amigo se ter demarcado de Mários Machados e dos cabeças rapadas neonazis. Foi pena não o ter feito espontaneamente, neste blog que é um autêntico observatório social”
    Desculpe lá, este BLOQUE TEM 1.069 POSTS, distribuídos POR 133 “TAGS”, posts esses que já DERAM ORIGEM A 7.365 COMENTÁRIOS.
    E agora pergunto-lhe: LEU OS 1.069 POSTS? Se não leu, ou se, pelo menos, não leu 50 ou 60 dos meus posts, em meses distintios, como é que pode lamentar que eu só agora me tenha desmarcado dos “Mários Machados e dos cabeças rapadas neonazis” e que não o tenha feito “espontaneamente”, mas sim, como está implícito nas suas afirmações, na sequência do seu desafio?
    Como vê, tive um pouco de trabalho, nas últimas horas (e dias) para colocar de pé o sistema de auto-controle popular e democrático (nisto não consegue você bater, de certeza!!) traduzido no Código de Conduta e, sobretudo, nestas “REGRAS PARA A DISCUSSÃO E VOTAÇÃO DE UM PARECER SOBRE UM COMENTÁRIO OU UM POST”.
    Tenho que ir trabalhar (um bocadito a puxar para o cansado, mas quem corre por gosto, não cansa…) e depois preciso de uma noite bem dormida. Quando estiver mais fresco, vou fazer-lhe uma selecção de posts desde o 1º que aqui coloquei, com os respectivos links, para você então ajuizar da justeza desta sua afirmação.
    Vejo, pela sua mais recente “onda” de comentários, que você tem, dentro de si, a potencialidade para ser um adversário meu – ou seja, uma pessoa que discorda frontalmente e na quase totalidade de tudo aquilo que eu penso e defendo, mas uma pessos que poderei vir a respeitar e, parafraseando Voltaire, embora discordando do que você pensa, poderei vir a defender até à morte o seu direito a fazê-lo.
    Para tal, basta que você retire, desta frase, duas palavras: “Parece que meti o pé na argola.” Miguel Braga, as fotos de basofes que eu divuguei – e fui dos mais recentes a fazê-lo – são retiradas de sites de alojamento grátis de fotos, onde são colocadas pelos próprios basofes.
    Aliás, há cerca de dois anos, andou pelos jornais a história do basofe que colocou fotos suas, num desses sites (no brasileiro Fotoaki, que entretanto julgo que faliu, porque nunca mais lá consegui ir…) a exibir-se com uma pistola de 9 mm e uma Uzi. Claro que a PJ foi ao ISP que ele utilizou, localizou a casa e foi lá prendê-lo e apreender as armas.
    O meu acto não provocou nenhum tipo de agressão ou perseguição aos basofes. São os basofes que perseguem, agridem e roubam miúdos de 212, 13, 14 anos às portas das escolas, meu caro. Faz parte da cultura basofe ser mau, malandro, e acima de tudo, não trabalhar.
    E a sua afirmação não era verdadeira! Retire as duas palavras (“Parece que”…) e dar-lhe-ei as melhores boas-vindas a este blogue, porque a qualidade de um homem mede-se também pela qualidade dos adversários que tem. E você, para além de poder vir a ser um adversário de respeito pode vir a dar um contributo positivo para o debate neste blogue, pelas suas capacidades retóricas (e não só…) usando o termo no bom sentido, no sentido que os antigos lhe davam, quando a Retórica era uma das disciplinas obrigatórias, nas universidades e nos seminários, na Idade Média.
    Se não retirar essas duas palavras, também não fico zangado consigo. Mas fico cá com uma pedrinha no sapato…
    Melhores cumprimentos,
    Máquina Zero
    PS: Veja estas resposta minhas a outros tantos comentários colocados em posts meus, aqui e aqui. E, obviamente, como calculará, tenho família africana! Fui para a tropa como voluntário, aos 18 anos e apanhei com o 25 de Abril. Estive na tropa até Setembro de 1974 e a seguir estive na guerra até 1976. Vi morrer camaradas nessas duas “guerras”, totalmente diferentes. Você diz-se surpreendido com a minha “actualização em relação a minudências estereotípicas da juventude actual”. Meu caro, gabo-me de ser bom observador e estar bem informado, lendo muita coisa. Além disso, tenho um filho com 18 anos. Já andou a rondar o estilo basofe, mas preferiu ser “rapper” e agora cresceu, está a ficar um adulto….

