Ser Português, de alma e coração!

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275 Responses to Ser Português, de alma e coração!

  1. O Francis é mais Português que muitos brancos que por aí andam e muito mais Português que toda a classe política junta. Ele podia muito bem correr pela Nigéria, seu país de origem, mas escolheu correr por Portugal. Para um Nigeriano isso é muito difícil porque os Portugueses não são nada bem vistos lá (ver comércio de escravos).

    Eu sou branco e Português, mas o meu ser Português não se resume às vitórias da Selecção. Fiz-me entender?

  2. Ah, assim sim! Viva Portugal! Esta rapaziada do atletismo merece destaque!

    António Marcelo, tem as suas vacinas contra raiva em dia? Esteja atento aos sintomas. Se começar a a espumar pela boca e a ladrar descontroladamente vá depressa ao seu veterinário!

  3. António Marcelo diz:

    Não gosto de ver a bandeira de uma nação civilizada (…)

    ESTA MENSAGEM FOI APAGADA, devido ao facto de o seu conteúdo ser claramente violador das leis vigentes e dos princípios estabelecidos na Constituição Portuguesa. O mesmo acontecerá a todas as mensagens de igual conteúdo.

    Máquina Zero

  4. Atenção maquinazero… este cidadão deve imediatamente ser reportado às autoridades por proferir insultos racistas. É anticonstitucional e contra as regras deste blog. Espero que o maquinazero cumpra a sua palavra. Estamos todos na expectativa!

  5. Argh diz:

    Sr. António Marcelo, os pretos lhe fizeram algum mal para ter tanto ódio deles?

  6. I don´t understand ??? diz:

    Gostaria que alguém explicasse algo que ainda não consegui entender. É um facto que os países escandinavos são os menos racistas da Europa, pelo menos em ralação aos negros. Por outro lado Itália, Espanha e pelo visto, agora Portugal também, são os que tem demonstrado maior ódio aos negros. Parece-me um contra-senso, pois os mais racistas são os mais miscigenados! Será uma necessidade de auto-afirmação, que os nórdicos não necessitam pois estão seguros de sua etnia. Não há necesssidade de estudos genéticos para ver que as populações do sul da Europa tem algum percentual de miscigenação com semitas (judeus e árabes), mouros(bebrberes) e porque não negróides? É algo que está na cara e salta às vistas!

    • Maria Paqlmira Ameida Patinha diz:

      Racismo não tem sentido hoje em dia pois cada vez convivemos cada vez mais em contacto um com os outros, é preciso saber-mos respeitar o o espaço de cada um porque ao fim e ao cabo ambos se ajudam, gostava de aproveitar par para fazer um pdedido se possivel, queria ir trabalhar para as Antilhas Francesas, marigot ou por ali será que me podem ajudar, agradecia. Sou Portuguesa, 52 anos Funcionária Pública na Educação como Assistente Técnica. Bom trabalho.
      Palmira Patinha

  7. I don´t understand ??? diz:

    Um portugues de pele mais escura é chamado de trigueiro, se for brasileiro será chamado de mulato!

  8. I don´t understand ??? diz:

    Como já dizia a minha avó: quanto mais conheço o ser humano mais admiro os animais!

  9. 1. António Marcelo, que proferiu insultos racistas muito contundentes, teve tratamento de excepção. Afirmações que podem ser interpretadas como racistas, vindas de negros e muçulmanos, já mereceram divulgação de IP e queixa às autoridades.

    2. Está provado cientificamente que não existem raças humanas.

    3. Todos os seres humanos são iguais, em dignidade e em tudo o mais. Racistas são ignorantes e frustrados cheios de ódio. Merecem pena, ainda que adornem o seu triste palavreado com uns floreados a armar aos cucos. Pessoalmente estou-me nas tintas para eles, mas devem ser combatidos porque causam danos à sociedade.

    4. Reafirmo que o Sr. Marcelo, caso continue a ladrar descontroladamente e a espumar pela boca, deve consultar urgentemente o seu veterinário, pois pode ser raiva. Deve ser aborrecido ter um termómetro enfiado no ânus, mas é a bem da sua saúde. Recomendo cuidado ao veterinário, caso tenha a pele escura, pois pode ser mordido. Ao Sr. D. Sebastião II faço a mesma recomendação.

    5. Pessoalmente não me importava de dar uma voltinha com a Naide Gomes, mas gostos não se discutem.

  10. António Marcelo diz:

    Libertad de pensamiento
    proclamo con ardor
    y muera el que no piense
    igual que pienso yo.

  11. What shit is this? diz:

    «Afirmações que podem ser interpretadas como racistas, vindas de negros e muçulmanos, já mereceram divulgação de IP e queixa às autoridades.»

    Se o meu IP pesquisares / com o fim de me apanhar /vai te lixar, seu patife / não me poderás encontrar!

    Quem procura uma agulha num palheiro / perde o tempo e o dinheiro.

  12. Societat Protectora d'Espècies Amenaçades diz:

    Societat Protectora d’Espècies Amenaçades i de casos Perduts de Catalunya.

    En nom de la meva associació protesto enèrgicament contra el text insofrible d’Antonio Marcelo. Aquest individu ha de ser bandejat de qualsevol fòrum civilitzat.

    Aplaudim l’enèrgica mesura presa per l’administrador d’aquest blog. Tarrafal, Peniche o el Gulag són poc para ho que mereix.

  13. António Marcelo diz:

    Ego vox clamantis in desserto.

    Caro amigo Sebastião:

    É difícil defender-se quando as mensagens são logo apagadas. Não me encontro em condições de igualdade para debater.

    A democracia nos nossos países é um ligeiro polimento sob o qual se encontra a intolerância mias rançosa e hipócrita, desta vez disfarçada de «correcção política». À hora da verdade, os «tolerantes» tiram as máscaras quando alguém põe em dúvida os seus sofismas.

    No entanto, há um facto inegável. Se esta matilha ladra é porque cavalgamos, porque dizemos aquilo que outros pensam e não ousam dizer, visto o ambiente de linchagem moral que existe contra as dissidências.

    Se na época da ditadura não calei, ainda menos vou calar hoje em dia.

    Cumprimentos fraternais

    António Marcelo

  14. Quem afirma a dignidade humana, é “sofista”. Quem prega o ódio baseado na cor da pele é um mártir. É a mesma teoria libertária que afirma que os criminosos não merecem castigo porque têm “uma escala de valores diferentes”. Os extremos tocam-se, sempre.

  15. As ideias delinquem quando chamas às pessoas de pele escura “macacos que só têm jeito para correr, saltar e limpar retretes”. Por algum motivo o racismo, a xenofobia, e outras formas de discriminação são consideradas absurdas pela esmagadora da maioria das pessoas (a que chamas falsos apóstolos da fraternidade). Serás tu um verdadeiro apóstolo da fraternidade, com ideias dessas?

    Os atletas da selecção nacional não são mercenários do desporto. São portugueses. Mercenários do desporto serão o Figo, o Futre, e outros. É bom sinal que eu te meta nojo. Essa capa a la PNR de que “não somos racistas, somos é contra a imigração maciça”, cai com tanta rapidez quanto a que leva a espuma a subir-vos à boca e a fazer-vos chamar macacos a seres humanos que sentem, pensam, choram e riem como vocês, mas que cometeram o “crime” de ter a pele escura.

    Não te dês ares de democrata, pois para a Democracia todos os Homens são iguais. És uma pessoa chea de ódio e lamento-te por isso.

    São ideias tão lamentáveis que nem precisam ser desmontadas.

  16. E já agora, fica descansado que eu não pretendia que o teu IP fosse revelado e que fosse apresentada queixa contra ti. Sabia que tal não iría acontecer. Só pretendi chamar a atenção para o facto de haver dois pesos e duas medidas neste blog. Os racistas brancos têm um tratamento mais cordial.
    Pessoas como tu, a meu ver, devem ser severamente reprimidas, pois instigam ao ódio e comprometem a segurança e a liberdade alheias, mas não penses que isso me dá gozo pessoal.
    Nota: Reconheço o esforço de imparcialidade do responsável por este blog, mas ainda não chegou lá.

  17. António Marcelo diz:

    Quais são os verdadeiros fascistas? Aqueles que defendem a instauração desse regime ou aqueles que criam as condições para que um «Obreiro da Pátria», «Caudilho», ou como os diabos queiram-os chamar aparecerem de novo?

    Já deves conhecer a legalização maciça de 700.000 imigrantes que irresponsavelmente aprovou o governo de Zapatero. Aquele falso humanismo criou um efeito de chamada e uma crise humanitária nunca conhecida nestes lares.

    Quando chegam cada dia dezenas ou mesmo centenas de africanos em barcos pequenos ou em jangadas, quando as máfias e os países emissores de emigrantes fazem burla e recusam aceitar os fugitivos, quando a União Europeia está pronta a fechar as fronteiras e a expulsar-nos do espaço Schengen, o que se pode pensar?

    Cada dia há mais pretos nas ruas, a vender DVD’s copiados por máfias chinesas, a afundar o mercado laboral, a dormir nas estações de metro, das ferrovias, nos parques debaixo das pontes, a encher os transportes públicos, a invadirem os vizinhos, o que se pode pensar? Quando o trabalho, bem cedo, faltar, o que farão eles?

    O que se pode pensar quando estão a colapsar a Saúde Pública, os Serviços Sociais, em prejuízo dos nacionais que já não recebem ajudas, a introduzir novas doenças ou costumes tais como a ablação genital, qual vai ser a reacção da população?

    No meu bairro há cada vez mais negros recém chegados em “cayucos”, já existem bares cheios de árabes onde não se vêm mulheres, os mouros andam nas piscinas públicas a incomodarem as nativas (se por acaso vê-se alguma rapariga árabe é porque entrou clandestinamente e alguma amiga lhe emprestou-lhe um fato de banho).

    Se estamos a sofrer esse dilúvio, como se fosse uma praga de gafanhotos, em nome de que não temos direito a protestar?

    Os vossos sofismas e falsa piedade estão a criar uma bomba de relojoaria social, de cujos resultados só vocês serão responsáveis.

  18. António Marcelo diz:

    «São ideias tão lamentáveis que nem precisam ser desmontadas.»

    Uivaste e zurraste muito para não desmontar nada. Nem tu acreditas no que dizes!

  19. António Marcelo diz:

    …queiram-os chamar a…

    queiram-nos chamar…

  20. Os marotos! Em vez de ficarem a morrer à fome na terra deles, estraçalhada por séculos de exploração desenfreada, escravatura, apartheid, vêm para cá à procura de trabalho! Não contentes com isso, põe-se a dormir na rua, em vez de irem para o Sheraton! Só para provocar!

    Ficaste tão chateado com a do veterinário que ainda não paraste de rispostar com “uivar” e “zurrar”. Agora imagina como se sentem seres humanos a quem classificas de “macacos que só servem para limpar retretes”.

    O verniz de ponderação em que tentas agora embrulhar as tuas ideias não apaga o facto de seres racista, preconceituoso e cheio de ódio. E continuo à espera de saber como exerces o teu “verdadeiro” apostolado da fraternidade. Queres desmontar?

  21. D. Sebastião II diz:

    Você que assina em Inglês e é Brázilêrû:
    “Você sabe que os mulatos desprezam os pretos e os mestiços desprezam e odeiam os índios?” E os brancos desprezam os mulatos, não?
    E eu que pensava que o Brasil era um paraíso racial onde todos viviam em harmonia. Vê prque não quero ver a Europa transformada no Brasil. Aqui ninguém odeia ninguém apenas pelo seu aspecto físico. Nem os gordos os magros, nem vice-versa. Para quê contaminarmos a nossa sociedade? Principalmente com gente que teve a oportunidade de ser Português e andou para aí a fazer guerras coloniais contra o país (agora dos seus filhos e netos).

    “Mesmo se formos “mestiços”, sofisma facilmente refutável”
    Claro, os Brasileiros não são mestiços. Mestiços, para você são os Norte Americanos, os Australianos, os Argentinos, etc. Ah! e como você disse os Portugueses, Espanhóis, Italianos, Gregos, etc.
    “Itália, Espanha e pelo visto, agora Portugal também, são os que tem demonstrado maior ódio aos negros. Parece-me um contra-senso, pois os mais racistas são os mais miscigenados! Não há necesssidade de estudos genéticos para ver que as populações do sul da Europa tem algum percentual de miscigenação (…)? É algo que está na cara e salta às vistas!”
    Faz me lembrar um Albanês que dizia que estes são mais Europeu que os Sérvios e que apenas se converteram ao Islão para impedir casamentos mistos. Claro. Os Brasileiros não são mestiços. São-no os Europeus, os Americanos, os Australianos e os Argentinos! O Brasil é um país não miscegenado. O problema é que o grande influxo de Portugueses e Italianos levou ao aparecimento dos fenótipos que se encontram pelo Brasil, principalmente aqueles que habitam as favelas e o Norte do País.

    “Um portugues de pele mais escura é chamado de trigueiro, se for brasileiro será chamado de mulato!”
    E eu que pensava que os Brasileiros não são mestiços, que isso era “um sofisma facilmente refutável”. Mas na realidade, a confusão racial é tanta que “sofisma facilmente refutável” não é capaz de destinguir o cruzamento de um negro com um Europeu, de um Europeu que era obrigado a trabalhar mais de 10 horas por dia ao Sol (Trigueiro) e que era bem mais bronzeado por causa disso. Não interessa mesmo que tenha ascendência berber (que a temos, mas é residual) alguém que não é capaz de destinguir um mulato do cruzamento entre alguém como o Zidane e um Europeu… enfim, só pode ser o povo da favela, ou do Norte do Brasil. (Aqueles que não são racistas mas são incapazes de admitir que são miscegenados).

  22. I don´t understand ??? diz:

    Quando eu escrevi que o Brasil não é miscigenado? Quando eu disse que o Brasil é um paraíso racial? Acho que fizeste uma mixórdia meu caro D. Sebastião e acabaste por confundir Genaro Hermano com género humano!

  23. I don´t understand ??? diz:

    Coloque um sueco a trabalhar 10 horas por dia ao sol durante toda a vida que ele ainda é mais claro que muitos italianos, espanhóis e portugueses do sul que ficarem 10 anos sem apanhar sol!

  24. Estou preocupadíssimo com o desdém do Sr. Sebastião Come Tudo, que se propõe curar as maleitas do Marcelo (suponho que seja o seu veterinário).
    As suas tiradas acerca das percentagens de melanina e a sua relação proporcional com o Q.I., a capacidade de trabalho e a sociabilidade, são fascinantes. Grande cabeça, não desfazendo…

  25. 1. “Está provado cientificamente que não existem raças humanas” – sim, as variações de tom de pele, forma do crâneo, cabelos, etc., são produto de evolução de milénios em lugares diferentes, após a saída de África dos primeiros Homens na Terra. Mas o ADN é mais idêntico entre um pigmeu e um lapão, ou entre um basco e um aborígene australiano, do que entre dois gorilas do mesmo bando. Se não sabes, estuda, que eu não sou teu pai. Além disso, só passará pela cabeça de um esclavagista do século XV, bruto e analfabruto, sanguinário e animalesco, estabelecer “graus de hominização” entre os seres humanos. Acorda para a vida, rapaz… 🙂

    2. Instigar ao ódio racial não é errado, segundo o SebastiãoCome Tudo, porque SÓ mataram um jovem cabo-verdiano! Só um! Maravilha! Realmente não tinha pensado nisso… Quando começarem a passar da intimidação, insultos, raides nocturnos de pancadaria, para, digamos… aí uns dez ou oitenta e sete cabo-verdianos mortos a pontapé, aí vamos pensar nisso!
    Entretanto, se matarem o Sebastião a pontapé na cabeça, fica 1-1. Porreiro!

    3. Acerca de os africanos não estarem naterra deles: os portugueses estiveram cinco séculos na terra deles. Os portugueses estão espalhados pelo mundo inteiro, pela terra dos outros. Isso devia dar-lhes um bocadinho de compreensão em relação a quem tem que sair da sua terra para ir ganhar para a bucha.

    4. Quando um africano mata, rouba, viola, é “um preto matou, roubou, violou”. Quando é um branco é “um assassino, um ladrão, um violador”.

    Temos população a menos e estamos a dar incentivos à natalidade. Assim como os americanos, brasileiros, franceses, australianos, belgas, ingleses, luxemburgueses, iraquianos, iranianos, sul-africanos, canadianos, belgas, sauditas, etc., etc., nos têm aberto as portas para irmos fazer pela vida (cheios de saudades da terrinha, como todos os emigrantes), será de bom tom fazermos o mesmo aos que estão ainda pior que nós.
    Se se comportarem bem, ficam. Se se comportarem mal existe polícia, tribunais e prisões. Ou deportações. Não podemos é pagar misérias aos africanos, vampirizando-lhes a condição de ilegais, tê-los em condições infra-humanas (como dizem os intelectuais) a fazer o que os portugueses desdenham, e depois ficarmos admirados por os putos andarem no gangasta rap. Tal como os brancos nas mesmas condições. E os amarelos, e os verde-alface.

    Sou um defensor intransigente da lei e da ordem, igual para todos.

    5. Acerca dos termómetros no ânus, e mais não sei quê, confesso que me perdi. Está rebuscado demais. Tenta outra vez.

    6. Acerca da Naide Gomes, creio que estás a confundir testosterona com músculos. Uma mulher bem musculada é duas vezes mais apertada, lá dizia o Dr. Von Chinguila, filho de pai moçambicano e mãe austríaca.
    Pelos vistos tu é mais termómetros no ânus 😉 Maroto…

    Agora tenho mais que fazer do que aturar-te. Depois continuo. Vai para a varanda com os binóculos”ver se os mouros estão a incomodar as senhoras”.

    P.S. – Quando disse que todos os seres humanos são iguais em dignidade e em tudo o mais, estava de facto a brincar. Apanhaste-me! Veja-se o teu caso e o do Marcelo!

  26. I don´t understand ??? diz:

    Brilhante resposta meu caro Marco da Canavezes!

  27. Olá e obrigado, I don’t understand. Estive entretanto a ler o resto da mensagem do Sebastião Come Tudo, e não tem muito que comentar, pois seria chover no molhado. As regras para a concessão de nacionalidade de que nós, portugueses, gostamos de beneficiar no Estrangeiro, devem ser as mesmas que devemos conceder aos estrangeiros em Portugal. Até uma criança vê isto. Não faz sentido comentar mais, tão evidente é o racismo, o cinismo e o carácter errático da argumentação dos nossos amigos Sebastião e Marcelo.
    Ninguém emigra por gosto, sbretudo para Portugal, onde se ganha tão mal, mas estas pessoas perturbadas passam por uma estrada em construção e não vêem seres humanos mal pagos a desempenharem um trabalho duro, a passarem privações para enviarem algum dinheiro para a família poder sobreviver na terra natal. Vêem uns seres ameaçadores de pele escura, prontos a matarem os homens ea violarem as mulheres, numa sinistra estratégia de tomada de poder, em que visam extinguir os autóctones e transferirem para aqui o seu reino de canibalismo e caos. Só a Psiquiatria pode fazer alguma coisa por estes amigos. Eles que marquem uma consulta. Se Hitler o tivesse feito talvez se tivesse curado. Ou então que emigrem para certas regiões dos Estados Unidos e sejam tratados da mesma forma, pelos locais que apelidam os portugueses de “porkshops”.

  28. E a propósito:

    What life has taught me
    I would like to share with
    Those who want to learn…

    Until the philosophy which hold one race
    Superior and another inferior
    Is finally and permanently discredited and abandoned
    Everywhere is war, me say war

    That until there are no longer first class
    And second class citizens of any nation
    Until the colour of a man’s skin
    Is of no more significance than the colour of his eyes
    Me say war

    That until the basic human rights are equally
    Guaranteed to all, without regard to race
    Dis a war

    That until that day
    The dream of lasting peace, world citizenship
    Rule of international morality
    Will remain in but a fleeting illusion
    To be persued, but never attained
    Now everywhere is war, war

    And until the ignoble and unhappy regimes
    that hold our brothers in Angola, in Mozambique,
    South Africa sub-human bondage
    Have been toppled, utterly destroyed
    Well, everywhere is war, me say war

    War in the east, war in the west
    War up north, war down south
    War, war, rumours of war

    And until that day, the African continent
    Will not know peace, we Africans will fight
    We find it necessary and we know we shall win
    As we are confident in the victory

    Of good over evil, good over evil, good over evil
    Good over evil, good over evil, good over evil

  29. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Ouca la, oh ‘Sebastiao vetrenario’ e colega ‘Antonio d’borra bielas’!
    Quem foi que vos passou Procuracao para falarem em nome de Portugal e dos Portugueses? Alguem pediu a vossa opiniao selvagem e racista, para dizer se NELSON EVORA poderia ou nao representar o nosso Pais e os Portugueses?
    Ele, NELSON EVORA, o jovem atleta a quem voces chamam de ‘preto macaco’ recebeu Procuracao sim, para representar PORTUGAL e representou muito bem! Esta representacao nas competicoes internacionais, mereceu ja, inclusivamente, uma mensagem de louvor do Exmo. Sr. Presidente da Repub;lica, do Primeiro Ministro, dos Partidos Politicos e Membros do Parlamento Portugues! E Voces, fizeram o que por Portugal_ Voces estao de facto a ofender Portugal e os Portugueses, como selvagens

  30. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Oferta para o Antonio Marcelo, o Sebastiao e ao Camoes: mais um NELSON, mas desta vez, NELSON MANDELA!… ah, ah, ah… Os caes estao furiosos!…

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    Quinta, 30 de Agosto de 2007
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    Estátua de Mandela é “fonte de esperança”

    HELENA TECEDEIRO

    Estátua de Mandela é “fonte de esperança”

    Londres inaugurou efígie do primeiro presidente negro da África do Sul
    “Apesar de esta estátua representar um homem, simboliza todos os que resistiram à opressão”, disse um Nelson Mandela fraco mas sorridente na inauguração da sua estátua em Londres. A multidão reunida frente ao Parlamento britânico não poupou aplausos ao primeiro presidente sul-africano pós-apartheid e Nobel da Paz 1993, cuja efígie ficará ao lado das de outros dirigentes históricos como o britânico Winston Churchill ou o americano Abraham Lincoln.

