Está de ananazes!

Agora que a canícula nos assola (“Está de ananazes”, diria uma ilustre figura da nossa literatura!) a praia é um sério concorrente à blogosfera. Mas outras razões me têm mantido afastado desta página que, com esforço e carinho, venho acalentando há mais de um ano: novos afazeres profissionais, resultantes de um convite para exercer funções em área interessante e uma mudança de residência, em pleno Verão – com as inerentes burocracias relacionadas com a compra de uma nova casa e a venda da antiga. Conto regressar em breve, postando com mais regularidade, para vos alegrar o Verão!

Máquina Zero

13 Responses to Está de ananazes!

  1. Luar diz:

    Ficamos à espera, caro Máquina Zero. 🙂

  2. Rez diz:

    Confirmado: meu provedor IG censurou meu blogs anti-Islam.

    E eu posso ser prosessado pelo Ministério Público Brasileiro por “discriminação a credo”.

    Eu acabo de ser informado por e-mail pelo provedor.

    Agora, com licença: estou indo agora ao cinema para assistir Bruce Willis matando terroristas in Live Free or Die Hard.

  3. Fiel diz:

    O sistema ditatorial do depravado salteador de caravanas é satânico.
    Por isso Satan tudo faz para não ser descoberto e desmascarado.
    Aquilo é pura anti-religião. Nada tem a ver com Deus.
    Algumas pessoas é que andam muito enganadas. E muitas outras se deixam levar pelo engano.
    A primeira coisa que satan quer é que o confundam com Deus e que o respeitem como tal.

  4. António Marcelo diz:

    Lamento, senhor Rez. Em todas partes cozem favas.

  5. Camões diz:

    Ó “Máquina”, posta aí qualquer coisa sobre as camisolas do Benfica, e como elas ferem a nação, pá!

  6. Camões diz:

    a NAÇÃO, pá!

  7. Camões diz:

    Quais ananazes, isto tá é cú pé pá cova!

  8. Pente Quatro diz:

    Tanto tempo?
    O ananaz já deve estar fermentado!

  9. António Marcelo diz:

    A propósito, caro Camões:

    Enquanto estamos a ser invadidos alguns gostam falar no sexo dos anjos:

    http://www.geocities.com/mobimentopt/

  10. Nelson Évora medalha de ouro nos Mundias de Atletismo de Osaka, Japão.

  11. Então ninguém se congratula? Um blogue tão patriota e ninguém fica contente?
    Será tristeza pela desclassificação do Francis Obikwelu? Ou estão-se a guardar para a Naide Gomes?

  12. Resposta a Sebastião II, que o post sobre a vitória de nelson Évora não está a aceitar:

    Ó coisa fôfa da sua avó, onde foi inventar essas palermices, sua bochechinha rica? Se o menino souber ler, pode dar uma vista de olhos nos autores e obras que a seguir indico, e que certamente são estúpidos demais para acompanharem as reviravoltas da sua cabecita de oiro, mas ainda assim são o “state of the art” da Antropologia:

    The Emperor’s New Clothes: Biological Theories of Race at the Millennium, de Joseph L. Graves

    The Mismeasure of Man, de Stephen Jay Gould

    Not in Our Genes, Biology, Ideology and Human Nature de Lewontin, Rose e Kamin

    Todas as classificações da espécie humana em “raças” se estilhaçam quando se comparam populações humanas a nível molecular e genético. A variação genética por vezes determina mais semelhança entre populações completamente diferentes em características exteriores e vivendo nos antípodas uma da outra, que entre populações vizinhas, de duas regiões ou mesmo cidades contíguas. Não há um só gene que seja característico de uma “raça” a ponto de a distinguir das outras.

    A espécie humana é o Homo Sapiens, descendente de uma pequena população de Homo Ergaster, oriunda de África, há 200.000 anos. Apenas há 50.000 anos saiu de África, e nesse espaço de tempo algumas populações desenvolveram características como as pregas dos olhos dos asiáticos, destinadas a contrariar o efeito do reflexo do sol na neve.

    Em termos sociológicos, culturais e morais, nem vou comentar. A dignidade humana merece-me respeito suficiente a ponto de não a discutir com uma pessoa com as suas “ideias”, seu pequerrucho traquinas.

    Essa do cão que nasce na cavalariça é do mais baixo e atroz racismo e pseudo-ciência que existe. É muito aclamada pelos nazis, pelo KKK, e por gente semelhante, tipo PNR e pessoal que aparece aqui a dizer que “os pretos são macacos e só sabem correr, saltar e limpar retretes”, como afirmou o António Marcelo e o menino secundou, com o cinismo e perfídia que o caracterizam.

    Os nativos da América, descendentes dos primeiros colonizadores do território, vindos da Ásia pelo esterito de Bering, são desprezados por rednecks cujos antepassados europeus lá chegaram há pouco. Quem são os cães e quem são os cavalos?… O quê? Ladre mais alto que não o ouço…

    Na América do Norte também, os chamados Melungeon, vivem desde há séculos nas montanhas, segregados pelos descendentes dos ingleses. Essas populações, segundo alguns antropólogos, são descendentes de colonos portugueses, chegados a esse Continente antes de Colombo. Qualquer português racista como o sebastiãozão comilão devia atentar nisto e tentar sentir a dor da segregação.

    Essa do “voltarei aqui para desdenhar” é de antologia! Continue, que você é um divertimento para miúdos e graúdos! Já o estou a ver no Natal, na pista do Circo Chen, a arengar sobre cromossomas e cavalariças, para gáudio da pequenada! Ficava um miminho, vestido de Hitler, com um narizinho vermelho! 🙂

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