  27. PS1 (Ainda para o Miguel Braga): Retiro a comparação que fiz entre você e a Katiana. Pelo que você agora escreveu, é óbvio que as diferenças são muitas e profundas. Sobre o resto das suas observações, já estou “a afiar a faca” (Calma!!! figura de estilo..) para lhe “afiambrar” algumas das boas… depois da tal noite bem dormida..

    Cumprimentos

    Máquina Zero

  28. Tenho todo o gosto em retirar essas duas palavras. A precipitação desse julgamento deveu-se ao pouco vagar que tenho para teclar e ao ambiente geral do blog.
    E já afirmei várias vezes que toda a delinquência deve ser combatida, sem contemplações. A proporção e tendência dos seus destaques é que deve ser bem pesada, caso contrário passa por preconceito, como o Stran desenvolveu admiravelmente no seu post, que resume tudo o que lhe pode ser apontado a si, mZ.
    Saudações cordias,
    MB

  29. Pente Quatro Says:
    “espumar como um desalmado”

    Os desalmados espumam? Porque a alma ensopa a espuma?

    .

  30. Teixeira diz:

    Um pequeno apontamento, apenas no sentido de aplaudir a tentativa do MZ e MB para se poder evoluir para discussões onde as opiniões são claramente diferentes, mas ainda assim merecedoras de um debate amplo no que diz respeito a diferentes ideais políticos e até de vida.

    É o caminho certo. É saber estar em democracia.

  31. Óptimo.

    Todos juntos (Democratas!) mas diferentes!

    Eu, de Direita – mas atenção, não sou de Extrema-Direita! – você de Esquerda; eu, Nacionalista – mas atenção, não sou Fascista! – você Internacionalista, julgo que estaremos de acordo com Voltaire, que eu não me canso de citar:

    “Discordo do que diz, mas defenderei até à morte o seu direito a fazê-lo!”

    Máquina Zero

  32. Meu caro Miguel Braga:

    Seja bem vindo! E aproveito também para colocar uma pedra nas trocas de galhardetes mais “acesos” que tivémos. Partamos para uma discussão viva, intensa, polémica, mas civilizada e, acima de tudo, Democrática!

    Melhores cumprimentos,

    Maquina Zero

  33. Lidador diz:

    Isto ainda vai acabar em casamento……

  34. Teixeira diz:

    MZ,

    é claro que concordo com a referência a Voltaire. Contudo e para que não restem dúvidas, o facto de ser apologista da interacção entre culturas e na globalização social não me inibe de ser um patriota, ainda que com muitas criticas ao actual sistema democrático e à forma como os portugueses em geral lidam com o nosso país. O facto de não ter grande simpatia pela maioria das causas ditas dos nacionalistas não faz de mim um opositor da totalidade dos seus princípios.

    Portugal está em primeiro lugar para tudo, no entanto tenho considerações diferentes das suas no que diz respeito a soluções para “ordenar” este país.

    Mas sempre pelo direito à liberdade de expressão desde que regida por princípios que não colidam com a liberdade dos outros.

    Obrigado pelas ponderações que faz da minha pessoa. Espero saber retribuir de igual modo.

  35. MB diz:

    Acho que temos todas as condições para trocar ideias de forma calma, honesta, e sem nos rotularmos mutuamente a priori. Afinal de contas, não somos políticos!
    😉

  36. Lidador diz:

    MZ, dou-lhe os parabéns por ter tão facilmente passado a mão pelo pelo ao MB.

    Quem o lê agora a ronronar ternuras, quase se esquece que é o mesmo cromo que lá atrás relinchava preciosidades como estas, autênticos hinos de amor ao próximo, tolerância e paz

    1- Em matéria de saúde mental … V. é decididamente um caso a precisar de acompanhamento. O ódio, a falta de lógica daquilo que diz, das “baboseiras que ejacula”, para usar o seu estilo colorido e jovial, patente em inúmeros comentários seus, requerem acompanhamento psiquiátrico. ”

    2-é tão absurdo e revelador da sua condição mental

    3-É uma estupidez, mas são garotos bêbados e sem educação.