    Acompanhado da mulher, Graça Machel (viúva do ex-presidente moçambicano Samora Machel), Mandela, de 89 anos, recordou: “A história da luta [pela igualdade entre brancos e negros] na África do Sul está cheia de heróis, uns foram líderes, outros seguidores, mas todos merecem ser recordados.” Preso durante 27 anos, Mandela foi libertado em 1990 e, quatro anos depois, tornou-se no primeiro presidente negro da África do Sul.

    A cerimónia de ontem foi aberta por Wendy Woods, viúva do jornalista e activista anti-apartheid Donald Woods, autor desta iniciativa. Exilado em Londres até 1994, Woods faleceu em 2001. O primeiro-ministro Gordon Brown disse que a estátua de Mandela é “fonte de esperança” e passa para o mundo “uma poderosa mensagem: nenhuma injustiça dura para sempre e não há nada que um povo unido não consiga alcançar”.

    Da autoria de Ian Walters, a estátua, em bronze, tem 2,7 metros de altura. Divertido, Mandela recordou uma visita a Londres em 1962 durante a qual brincou com o colega de luta Oliver Tambo sobre o facto de um dia terem uma estátua ao lado da de Jan Smuts. O afrikaner (sul-africano descendente de colonos da Europa ocidental) foi primeiro-ministro nos anos 20 e 40 do século XX.

    A cerimónia, à qual assistiram a modelo Naomi Campbell e o reverendo Jesse Jackson, encerrou com a actuação de um coro de gospel e de dançarinos sul-africanos. Com agências

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  31. 🙂 Pronto! Lá está a espuma a vir-lhe à boca outra vez! Parece o Pinto-Coelho do PNR a tentar ser ponderado e depois a enervar-se e a começar a tremer todo e a soltar perdigotos e a levantar a voz e a esbigalhar os olhos. Os nazis são todos assim. Sejam de que país forem, a semelhança é impressionante. É malta frustrada, que escolhe descarregar a falta dos ditos cujos em bodes expiatórios vulneráveis, devido à sua condição de excluidos.
    Um beijinho para ti, António Marcelo!

  32. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    MARCO DE CANAVEZES, por favor, nao gaste mais tinta com esta ‘Gentalha’, nao adiante!… eles sao a RALE da sociedade Portuguesa!… Esta gente reage sempre da mesma forma; esta linguagem e tipica dos individuos do ‘BAIRRO ALTO’ em Lisboa. Nao se aprende nada com eles! Nao tem argumentos validos para se apresentarem no debate publico como este, porque realmente sao analfabrutos e, extremamente agressivos! E querem passar por CIVILIZADOS!… Civilizados como?… Desrespeitando, desconsiderando figuras como CAVACO SILVA, DURAO BARROSO, JOSE SOCRATES e outros Lideres Politicos, mui dignos Represetantes de Portugal e dos Portugueses? Estas palavras ‘Vai tomar no cu, filho da puta merdento!’ reflectem bem o tipo de individuos que se apresentam neste debate!

  33. Pente Quatro diz:

    Oh Maquina Zero, você é um sabidão.
    Inocente esta fotografia, não é?

  34. D. Sebastião II diz:

    Leiam o que escrevem!
    Eu nunca disse que o Nélson Évora era um macaco que não devia representar Portugal.
    Só disse que perferia que Portugal fosse representado por Portugueses.
    Estou disposto a debater, não a falar para o boneco.
    Abram o vosso espírito… já que não conseguem abrir a mente.
    Desafio qualquer um de vós a dizer porque não podemos ser todos diferentes e TODOS TRATADOS COMO HUMANOS. Mas só isso, nada maus.

  35. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    ”So disse que perferia… (perferia? Que palavra e essa?) que Portugal fosse representado por Portugueses”. Quais Portugueses? Portugueses como voce sao a nossa desgraca, amigo!… Leia a mensagem do Sr. Professor Doutor CAVACO SILVA Presidente da Republica Portuguesa. Sabe o que isso e ? Acha vocemece portanto, que este Ilustre Professor Universitario nao sabe quem sao os Portugueses?
    Voce fazia melhor figura se estivesse calado OK?… porque, os seus disparates sao duma tal brutalidade que francamente… bradam aos ceus!

  36. Ora esta! Parece que estou a ser censurado…

    Ó coisa fôfa da sua avó, onde foi inventar essas palermices, sua bochechinha rica? Se o menino souber ler, pode dar uma vista de olhos nos autores e obras que a seguir indico, e que certamente são estúpidos demais para acompanharem as reviravoltas da sua cabecita de oiro, mas ainda assim são o “state of the art” da Antropologia:

    The Emperor’s New Clothes: Biological Theories of Race at the Millennium, de Joseph L. Graves

    The Mismeasure of Man, de Stephen Jay Gould

    Not in Our Genes, Biology, Ideology and Human Nature de Lewontin, Rose e Kamin

    Todas as classificações da espécie humana em “raças” se estilhaçam quando se comparam populações humanas a nível molecular e genético. A variação genética por vezes determina mais semelhança entre populações completamente diferentes em características exteriores e vivendo nos antípodas uma da outra, que entre populações vizinhas, de duas regiões ou mesmo cidades contíguas. Não há um só gene que seja característico de uma “raça” a ponto de a distinguir das outras.

    A espécie humana é o Homo Sapiens, descendente de uma pequena população de Homo Ergaster, oriunda de África, há 200.000 anos. Apenas há 50.000 anos saiu de África, e nesse espaço de tempo algumas populações desenvolveram características como as pregas dos olhos dos asiáticos, destinadas a contrariar o efeito do reflexo do sol na neve.

    Em termos sociológicos, culturais e morais, nem vou comentar. A dignidade humana merece-me respeito suficiente a ponto de não a discutir com uma pessoa com as suas “ideias”, seu pequerrucho traquinas.

    Essa do cão que nasce na cavalariça é do mais baixo e atroz racismo e pseudo-ciência que existe. É muito aclamada pelos nazis, pelo KKK, e por gente semelhante, tipo PNR e pessoal que aparece aqui a dizer que “os pretos são macacos e só sabem correr, saltar e limpar retretes”, como afirmou o António Marcelo e o menino secundou, com o cinismo e perfídia que o caracterizam.

    Os nativos da América, descendentes dos primeiros colonizadores do território, vindos da Ásia pelo esterito de Bering, são desprezados por rednecks cujos antepassados europeus lá chegaram há pouco. Quem são os cães e quem são os cavalos?… O quê? Ladre mais alto que não o ouço…

    Na América do Norte também, os chamados Melungeon, vivem desde há séculos nas montanhas, segregados pelos descendentes dos ingleses. Essas populações, segundo alguns antropólogos, são descendentes de colonos portugueses, chegados a esse Continente antes de Colombo. Qualquer português racista como o sebastiãozão comilão devia atentar nisto e tentar sentir a dor da segregação.

    Essa do “voltarei aqui para desdenhar” é de antologia! Continue, que você é um divertimento para miúdos e graúdos! Já o estou a ver no Natal, na pista do Circo Chen, a arengar sobre cromossomas e cavalariças, para gáudio da pequenada! Ficava um miminho, vestido de Hitler, com um narizinho vermelho! 🙂

  37. Ainda bem que está bem disposto. As suas leituras sobre Ciência devem ser iguais às do seu patrono Adolfo.
    Sobre os Melungeon pode consultar os arquivos da RTP, que tem uma óptima peça de jornalismo de investigação acerca do assunto. Não é novidade por aí além que os Portugueses chegaram às Américas antes de Colombo. O lóbi espanhol tem escamoteado esse facto, largamente comprovado. Foi pena para os americanos originais, que, colonização por colonização, tivesse sido a espanhola e não a portuguesa. O brutal genocídio que nuestros hermanos e a Santa Inquisição espanhola lá fizeram foi uma tragédia gigantesca, uma barbárie indescritível, e que ainda persiste.

  38. Pente Quatro diz:

    Adoro quando a discusão é sobre genética.
    Falam, fálam, ninguém os entende (nem eles próprios) mas continuam a discutir.
    Como esta discusão vai morrer não tarda nada, oh MZ, sff, abra aí um tópico sobre a matriz genética do português, a ver se isto anima outra vez.
    Bem-haja

  39. António Marcelo diz:

    HA, HA, HA, HA, HA, HA!

  40. spanish diz:

    Nelson is not spanish name

  41. António Marcelo diz:

    (2)

    Tenho a suficiente cultura para saber que todas as raças humanas pertencem à mesma espécie. Mais uma tendência negadora tenta convencer que as raças não existem. É preciso ter muitas dioptrias para não perceber as diferenças entre um nórdico e um pigmeu.

    Em taxonomia, uma subespécie ou raça é uma subdivisão da espécie. Normalmente isso ocorre quando duas ou mais populações de uma mesma espécie se separam indo viver em regiões diferentes e por ficarem separados por barreiras geográficas por muitas e muitas gerações e não existindo trocas de genes entre essas populações isoladas umas das outras os grupos isolados uns dos outros sofrem mutações com o tempo e assim aparecendo diferenciações genéticas e surgimento de novas subespécies ou raças nessa mesma espécie.

    As populações evoluem de maneiras distintas, dando origem à raças ou subespécies diferentes.

    Se indivíduos da mesma espécie mas de raças diferentes forem cruzados entre si, produzem descendentes férteis, com características intermediárias entre as raças ou subespécies que os geraram, produzindo os mestiços.

    O homem do Cro-Manhão e o homem do Neanderthal, pertenciam a espécies diferentes e não produziram híbridos.

    Qualquer espécie pode possuir diversas raças ou subespécies mas nem sempre isso acontece.

    Os meus esfíncteres já perderam a elasticidade e sou incapaz de comungar com as rodas de moinho que nos oferece esta esquerdalha. Se tivessem dito que dentro da espécie humana existem diferentes raças com diferenças não substanciais, era mais admissível. Mas estas tolices negadoras são hilariantes.

    O fundo do problema é que as elites dominantes encontraram nos imigrantes um filão de mão-de-obra escrava, dócil e barata. À semelhança de aqueles que destroem florestas, paisagens e poluem o ambiente, não se importam de nada com tal de obterem rápidos lucros. As consequências que isso tiver para as próximas gerações são indiferentes para eles.

    As ideias contrárias são abafadas, ocultadas banidas dos meios de comunicação, e reduzidas a uma sorte de lazareto. Internet, ainda minoritária é um dos poucos espaços livres.

    A esquerdalha teve outrora uma função social. Contrabalançaram o poder do capital e obtiveram importantes conquistas sociais. O comunismo foi uma desgraça para aqueles que o sofreram, mas o medo à revolução forçou muitas mudanças no Ocidente. Os socialistas nórdicos nos anos 60 fizeram importantes reformas, mas nos países latinos foram depredadores e corruptos.

    Uma vez afundados os «paraísos» proletários, a esquerda ficou sem rumo. Aceitaram na prática o capitalismo na sus pior versão neo-liberal e buscaram outras bandeiras: prostitutas, muçulmanos, imigrantes, homossexuais, etc. Não perderam contudo a sua sobranceria, autoritarismo, prepotência e dogmatismo.

    Os seus partidários mais radicais constituem uma seita alheia à realidade. Convencidos da sua «superioridade moral» desprezam e atacam qualquer opinião contrária a eles. São inacessíveis ao desalento, voluntaristas e fanáticos. Qualquer adversário do ocidente, seja quem for, é um bom aliado. Apesar de apregoarem o seu agnosticismo, tentam semear sentimentos de culpabilidade. Ocidente tem cometido grandes pecados que deve expiar. Não fizemos nada bom, estamos em dívida com todos, etc. O auto-ódio, o etno-masoquismo produz neles um grave conflito interior.

    É impossível razoar com indivíduos semelhantes. Não se pode explicar que não há recursos para todos. Mesmo se as raças são consequência do isolamento das diferentes condições de vida dos grupos humanos, diferenças que tarde ou cedo serão apagadas num mundo globalizado, uma mistura em poucos anos é impossível, absurda e negadora da condição humana, que pretendem ignorar. É impossível explicar-lhes que na Europa não há espaço nem recursos para todos, que as utopias de hoje em dia serão os prantos e as guerras civis de amanhã. Qualquer hipótese contrária é desqualificada nos mais duros termos, frequentemente com ofensas pessoais, que eu não estou disposto a aturar.

    «Fascista é uma palavra muito complicada e vazia de sentido. Se dissesse antes quem é mais maléfico, ou está mais errado eu dar-lhe ia a resposta que você quer ler.»

    Queria dizer que o descrédito da democracia pode levar a pensar que esse regime é fraco, paralisante e incapaz, que a solução só pode ser buscada num Homem Providencial que com uma vassoura de ferro for capaz de varrer toda esta escumalha. O inferno está cheio de boas intenções, e é lá que a esquerda pretende levar-nos com as suas políticas erradas.

    Em novo eu simpatizei com aquela gente. Depois de uma desgraçada experiência da qual não quero falar, cheguei à conclusão que eram tanto ou mais totalitários do que os regimes (Franco e Salazar) que combatiam. Já disse uma vez numa web salazarista que não adiantava nada falar das supostas excelências de aquele regime. Que era melhor esquecer um passado conflitivo, cheio de cicatrizes e recordações que nos podem dividir. É melhor olharmos para a frente e confluir naquilo que nos une. Muitos de nós percorremos caminhos muito longos e cheios de desgarros pessoais para chegar a estas conclusões.

    «É claro que podemos! Continua a protestar!»

    É isso que vou fazer.

    Adeus, até cedo.

    Saudações ibéricas.

  42. Ah António Marcelo… um grande “cromanhão” saíste tu 🙂

    Olá Sebastião Come Tudo, os estudos mais recentes apontam para que aquelas populações são de origem portuguesa, possivelmente da zona de Braga.
    Quanto à vida actual dos nativos de toda a América do Norte, suponho que não gostava de trocar com eles.

    Olá Pente Quatro, tenho por hábito falar do que sei, do que entendo, e do que vem de fontas credíveis. Contudo, esta discussão sobre genética e supostas raças, é de tal forma ideológica e atentatória da dignidade humana, que prefiro mesmo não adiantar mais nada sobre o assunto. Fico doente só de pensar que um adolescente africano pode chegar aqui e deparar com afirmações do Marcelo a qualificá-lo como “macacaco limpador de retretes”, ou do Sebastião, a dizer o mesmo mas com um palavreado mais matreiro.
    Se esta gente não percebe que não há mérito ou demérito em nascer desta ou daquela cor de pele, e que ninguém merece ser discriminado por causa disso, paciência. Resta-nos lutar até que a cor da pele não seja mais importante que a cor dos olhos, como acima citei.

    Olá xxxxxxxxxxxxxxxx, não dê falsas esperanças ao rapaz. Esta malta é tipo aqueles senadores republicanos dos EUA, que acabam um discurso homofóbico e vão assediar gajos para as retretes públicas…

  43. Sebastão Comilão, é altamente divertido e ao mesmo tempo triste ver a sua aflição com a questão dos melunjeon. A wikipédia não é o cume do saber. O que a wikipédia traz está a ser contestado por vários investigadores. Não faz parte da minha área de
    interesses, mas um ex-professor e amigo, que é o único antropólogo social em Portugal e um dos melhores da Europa, falou-me uma vez acerca do assunto, que andava a investigar. Curiosamente, semanas depois passou um documentário de alta qualidade na RTP 2 sobre o assunto. Achei curioso, mas não aprofundei, pois essas questões não me repercutem como a si, nem sou profissional da área.

    Contudo, se quer sentir discriminação, pode ir para os Estados Unidos, onde será tratado como “porkshop” e considerado limpador de retretes nato. No Reino Unido, mais discreto, será simplesmente invisível. Em França, quando jogam equipas ou selecções portuguesas e francesas, lá estão os seus companheiros amigos de Le Pen, a gritarem “Portugueses para as obras!”. Custa sentir a discriminação quando somos as vítimas, não é? Emigrantes portugueses são atacados e mortos em França com alguma regularidade. Um dia pode ser V., se lá for e os seus companheiros de ideário o apanharem a jeito. Irónico, não?
    Daí V. ter-se refugiado no cinismo habitual respondendo que não gostava de ser nativo americano, quando obviamente o sentido da minha pergunta era se gostava de se sentir no lugar deles. Repugnante.

    Simon Wiesenthal, após ter vivido as mais excruciantes e monstruosas situações nos campos de concentração nazis, afirmou que o Mal é a incapacidade de nos pormos no lugar dos outros. É esse senso moral que lhe/vos falta. Esse instinto de matilha assassina que leva o seu companheiro Mário Machado a apelidar-se de “homem-lobo”. Vocês são um caso de psiquiatria. Negam o Holocausto nazi. Fazem tábua rasa de séculos de escravatura e violência desmedida sobre os povos africanos. Navios atafulhados de carga humana, a urinar, defecar e dormir em cima, alimentação imprópria até para animais, mães a verem os filhos bébés morrerem nos braços e a serem atirados pela borda fora. Chicote, castigos e execuções bárbaras e arbitrárias.
    Nas Antilhas, o algodão era pesado ao fim do dia, e quem não perfizesse a quota,sendo homem, mulher ou criança, são ou doente, era-lhe imediatamente decepado o braço.

    Bens, famílias, nações, culturas, arrasados! E agora, querem “cada qual no seu lugar”.

    Um país como Portugal,onde as oligarquias reduzem metade da população à pobreza, 1/5 da população na miséria, outra metade a viver mais ou menos, há emigração. Porque há fome. Mas receber emigrantes, nem pensar! Que isto não chega para todos!…
    Como já disse, temos dédicite de população, tanto que há incentivos à natalidade.

    Mas o vosso problema, o que o fez espumar no post anterior, como Le Pen ou Pinto-Coelho quando confrontados com um bocadinho de realidade, é a sua mente tristemente doente, que vê nos desgraçados que atravessam o Estreito de Gibraltar, peças de uma sinistra conspiração para tomar a Europa, “as nossas mulhres,
    o nosso modo de vida, a nossa cultura”. Quantas vezes eles são atirados ao mar pelos traficantes de gente, a meio do Estreito, e servem de pasto aos tubarões. A exitação sexual que isso vos proporciona seria visto de forma ligeiramente diferente se se encontrassem nessa situação.
    Se a reencarnação é, como parte da comunidade científica defende, uma lei biológica, não perdereis pela demora. E ser-vos-á salutar. Marcelos, Sebastiões, todos pretinhos da silva.

    Já os espanhóis, que tanto sangue nos custaram para mantermos a nossa Independência, e que agora são donos de metade de Portgal, merecem “saudações ibéricas”. A propósito: o António Marcelo é espanhol? Ó António Marcelo, sem comentários, V. é espanhol e vem para aqui mandar bocas?… Esconda-se, “homem”… 🙂

    A Humanidade, a duras penas, vai evoluindo. E há coisas que não estão a discussão. A escravatura não é discutível. A pena de morte não é discutível. O racismo não é discutível. Saudosos de despotismo, sexualmente impotentes, fisicamente cobardes, os marcelos, sebastiões, mários machados, hitleres, lepenes, pintos coelhos do mundo, espumam, tremem, quais panelas de pressão cheias de ódio, mas nada feito…

    Para eles, é a Psiquiatria, a cadeia ou o eterno rosnar de frustração. Ou quanto muito a pista do Circo Chen.

    P.S. – Por favor, não cite Eça de Queirós! Se ele cá estivesse em carne e osso, não hesitaria em lhe aplicar o bom velho método da bengalada. Uma bengala em que tivesse pouca estima, naturalmente, dado que o fedor que ficaria no castão seria insuportável.

  44. Sr. Administrador do blog, creio que o parágrafo em que o Sebastião diz que não chamou macacos limpa retretes aos pretos, porque não deixa que qualquer macaco lhe limpe a retrete, é ligeiramente racista, não? Ficamos a aguardar a sua não dualidade de critérios.

  45. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Tenho vindo a acompanhar todas estas opinoes e, cada vez mais me convenco que nao vai ser nunca possivel acabar com o preconceito de caracter etnico, religioso, etc. conquanto este problema se arrasta a milenios no passado. Os homens nascem iguais e assim acabam por morrer; iguais, sempre, apenas diferem dos caes em termos biologicos. Na leitura que faco dos mais diversos intervenientes, ao longo destes debates acirrados, reparo que infelizmente, a abordagem deste site vai toda concentrada sobre os Brancos, os Pretos/Negros e Amarelos!… Nos estamos aqui, continuamente a atacar-nos uns aos como uma partida de futebol entre Brancos e Negros!… Nao adianta! Nao adianta mesmo nada porque, quem impoe as Regras do Jogo e o Continente Branco; Rico, Poderoso, Implacavel!… enquanto que o Continente Negro, vive na pobreza, na miseria, sem meios nem espaco para se defender… sem perspectivas no horizonte para desenvolver as sua sinergias e o seu potencial como homem – negro porque, o homem – branco tomou posse das riquezas, da natureza e do Planeta – Terra, eles compram tudo… ate a consciencia dos homens e vao ja a caminho em busca doutros Planetas no Espaco! Algumas iniciativas corajosas na demanda dos direitos a igualdade entre os homens cairam em saco-roto. Contudo, no conjunto dos seres humanos (apesar de comerem carne d’cao e se calhar talvez seja por isso!…) SURGE A CHINA… surprendente e diferente China, a superar tudo e todos na perspectiva de se tornar mesmo a maior Potencia do Mundo dentro de pouco tempo! Provavelmente a humanidade vai seguir outro rumo e encontrar uma solucao, para dividir ainda mais Negros e Brancos na face da Terra?…

  46. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Repito:
    SURPREENDENTE E DIFERENTE CHINA!
    Todas as tentativas que pessoas e organizacoes tentam fazer, no sentido de ajudar e implementar recursos, sao imediamente abafadas por Organizacoes Poderosas que vem os seus interesses ameacados!… As riquezas provenientes de Africa, Asia e etc., nao pertencem aos seus respectivos povos, que sao submetidos a uma politica feroz e injusta, desumana. Isto justifica a arrogancia dos povos do chamado Continente Branco! Eu nao sou politico nem entendo nada de politica mas, esta sera a minha reflexao de tudo isto! Nem vislumbro outra solucao no horizonte alem…

  47. D. Sebastião II diz:

    Um grande aumento do poderio da China só a leverá a uma guerra com a Rússia, a Europa e a América, isto se a Índia não quiser entrar na brincadeira…

    Marco, parece que o MZ achou o meu comentário racista já que foi apagado o meu comentário ao link que nos deixou. Espero que o tenha lido.

  48. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Branco e Negro, sao dois polos irreconciliaveis que se reconhecem na vida, na realidade dos factos, mas que nao se encontram porque o interesse material fala mais alto! Mesmo numa subtil convivencia, ha subjacente o poder economico, a classe social, o instinto animal de subverter os outros a sua ganancia! Dai os conflictos!… Nos estamos em guerra, visivel ou invisivel mas estamos em guerra permanentemente, aqui ou acola os conflitos reaparecem de novo, e a ameaca permanece. Como resolver este problema?… Alguem tem uma solucao?…

  49. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    O IRAQUE!… ah, pois o Iraque!… O que e que se passa ali de facto? Deve ser por causa do petroleo… muito petroleo!… Oh pa mas agora ha uma guerra de nervos tremenda entre os Americanos porque os gajos nao conseguem acabar com esta Guerra pa!… e ate ja dizem que isto vai ser outro Vietname!… oh c’caracas.. mas entao a maior potencia militar do Mundo com todo o seu poderio belico nao acaba logo com estes gajos dos ‘Xhiitas’ e ‘Sunitas’ e o caracas??? Sao os ‘PRETOS’ que estragam isto tudo, nao e verdade?… Droga… mas ali nao ha ‘PRETOS’ pa! Aquilo la e tudo BRANCOS contra BRANCOS!… Vai-se la perceber isto!…Aquilo la os desgracados matam-se uns aos outros que nem caes, pois uns sao duma seita e outros doutra seita dentro da Religiao Muculmana, e os Americanos sao o demonio dos infernos, que estao ali so p’ra roubar o petroleo, como eles dizem! Isto esta complicado!…

  50. Pente Quatro diz:

    Tá bonito, tá!
    Onde é que eu já ouvi esta argumentação toda?

  51. Sebastião, não vi o tal comentário ao link, e é capaz de ter sido melhor assim, pois V. já deu infelizmente sobejas provas de mau gosto. Acredito, sem pretensões de dar lições de moral, que um dia V. abandonará os preconceitos que lhe turvam o raciocínio, a despeito da inteligência que possa ter.

    Quanto ao Administrador deste blog, certamente que as nossas ideia divergem consideravelmente, mas sobe na minha consideração porque está a demonstrar isenção.

    Amigo xxxxxxxxxxxxxxxxx, tudo isto se resume de uma maneira: egoísmo. A Humanidade vai-se a pouco e pouco, com avanços e retrocessos, despojando dessa chaga. A Terra produz recursos de sobra para todos viverem bem, mas uma reduzida minoria abotoa-se com a parte de leão. E uma imensa maioría agoniza com falta de tudo. Acredito que a Fraternidade humana continuará a alastrar irresistivelmente, a despeito das dificuldades.

  52. D. Sebastião II diz:

    Que perconceitos, Marco?

  53. Draco diz:

    Marco de Canavezes tem muita razão naquilo que escreve. Quanto ao M.Z., saudo-o por este excelente blog.

  54. A sinopse que vem no site não faz justiça à qualidade desta série de documentários do canal Odisseia com o título “Racismo: O Poder do Dinheiro”:

    http://www.odisea-odisseia.com/pt/index.php?sec=programacion_ficha&var1=777777_331103

    Sebastião: mais uma vez inteligente. No dia em que o seu coração acompanhar o seu cérebro, teremos um grande Homem.

  55. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Concordo absolutamente com Draco. Marco de Canavezes, tem demonstrado aqui o seu nivel de conhecimentos como intelectual brilhante, sabedor, perspicaz, acutilante e ao mesmo tempo moderador! Eu, pessoalmente, tenho aprendido bastante com as suas intervencoes neste blog. Expresso a minha admiracao pelo seu talento.

  56. Fico feliz por concordar comigo, Draco. Apesar de não ter quaisquer pretensões de acompanhar a inteligência e cultura de quem comenta neste blog, estou certo de que penso como a maioría das pessoas: que o Bem se deve sobrepor ao Mal.
    Ou melhor, que o Mal é apenas o sentido do Bem que ainda não acordou.
    Quando vemos a Humanidade apenas sob o prisma da Biologia, ou da Economia, ou da Tecnologia, ou da Religião, esquecemos a dignidade da condição humana. É um perigo.
    Quem crê com maturidade em Deus e na imortalidade da alma, não deixará de abominar as discriminações, pois será obrigatoriamente fraterno. Quem não crê, mas tem tem senso moral, abominará de igual modo todos os racismos, mais ou menos maquilhados.

  57. Enquanto estava a responder ao Draco, o xxxxxxxxxx postou o seu comentário. Obrigado pela sua generosidade. Tenho motivos profundos para crer fortemente na igualdade e fraternidade entre os seres humanos, embora me tenha inibido de os expôr. Terá sido isso que lhe agradou e que humildemente agradeço, e com mais razão retribuo.

  58. D. Sebastião II diz:

    Marco de Canavezes,
    O seu último parágrafo ficou aquém da minha compreensão!

    A concepção do racismo é uma concepção errada. O racismo não advém do dinheiro.
    O racismo advém da convivência forçada de dois ou mais grupos. Agora, porquê estragar a paz e trazer para a Europa hordas de imigrantes que lutaram para ter os seus países? Para quê? A Terra não produz recursos para todos e para uns (Europeus) viverem uma vida confortável, muitos hão de viver uma vida mais humilde, mais curta e menos desejável. A sobrepopulação do Mundo (os mil milhões: Indanos, Chineses, Muçulmanos, Negros…) não se resolve ao abrir as fronteiras da Europa! Nem os Europeus ganham com isso. Estamos assim a criar as sementes para futuras confrontações. Nem que seja o crescente poder das minorias étnicas, que nem deveriam ser tidas em conta porque Portugal é um país LIVRE de minorias étnicas. Do Norte da Galiza ao Sul do Algarve existe um único grupo étnico autóctone.
    A Europa foi (até á segunda guerra mundial) construida sobre o principio de que cada Nação deveria ter o seu respectivo Estado. Viram o que se passou na ex-Jugoslávia? Não devem ter visto o mesmo que eu. E porque liberou a Rússia os seus territórios na Ásia Central?
    Eu penso que a cada Nação deveria corresponder um Estado. Eu penso não haver vantagens no Multiculturalismo. Se as vantagens existem, não as descortinei.
    Tenham em conta estes países: Japão; Coreia(s); China; Taiwan; Tailândia. Algum destes países é racista/xenófobo/mullticulturalista? Eu creio que não. Porque não receberam os países vizinhos do Zimbabwe os refugiados NEGROS E MUITAS VEZES PARTE DA MESMA TRIBO DE TRIBOS NACIONAIS DE PAÍSES FRONTEIRIÇOS?
    Porque raio hão os Europeus de trazer para as suas casas milhares e milhões de “outros”? Não faz sentido!!!
    Porque raio não pode ser a Europa um continente constituido apenas pelos seus habitantes autóctones? E porque se alguem é Africano, para além de ter como direito ver o seu continente habitado apenas pelos seus habitantes autóctones, como também, para que esse fim seja atingido sejam legitimadas deportações, massacres, guerrilhas, etc.?
    Já pensou que simplsmente não é bom, não faz sentido?

    Marco, você diz num dos seus posts que visto um jovem Cabo Verdiano ter sido morto, se um Europeu fosse morto (vulgo eu) ficava empatado, 1-1.
    O que eu disse é que não está 1-0. O resultado é muito mais negro que isso, há muitas mais vítimas. O problema, é que vítimas negras são só uma. Mais um jovem Português morto seria apenas mais um. Um negro seria o muitos, muitos, muitos a dois.
    Você também é daqueles que quer criar uma raça Humana única e Universal, governada por um único Governo Universal, vulgo ONU, um povo único universal sem religião e que fala uma única língua, inventada, tipo novilingua.
    Ah! E sem fome, guerras e miséria. Onde todos viveriamos bem.
    Já parou para pensar o quão perturbadora, doentia e impraticável (graças a Deus!!!) a sua Utopia é.

    Marco, no dia em que o seu cérbero e o seu coração virem através dos seus olhos, teremos um Homem Novo.

    Só mais uma questãozinha. Gostaria que me explicasse porque é um tão acérrimo defensor das minorias étnicas.

  59. D. Sebastião II diz:

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, o que aprendeu com o Marco?

  60. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Oh SEBASTIAOZINHO – BAIXO!…

  61. D. Sebastião II diz:

    Foi isso que aprendeu? Está tudo dito!

  62. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    QUAIS SAO OS IMIGRANTES (NOTE BEM, EU DIGO IMIGRANTES … QUER DIZER PARA O INTERIOR DE PORTUGAL/EUROPA) A QUE VOCE SE REFERE?… ESTA A REFERIR-SE AOS IMIGRANTES POLACOS POR ACASO?… NAO, VOCE TENDE SEMPRE PARA A TONICA DOS AFRICANOS (MELHOR DOS ‘PRETOS’). CORRECTO?… POIS O SEU PROBLEMA E PRECISAMENTE ESSE, MEU CARO SEBASTIZINHO! VOCE JA SE IDENTIFICOU AQUI HA MUITO TEMPO, E PENSA QUE NOS SOMOS PARVOS!… TENHA JUIZO CAMARADA!… VOCE SABE OU TEM IDEIA PELO MENOS DE QUANTOS IMIGRANTES ENTRAM DIARIAMENTE PARA O INTERIOR (REPITO, INTERIOR) DE ANGOLA/AFRICA? SABE QUANTAS EMPRESAS E BANCOS E OUTRAS COMPANHIAS EUROPEIAS SE INSTALARAM EM ANGOLA ?… AFRICA?… VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOCAO NENHUMA DO QUE DIZ!… SE NAO LHE INTERESSA O QUE POR LA SE PASSA COM OS NOSSOS COMPATRIOTAS, DEIXE -SE PELO MENOS DE MANDAR ‘FARPAS A BALDE’ PORQUE ESTES SEUS COMENTARIOS NOJENTOS SO OS VAI PREJUDICAR E NAO BENEFICIAM EM NADA OS FAMILIARES QUE AQUI AGUARDAM POR NOTICIAS ( AS MELHORES NOTICIAS) DOS SEUS PAIS, FILHOS, IRMAOS, MARIDOS E MULHERES, PERCEBE O QUE E ISSO?…

  63. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    SABE O QUER DIZER IGUALDADE E FRATERNIDADE ENTRE OS POVOS?… (E AQUI CITO, MAIS UMA INTERVENCAO BRILHANTE DO SENHOR MARCO DE CANAVEZES). NAO SABE CONCERTEZA… PORQUE VOCE, SEBASTIAZINHO!… DEFENDE EXACTAMENTE O CONTRARIO! PRINCIPIOS E VALORES QUE CONDUZEM A HUMANIDADE PARA SI NAO SIGNIFICAM NADA!… PARA MIM VOCE ESTA MAIS DO QUE CARACTERIZADO!

  64. D. Sebastião II diz:

    “QUAIS SÃO OS IMIGRANTES (…) A QUE VOCÊ SE REFERE?”
    Não são apenas os “pretos”. São aqueles que não são Europeus. Não me interessa se são pretos, chineses, mouros ou índios. Os imigrantes Polacos serão talvez um problema para a Alemanha, assim como os Portugueses já foram para a França mas esse tipo de problemas é mínimo comparado com “os outros”.
    Mas porque raio é que a Europa deve abrir as portas a todos os não-Europeus? Já não vimos o que se passa quando isso acontece, nas Américas por exemplo?

    VOCE TENDE SEMPRE PARA A TONICA DOS AFRICANOS (MELHOR DOS ‘PRETOS’). CORRECTO?
    Errado.
    Acho que já lhe expliquei no parágrafo anterior, mas se você for lerdo o suficiente para não compreender, diga qualquer coisinha que eu tentar-lhe-ei explicar. Mas olhe que eu não faço milagres!
    No entanto volto a perguntar-lhe porque raio há a Europa de se oferecer a essa gente?

    “POIS O SEU PROBLEMA É PRECISAMENTE ESSE, MEU CARO SEBASTIOZINHO!”
    Eu já disse que não tenho nada contra os “pretos”. Mas você continua a insistir nos pretos e nos pretos e nos pretos. Mas que mal é que os coitados lhe fizeram? O Brasil? Então, e pôr a culpa no colonizador como é costume? Mesmo á terceiro mundo?

    “VOCE JA SE IDENTIFICOU AQUI A MUITO TEMPO, E PENSA QUE NOS SOMOS PARVOS!…”
    Identifiquei-me? Como assim? Eu não disse que vós fosseis parvos, ou disse? Está a deixar-me muito confuso… Se calhar alguém andou por aqui… a postar como Sebastião II…

    “TENHA JUIZO CAMARADA”
    Eu não sou seu camarada, eu não tenho camaradas. Pode tratar-me por sua majestade el-Rei D. Sebastião II 🙂 🙂 🙂 (Não é preciso levar a mal mas camarada vem de camaradagem, geralmente politica, e eu não ando pelas politiquices).

    “VOCE SABE OU TEM IDEIA DE QUANTOS IMIGRANTES ENTRAM (…) PARA O INTERIOR (…) DE ANGOLA/AFRICA?”
    Essa é uma comparação deveras estúpida mas já que é tão sapiente e quer ir espalhar-se por aí: Não sei, não. Só sei que são menos do que aqueles que vêm para a Europa. Mas diga-me lá vossa excêlência quantos são?

    “… QUANTAS EMPRESAS E BANCOS (…) SE INSTALARAM EM ANGOLA?”
    Então, se são pobres é por causa da Europa, se a Europa vai para lá tentar criar riqueza é Colonização… isto é-se preso por ter cão e preso por não ter… então você quer que se crie riqueza em Angola ou não? Se os Angolanos não são capaz de criar riqueza, os Europeus têm de ir lá, dar-lhes uma ajuda. Perfer que morram mais á fome, que haja mais desempregados? Repare só, nas imbecilidades que diz.

    “VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOÇAO NENHUMA DO QUE DIZ!”
    Talvez não tenha a noção exacta, mas comparando com você… estou muito mais “iluminado”.

    Eu prejudico quem? Você sabe como são tratados esses Portugueses em Angola? Você conhece algum Português (não confundir com Pretuguês) que esteve em Angola recentemente? Voce soube o que se passou com as cartas de condução de Portugueses em Angola? “VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOÇAO NENHUMA DO QUE DIZ!” Ó Homem CALE-SE! “VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOÇAO NENHUMA DO QUE DIZ!”
    E olhe que os Portugueses (ou brancos) em Angola contribuem em muito para o país. É grandes vultos da cultura, literatura, desporto, etc. É Homens de Negócios a levar emprego aquela terra, é turismo. Ó Homem CALE-SE! “VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOÇAO NENHUMA DO QUE DIZ!” E o que ganham os Portuguêses com a maioria dos Angolanos que cá estão? (Será que consegue compreender que não estou a apelar á morte de todos os Angolanos, nem que são uns animais, quais Orcs vindos do Sul. Será que compreende que aqueles que hoje estão a chular Portugal são os descendentes daqueles que deportaram quase 1 Milhão de Portugueses e fizeram uma guerra para os expulsar? Será que compreende que quando chegam a Portugal o Estado dá-lhes habitação e oferece-lhes bairros sociais pagos dos bolsos de Portugueses? Será que compreende que isso acontece ao mesmo tempo que nos vamos tornando cada vez mais pobres em relação á Europa? Será que compreende que isso acontece enquanto muitos Portugueses nas grandes cidades vivem na miséria? Será que compreende que o Interior de Portugal está a morrer e que simultaneamente mais de um terço dos Portugueses do Interior vive sem condiões? Procure no Google “Rosa Brava”). “VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOÇAO NENHUMA DO QUE DIZ!”

    “PERCEBE O QUE E ISSO?”
    Não, neste contexto, não consigo. Agradecia que me explicasse pois eu penso que “VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOÇAO NENHUMA DO QUE DIZ!”

    Igualdade e Fraternidade entre os povos? Acho que sim.

    “VOCE (…) DEFENDE EXACTAMENTE O CONTRARIO!”
    “VOCE SIMPLESMENTE NAO TEM NOÇAO NENHUMA DO QUE DIZ!” Quem é o senhor(a) para me dizer o que eu defendo ou deixo de defender.

    Na minha concepção de Fraternidade e Igualdade entre os povos, todos os povos têm direito ao seu lar e nenhum povo deve (im)invadir o lar dos outros povos. Imigração têm a ver com indivíduos, não com povos. Daí que certos grupos étnicos não parecem (aos meus olhos) respeitar a Fraternidade.
    (Quanto á Igualdade abstenho-me.)

    Pois tente aprender comigo porque parece que o Marco de Canavezes não foi muito bom professor para si (ou você foi mau aluno). Tente aprender de qualquer lado, seja de quem seja pois o saber não ocupa lugar. Palavra que eu tentei aprender consigo mas parece-me que não tinha muito para me ensar. Aprenda e pense, reflicta nisto que lhe digo pois é muito fácil dizer que aprendemos quando não o temo de provar e citando Platão:
    “Podemos perdoar uma criança por ter medo do escuro. Vergonhoso e indesculpável é quando Homens têm medo da Luz.”
    Não tenha medo da Luz, quer ela concorde consigo ou não, venha ela de onde vier.
    O Senhor peca pela falta de humildade.
    Não tenha medo da Luz…

  65. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    No comment!

  66. D. Sebastião II diz:

    Pois, não comente que faz melhor!

    Também penso (ou quero penasar) que o seu silêncio tenha implicado alguma meditação da sua parte. Assim sim.

  67. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Relativamente a esta política de integração, como está aliás, subjacente ao longo de todo o livro, a pertinência e a execuidade de qualquer política de imigração deve, antes de mais, basear-se no conceito da cidadania. Ora, o discurso oficial acerca da construção da União Europeia faz-se à volta deste conceito. De resto, nunca poderia ter sido de uma outra forma, dado o mosaico diversificado de países com concepções diferentes de Nação que fazem parte da U.E. Desde a Revolução Francesa, tem havido muitas hesitações por partes dos Países Europeus acerca da fronteira entre o conceito de cidadania e o conceito de nacionalidade. À revelia da politiquice, do voto útil, das manobras de alguns sectores conservadores e xenófobos, foi negado ao imigrante o estatuto jurídico de cidadão. Ora, a U.E não terá nenhuma outra alternativa fiável a não ser a de alargar e estender a cidadania a todas as pessoas que vivem no seu espaço. Aliás, há muito tempo que um diversificado movimento social se tem debruçado sobre esta problemática, e tem encarado a luta pela cidadania para todos como uma prioridade inalienável. Infelizmente, a construção da cidadania europeia tem excluído um sem número de pessoas. De facto, cidadania implica o acesso ao direito de uma forma efectiva. Ou seja, é nesse âmbito que nasceu um forte movimento para a cidadania que culminou com uma posição oficial da Enar, tomada no mês de Junho 2002 . Trata-se de uma posição firme e inequívoca intitulada o Apelo de Madrid. O Apelo de Madrid, constitui uma iniciativa de várias pessoas oriundas de diferentes sectores da opinião pública e defende uma cidadania de residência tal como o S.O.S. Racismo sempre defendeu na Carta Dos Residentes há já vários anos e que constitui uma ferramenta de trabalho, ou melhor, um ponto de partida para uma reflexão mais aprofundada sobre o direito à cidadania.