    4- O Máquina Zero está, por natureza, deitado no tapete, completamente KO

    5-O outro, o bobinho da corte que anda aqui a saltitar, é um caso patológico. Coitado

  37. Stran diz:

    E que viva a diferença, pois dela e da riqueza do debate de ideias diferentes possamos evoluir!

    (uma pequena provocação MZ – este é um dos meus argumentos para defender o multiculturalismo)

  38. Stran diz:

    Obrigado MB pelo teu comentário!

  39. O multiculturalismo é uma realidade desde os descobrimentos portugueses. Pode gostar-se ou não, mas é uma realidade. Pessoalmente acho que o mundo era bem mais pitoresco antes da Industrialização, do caminho de ferro, etc.., mas fazer o quê?

    É que acabamos por cair em contradição: os anti-globalização usam alta tecnologia para se mobilizarem para as manifestações. Os anti-multiculturalismo chateiam-se quando os antiglobalização destroem McDonalds.

    Mas nota-se que a lei do equilíbrio funciona, e à medida que o multiculturalismo avança, as ideias de uniões de Estado deparam com o (re)nascimento de nações e os bens culturais são guardados com zelo, pelo que significam de identidade.

    Caro Stran, V. tem de facto poder de síntese e diz em poucas palavras coisas que eu nem com muitas consigo dizer.

    Ao Lidador, abro excepção e volto a falar-lhe só para dizer que cultivar a arte do insulto, ainda vá. É opção sua, e não pretendo batê-lo em semelhante proeza. Mas retirar as coisas do contexto como o faz, para criar confusão, já é falta de carácter. V. gosta de viver no insulto e na hostilidade. Bom proveito.

  40. Lidador diz:

    O MB acha que o mundo era pitoresco antes do progresso, acha?
    Os filhos de Rousseau são assim, vivem agarrados ao mito do bom selvagem, sonhadores de um mundo que nunca existiu.

    Pitoresco?
    Trabalhar de sol a sol, não sabendo se amanhã há comida?
    Esperanças de vida de menos de 40 anos?
    Miséria, doença?

    Pitoresco?
    Ter os porcos no andar de baixo para aquecer a casa?

    Sabe, meu caro, no mundo real, o campo só é bom , quando se têm as comodidades que a civilização propicia.

    Sem elas a poesia é o cheiro da bosta da vaca.

    Rousseou, esse grande inimigo da liberdade produziu estes inefáveis MB.
    O que é seguramente o menor dos males.
    Carlyle, d1Annunzio, Hitler, Pol-Pot e Mussilini, são tb seus herdeiros.

  41. Stran diz:

    MB,

    Muito obrigado pelas tuas palavras.

    Mas não sejas tão critico contigo que é injusto 😉

  42. MB defende que a globalização é inevitável, chamando precisamente a atenção para que certas posições poéticas não são realistas. Há pessoas que gostam de mal-entender. As mesmas pessoas que defendem que a globalização é inevitável vêm estrebuchar quando alguém diz exactamente isso, ao mesmo tempo que combatem o multiculturalismo. “Eu digo Ilda, Tu dizes Aida”… Parece que o Jean-Jacques só roçou ao de leve certas cabeças…

  43. […] avançar sequer com votação. Ok, desta vez foi uma experiência, meio a brincar. Portanto, o comentário do “Teixeira” mantém-se on […]

  44. Bem-haja, Professor Gavião. Mas não gaste cera com tão ruim defunto. Será preciso precisar o sentido de cada termo, de cada frase? Claro que não, pois para mau entendedor meia palavra basta. E vice-versa, como meu amigo demonstrou.
    Lembrei-me entretanto de um conhecido cartoon em que uma menina vai de comboio e diz para a mãe: “Olha, mãe, aquelas pessoas tão pobres, naquelas barracas miseráveis”. E eis que um cavalheiro se vira para trás e replica: “Pitorescas, menina! Pitorescas!”. Palavras para quê? Ele é um embirrante português…

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