  68. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    ACIME: Portugal mais jovem à custa de imigrantes
    Publicado em 17-11-2003
    Tema: Notícias

    Sem os imigrantes, Portugal seria mais velho, teria menos pessoas em idade activa, menos crianças e muito mais mulheres que homens. Estes são os principais contributos dos estrangeiros para a demografia portuguesa, segundo um artigo publicado no Diário de Notícias, com base no próximo estudo do Observatório da Imigração a ser publicado.

    O País continuará a receber outras nacionalidades, mas seriam precisos muito mais cidadãos para inverter a tendência de envelhecimento demográfico.

    «Mas, se os saldos migratórios positivos não constituem solução para contrariar as manifestações do processo de envelhecimento, na sua ausência, o panorama demográfico seria diverso, nomeadamente os níveis de envelhecimento seriam mais significativos, os níveis de natalidade mais baixos e o volume da população inferior», refere o trabalho da autoria de Maria João Valente Rosa, Hugo Seabra e Tiago Santos, a partir dos censos de 1991 e 2001 que contou também com o apoio do Alto Comissário para os Imigrantes e Minorias Étnicas.

    Referencia: http://www.acime.gov.pt

  69. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Voce quer agora substituir o Governo Portugues como:
    ”SEBASTIAO BORRA BIELAS”… O PORTA-VOZ DA EUROPA ???

  70. António Marcelo diz:

    Sebastião II. Estás a falar com um ventriloquo. Marco, Draco e xxxxxxxxx são a mesma pessoa. Encontramo-nos, quer perante uma personalidade fragmentada em inúmeros pedaços, quer perante um trapaceiro mentiroso.

    Marquinhos, xxxxxxxx, ou quem quer que fores. Já te disse uma vez que é de má educaçaõ falar com a boca cheia. E além disso, segundo a lei de Mafoma é tão ##### quem dá como quem toma.

    E vou-me embora. Estou a passar férias na praia e não quero saber mais nada.

    MZ, o que foi da primeira parte do post que enviei a S.M. Dom Sebastião II? Desapareceu num limbo virtual e não soube mais nada. Queria despedir-me dele até outubro.

  71. António Marcelo diz:

    Sebastião II. Concordo integralmente com o teu post do 3 de septembro.

    Saudações ibéricas, mesmo se incomodarem a esses «tolerantes» de pacotilha que à hora da verdade monstram a sua verdadeira face excluinte e totalitária.

    Escouta, venriloquo, posso ser espanhol, estudar português e não compartilhar essas paranoias estúpidas de gente como tu. Se, como dizes, o 50% de Portugal é espanhol, o 75% do capital supostamente espanhol é européu ou américano, incluidas essas empressas que tu tratas de invassores. A União europeia trouxe essas consequências, e se Espanha não se afundou com a entrada maciça de capitais forâneos, Portugal também não. E estou a falar em capitais, não em alienígenas inassimiláveis dos quais gostas tanto falar.

    Diz-me o que estás a apregoar e dir-te-ei o que não és.

  72. Pente Quatro diz:

    Oh MZ, já estou farto desta conversa da treta.
    Bem sei que a miuda não é nenuma beleza mas publique ai a foto da Vanessa Fernandes. Esta pelo menos é consensual (ou talvez não, visto ser do Benfica).
    De qualquer maneira, era uma homenagem merecida.

  73. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    Neocolonialismo português soma pontos em Luanda

    A TVI, uma das televisões privadas de Portugal, apresentou ontem, 03/09/2007, com o rótulo de grande reportagem, um trabalho sobre os portugueses em Angola. O assunto merece, pelo menos, duas considerações. Uma revela que a noção do que é Angola é muito limitada ali para as bandas da estação dirigida por José Eduardo Moniz. Limitou-se a falar de Luanda. A outra mostra, aí com alguma perspicácia jornalística, o neocolonialismo de alguns portugueses.

    Por Orlando Castro

    Tal como não aceito que se faça uma reportagem sobre Portugal mostrando apenas Lisboa, não me parece justo para os portugueses que vivem em Angola apresentá-los da forma como a TVI o fez.

    Se aquilo são os portugueses em Angola, então os angolanos que se ponham seriamente a pau. Com amigos daqueles ninguém precisa de inimigos.

    Explico. Os portugueses ouvidos pela TVI fizeram gala em dizer que estavam em Luanda porque ganhavam muito, mas muito, mais do que em Portugal; que tinham excelentes moradias e não sei quantos (cinco num dos casos) empregados domésticos. É o neocolonialismo na sua mais lídima expressão.

    Tal como na época do outro colonialismo lusitano, os empregados domésticos apareciam a dizer que a senhora era como uma mãe. E enquanto os filhos desses portugueses (havia apenas uma excepção) frequentam a Escola Portuguesa, os dos angolanos estudam (os que estudam) na escola pública.

    E então onde ficou o resto de Angola, o resto dos portugueses? Será que Angola é só Luanda? Será que só há portugueses em Luanda’?

    Não. De maneira alguma. Angola é muito mais, é sobretudo o que não está na capital nem no Roque Santeiro. É as terras do fim do mundo onde, como sempre, também vivem portugueses. Portugueses que são angolanos, ao contrário dos portugueses que a TVI mostrou e que só estão em Angola para sacar.

  74. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    José Diogo Madeira
    Para Angola e em força
    jdmadeira@netcabo.pt
    ——————————————————————————–

    Uma verdadeira estratégia de desenvolvimento dos interesses portugueses em Angola é um tema de Estado. E um tema ainda mais relevante porque aí se encontra um caldo de cultura fantástico para o crescimento das empresas portuguesas e que precisam de outros mercados para se expandirem.
    Fernando Ulrich recolocou, através do jornal «Expresso» do último sábado, o tema Angola sobre a mesa. Na semana em que todos discutem o Orçamento, isto é especialmente importante. Porque este Orçamento para 2006 é redutor: o Governo não pode fazer mais do que cortar despesa e maximizar receita. Mas, em consequência, cria-se um ambiente de tensão sobre os agentes económicos, que vêem a envolvente Estado a restringir o seu papel «abonatório» sobre a economia nacional. Menos Estado, melhor Estado é a necessidade urgente de Portugal, mas que assusta as famílias e as empresas, que não estão ainda habituadas à ideia de que o mundo se reorganizou de outra forma e que, agora, está cada um cada vez mais por si.

    E da mesma forma que foi com este Orçamento, os próximos serão igualmente limitativos. E mesmo que não fosse só a questão do equilíbrio das Finanças Públicas, são também as questões do esgotamento do mercado português, pequeno por definição, e da competição internacional que prejudica as exportações portuguesas para todo o mundo. Portugal é um país esgotado e que precisa de novos planos e temas para se desenvolver. Aliás, mesmo historicamente, Portugal só se fez grande quando funcionou como plataforma entre mundos. Só por si, Portugal, não tem dimensão para sair da cepa torta. E, neste modelo da Europa, ficou condenado à periferia.

    Quando Ulrich fala de Angola, enuncia alguns dados essenciais para entender a questão: aquela economia africana vai crescer acima dos 20% anuais, durante os próximos anos; chineses; brasileiros e espanhóis estão também fortemente empenhados naquele país; Angola é hoje uma economia de mercado, com forte concorrência. Há já, hoje, algumas empresas portuguesas presentes no mercado angolano, muitas delas com dimensão relevante, quer cá, quer lá. Mas e aplaudindo o que diz o presidente do BPI, Portugal precisa de construir uma estratégia nacional para se tornar efectivamente importante naquele país africano, enfrentando a concorrência daqueles que também aí se querem tornar importantes. E isto implica que se faça um novo entendimento das funções que um Estado tem de tomar.

    Ao mesmo tempo que o Estado se começa a retirar das funções providenciais a que nos tínhamos habituado – pensões e subsídios para toda a gente – e que começa a funcionar com menos meios e melhores resultados, obtemos um modelo de menos Estado. Mas melhor Estado implica um Estado que sabe pensar e intervir na definição estratégica do que se vai fazer deste País. E aqui, o Estado português pode servir para decidir um modelo de ataque a Angola, congregando interesses privados com um desígnio nacional na matéria. Ou seja, deve ser o Estado a ajudar na decisão – como integrador de «inteligência» sobre a matéria com vontades dispersas – de como, quando e onde se vai investir em Angola e depois, discretamente, juntar e cruzar os interesses económicos na questão. Uma verdadeira estratégia política de desenvolvimento dos interesses portugueses em Angola é um tema de Estado. E um tema ainda mais relevante porque aí se encontra um caldo de cultura, fantástico para o crescimento das empresas de origem portuguesa e que precisam de outros mercados e de outros ambientes económicos para se expandirem. E como esta conversa é em contra-ciclo com tudo o que o se passa dentro da economia portuguesa, é de todo o interesse que alguém leia o que Ulrich diz.

    PS – «Para Angola e em força» é uma expressão que, reza a história, foi pronunciada por Oliveira Salazar. O ditador foi o responsável por grande parte do atraso económico e social em que Portugal permaneceu durante décadas e de que ainda hoje padece. Se a utilizo aqui é apenas porque ela pode ser invocada pela necessidade de construir um projecto nacional de investimento em Angola. Claro está que a forma assassina como Salazar a empregou, resultou na morte de milhares de portugueses – uns contra os outros – sem que o resultado fosse mais do que o óbvio: a independência dos territórios africanos de expressão lusófona. Hoje, quando falamos em voltar a Angola, temos de fazê-lo com o respeito dos angolanos e em cooperação com eles. Sem isso, a história tenderá a repetir-se e acabaremos rechaçados da nossa vontade de voltar a Angola

  75. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    OH SEBASTIAZINHO D’BORRA BIELAS… Entendeu bem agora, extractos de alguns Jornais que vem reproduzidos nestes comentarios, ou nao? Se nao entendeu, e continua obstinado e cego ao que se passa… caro Sebastiano passe muito bem!

  76. Discípulo do Conselheiro diz:

    Quem seriam os alienígenas inassimiláveis ilustre António Marcelo? Seriam os incas-venusianos ou os conterrâneos do Dr. Spock?

  77. Discípulo do Conselheiro diz:

    PS: Saudações terráqueas!

  78. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx diz:

    OH SEBASTIANO. voce vai certamente percorrer uma serie de atalhos para sustentar os seus comentarios ridiculos mas, acaba por se afundar sempre no mesmo lamacal! O seu/nosso Pais Portugal, so tem vantagens em manter as melhores relacoes com as ex-colonias, sobretudo com Angola. Ha interesses de parte a parte!… pois evidentemente que sim; Porem, ha outros paises no terreno ainda mais poderosos, como o caso da China, Brasil, India (os chamados Paises-emergentes) que tambem tem os seus investimentos e interesses bem presentes naquele Pais Africano. Perante um cenario desta natureza, vocemece questiona o acolhimento dos Imigrantes!… O que e que sao os Imigrantes em termos economicos, sociais e outros?… Nao representam nenhuma ameaca para Portugal! Sao homens ou mulheres falidos, sem dinheiro, sem poder economico, que apenas deixaram os seus Paises fustigados pelas guerras, e querem viver em paz, tranquilos, poder ter os seus empregos (como os ha na construcao-civil e muito bons trabalhadores) e o pao-nosso de cada dia para os familiares! MAS VOCE E TAO ODIOSO QUE ACABA POR NAO TER, DE FACTO, NOCAO NENHUMA DO QUE DIZ!… nos seus comentarios ridiculos, revoltantes!

  79. D. Sebastião II diz:

    António Marcelo,
    ainda bem que me compreende. Creio que só que quantas mais pessoas virem a luz, mais iluminado será o planeta. Também não creio que os três moscãoteiros sejam a mesma pessoa. Fiquei lisonjeado por me tratar por Sua Majestade, principalmente um Castelhano de Madrid que deveria ser fiel ao Juan Carlitos. Cumprimentos e
    Saudações Ibéricas.

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx,
    o senhor(a) é muito(a) esperto(a). Expõe aqui dois excertos de jornais sobre realidades que não são novas para ninguém e não diz nada. Será que não é muito dotado no que toca á expressão escrita?
    Só lhe quero dizer um par de coisas:
    Primeiro, não sou eu o cego e não quero ver o que se pasa. Segunodo, esta U.E. já deu provas do qunto ama a Europa. A ajuda prestada á Grécia aquando dos incêndios é um exemplo. No entanto é aquilo que se tem. Podia ser bem pior. Se bem que a UE não vai durar muito mais tempo (já estagnou) criou riqueza na Europa o que já é bom.
    Portanto sim, considero-me mais porta voz da Europa do que essa U.E. (se bem que a U.E. é a verdadeira porta voz de uma porção da Europa).

    Agora, quanto ao seu último comentário gostava de dizer isto:
    1) Em que lamaçal é que eu me afundo constantemente?
    2) Claro que o tema dos imigrantes será sempre um tema compexo entre Portugal e Angola. Se bem que as elites Angolanas já mostraram que não lhes interessa o povo mas sim o donheiro. E o pior é que o povo Angoano vai atrás… Você tem noção das tensões desnecessárias (especialmente em Angola) que a imigração para Portugal provoca? Você acha que o governo Angolano não tenta travar a emigração?
    3) Quer mesmo que eu lhe volte a explicar os problemas dos imigrantes e os problemas causados á sociedade pelos imigrantes?
    4)Porque sou eu tão odioso? Reflicta e explique-me porque estou curioso…
    5)Porque são os meus comentários rídiculos e, principalmente, revoltantes? Será porque não são diferentes dos seus? Onde está o respeito pelo outro? Onde está a democracia? Porque apareceram agora tantos perconceitos numa pessoa tão iluminada?
    6) Seja conciso e directo na resposta ou cale-se. Se optar pelo silêncio ou outra forma de resposta fica aqui anotado o seu nível de inteligência e para que lado pende a razão. Boa Noite.

  80. Silvério diz:

    “já mereceram divulgação de IP e queixa às autoridades.”

    Acho que estes tristes comentários é que merecem queixa nas autoridades, inibição de navegação no mundo dos três www e apreensão da carta de marujo.

  81. D. Sebastião II diz:

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxx fiquei esclarecido quanto á sua posição, capacidade de argumentação e desenvolvimento de ideias. Obrigado.

    Silvério, concordo plenamente. Isso é censura pura! Eu creio que só devemos entregar o próximo quando este representa um perigo para a sociedade. Não por discordarmos das suas ideias.

  82. Draco diz:

    Um pouco menos de ódio e preconceito e um pouco mais de bom senso pode operar milagres…

  83. D. Sebastião II diz:

    Draco, onde é que vês ódio e preconceito?

    Mas vocês são todos parvos ó quê?

    E se em vez de mandarem bitaites… porquê que não falam logo, de coisas concretas. Porque não têm argumentos para sustentar as vossas opiniões. Então calem-se.

  84. Estive a dar uma vista de olhos nos comentários, e o perfil de psicoptas destes pobres nazis continua a revelar-se. A típica inversão: eles acham-se as vítimas! E os que pugnam pela paz, pela liberdade, pela igualdade, pela justiça, são os loucos, os utópicos, os cínicos, os estúpidos.
    Se cá voltasse um certo filho de carpinteiro a aconselhar que as pessoas se estimem mutuamente como irmãos, decerto teria o mesmo desenlace.

  85. Quanto à teoria da conspiração (mais uma) acerca de “ventriloquismo”, o Administrador do site pode confirmar que não é tal.

  86. D. Sebastião II diz:

    Caro Marco de Canavezes, por favor!
    Ou o senhor diz algo em concrecto ou então não se há-de ir a lado nenhum.
    Quanto ao seu vídeo, eu como não temo nem devo gostaria que a Polícia fosse assim tão violenta. Estou farto de ver policias mortos, assassinados e Policias que não fazem nada porque os bandidos são negros, ciganos, são muito novos ou estão bem armados.
    Em que mundo é que você vive?
    Acredita você mesmo que aquelas figuras são agentes da PSP? É assim tão ingénuo?

  87. D. Sebastião II diz:

    Com que então, você não tem medo dos imigrantes mas tem medo da polícia… curioso.

  88. Olha demagogia fresquinha… 🙂

  89. D. Sebastião II diz:

    Não sou eu que a vendo caro Marco (apregoador)!
    Um bom dia também para si.

  90. Oh, como fui ingénuo em crer que aquelas “figuras” são agentes da PSP! É claro que são africanos maquilhados de agentes da dita polícia, pois nenhum puríssimo caucasiano se prestaria a tal. Foi um esquema bem montado… E todos os casos que enchem os relatórios da Amnistia Internacional (outros malandros!…), em que emigrantes africanos são espancados e mortos nas esquadras por polícias raivosos, são também hábeis encenações.
    Todos os polícias são perfeitos e santos. E todos os indivíduos de pele mais escura que o Sebastião são criminosos do mais baixo jaez.

    Enfim, mais um exemplo de que não digo nada de concreto e que assim sendo “não irei a lado nenhum”. O Sebastião, pelo contrário, fala e diz! E sem demagogia alguma! Tudo no seu discurso é lucidez, ponderação, objectividade, emparcialidade e boa-fé! Parabéns! Hoje ao jantar a sua avó vai dar-lhe uma fatia extra de bolo inglês e dois empregados africanos para o menino treinar tiro ao alvo!

  91. D. Sebastião II diz:

    Você deve ter uma tara qualquer com africanos.
    Quem cometeu aqueles actos não sei, só sei que não fui eu!
    Eu gostava que me desse exemplos de africanos mortos por policias raivosos em Portugal, se não encontrar nenhum, dê-me um caso de um emigrante africano morto por polícias raivosos aqui na Peninsula, se não encontrar dê-me um exemplo na Europa (aí até já é capaz de haver uma vítima ou outra!). Até lá dou-lhe estes casos:

    “Irineu Diniz (33 anos) foi abatido no bairro da Cova da Moura, Amadora, em 17 de Fevereiro de 2005, António Abrantes (30 anos) e Paulo Oliveira (23 anos) foram mortos no bairro da Falagueira, também na Amadora, em 20 de Março, e Sérgio Martins (49 anos) foi morto em Lagos, no Algarve, em 11 de Dezembro passado.”

    Merceram morrer, não acha. Que polícias malfeitores! A protegerem cidadãos de um país não-Africano.

    Quanto aos policias serem santos e os de pele mais escura do que eu serem criminosos, não comento. Pergunto-lhe só: e aqueles que têm pele mais clara que eu? Passo eu a ser criminoso porque há gentes com pele mais clara que eu?

    Nota: “Emparcialidade” tenho eu aos montes!
    Já o seu avô deve levá-lo a ir por essas Américas a fora gritando nós Americanos somos apenas uma única raça mestiça de Norte a Sul; Deve também levá-lo a oferecer armas aos “nativos oprimidos” (esta gente perfere dar sempre armas do que levar desenvolvimento e condições para a terra dos outros! Vá se lá saber porquê! Deve ser de tanto amarem o próximo!) para que eles se possam rebelar contra o grande satã e o branco opressor.
    Isto claro desde que você por ser mais Europeu que os Nativos tenha sempre direito a uns trocos a mais e a uma boa infância, qual Fidel Guevara!

  92. “Um relatório do Comité Europeu para a Prevenção da Tortura, Aplicação de Penas e Tratamentos Desumanos ou Degradantes publicou um relatório na passada quinta-feira, dia 25 de Janeiro, onde responsabiliza as autoridades portuguesas por diversas violações dos direitos humanos. O documento baseia-se a várias visitas elaboradas por membros do Comité no ano de 2003, tendo sido avaliados diversos comandos distritais da PSP, estabelecimentos prisionais, ou o centro de detenção para imigrantes no aeroporto de Lisboa.

    O relatório refere que o ano de 2003 registou um aumento de suspeitas de agressões cometidas por agentes da polícia, concluindo que as garantias fundamentais contra os abusos de autoridade “estão ainda longe de serem plenamente aplicadas”. A exposição alerta igualmente para a precária situação vivida nos cárceres portugueses, sendo mencionado diversos casos de espancamento, bem como a existência de elevadas taxas de sobrelotação e de insuficientes condições de vida (o centro de detenção para imigrantes é referenciado por negar aos detidos o acesso ao ar livre).

    Apesar do abismo temporal entre os factos descritos e a data da sua publicação, o documento não deixa de ser marcado por uma triste actualidade. O relatório da Amnistia Internacional para o ano de 2005 (1)/(2) menciona vários casos de violência policial, nomeadamente o assassinatos de José Reis e João Martins por parte de agentes da PSP. No ano de 2006, o fenómeno perpetua-se, sendo de destacar a ocorrência, num espaço de cinco dias, de duas situações que envolveram disparos efectuados por militares da GNR, e que provocaram a morte de um jovem

    De referir igualmente um caso de tortura infligida a um imigrante egípcio por parte de agentes da PSP da esquadra de Espinho.

    Os estabelecimentos prisionais portugueses constituíram igualmente, e à semelhança de anos anteriores, o palco de graves violações de direitos humanos, verificando-se diversas situações de tortura por parte de guardas prisionais (1)/(2) e um caso de uma morte sob circunstâncias suspeitas.

    Aparentemente, estes acontecimentos constituem excepções à regra, não traduzindo a generalidade das actuações protagonizadas pelas forças de segurança. Porém, será que a excepção contradiz a regra, ou pelo contrário, corresponde à sua extensão?

    Quando, de dia para dia, as forças de segurança aumentam o seu poder de acção, como foi visível na operação da Quinta de Torre (Maio de 2006), quer através do alargamento do seu espaço de intervenção, quer através do desenvolvimento infraestrutural , não podemos deixar de apontar a desigualdade de poder social entre uma multiplicidade de poderes que mandam e uma ainda maior multidão que obedece, como causa estrutural da repressão.”

    ————————————————————————————–

    Assim en passant posso dar-lhe isto. Se se der ao trabalho de pesquisar o que não lhe interessa encontrará muito mais. Se for ali para Alverca, por exemplo, verá a quantidade de miúdos africanos que “aparecem” estendidos, misteriosamente. E é só ver as notícias e constatar os constantes insultos, ameaças, espancamentos, prisões arbitrárias, ciganos e africanos que caem pelas escadas das esquadras, detidos que “roubam a arma ao agente e se suicidam”. Basta que o agente da PSP ou GNR partilhe dos seus sentimentos. V. faz-me sempre lembrar quando o leio, aqueles oficiais nazis cruéis e nervosos, com um discurso de ódio e auto-indulgência.

    A sua argumentação tem a consistência da do seu correlegionário Pinto Basto do PNR, que queria ser eleito para “lutar contra a cultura do hamburger e do hip-hop”. podia aproveitar e banir tudo o que fosse estrangeiro. Passávamos a ouvir fado ao vivo (tv, rádio, cd, etc., ía ao ar) e a andar de carroça.

    Essa da América multiracial é de bradar aos céus! Então os africanos foram miseravelmente invadidos, escravizados, mortos, torturados, escravizados, aguentaram tudo de forma pacífica, e agora ainda são acusados de manchar a pureza cromática americana?… Os nativos americanos, esses, coitados, têm que se “achantrar”…

    Vocês, de facto, não passam disso: dizem-se não racistas e apenas preocupadops com a “emigração desregrada”, mas à mínima argumentação que vos contrarie salta-vos a tampa e proferem os miseráveis insultos racistas que já foram (e bem!) apagados pelo Administrador do blog. É “macacos” para aqui, “retretes” para ali, e depois eu é que tenho uma “coisa” com africanos – é parcialmente verdade, pois por africanas até tenho 🙂 E se tivesse por africanos estava no meu direito, ora essa!

    Continuando a repisar o que já foi várias vezes dito, outro número clássico é a auto-vitimização e o apodar os outros de comunistas sempre que se pronunciem pela igualdade entre os seres humanos. Ao bom estilo de Salazar. Se não agrada, é comunista, “paneleiro” ou protestante. Destas, só a última é que ainda não me atirou, valha-nos isso…

    Já aqui disse que se considerarmos os Homens do ponto de vista puramente biológico, arriscamo-nos a dar aos racistas como V. argumentos do tipo “tem o cabelo encaracolado, é de outra “raça””. Para mim, os Homens são todos Irmãos. Interprete como quiser.

    E que falta de imaginação, meu amigo. Vai peguilhar com um erro de dactilografia, sugerindo que eu soletro “emparcialidade”. Não arranja melhor que isso? Pergunto-me se o seu apelido não é Pinto-Coelho, pois a profundidade da argumentação desse Sr. é idêntica.
    Experimente consultar um psiquiatra e falar-lhe dos seus sentimentos racistas. Pode haver cura. Sério, pode haver aí um trauma qualquer.

    E acaso supõe que me congratulo com a morte de polícias? Que sofisma! Ou que desculpo os crimes cometidos por ciganos, africanos ou pesssoas de pele de outras tonalidades? Por favor! Tenha respeito ao menos pela sua inteligência! Você é capaz de melhor, se extirpar esse tumor ideológico. Não estereotipe as pessoas e as situações. Dê-se ao trabalho de conhecer, ao vivo e a cores, aquilo de que fala. Não rejeite o amigo de outra tonalidade cutânea. Aproveite para estudar a vida dele, e verá que sente, sangra, ri, chora e abraça os filhos como o meu amigo. A cor da pele é uma camada de tinta insignificante. O local de nascimento não dá primazia nem despromove ninguém. Segundo os Orientais, somos apenas actores no palco planetário, que mudam de papel a cada representação. Dizem que eles têm muita Sabedoria, por isso talvez valha a pena meditar nisso.

    Boa noite, bom jantar e boa pontaria.

  93. Eh pá… acho que o gajo do PNR se chama Pinto Coelho e não Pinto Basto 🙂 Quando o vejo de olhos esbugalhados e a espumar pelos ouvidos nem reparo no nome. A ver se não me esqueço: “fraquito como um pinto, medroso como um coelho”.

    Ah, e quanto falei das pessoas que, nas esquadras, “caem pelas escadas e morrem”, deve ter aspas, claro. Ou então são umas escadas especiais, onde só escorregam africanos, ciganos, ucranianos, etc..

  94. Uriel diz:

    Deir Yassin, era uma típica vila palestina, com pouco mais de mil habitantes, por volta de 1948. Também foi dado como nome simbólico de uma das fases da guerra de ocupação sionista, com o objetivo específico de obter mais territórios e de expulsar os habitantes nativos do “Estado Judaico”.

    Na vila com este nome, haviam casas de teto plano que enfileiravam-se no topo de uma montanha localizada a cerca de dois quilometros a oeste de Jerusalém. Seus habitantes cultivavam damascos, azeitonas e vinhas em terraços na encosta da montanha. Como a vila encontrava-se próxima a diversos assentamentos judaicos e poderia facilmente ser cercada pelas forças sionistas, o muktar(lider religioso da aldeia) havia feito um acordo de não-agressão com os judeus dos assentamentos vizinhos-e, apoiado nesse acordo, havia negado permissão para que forças árabes usassem a cidade como base.

    Em abril, comandantes locais dos grupos terroristas Irgun e Stern procuraram o comandante da Haganah em Jerusalém, David Shaltiel, desejando tomar parte na operação destinada a abrir um corredor entre Jerusalém e Tel-Aviv. Embora receoso, Shaltiel acabou por autorizar o ataque, embora argumentasse que haveria outros motivos mais valiosos do ponto de vista militar. A operação foi chamada de Unidade, por reunir numa só ação os três setores das forças judaicas-Haganah, Stern, Irgun-, embora a primeira entrasse, a princípio, apenas com apoio “logístico” e armamentos, além de enviar um “observador”, o jovem oficial Meir Pa’il. Nos dias seguintes, os líderes dos dois grupos terroristas reuniram-se para planejar o ataque, que visava “quebrar” o moral árabe e criar pânico entre os árabes palestinos. Segundo um comandante da Irgun, a maioria dos comandantes presentes às reuniões “decidiu pela liquidação de todos os homens da aldeia e quaisquer outros que se opuséssem a nós, mesmo que fossem velhos, mulheres ou crianças”.

    Na madrugada o dia 9 de abril de 1948, a força de assalto sionista, com 120 homens, aproximou-se da aldeia. Os sentinelas, armados com velhos rifles turcos, alertaram a população, que rapidamente começou a fugir para as aldeias vizinhas, enquanto alguns homens faziam frente aos invasores. No começo, os sionistas fizeram pouco progresso; segundo o observador da Haganah, Meir Pa’il: “Eles conseguiram ocupar apenas a metade oriental da aldeia, não conseguindo ocupar a parte ocidental. Dez ou doze árabes atiravam contra eles usando apenas rifles, não tinham armas automáticas, e seguraram-nos do lado oriental”. Percebendo a dificuldade dos invasores sionistas, o próprio Pa’il enviou um mensageiro a uma base próxima da Haganah, solicitando reforços. Logo, um pelotão da Palmach(a força principal da Haganah)chegou aldeia, ocupando-a em poucos minutos e sem nenhuma baixa. Com a vitória, o pelotão da Palmach retirou-se, deixando as ações sob responsabilidade dos comandantes terroristas.

    O que se seguiu na aldeia foi a mais brutal selvageria, e embora até hoje a literatura sionista e israelense divida-se quanto aos seus motivos e consequências, há unanimidade entre historiadores árabes e ocidentais, e entre observadores de organizações humanitárias. de que o que houve em Deir Yassin foi uma matança deliberada e cruel da população civil com o objetivo de atemorizar os habitantes de toda a região e provocar sua fuga. Anos depois, o jornal judaico-americano Jewish Newsletter relatou:

    ” Depois que os homens da Haganah se retiraram, membros da Irgun e do Grupo Stern perpetraram as mais revoltantes atrocidades: 254 homens, muilheres e crianças árabes foram massacrados a sangue frio e seus corpos mutilados foram atirados em um poço; mulheres e moças árabes capturadas e trazidas para Jerusalém em caminhões e conduzidas em parada pelas ruas, onde eram humilhadas e cuspidas. No mesmo dia, os irgunistas deram uma entrevista à imprensa na qual disseram que amatança coletiva era uma “vitória” na guerra de conquista da Palestina e da Transjordânia”.

    Para completar a ocupação, os terroristas jogavam granadas pelas portas das casas e metralhavam indiscriminadamente a todos os que viessem pela frente. mulheres tiveram suas barrigas rasgadas por baionetas, e crianças foram mortas em frente a suas mães. Uma comissão inglesa que entrevistou sobreviventes alguns dias depois, conclui que “muitas atrocidades sexuais foram cometidas pelos atacantes judeus. muitas mulheres foram estupradas e depois trucidadas. Mulheres idosas também foram molestadas”. Alguns corpos foram encontrados com mais de 60 tiros, ou com membros amutados. Quinze casas foram dinamitadas, incluindo a casa do muktar, enquanto as demais foram saqueadas.

    De acordo com o médico da Cruz Vermelha, Dr. Jacques de Reynier: “A limpeza foi feita com metralhadoras e depois granadas de mão. Foi terminada com facas, qualquer um podia ver isso”. O médico suíço ficou particularmente chocado por uma das terroristas que segurava uma faca. “Uma bonita jovem israelense com olhos criminosos, mostrou-me uma faca com sangue ainda pingando, ela me mostrava aquilo como se fosse um troféu”. O comportamento dos terroristas sionistas lembrou o médico da Cruz Vermelha de seu serviço durante a segunda guerra mundial, quando lhe veio a mente uma cena em que viu “uma jovem nazista apunhalar um casal de velhos sentados em frente de sua cabana”.

    O saldo do massacre foi de 254 civis palestinos mortos, grande parte constituída por crianças, mulheres e idosos. Os sobreviventes fugiram aterrorizados, abandonando a aldeia e disseminando o pânico entre a população palestina. Entre os invasores, o número total de mortos foi de QUATRO.

  95. D. Sebastião II diz:

    Uriel, é exactamente por isso que as guerras devem ser evitadas. Isso é triste, mas não deixa de ser uma guerra (o que é ainda mais triste).
    Sobre esse conflito só tenho uma coisa a dizer:
    “I am a fan of disporportionate response!”
    “Go Israel!”
    Quanto ao Marco, responderei amanhã, se Deus quiser.

  96. Lucas diz:

    Um dos versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial, é o “massacre” de Deir Yassin, episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU.

    Os anti-semitas, disfarçados de “anti-sionistas” e “apoiantes da causa palestiniana”, largam a designação “Deir Yassin”, com ar profundo e indignado e, embora não tenham uma ideia clara do que realmente aconteceu, fazem conta que sim e avançam alegremente pelo velhíssimo caminho da demonização do judeu.

    Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada.

    A 13 de Março de 1948, uma companhia árabe, constituída predominantemente por iraquianos tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.

    Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.
    Foram feitos avisos prévios à população de que devia abandonar a zona, agora transformada em objectivo militar, de facto a maioria da população saiu da aldeia.

    Quando os paramilitares judaicos chegaram foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que, como sabemos, continua a ser usado tanto no Líbano como em Gaza.
    Os judeus responderam, e nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu pesadas baixas (50 homens) mas conseguiu finalmente neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
    Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes ripostaram, matando todos os prisioneiros.
    Reacção normal…sem ir mais longe, em Aljubarrota os portugueses executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara.

    Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita.

    A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes (incluindo os iraquianos) em consequência do fogo cruzado. Ou sejam, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia árabe que ocupou a aldeia.

    De onde vem então a ideia do “massacre”?

    Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e das manobras propagandísticas da ultima guerra com o Hezbolah: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” .

    Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades, e basta recordar o que aconteceu no Verão passado com o “massacre” de Canaa, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância convencida e pelas visões estrábicas do mundo.

    Neste caso o tiro saiu aos árabes pela culatra porque a distorção dos factos lançou o pânico nos felas, contribuindo para engrossar o número de refugiados.
    Isto foi confirmado num documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin.

    “Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”
    (Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998)

    “A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”
    (Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )

    Aliás Arafat, na sua biografia autorizada, refere expressamente que os exageros das histórias sobre Deir Yassin acabaram por provocar um efeito contrário aquele que se pretendia.

    Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
    Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

    Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana” (ódio a Israel, em português).
    Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
    Mas destes não reza a história…eram meros “porcos judeus”.

  97. Dei origem a este tópico quando sugeri que se celebrasse a vitória do Nelson Évora. E cabe-me o 100º comentário. Que honra 🙂

    “Go Israel”! Olhe que deve estar a confundir guerra com futebol. Nas guerras as pessoas aleijam-se e morrem, e há muita gente inocente que passa horrores em nome das contas bancárias de alguns senhores, que são, no fundo, quem promove as guerras e lucra com elas. As guerras são muito agradáveis de se comentar na varanda, em noites de Verão, com um whisky na mão. estar lá é que é o caraças…

    Está em intenso trabalho de pesquisa para me responder amanhã. Estou a tremer de medo! Proponho que desenvolva a teoria admirável dos gajos mascarados de PSP! Está ao nível da Noite de Cristal!

    “Se Deus quiser?”! V. crê em Deus e é racista! Valha-nos Deus! Que confusão vai nessa cabeça…

  98. Só por curiosidade, eu sou de ascendência judaica, e nem por isso sou anti-muçulmano nem anti coisa nenhuma, graças a Deus. Sou anti-estupidez, mas essa é a excepção que confirma a regra.

  99. António Marcelo diz:

    S.M. Dom Sebastião II:

    Não sou monárquico e não me importo nada da monarquia. Quando a União Europeia se consolidar, os Reis ainda existentes ficarão reduzidos à mesma condição dos marajás indianos, simples peças de museu.

    Os três ventríloquos ou os três tenores são a mesma pessoa. Cada qual representa um papel. O Marquinhos parenta ser o intelectual do grupo, e o xxxxxxxx o violento. Quando eu respondi ao Marco no mesmo tom que ele empregou comigo, em vez dele, o seu alter-ego perdeu as esribeiras e traiu-se. Ele confessou ser também conterrâneo dele. Eu poderia facilmente simular três endereços IP diferentes. No primeiro utilizo o próprio e para os restantes utilizo proxies anónimos. Existem dezenas deles na rede.

    Agora estou a passar férias em Portugal. A propósito, este é um assalto a mão armada, 1 € por dez minutos de ligação.

    Para mim são alienígenas aquelas minorias raciais não assimiláveis, ciganos, africanos etc. Digam-me qual é o país, se existir onde convivem pacificamente estas etnias e se acham integradas. Não será na França, nos EE.UA., no Brasil, na Cuba de Fidel Castro. Viram a televisão cubana? Todos os apresentadores brancos, todos os dirigentes do país também brancos. Na Europa estamos pouco a pouco a reproduzir o mesmo esquema colonial do que em aqueles países.

    E Portugal, vejo que está também a progredir. Já apareceram os graffiti, perante a pasividade das autoridades e bem cedo, perder-se-á a hospitalidade, uma das melhres virtudes deste país, para cá reinar a má educação que existe em Espanha. E como o lixo nunca fica isolado, também chegarão os casamentos homossexuais.

    No meu país, apesar da Constituição falar de casamento entre homem e mulher, e a lei que igualou ambos os casamentos ter sido recorrida, os juízes do Tribunal Constitucional, nomeados pelo poder político (ou maioria parlamentar que é a mesma coisa), transmutarão a água em vinho e o preto em branco, e passados poucos meses serão plenamente constitucionais, perante o espanto e admiração dos progressistas do mundo inteiro. Conheço um ventríloquo que gostaria muito disso e em Espanha encontra-se-ia como na sua casa.

    Ainda me restam três semanas de férias, uma delas ainda no Algarve. Já voltarei por aqui outro dia.

    Adeus.

  100. António Marcelo diz:

    Obrigado, Flip on-line. O que faria sem ti?

    http://www.flip.pt/Default.aspx?tabid=96

  101. António Marcelo diz:

    Aprendi imenso graças a esta web, mas ainda nã gosto trabalhar sem rede. Sem a Internet não teria aprendido a décima parte do que conheço agora. Lástima que na minha mocidade não existisse esta magnífica ferramenta que abre portas em todas partes.

  102. D. Sebastião II diz:

    Antes de tudo, obrigado Lucas por repor a verdade de uma forma imparcial.

    Marco de Canavezes:
    “As guerras são muito agradáveis de se comentar na varanda, em noites de Verão, com um whiskey na mão. estar lá é que é o caraças.”
    Finalmente concordamos com alguma coisa!
    Agora, é bom que as guerras sejam comentadas e que não sejam esquecidas como Darfures e outras guerras em África, não é Marco?
    Pois, mas como você tem a solução para o mal estar em África (que é mandá-los todos para a Europa) não lhe interessa que morram pessoas lá.

    Outra coisa, não estou a fazer nenhuma pesquisa, só não tenho tido muito tempo para organizar uma resposta (ainda nem li a sua!) mas (não) me espanto que você tenha tanta compaixão por pretinhos e não tenha nenhuma por agentes da autoridade.
    Se acredito em Deus? Acredito e não sou racista. (ou sou? é que para mim esse conceito é muito vago! Pelo mens defendo o direito á existência das outras raças e que esses “outros” tenham direito a ser respeitados como seres Humanos, nada mais)

    António Marcelo:
    O seu post não é parvo de todo, e concordo com a maioria daquilo que diz, só lhe pergunto:
    Porque raio é que os Espanhóis são tão mal educados? E porque varia tanto isso ao longo de Espanha? E o pior é que eu sei que eles não fazem por mal…

    Mais uma vez agradeço ao Lucas por ter reposto a Verdade de forma tão sóbria.

  103. O António, outro adepto da teoria da conspiração. Quando se quer acreditar numa coisa, nada a fazer. Pois que seja.
    Olhe que a monarquia tem sido o cimento que tem mantido unidas as nações que compõem a Espanha. E o Reino Unido. E a Bélgica. E o Canadá. Não é um assunto tão linear como parece.
    Quanto à sua patente homofobia, suponho que seja dos tais que acham que as pessoas “escolhem” ser homossexuais, e que “mataria” um filho seu se este o fosse. Catita! Facho, racista e homofóbico. “Só lhe falta ser cabrão”, para citar o poeta português José Carlos Ary dos Santos. Passe a liberdade poética, que a Senhora do António está de certeza muito acima dessa coisas.
    Nota: Essa dos três tenores é um bocadinho infeliz nesta altura, mas isto é só uma sugestão.

    Sebastião, o meu amigo, com a sua visão grosseiramente redutora, já se está a repetir em demasia. Tanto estereotipar e demonizar o interlocutor por falta de argumentos já cansa.
    De qualquer forma, ambos já mostraram a profundidade “simiesca” das respectivas ideias, e por isso tiveram os posts devidamente apagados.
    Não me vou repetir mais, eu também. É que quando se quer mesmo acreditar numa coisa, ainda que contra toda a razão, contra a moral mais básica e contra todos os factos… nada feito.

    “Boa Viagem”, como rezava um famoso outdoor..

  104. D. Sebastião II diz:

    Marco de Canavezes:
    “Olhe que a monarquia tem sido o cimento…”
    Olhe que é verdade!!! Interessante (ou talvez não) é que você aprove uma nação para mais de dois povos. Como no caso gritante da Bélgica onde um quinto da população tem o mesmo poder que os outros quatro quintos. Interessante… Depois eu é que sou anti-democrático!

    “Sebastião (…) com a sua visão grosseiramente redutora, já se está a repetir em demasia. Tanto esterotipar e demonizar o interlocutor por falta de argumentos já cansa.”

    1º Que visão tão assim grosseiramente redutora? Vai agora dizer-me que o comentário do Lucas teve “uma visão” mais “grosseiramente redutora” que o Ariel ou Uriel?

    2º Repetir-me eu? Dói-lhe assim tanto ouvir falar mal dos Palestinianos?

    3º “já mostraram a profundidade “simiesca” das respectivas ideias…” Pois e eu é que “esteriotipo e demonizo” os “imterlocutores.

    4º Vá ver os comentários no U Tube ou no Yahoo (mas acho que é no UTube) acerca do seu vídeo de violência policial. Depois, se tiver coragem diga-me qualquer coisinha.
    Citando alguém:
    “Apanharam foi pouco! Deviam ter-lhes batido mais.”

    Já está você novamente a baixar o nível!
    Não se preocupe que mais tarde ou mais cedo elaborarei uma resposta áquele seu post.

  105. D. Sebastião II diz:

    Caro Marco de Canavezes, eu sei que lhe devo uma resposta a um post seu (que ainda nem li!) e garanto-lhe que lhe darei essa resposta ainda hoje.
    Deixe-me só citar este excerto de Eça de Queiroz in “Os Maias” para que muitos compreendam que Portugal e o povo Português é exactamente isso, Portugal e o povo Português. O resto (cidadãos, nacionais ou não) é conversa.

    “Porque essa simples forma de botas explicava todo o Portugal contemporâneo. Via-se ali como a coisa era. Tendo abandonado o seu feitio antigo, à D. João VI, que tão bem lhe ficava, este desgraçado Portugal decidiu arranjar-se à moderna: mas, sem originalidade, sem força, sem carácter para criar um feitio seu, um feitio próprio, manda vir modelos do estrangeiro – modelos de ideias, de calças, de costumes, de leis, de arte, de cozinha…
    Sómente, como lhe falta o sentimento de proporção, e ao mesmo tempo o domina a impaciência de parecer muito moderno e muito civilizado – exagera o modelo, deforma-o, estraga-o até à caricatura. (…) `
    É o que sucede com os pretos já corrompidos de S. Tomé, que veêm os europeus de lunetas – e imaginam que nisto consiste ser civilizado e ser branco.
    Que fazem então? Na sua sofreguidão de progresso e de brancura, acavalam no nariz três ou quatro lunetas, claras, defumadas, até de cor. E assim andam pela cidade, de tanga, de nariz no ar, aos tropeções, no desesperado e angustioso esforço de equilibrarem todos esses vidros – para serem imensamente civilizados e imensamente brancos…
    Carlos ria:”

    Então, mas o Eça de Queiroz é um racista?
    E já nesse tempo Portugal absorvia tudo o que vinha da Europa sendo bom ou mau e adoptava como bom (vulgo, aborto)?

  106. E não há pachorra para mais. O seu caso é de psiquiatra, e esses fazem-se pagar bem – e merecem cada tostão.
    Boa sorte, tudo de bom! 🙂

  107. D. Sebastião II diz:

    Foi muito bem visto e hilariante!
    Também eu sou fã do vai tudo a baixo.
    Ti-ri-ri-ti-ri-ri-ri-ri-ri-ri-ri
    Toca a outra música!

  108. D. Sebastião II diz:

    Ora aqui vai a tão esperada reacção ao seu comentário. Marco, de 6 de Setembro de 2007 ás 6:20.

    Primeiro vou dividir o seu comentário, tal qual você fez, em dois:
    Aquilo que o Falâncio citou e aquilo que o Falâncio “disse”.
    Pois então começarei por comentar aquilo que vossa excelência “disse”:

    “Se for ali para Alverca, por exemplo, verá a quantidade de miúdos Africanos que aperecem estendidos, misteriosamente.”
    Pois olhe que se morar ali em Alverca, ou se tiver a coragem de perguntar aos vizinhos Nacionais e que não vivem em barracas porque aparecem eles estendidos, rapidamente os mistérios se dissiparão. Eu sei que no seu mundo não existem lutas de gangues, mas no meu país infelizmente existem. Por causa de quem, para mim não é um mistério, mas também não vou dizer quem são os culpados para não ferir sensibilidades.
    Quanto ao resto desse parágrafo, só rezam imbecilidades que não lembrão o diabo. Mas se você pensar em qual o tipo de gente que está numa cadeia, se o seu QI for superior a 80 e estiver na média Nacional, nos 95 ou 100 pontos, depressa descortinará que não são percisos guardas prisionais ou agentes da autoridade para que a vida no calaboço se torne um inferno. Eu vejo constantemente as notícias, a ponto de me achar informado e não me lembro de nenhum caso do tipo que você descreve.

    Fique descançado que não pertendo acabar com tudo o que é estrangeiro, muito menos com os hambúrgueres, o único verdadeiro enriquecimento do multiculturalismo é o florescimento de restaurantes étnicos. Viva ás cozinhas tradicionais e aos restaurantes Chineses, Japonêses, Africanos, etc.
    Um dia destes temos de combinar para ir comer uma Muamba!
    Quanto ao hip-hop também não tenho nada contra, apesar de me meterem nojo Valetes, Boss(es) AC(is) e outros que tais. Só me apetece cuspir na cara deles. No entanto há grandes vultos como os Da Weasel (que infelizmente não compreendem a noção de Nação, mas também eles têm é que continuar a dar-nos música porque decerto não sabem fazer mais nada). Yo Pacman, a política não é para ti, vai cantar nigga!
    Quanto ao fado ao vivo, não quer ouvir fado? Então e a Mariza? Que os verdadeiros raçistas consideram negra por ter tido uma avó mulata! Ora… isso faz dela 87.5% Portuguesa e 12,5% Africana, para mim passa no teste. Mas vamos lá ver se você começa a gostar de Fado, agora que é cantado por “negras” oprimidas por este horrível e hediondo povo colonizador.

    Quanto aos Estados Unidos da América são, quanto a mim, uma Nação Europeia fora da Europa. Pesquise para ver quem criou essa Nação. Os outros grupos étnicos estão ali de favor, são tolerados. Os negros, se tivessem o mínimo orgulho e respeito pelos seus antepassado ou pelos seus “brous” iam para África ou ajudavam aquele lindo continente para que podesse voltar a ser habitado pelo menos pela sua população nativa. Os Índios, esses… estão quase extintos e perderam a guerra! É triste mas os Americanos (aqueles demoníacos, os Europeus) são tão bonzinhos que lhes dão reservas para que eles continuem com a sua vida tradicional ou construam casinos. As Euro-americanos são tão bonzinhos que apesar de terem tido todo o poder nas suas mãos, deram o direito de voto aos outros grupos étnicos, coisa que eu nunca faria.

    Eu não me lembro de ter proferido qualquer insulto racista!!? E também não me lembro de lhe ter chamado comunista, paneleiro, ou protestante!
    Se bem que você parece um comunista e não que pareça paneleiro mas, se tem uma tara com Africanas, porque não vai para África? Já percebi do que se trata aqui! Estou a falar com alguém com problemas profundos de identidade (já para não falar de gostos mas esses não se discutem!). Olhe que África seria uma boa para si, não?
    Quanto aos comentários acerca de paneleiragens com Africanos, não comento. Até o encorajo a ir por esse caminho. É da maneira que andam menos Africanos por aqui a deixarem segundas, terceiras e quartas gerações.

    “Se considerarmos os homens do ponto de vida puramente biológico…”
    Primeiro eu não disse que por alguém ter o cabelo encaracolado é de outra raça. Isso é absurdo.
    Agora que há diferenças, e que há raças ai isso há! E a textura do cabelo é uma das diferenças.
    Se não existem raças, ao que chama você ás variaçoes FÍSICAS entre populações geográficamente separadas, ás VARIAÇÕES GENÉTICAS entre essas mesmas populações e ás criações de populações híbridas, a meio caminho entre umas e outras populações, como são exemplo os Turcos, os Etíopes, os Nordestinos, os Índianos (principalmente do Sul) etc.? Ficarei á espera desta resposta impacientemente.

    “Os homens são todos irmãos”
    Evidentemente! Biológicamente se quiser ver por esse prisma, somos irmãos de todos os seres vivos deste planeta! E irmãos gémeos dos animais!
    Se quiser ser um pouco mais correcto verá que as populações Humanas têm evoluido ao longo dos tempos, primeiro dos animais, anfíbios e por aí a fora até que as populações Humanas mais avançadas, evoluiram umas a partir das outras. Não são menos ou mais Humanos por isso, são, isso sim, menos Europeus, Africanos, Chineses por causa disso e últimamente são mais ou menos Portugueses, Angolanos, Alemãos, Russos etecetra por causa disso. Porquê tanta negação? Também esperarei impacientemente uma resposta a esta pergunta.
    Evidentemente! Mas uns são muito, mas muito mais irmãos que outros. O grau de irmandade é muito variável. E ao ferirmos a Nação com estes menos irmãos só estamos a afastar cada vez mais a “irmandade Humana”.

    Continuarei brevemente.

  109. António Marcelo diz:

    Marco de Canavezes:

    Dizes ser de origem judaica e ages como o Inquisidor Torquemada, a desqualificar, perseguir e a abafar opiniões contrárias. Claro, que visto dum outro ângulo, Torquemada era de origem judaica e foi um traidor e inimigo da sua raça. Eu faço burla de qualquer Inquisição e de qualquer pensamento único, do teu também.

    Os homossexuais não escolhem ser aquilo que são, mas é um disparate assimilar uma união contra natura a uma instituição secular como a família, e se não vires assim, é que estás a seguir o mesmo caminho do «Libertador» Zapatero e todos os demagogos como ele.

    E falando em paneleiradas, agora me lembro de aquela canção do tee compatriota Quim Barreiros que, dada a tua «tolerância» com qualquer que não seja branco, europeu, cristão e ocidental não devia incomodar-te:

    Chupa Teresa
    Chupa Teresa
    Esse gelado gostoso
    É feito de framboesa…

    Bom apetite, Marquinhos.

    Dom Sebastião II:

    Os espanhóis são tão maleducados por causa de parecermo-nos cada vez mais com os americanos. A sociedade é cada vez mais competitiva e os antigos valores, considerados caducos, não foram substituidos por outros melhores. Quando mais desenvolvida é uma região, mais os seus habitantes são grosseiros e insolidários.

    Por causa da educação autoritária do regime anterior apreceram tendências contrárias, ainda mais nocivas que pregavam uma educação totalmente liberal, sem constrangimentos e sem tráumas infantis que baniram da infância os castigos, a lei do esforço e reduziram o ensino público apenas a afastar temporariamente os filhos dos pais. Os professores perderam qualquer autoridade, para progredir não escola não importava ser chumbado e a qualidade do ensino caiu. Os maus alunos não eram expulsos ou punidos, «deviam ser ajudados». Consequências: maus alunos que não deixam estudar os companheiros, professores agredidos, famílias permissivas. A utopia da educação sem constrangimentos nem puniçoes criou umas novas grearções totalmente apáticas, analfabetas funcionais e irresponsáveis, mas manipuláveis e dóceis com o poder.

    Qualquer tolerância acaba na chegada ao mundo laboral, cada vez mais precário. Isso cria frustrações pessoais que não fazem mais que agravar o problema.

    A pedagogia de «tudo é permitido», «proibido proibir» criou tais monstros.

  110. D. Sebastião II diz:

    ok

  111. Para ti, piedoso e moderado Marcelo, que já deste aqui sobejas provas dessas qualidades, boa sorte, tudo de bom!

    Seu grande cromanhão… 🙂

  112. António Marcelo diz:

    Shalom Ben Lihud:

    Não percas o tempo com o You Tube. Este computador não tem altifalantes.

    Tu já deste provas mais que sobejas de honestidade, de tolerância e de e fair play. É por isso que já escondeste os teus bonequinhos e já não ousas fazê-los aparecer. Quando foste desmascarado não apareceram mais na cena. Não sei o que pretendes conseguir com a tua Cruçada Inquisitorial. Pelo menos devias ter a honestidade de falar por ti próprio e nã praticar a ventriloquia.

    Marquinhos e os seus Bonecos. És patético, Torquemada de pacotilha.

    http://portimaoblogger.blogspot.com/2007/08/definio-de-troll.html

  113. António Marcelo diz:

    Troll

    Um troll, ou trasgo na nossa lingua, na gíria informática, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a enfurecer ou provocar as pessoas numa discussão. O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for newbies (lançando o isco para novatos), identificado e atribuído ao(s) causador(es) das sistemáticas flamewars.

    Filosoficamente, o comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta, uma mais-valia das sociedades civilizadas. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais.

    Os trolls são caricaturizados frequentemente como pessoas inaptas ou ignorantes, embora não seja possível determinar as capacidades de uma pessoa pelo seu comportamento online.

    Trolls em diferentes tipos de media

    A par da evolução das técnicas de trolling, também as contra-medidas evoluiram.

    * Usenet – uma forma típica é o spam ou crossposting. Aqui o troll desrespeita regras de etiqueta importantes do grupo de discussão, sejam elas quais forem. De facto, existem grupos onde medidas drásticas tiveram que ser tomadas para limitar estes abusos;

    * Lista de discussão (a.k.a. mailing list) – facilmente controlável, uma vez que são administradas e o troll pode ser banido (bloqueado);

    * Fóruns – locais de discussão, por vezes intensa (sem necessariamente envolver trolls), é possível em alguns sistemas moderar o troll através de pontos de maneira a que ele possa ser facilmente reconhecido pela sua pontuação. Um participante com pontuação muito baixa nunca deve ser levado a cabo (se possível deve mesmo ser ignorado);

    * Wikis – espaços de edição colaborativa, onde por vezes surgem conflitos difíceis de detectar: se um dos intervenientes é um troll ou se tem apenas uma opinião divergente. Nestes sistemas, o troll tende a tentar desacreditar a cadeia de poder (administradores, por exemplo), e posteriormente fazer-se de vítima, quando desmascarado;

    * Weblogs – nestes locais de livre expressão de opinião, o troll costuma deixar mensagens provocadoras, ou difamatórias. A facilidade da interligação entre diferentes weblogs contribui para o crescimento do troll.

    * IRC – outro meio de comunicação antigo, onde o troll se diverte através de uma grande variedade de técnicas, a desrespeitar as regras de etiqueta pré-estabelecidas. Neste meio pode ser banido ou expulso do canal (sala), ou mesmo do servidor, em casos mais graves.

    * Orkut – Através da criação de perfil falso, o troll semeia o caos e a discórdia nas comunidades, quebrando toda e qualquer etiqueta. Só resta então à moderação expulsá-lo.

  114. António Marcelo, lamento tê-lo enfurecido assim tanto. Não era minha intenção. Como se pode facilmente verificar nos comentários acima, o meu amigo é que chegou aqui a proferir insultos racistas (muito bem apagados!) e a espalhar ideias exdrúxulas que repugnam a qualquer pessoa com um mínimo de princípios. Será que eu o enfureci ou o meu amigo é que se enfurece com quem lhe contesta o discurso de ódio?

    O que não consegue ouvir é:

    “A toda a extrema-direita portuguesa, esse bando de energúmenos atrasados mentais, que mais não faz do que sacudir a água do seu capote, das suas responsabilidades, por falta de valores e falta de educação, mandando as culpas de todos os problemas que tem para aqueles que têm uma cor diferente da sua, para aqueles que têm um passaporte diferente do seu, a todo esse bando de vermes, eu quero desejar boa sorte, tudo de bom!”.

    Quanto aos seus insultos e teorias da conspiração, não comento. Não vale a pena-. São coisas de “cromanhão”… 🙂

  115. Agora é que percebi! O António Marcelo é o Administrador do site, a contribuir para os recordes de visitas.

  116. Labregos diz:

    36 pessoas acusadas de crimes de discriminação racial
    PJ desmantelou organização portuguesa de “skinheads”
    18.09.2007 – 20h43 Lusa

    O Ministério Público (MP) acusou 36 elementos do Capítulo Português, ligado à organização de extrema-direita violenta Hammerskin Nation, pela prática reiterada de crimes de discriminação racial e outras infracções criminais conexas, na sequência de uma investigação da Polícia Judiciária.

    Em comunicado hoje divulgado, a PJ especifica que “o MP deduziu acusação contra 12 membros efectivos e 24 activistas do Capítulo Português da organização de extrema-direita violenta Hammerskin Nation – vulgarmente conhecido por Portugal Hammerskins – todos afectos ao movimento ‘skinhead’”.

    A investigação agora finalizada esteve a cargo da Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB) e “focou essencialmente os mecanismos de difusão e o teor das mensagens públicas com carácter racista, xenófobo e anti-semita”.

    Segundo a PJ, as mensagens divulgadas através dos meios de comunicação tradicionais e electrónicos, bem como em concertos musicais, encontros, concentrações e manifestações, apelavam à violência inter-étnica, visando também, enquanto alvos, todos os movimentos anti-racistas em geral.

    Dezenas de buscas domiciliárias desde Abril

    A PJ refere que, no decurso de seis dezenas de buscas domiciliárias sucessivamente cumpridas desde Abril de 2007, foi possível apreender aos arguidos um total de 15 armas de fogo, explosivos, mais de um milhar de munições de diversos calibres, dezenas de armas brancas, soqueiras, mocas, bastões, tacos de basebol e aerossóis de gás tóxico.

    “A prolongada investigação permitiu”, diz a PJ, coligir, em 40 volumes e 50 apensos, indícios que documentam a existência de causalidade entre a difusão de propaganda ofensiva e de carácter político-ideológico e as várias dezenas de acções violentas que se traduziram em diversos crimes de ameaças, coacção agravada, ofensas qualificadas à integridade física, sequestro, dano, instigação pública à prática de crime e posse de armas proibidas”.

    A Judiciária sublinha “a forte componente e tendências político-ideológicas anti-semitas que marcavam o comportamento e interacção social dos elementos afectos a esta organização, igualmente direccionadas, em idêntico tom e registo de intolerância, agressividade, repulsa e ódio, contra outras minorias étnicas, designadamente negros, ciganos e indostânicos, além de outras organizações e movimentos anti-racistas e de defesa de minorias”.

    Segundo a mesma polícia, a organização Portugal Hammerskin foi criada na sequência da extinção de outras estruturas prévias e embrionárias que pontificaram em Portugal nas décadas de 80 e 90, e “atravessava actualmente um período de crescimento, expansão e projecção interna, beneficiando de apoios e de patrocínio de movimentos europeus similares, de harmonia com uma estratégia de radicalização e confrontação social”.

    “Concluída esta investigação e uma vez já deduzida a acusação, admite-se que as acções da organização fiquem reduzidas à sua expressão mais ínfima”, afirma a PJ.

    Achou este artigo interessante? Sim

  117. António Marcelo diz:

    Marco:

    Continuas a negar mas os teus factos demonstram a veracidade das minhas afirmações. Uma vez cumprida a sua função o teu boneco xxxx desapareceu.

    «Foi pena para os americanos originais, que, colonização por colonização, tivesse sido a espanhola e não a portuguesa. O brutal genocídio que nuestros hermanos e a Santa Inquisição espanhola lá fizeram foi uma tragédia gigantesca, uma barbárie indescritível, e que ainda persiste.»

    Suspeitava que eras um paiolo farto de açordas, mas isto confirma aquilo que suspeitei. A Inquisição portuguesa tem algo a invejar à espanhola? Não te lembras do massacre de Lisboa no início do século XVI? Não te lembras dos autos-da-fé celebrados no Terreiro do Paço e das queimas de heréticos?

    Não te lembras que os re-introdutores da escravatura na Europa foram os portugueses? Se Portugal não tivesse descoberto o Brasil, Portugal continental e as Ilhas seriam há já muitos séculos países mestiços? Não te lembras que no século XVI havia já quase tantos negros em Lisboa como hoje em dia, que o Bairro de Belém era já um gueto?

    No século XVII houve um viajante francês que definia Évora como «uma cidade do inferno» por causa da grande quantidade de pretos que lá havia.

    Quem construiu as levadas da ilha da Madeira? Escravos pretos e mouros. Se hoje em dia já não há pretos nessa ilha foi porque os seus donos emigraram para o Brasil onde havia melhores oportunidades para cultivar e produzir o açúcar.

    Sabias que a Inquisição espanhola apenas perseguiu crioulos na América porque considerou muito razoavelmente que pretos e índios eram incapazes de aprender convenientemente a religião cristã?

    E o Estatuto de Indigenato nas colónias africanas, apenas abolido em 1.960 quando começou a «guerra de libertação», tem muito a invejar a escravatura americana? Quando foi suprimida a escravatura no Brasil, nação de indiscutível raiz lusa?

    Agora é que percebi! O António Marcelo é o Administrador do site, a contribuir para os recordes de visitas.»

    Obrigado, Marquinhos, o teu subconsciente traiu-te.

  118. António Marcelo diz:

    «Achou este artigo interessante? Sim»

    Pouco me importa. Eu vivo fora das vossas fronteiras e essas ameaças nada veladas fazem-me rir às gargalhadas.

  119. António Marcelo diz:

    Outro disparate do Farto de Açordas: Os portugueses chegaram antes a América.

    O primeiro europeu que de maneira indubitável chegou a América, foi Cristóvão Colombo. Apesar da possibilidade dos normandos chegarem antes às praias do Canadá, a ausência total de doenças europeias, tais como a varíola na América do Norte, demonstram a ausência de contactos.

    Quando Colombo abandonou Portugal em direcção a Espanha, o El-rei de Portugal organizou uma expedição secreta para o oeste. Se tivessem partido da Ilha da Madeira, sem dúvida teriam atingido as Caraíbas, mas partiram dos Açores, onde ventos e correntes contrários obrigaram a regressar os barcos passados quinze dias.

    Lamento, Portugal não descobriu América. El-rei português foi mais honesto e não quis dar a Cristóvão Colombo aquilo que pedia. Os Reis de Castela e Aragão prometeram muito e depois não cumpriram, vista a incapacidade do almirante de governar aqueles territórios.

  120. D. Sebastião II diz:

    António Marcelo.
    Discordo consigo acerca de quem foi o primeiro europeu a chegar à América.
    Quem descobriu as Américas foi Cristóvão Colombo mas antes dele já Vikings ou Normandos tinham chegado ao Nordeste do Canadá.
    Creio também (apesar de não o poder provar) que os Portugueses tinham chegado á américa antes de Colombo. É que existem factos a mais que dificilmente poderão ser chamados de coincidências.

  121. Ó Marcelo, não te cures não… 🙂

  122. D. Sebastião II diz:

    Ó Marcelo, já viste o novo nome do Marco?

  123. “Eles” andam aí, disfarçados, a conspirar contra nós, os pobres racistas nazis fachos assassinos… Eles usam pseudónimos vários e perseguem-nos anós, os inocentes que só gostamos de discriminar, agredir, ofender, amedrontar, assassinar…
    Eles,os malandros que “gostam” de emigrantes. Onde é que já se viu, “gostar” de emigrantes?!!! Os emigrantes são para esfaquear no Bairro Alto!
    Só os emigrantes ricos é que são bons. E os emigrantes pobres portugueses.
    Nós, as vítimas… snif, snif…
    Ninguém nos compreende. Somos uns oprimidos por não nos deixarem implantar a ditadura fascista.
    Buáááááááá´!!!!!!!!!!!!!!!!!…
    Anda, Pinto-Coelho, vem secar nossas lágrimas! Anda Márinho Machado, doce criatura que só a paz deseja, e quando fala só flores saem de sua boquita de mel e açúcar!
    Doce Adolfo Hitler, o maior incompreendido de sempre, que só o Bem da Humanidade querias, e mandavas para o Céu tanta gente, abnegadamente, dando-lhes a primazia!
    Aleluia! Aleluia! Aleluia!
    Toquem os sinos a rebate! Marcelo e Sebastião vão ter um casamento de estadão! E viver felizes e ter muitos hitlerzinhos!

  124. Claro que as eleições são todas manipuladas, porque o PNR ganhou com larga vantagem…

    Marco do Pedal, perdão, Zé do Pedal (ai o subconsciente)

  125. D. Sebastião II diz:

    Este Zé do Pedal tem problemas sérios…
    Enfim. Não sou psiquiatra nem tenho paciência para psicó-análises.
    Nem um bom Psiquiatra te posso recomendar porque nunca conheci ninguém que necessitasse de um. Resta-me desejar-te melhoras.

    Quanto ao “Doce Adolfo Hitler, o maior incompreendido de sempre” (“Doce Adolfo Hitler”? Este Homem está pior do que eu alguma vez imaginei!): Quem forma um partido com mais de 4 milhões de militantes (a pagar cotas, sim, 4 milhões, num país tão pobre como a Alemanha da República de Weimar) não era de certo o maior incompreendido de sempre.

    Cure-se Homem!

  126. Ah, ah, ah!!!

    4 milhões, que sonho, que maravilha! Quem te dera, o Pinto-Coelho na tribuna e o pessoal a marchar a passo de ganso e a meter os emigrantes nas câmaras de gás.

    Quem pensa como tu é que é considerado maníaco pela psiquiatria. Não invertas as coisas rapazola…

    🙂

  127. D. Sebastião II diz:

    Esse número, quatro milhões, não é uma maravilha. Foi realidade. O Partido Nacional Socialista Alemão tinha mais de 4 milhões de militantes na Alemanha por volta de 1933. O Hitler não fez um golpe de estado como o nosso 25 de Abril para chegar ao poder.

    Nunca subestimes o poder de um povo. Na História da Humanidade os Estados Nações são mais poderosos quanto mais podem ser confundidos com o povo. Isso é uma verdade incontestável, desde a China, a Roma, á Alemanha de Hitler e á Inglaterra Victoriana. Não é por tu quereres que as coisas não acontecam ou por não quereres que elas tenham acontecido que deixam de ser realidade. Os camisas negras de Mussolini também eram poucos, eram… para marcharem sobre Roma como marecharam. O Nacionalismo inerente ás décadas de 20, 30 e 40 eram um movimento popularíssimo quer queiras quer não.

  128. Sem dúvida, e por isso temos que estar preparados para quando esses regimes maravilhosos voltarem. Enquanto não chegam e tu não és promovido a director de um campo de concentração e o Mário Machado a Ministro do Pontapé na Cabeça dos Caboverdianos, podemos ir vendo A Lista de Shindler, O Pianista e o Holocausto, para antevermos as delícias maravilhosas do Fascismo/Nazismo/Nacionalismo.
    Fala, fala, que quanto mais falas mais de dás a conhecer em todo o explendor do teu sublime pensamento.

    Já ouço os passos da multidão
    Em direcção à prisão
    Vão a passo acelerado
    P’ra Libertar o Machado

    Nas mãos levam o pé de cabra
    Nos pés as Doutor Martins
    Logo que o guarda a porta abra
    Arrufinfam-lhe nos rins

  129. D. Sebastião II diz:

    Se esses movimentos voltarem, e voltarão, não cometerão os erros do passado, e o partido não terá nada a ver com o PNR, ou com aquilo que eu tenho visto e ouvido do PNR.
    Grande filme, O Pianista. Outro grande filme é “A Vida é Bela”, de um realizador Italiano que agora não me vem à cabeça.

    Como já disse, ao voltarem essas ideologias não cairão nos mesmos erros, e não andarão por aí a exterminar negros ou ciganos o que seja como o Hitler exterminou Judeus. Podes ficar descansado. Ainda falta muito tempo… é que este tipo de ideologias só vinga com um grande apoio popular.

  130. Tendo em vista os comentários racistas de V. Ex.a, os erros a ser eliminados serão certamente o processo algo moroso de gaseamento e incineração. É tão interessante conhecer-se um nazi, e ouvir-lhe as “ideias”. É uma espécie em extinção! Continue, que nos diverte 😀
    “Salvemos o nazi da Serra da Malcata!”.

  131. D. Sebastião II diz:

    sim, sim, daqui a um bocado está a acusar-me da morte de 6 milhões de Hudeus e quarenta três quadraquinquimilhões de Palestinianos.

  132. D. Sebastião II diz:

    Hudeus não, Judeus, pedrão.

  133. D. Sebastião II diz:

    Coitadinhos, dos Brasileiros…

  134. Seja bem-vindo ao magnífico concurso “Quem Odeia Mais?”!!!!!
    🙂

  135. Sebastião e Marcelo: querem um conselho?

    Invistam em terrenos!

  136. Terrenos macios, de preferência…

  137. deil diz:

    Sinceramente concordo com o António Marcelo numa coisa… o Marco de Canavezes é irritante à força toda… eu cá acho insuportável participar numa discussão de opiniões com alguém que, à falta de melhor, chama os que não concordam com ele de estúpidos, burros, cães raivosos ou outro animal qualquer.
    Uma discussão civilizada implica não haver insultos desses. Senão era mesmo um circo. Afinal o Marco de Canavezes é que devia controlar essas provocaçõezinhas que se tornam extremamente irritantes até para quem está de fora.

    PS – Achei piada à ladaínha do costume: “coitadinhos, vivem em condições miseráveis nas suas terras de origem (em África) porque os brancos foram lá e destruiram tudo!!!!” e “coitadinhos, tornam-se ladrões porque não lhes dão as mesmas condições que dão aos brancos, e porque moram em bairros maus”. Mas o que é que se pode fazer mais?? Não há nada que os pretos em Portugal tenham a mais ou a menos do que os brancos em Portugal!! Não venham com isso do “ambiente” faz o ladrão. Não me falem mais em “marginalização”, que é a desculpa mais frouxa que existe!! Se não há desculpas para um branco português andar a assaltar à mão armada, então não há desculpas para um preto português fazer o mesmo, e se alguém não concordar com isto, então lamento informá-lo, mas é mesmo racista!! Não há cá exclusão social que lhe valha.

    Isto é ridículo. Acabamos sempre por bater na mesma tecla. Há sempre exageros de ambas as partes… há os racistas que são irracionais… pura e simplesmente não gostam de pretos e não sabem explicar o porquê disso (parece-me que às vezes passa de geração em geração). E há os que, qualquer coisa que seja feita por pretos a brancos, por mais condenável que seja, é apenas uma justíssima vingança pelo que lhes fizemos há 5 séculos atrás!!! Tem é de haver bom-senso! Não precisamos de estar sempre a pensar que lhes devemos tudo e mais alguma coisa… Não temos culpa nenhuma dos erros dos nossos antepassados!!! Passado é passado, não temos de andar a trazê-lo sempre à baila!

    É só pensar numa coisa no mesmo género… um preto odiar um branco por causa da escravatura é tão idiota como um judeu não gostar de alemães, no geral, porque houve o nazismo lá há mais de 60 anos…

  138. Labregos diz:

    Última Hora

    2007-09-27 – 00:52:00

    Dois skinheads detidos
    Cemitério profanado em Lisboa

    Dois skinheads, de 16 e 24 anos, foram detidos pela PSP na noite de terça-feira, quando vandalizavam várias campas do Cemitério Israelita, em Lisboa.

    Os dois jovens saltaram o muro do cemitério, situado na Avenida Afonso III, e com objectos contundentes, rasparam doze campas, gravando cruzes suásticas. Os indivíduos ainda defecaram em dois túmulos. Os prejuízos ascendem a 60 mil euros.

    Alertada por um popular que ouviu barulho no cemitério, a PSP apanhou os skinheads em flagrante, pelas 22h50.

    Um dos skinheads tinha tatuado no braço ‘Morte aos traidores’, enquanto o outro apresentava a mesma frase na camisola.

    O detido de 24 anos, Carlos S., é arguido no processo dos skinheads, acusado de discriminação racial e ofensas à integridade física. O mais novo fez parte do processo, mas não foi constituído arguido.

    Ambos pertencem à Frente Nacional, liderada por Mário Machado. Os dois têm já cadastro por difusão de material nazi e de extrema-direita, por discriminação e ódio racial e por agressões a imigrantes.

    Os detidos foram ontem presentes ao Tribunal de Instrução Criminal, não se conhecendo ainda medidas de coacção.

    “Lamentamos profundamente que num país democrático e de liberdade como Portugal aconteçam situações destas. Até hoje não tinha acontecido nada com estas dimensões”, disse ao CM Esther Mucznik, vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa.

  139. D. Sebastião II diz:

    Skinheados de 16 anos????
    E se fosse um preto de 16 anos, não seria chamado “um menor desfavorecido” ou algo parecido?
    Do que eu tenho a certeza absoluta é que se fosse um preto de 16 anos saíria impune, isso é indiscutível. Mas espera, e então, não somos todos Portugueses?

    “Os dois têm já cadastro por difusão de material nazi e de extrema direita …”

    Por muito que ache que os jovens devem pagar pelos crimes que cometeram, não deixo de simpatizar com alguém que tenha cadastro por difusão de material ideológico.
    A analogia correcta será com Álvaro Cunhal pois apesar de abominar Comunismos reconheço o seu valor como personagem histórica. Neste caso é o inverso.

  140. «Em declarações à BBC
    Arcebispo de Maputo acusa Europa de querer matar africanos com vírus da sida
    27.09.2007 – 17h18 Marta Ferreira dos Reis

    O responsável pela Igreja Católica de Moçambique, o arcebispo Francisco Chimoio, acusa dois países europeus de quererem matar a população de África com o vírus da sida. Em declarações à BBC, o arcebispo de Maputo disse que os preservativos e os medicamentos anti-retrovirais que chegam ao país estão infectados.

    “Os preservativos não são seguros porque há dois países na Europa que estão a fazer preservativos infectados com o vírus de propósito”, afirmou Francisco Chimoio em declarações à BBC.

    “Querem acabar com a população de África, é esse o objectivo. Se estamos a brincar com esta doença vamos acabar o mais depressa possível”, afirmou o responsável.

    Activistas moçambicanos chocados com acusação do arcebispo

    Segundo a BBC, Marcella Mahanjane e Gabe Judas, dois activistas da luta contra a sida no país, ficaram chocados com as declarações de Francisco Chimoio.

    “Os preservativos são uma das melhores formas de protecção contra a infecção”, disse Gabe Judas, responsável pela companhia de teatro Tchivirika, que promove acções de prevenção e esclarecimento sobre o vírus da sida.

    Para Francisco Chimoio, a problemática da sida em Moçambique exige uma mudança rápida de mentalidades: “Significa casamento, maridos fiéis às suas mulheres… jovens que se abstêm de ter relações sexuais”.

    Liga Portuguesa contra a Sida condena declarações

    Para a Liga Portuguesa contra a Sida, é difícil acreditar na questão levantada por Francisco Chimoio. “Os números da sida estão a aumentar em África, mas temos dúvidas de que esta questão possa ser posta por alguém que, sendo católico, devia ter uma mensagem de esperança”, disse ao PUBLICO.PT Maria Eugénia Saraiva, presidente da Liga Portuguesa contra a Sida.

    A responsável frisou que desconhece o contexto das declarações da Francisco Chimoio, mas considera que a mensagem não é “nem positiva nem de prevenção, mas uma mensagem que assusta”.

    “Tem consequências para os que estão infectados e para os afectados — aqueles que têm relações com quem está infectado”, disse Maria Eugénia Saraiva.

    “Mensagens como esta são uma barreira. A liga não diz ‘têm de usar preservativo’, diz que o preservativo é a forma de prevenção, em termos contraceptivos, mais benéfica. Podemos não fazer sexo, mas isso é um fundamentalismo e os fundamentalismos não ajudam a prevenção”, acrescentou.

    Mais de 16 por cento da população moçambicana está infectada com o vírus do HIV, num país que regista 500 novos casos por dia.

    A Liga Portuguesa contra a Sida desenvolve várias parcerias em Moçambique e noutros países africanos de língua oficial portuguesa, com centros de luta de apoio a infectados com o HIV e cursos de formação.»

    no site do Público

    Quanto aos aplausos do Sebastião II à acção dos boneheads/PNR, continua a confirmar o que lhe vai na alma.

    Quanto ao deil mais as suas teorias do racismo genético, aguarda-se a sua comunicação à comunidade científica sobre o gene do racismo 🙂

    Ai que irritantes que eles são… 🙂

  141. Aí o Marcelo que anda sempre a dizer que o Estado devia ter religião oficial e que esta devia ser a católica, deve concordar com o Sr. Arcebispo…

    E os putos da Frente Nacional, braço armado do PNR, e discípulos de M. Machado e Pinto Coelho. Que grande serviço à causa nacionalista, hein? Nacionalismo é fazer cócó nas campas! Aqui está uma boa definição de nacionalismo!

    São heróis, vão ter monumento quando o D. Sebastião II govenar Portugal…

  142. “Um preto de 16 anos”??? Mmmm… E se fosse um neonazi preto de 16 anos?
    E um neonazi indiano, com mãe chinesa e uma avó alemã, Testemunha de Jeová e com um primo homossexual, e cujo pai fosse afilhado de Mussolini?

  143. Labregos diz:

    Líder dos skinheads continua detido
    Relação mantém Mário Machado em prisão preventiva
    O Tribunal da Relação de Lisboa não deu razão ao recurso de Mário Machado que vai continuar em prisão preventiva pelo menos mais dois meses.
    Rui Gustavo
    13:20 | Quinta-feira, 27 de Set de 2007

    Link permanente: x

    Assim que soube que ia ficar em prisão preventiva, Mário Machado recorreu da decisão para o Tribunal da Relação. Considera-se um preso político, detido por causa de convicções políticas. Mas os juízes desembargadores decidiram hoje mante-lo em prisão preventiva, confirmando assim a decisão do juiz de instrução criminal. Há uma semana, o Supremo Tribunal de Justiça recusou igualmente um pedido de libertação habeas corpus : Machado pretendia ser libertado a luz do novo Código de Processo Penal.

    A prisão preventiva deverá manter-se até à próxima reavaliação, daqui a sensivelmente dois meses. Mário Machado é o principal arguido no processo dos skinheads, onde é acusado de 17 crimes, que vão da descriminação racial, às ofensas à integridade física.

  144. Labregos diz:

    Na quarta-feira
    Emigrante português assassinado na Catalunha
    28.09.2007 – 09h47 Lusa

    A polícia da localidade catalã de Aitona deteve um homem acusado de ter morto à facada um cozinheiro português de um albergue para trabalhadores temporários.

    Segundo os Mossos d’Esquadra, o homem, de 37 anos, foi visto a apunhalar o cidadão português, de 49 anos.

    O caso ocorreu por volta das 21h00 de quarta-feira. As testemunhas conseguiram deter o agressor até à chegada da polícia, que o deverá apresentar ainda hoje à justiça.

  145. D. Sebastião II diz:

    Labrego, e?

    Já que se preocupa tanto, porque não vai o cavalheiro anónimo para Moçambique combater a sida (pá!) ?

  146. deil diz:

    Cavalheiro Anónimo e Discreto disse: “Quanto à deil mais as suas teorias do racismo genético, aguarda-se a sua comunicação à comunidade científica sobre o gene do racismo.”

    Eu disse isso, porventura?? Tem graça meter palavras nas bocas dos outros… Mas tudo serve para desviar a atenção do assunto que mais foquei no meu texto, que é haver igualdade entre raças (pronto, não são raças, chamem-lhes etnias, chamem-lhes o que vos apetecer).
    Um polícia branco não pode deixar de deter um ladrão preto no metro, só por ter medo de o chamarem de racista!! É absurdo, mas já aconteceu! Essas coisas têm de acabar, uma pessoa paga pelo crime que cometeu, não tem de haver nem desculpabilização pelos seus actos conforme a cor da sua pele ou do bairro de onde é proveniente! Ladrão é ladrão, mais nada!

    Quanto a isso de dois países europeus meterem o vírus da SIDA nos preservativos, parece-me o boato do ano!! Para começar quem é que ganha com o aumento dessa epidemia?
    E a parte mais interessante, como é que se põe o vírus da SIDA num preservativo?
    Eu diria que era impossível, tendo em conta que o vírus da SIDA fora do corpo e à temperatura ambiente, aguenta-se uma hora ou menos.

  147. D. Sebastião II diz:

    Sim, labreguinho, tens uns vídeos muito giros e engraçados. É pena é serem tão ríduculamente afastados da realidade.
    Labreguinho, dizes que os Portugueses são racistas!??
    Então e tu???

    PS-~Não me ouses falar de decência.

  148. “Há os racistas que são irracionais, passa de geração em geração” – é genético, portanto 🙂

    A ideia da transcrição da acusação do Sr. Arcebispo era salientar precisamente o ridículo da mesma, deil! Já que o nazi Sebastião detesta o Estado confessional islâmico mas aprova o Estado confessional católico. Entre outras ideias maravilhosas e cheias de decência que ele tem.

    Está-te tudo a passar ao lado.

    E anda alguém a comparar os racistas a porcos e a cães? Coitadinhos dos animais, pá!

    O Sebastião, racista confesso, nazi confesso, fascista confesso, admirador confesso do Mário Machado e da execução de emigrantes a pontapé na cabeça, debitador das pérolas que se podem ler neste blogue, anda dentro da (sua própria) realidade. O preoblema que ele está a projectar é mesmo esse. Ele crê mesmo nas suas ideias aberrantes, que repugnam até a um garoto de 6 anos com um mínimo de discernimento. Eles, os doentes nacionalistas são assim, Vão estragar umas campas e fazer-lhes cócó em cima e imaginam-se na frente da Batalha de S. Mamede, heróicos, com o cócó a sair-lhes do rabo e da cabeça.

    Mais que nunca, é caso para dizer: “NACIONALISMO É CÓCÓ!”.

    Labregos, tal como Stran, deitando pérolas a porcos. (Porcos em sentido figurado, deil. Respeito muito os animais).

  149. “Não me ouses falar de decência” – grita ele histericamente com o seu uniforme de oficial nazi, todo em cabedal, e com lingerie feminina por baixo.
    🙂

  150. D. Sebastião II diz:

    “NACIONALISMO É CÓCÓ”

    Vê-se por esta declaração que alguém tem problemas sérios.
    Não falo sequer do resto do post porque então…
    Homem cure-se! Ouvi dizer que o primeiro passo é sempre mais difícil mas não desanime!
    Pegue nas Páginas Amarelas e ligue a um Psiquiatra, verá que assim poderá desabafar os seus problemas e ser encaminhado profissionalmente.
    Msl não lhe fará.

  151. D. Sebastião II diz:

    Jovem, não me ouses falar em decência, mesmo.

    Mantém o teu estilo pseudo-cómico e aleanado da realidade.
    Continua a imaginar langeries femeninas em Homens e outras que tal, mas não profiras essa palavra. Decência.

  152. O SS efeminado e histérico continua a bater o pezinho e a fazer birrinha. vai mandar fuzilar uma centena de judeus para aplacar a ira. Olhe a espuma a sair da boca, olhe a síncope! Pense em jovens arianos em calção e camisola de alças a fazer calisténica… isso… já está mais calmo? Óptimo! Agora pense no Pinto-Coelho… Muito bem! Estamos a fazer progressos, pode voltar para a semana à mesma hora.

  153. D. Sebastião II diz:

    Agora deu-lhe para isto!
    Enfim! Que se há de fazer!

    E vem esta aberração para aqui falar de decência.

    Ninguém tinha tocado em homossexualidade, em Homens fardados com langerie por baixo e este estropício não consegue aguentar e revela os seus desejos repugnantes.
    Nem quero imaginar o que passa por esse seu sub-consciente.

    Compreendo agora o seu nick “Cavalheiro anónimo porém discreto”. Revelará alguma tara?
    Revela muita coisa concerteza.
    Ora, concerteza que o seu nome deve estar associado a uma qualquer secção de classificados de um qualquer jornal antecedido por: Procura-se.

  154. Ah, ah, ah! Ze Herr Zebaztiao fazerr muita sucessa aqui na cabarret com zua numerro cómica!!! 😀

  155. deil diz:

    Nunca o nome “Labregos” assentou tão bem numa pessoa ou num conjunto delas…

    E o Cavalheiro Anónimo parece ter uns certos fétiches com a roupinha interior dos homens fardados.

    Mas será que ainda não repararam que são tão ou mais extremistas que o Sebastião II?? Já não posso ouvir que Portugal tem uma enorme percentagem de racistas e nazis e que estragámos a vida à população das nossas Ex-Colónias (sim, nunca as desenvolvemos, com o que de bom e do melhor havia na Engenharia Portuguesa da altura, nem nunca se viveu melhor em Angola do que em Portugal!! Ah, e estou a ser sarcástica, como é evidente…).

    Se não gostam de Portugal nem dos portugueses, de que é que estão à espera para apanharem a TAAG (se é que ela já pode aterrar na Europa) e passarem uma temporada em Angola, ou na Guiné Bissau, ou em S. Tomé e Príncipe, quem sabe?

  156. Labregos diz:

    Tem voce, por acaso, familia no estrangeiro? … Tem cuidado de saber se eles se encontram bem, ou nao?… Ja alguma vez reflectiu acerca dos Portugueses que vivem e trabalham por esse Mundo fora? Esta, sao perguntas-chave que exigem alguma ponderacao. Responda por favor.

  157. PR diz:

    Nao concordo com a nacionalizaçao de emigrantes! E a aalegria que se sente ao ver um PORTUGUES é completamente diferente de ao ver um portugues que nao e de raiz.. O rui silva, carlos lopes, a equipa de rugby, esses sim realmente avivam a alma lusa!! aqueles que utilizam a comunidade portuguesa porque da jeito so desonram a nossa historia! Portugal é mais que um país, é uma naçao! Isto é um sentimento nacionalista, digam o que disserem sobre nacionalistas, é um sentimento que nos deixa tristes ao ver o estado a que portugal chegou, mas ao mesmo tempo com esperança que portugal volte a ser cada vez mais portugues!

  158. António Marcelo diz:

    «Labregos Says:
    Setembro 28th, 2007 at 9:42 am
    Na quarta-feira
    Emigrante português assassinado na Catalunha
    28.09.2007 – 09h47 Lusa

    A polícia da localidade catalã de Aitona deteve um homem acusado de ter morto à facada um cozinheiro português de um albergue para trabalhadores temporários.

    Segundo os Mossos d’Esquadra, o homem, de 37 anos, foi visto a apunhalar o cidadão português, de 49 anos.»

    A citação é incompleta. O assassino foi um cidadão chinês.

    http://www.lavanguardia.es/cercadorgg/Cercador?p_action=cercar&p_collection=noticias&p_frase='Mossos

  159. Labregos diz:

    Inquéritos à opinião pública espanhola confirmam a atitude racista dos espanhóis para com os portugueses. Os seus “irmãos” ibéricos não para passam de vizinhos indesejáveis, prostitutas, criadas de servir (“Marias”), trogloditas e trolhas da construção civil. Mais

    Emigrantes Portugueses em Espanha
    No total são cerca de 70 mil (dados de 2006), um número relativamente pequeno se tivermos em conta o número de emigrantes portugueses em países como a Suiça, Grã-Bretanha, França ou mesmo nos Estados Unidos. Uma larga percentagem destes emigrantes residem em Portugal, embora trabalhem em Espanha. A proximidade entre os dois países facilita a emigração temporária.

    Estamos perante uma emigração constituída por pessoas com um baixíssimo nível de escolaridade, oriundas dos meios mais pobres de Portugal e às quais o Estado Português quase nenhum apoio presta.

    Os seus limitados recursos não lhes permite também grandes possibilidades de deslocação; limitam-se a atravessar a fronteira e a arranjarem trabalho num sítio qualquer de Espanha, tentando aproximarem-se o mais possível dos Pirinéus. As regiões mais deprimidas de Trás-os-Montes foram aquelas que maior número de imigrantes forneceram para os trabalhos nas minas de Leon e Astúrias. Os portugueses de étnia cigana para a mendicidade nas ruas de Madrid.

    No início do século XXI, a polícia portuguesa começou a desmantelar uma rede controlada por ciganos portugueses que se dedicava ao tráfico de pessoas, na sua maioria deficientes mentais. Estas eram aliciados com promessas de trabalho em Espanha acabando como escravos em empresas agrícolas deste país (Região La Rioja, País Basco, etc). Tudo isto acontece na mais completa impunidade. (Relato de um Escravo)

    Ao contrário do que ocorre na maioria dos países onde existem comunidades portuguesas, são raros os casos de sucesso dos emigrantes portugueses em Espanha. A maioria acabam tão pobres como quando saíram de Portugal. Muitos são explorados por mafias luso-espanholas. Algumas destas mafias dedicam-se igualmente a roubar turistas ou emigrantes portugueses que circulam por Espanha a caminho de outros países europeus, tirando do conhecimento da língua. Trata-se, como dissemos, de uma emigração ainda muito mal estudada em todas as suas dimensões.

    A situação destes emigrantes continua a ser pouco diferentes daquela que foi no passado.

    Matriz Espanhola

    Os vários reinos ibéricos até 1492 e, depois a Espanha a partir dessa data foram sempre um dos destinos históricos da emigração dos portugueses. Devido à proximidade geográfica esta emigração tem-se revestido frequentemente de uma carácter temporário. Apesar da sua proximidade são dois povos que se ignoram mutuamente.

    Portugal foi quase sempre encarado pela Espanha, como uma reserva de mão-de-obra barata, e para os seus governantes, como o melhor exemplo que podiam apresentar à população que não eram os mais pobres da Europa. Bastava atravessar a fronteira, percorrer as aldeias e cidades de Portugal, para o menos patriota dos espanhóis obter algum consolo e melhorar a sua auto-estima. Trata-se de um argumento ideológico fortissímo para todas as regiões de Espanha que lutam pela independência. Fora deste país, na Península Ibérica, só é possível a miséria extrema. Ainda hoje lendo a imprensa espanhola, como El País, El Mundo, ABC, La Razon, etc, a imagem que é transmitada sobre Portugal pouco difere daquela que era difundida durante o Franquismo: um país de trogloditas (analfabetos, porcos, vagabundos, etc), criadas de servir (“Marias”), serviçais, prostitutas, etc, que devia ser varrida da Península Ibérica.Os únicos que são aceitáveis são os que trabalham para Espanha e acabam por adoptar a nacionalidade espanhola. É por isso que muitos espanhóis que visitam Portugal pela primeira vez, esperam fazer uma viagem a um país que ainda vive no paleolítico. Qualquer diferença pela positiva que constatem a este esteriótipo ameaça colocar em causa a sua auto-estima.

    “Como Ocupar Portugal em 12 Dias”

    Francisco Franco, o caudilho que governou a Espanha entre 1939 e 1975, realizou em toda a sua vida apenas um único estudo: uma tese militar sobre a invasão de Portugal em 12 dias. Trabalho que depois da 2ª. Guerra Mundial foi silenciado.

    A influência deste ditador sanguinário é de tal modo forte em Espanha, que só ao fim de 30 anos de democracia uma das suas imponentes estatuas foi retirada do centro de Madrid. Nenhum governo democrático antes se aventurou a fazê-lo com medo dos protestos.

    .

    Aos olhos dos portugueses, uma das causas do atraso económico dos país, deve-se ao facto de ter a Espanha como vizinho, com a qual possuem uma fronteira de 1.215 quilómetros de extensão. É por isso que muitos quando atravessam a fronteira pela primeira vez, esperam encontrar pela frente a pior das criaturas (um inquisidor, um inchado negreiro recém regressado da América Latina ou um carabineiro franquista).

    A história recente entre dos dois países ibéricos, continua repleta de exemplos de racismo e arrogância dos espanhóis para com os portugueses. Pouco mudou no essencial em relação ao passado, onde uma longa história de guerras e traições acabaram por dar origem ao provérbio português: “De Espanha nem bom Vento, Nem Bom Casamento”.

    Primeiros Emigrantes
    Entre finais dos séculos XV e o século XIX, muitos milhares de portugueses emigram para Espanha, por três razões fundamentais: uns para estudarem (Salamanca, foi um desses locais privilegiados); outros para fugirem à justiça e às perseguições políticas, e outros ainda para exercerem actividades comerciais e outras.

    Nos séculos XV e XVI muitos emigram para aí se dedicarem a actividades ligadas às explorações marítimas (Fernão de Magalhães, Estevão Gomes, Cabrilho,etc), comércio com as indias ocidentais, mas também ao tráfico de escravos que as suas possessões careciam. Nas cidades ligadas ao comércio marítimo formam-se importantes colónias de portugueses (Sevilha, Gilbraltar, etc).

    O domínio espanhol de Portugal (1580-1640), suscita uma importante vaga de emigrantes para Espanha, sobretudo para Madrid. Entre os que emigram para Espanha, conta-se a família do pintor Diego Silva Velazquez. É neste período que importantes negreiros portugueses obtém importantes ganhos, nomeadamente quando conseguem o exclusivo do tráfico de escravos para as possessões espanholas.

    Até há pouco tempo, os historiadores nunca haviam descoberto em Espanha, ao o longo de todo o século XVI e XVII, uma única pessoa que tivesse protagonizado as ideias do renascimneto e da ciência moderna. O peso da Inquisição e intolerância era tal que parecia não ser possivel.No ano 2000, numa biblioteca da Austria, descobriu-se finalmente um: o cartógrafo e cosmógrafo português Pedro Teixeira, que durante 11 anos, elaborou para o Estado Espanhol “El Atlas del Rey Planeta”.O Rei era Filipe IV, a obra é de um português imigrante.

    A barbárie
    O século XIX inicia-se com acto de pura barbárie: a usurpação de Olivença. Milhares de portugueses desta vila alentejana, em 1801, são obrigados à força a tornarem-se espanhóis, até serem complemente assimilados pelos invasores. Os que resistiram acabaram por ser marginalizados e desapossados das suas terras. A Espanha apesar de se comprometer a devolver a Portugal os territórios que havia ocupado recusou-se sempre a fazê-lo. Mais

  160. António Marcelo diz:

    «Inquéritos à opinião pública espanhola confirmam a atitude racista dos espanhóis para com os portugueses. Os seus “irmãos” ibéricos não para passam de vizinhos indesejáveis, prostitutas, criadas de servir (”Marias”), trogloditas e trolhas da construção civil. Mais…»

    Não diga tontarias. Se algum “português” é discriminado em Espanha é cigano ou “pretoguês”. Portugal é um país irmão e assim é considerado.

    Você fala em xenofobia?

  161. Labregos diz:

    Emigrantes Portugueses em Espanha: Século XX
    No final do século XIX começa a registar-se um importante caudal de emigração para as minas do norte da Espanha (Leon e Astúrias), que prosseguiu ao longo de garnde parte do século XX. Nesta região acaba por ser constituir uma importante comunidade de emigrantes portugueses em Espanha.

    A partir de finais dos anos 50, com a vaga da emigração portuguesa para a Europa, aumenta o número de comunidades portuguesas por toda a Espanha, sobretudo nos percursos que conduzem a França.

    Nos anos setenta, acentua-se a presença de milhares de portugueses por toda a Espanha, vindo a criar importantes comunidades na Galiza, León, Extremadura, Huelva, Astúrias e Navarra.

    Após o 25 de Abril de 1974, muitos de antigos correligionários da ditadura (1926-1974), como antigos membros da polícia política, militares envolvidos em tentativas de golpes de estado, bombistas ou empresários de negócios poucos transparentes vão viver para Espanha.

    Nos últimos anos, enquanto entram em Portugal milhares de imigrantes, portugueses são noticia permanente nos jornais espanhóis devido à exploração que são vítimas nas plantações da Andaluzia, nas de tabaco de Talalluela de la Vera em Cáceres, nas de Girassóis de Las Pedroñeras (Cuenca), nas plantações de tomate em Badajos, nas de morangos de Huelva e nas de melão de Lleida, ou nas vinhas de Rioja.

    Milhares de portuguesas são brutalmente exploradas como empregadas domésticas um pouco por todo lado, muitas delas acabam na prostituição segundo organizações espanholas.

    Presentemente milhares destes emigrantes são alvo de manifestações ou reacções de espanhóis contra os imigrantes clandestinos.

    Estes jornais denunciam igualmente a exploração do trabalho de crianças portuguesas na apanha de azeitonas em Jaén ou na de tomates na Extremadura. O trabalho infantil de crianças estrangeiras em Espanha atinge dimensões inacreditáveis, prática que tem sido denunciada por organizações internacionais.

    Os portugueses de etnia cigana, revelam também a sua presença pela negativa nas plantações de Huelva onde habitam em barracões imundos, mas também em bairros e casas abarracadas de Madrid ou por se dedicarem à mendicidade nas ruas desta cidade.

    Prostitutas portuguesas são noticia desde os anos 70 em bares da Galiza e de um modo geral ao longo da raia de Espanha e Portugal.

    .

    O peso relativo dos imigrantes portugueses no conjunto dos imigrantes em Espanha não tem parado de diminuir. Representavam em 1950 cerca de 27% do total dos imigrantes, em 1969 -22%, 1970-17%, 1980-12% e em 1987-9%. Neste período as regiões fronteiriças eram aquelas onde se registava maior concentração de imigrantes, com destaque para Orense, Pontevedra e Huelva. A tendência desde os anos 50 tem sido, contudo, para uma progressiva concentração na região de Madrid e da Catalunha.

    .

    “LA ESPAÑA QUE PARE”

    “Los padres del primer bebé que nació en Madrid en 2002 son colombianos; en Valencia, portugueses; en Segovia, marroquíes. Gracias a los inmigrantes, en el próximo padrón, llegaremos a los 41 millones, cuando se temía que la población retrocediera hasta los 36. ” Jornal El Mundo, 6/6/2002

    .

    Estudos do Ministério da Saúde de Espanha, datados de Maio de 2002, apontam para um outro tipo de emigrantes portugueses. Aqueles que devido à sua exclusão socio-económica, acabaram na toxicodependência, contraindo sida e tuberculose (78% dos casos de emigrantes portugueses com sida usavam drogas por vía intravenosa) (El Mundo,2/5/2002).

    Estes emigrantes são muitas vezes vitimas de mafias portuguesas que operam em Espanha, perante a impunidade da polícia local. ( ver ).

    No inicio do século XXI, a partir de vários indicadores é já possível fazer um retrato deste tipo de emigrantes. A maioria é constituída por individuos desqualificados, com uma baixa auto-estima e com sérios problemas de identidade cultural. A ausência de um efectivo apoio do Estado português a estas comunidades acaba por as empurrar para uma existência apagada sem grandes horizontes de vida nem futuro.

  162. Labregos diz:

    Casos Preocupantes – O Outro Lado da Retórica

    Diz um velho ditado português que “De Espanha nem bom vento, nem bom casamento”. A justificação destes ditado, encontramo-la na história das relações entre Portugal e a Espanha, marcada por seculares actos de pilhagem, traições, guerras e ameaças. A tradição já não é o que foi, mas parece estar ainda bem viva se tivermos em conta alguns casos recentes. A questão é de natureza cultural, e portanto muito difícil de ser alterada.

    1. Portugueses em Espanha. A relação da Espanha com os seus vizinhos portugueses, ditos amigos ou irmãos na retórica política, é tudo menos amigável a julgar pela forma como percepcionam e tratam os imigrantes portugueses, incluíndo os seus filhos.

    Inquéritos recentes à Opinião Pública Espanhola são claros: Entre os povos que os espanhóis mais detestam, surgem à cabeça da lista o português e o marroquino. Ver

    Atravessar a Espanha, no passado, era um pesadelo, devido ao saque e roubos que os portugueses eram vítimas neste país. As coisas estão agora muito melhores, mas certas práticas ainda tardam em acabar. Em Fevereiro de 2006, seis polícias espanhóis da “Guarda Civil”, da região de Cidade Rodrigo (Ciudad Rodrigo) acabaram por ser presos. Dedicavam-se a extorquir dinheiro a automobilistas estrangeiros, a maioria dos quais portugueses.

    Outro dos tratamentos dados a portugueses que chocou a opinião pública, ocorreu no dia 22 de Junho de 2002, na Fronteira espanhola de Rosal de La Fronteira. O caso teve o condão de deixar profundamente apreensivos os restantes países europeus. Neste dia milhares de Portugueses, entre os quais se contavam deputados à Assembleia da Republica, foram impedidos com extrema violência e sem qualquer explicação de se dirigirem a Sevilha para participarem numa manifestação europeia contra a Xenofobia e a Globalização. A actuação do Estado Espanhol desrespeitou todos os princípios em que assenta a União Europeia. A imprensa espanhola, sempre pronta a divulgar todas as más noticias sobre o país vizinho, remeteu-se ao mais completo silêncio sobre os acidentes nas fronteiras, em particular em Rosal de la Frontera. Este acto apenas reforçava uma convicção generalizada entre os portugueses, o de que a tradição xenófoba de Espanha não está morta, mas continuava a constituir uma séria ameaça.

    3. Criminalidade Organizada. Desde os anos 80 que Portugal tem vindo a ser invadido por bandos de criminosos sediados em Espanha. A abertura e ligação de todas as fronteiras por auto-estradas, assim facilitou estes assaltos, nomeadamente no norte (Minho e Trás-os-Montes) e no sul (Algarve). Estas organizações criminosas estão ligadas ao tráfico de droga, prostituição, assaltos (bancos, ourivesarias, bombas de gasolina, estabelecimentos comerciais, museus, residências, etc). Desde 2002 que existem crescentes suspeitas que a ETA, procura instalar células em Portugal.

    4. Tráfico de Droga. A Espanha é a principal porta de entrada da cocaina na Europa, e o principal centro de branqueamento de dinheiro da droga. Todos os anos são presos em Portugal dezenas de traficantes espanhóis, 90% da droga que é aqui apreendida destina-se a Espanha.

    5. Tráfico de Seres Humanos. A tradição escravocrata é antiga e tarda em desaparecer na Península Ibérica.

    Por incrível que possa parecer, no início do século XXI, tem-se multiplicado os raptos de portugueses que são depois levados para Espanha como escravos. Só em Abril de 2005, a Polícia portuguesa prendeu 23 negreiros de etnia cigana ao serviço de empresas espanholas. A partir de então, a comunicação social tem noticiado diversos casos de escravatura de deficientes por empresas espanholas. A barbárie em plena Europa.

    Multiplicam-se os casos de empresas nos dois lados da fronteira que se dedicam ao trafico de pessoas, com a mais completa cumplicidade das autoridades espanholas. A 29 de Maio de 2006, por exemplo, a comunicação social denuncia mais uma empresa “portuguesa” que desenvolvia a sua actividade em Espanha (Valença) na construção de grandes empreendimentos turísticos. A sua “especialidade” consistia em contratar em Portugal imigrantes ilegais (ucranianos, moldavos e brasileiros) e depois levá-los para Espanha onde eram escravizados.

    Em Abril de 2007 foram libertados em Navarra mais 97 escravos, a maioria das quais era de origem portuguesa. Os contratadores eram de etnia cigana, os escravos eram individuos débeis mentais, toxicodependentes e com graves problemas de integração social.

    6. Empresas Portuguesas em Espanha. Ao longo dos anos todos os governos portugueses, incluindo os presidentes da república tem-se queixado que a Espanha procurado de forma muito diversas impedir a instalação e desenvolvimento das empresas portuguesas. A imprensa espanhola tem feito sucessivas campanhas contra grupos económicos portugueses, de forma a criar um clima pouco favorável à sua expansão.

    7. Empresas Espanholas em Portugal. Longas guerras no passado deram origem a relações baseadas na lógica do Saque e pelo menos o que se pode deduzir de exemplos como os seguintes.

    Aumentaram, em 2006, as denúncias de consumidores portugueses referentes a empresas espanholas. O esquema é quase sempre o mesmo. Em Portugal é publicitada a venda de produtos. Os consumidores que os compram pagam antecipadamente, mas quando depois os vão levantar descobrem que a empresa tem a sua sede algures em Espanha e lá ninguém responde pelos contratos feitos em Portugal. Uma vigarice.

    As empresas espanholas que se instalam em Portugal, operam quase sempre numa lógica de saque ou de “secagem industrial”. No primeiro caso, limitam-se a especular envolvendo-se em negócios obscuros, como o de Mario Conde no Banco Totta & Açores. No segundo, após adquirirem empresas industriais portuguesas, para depois se desfazerem das suas unidades produtivas e em transformá-las em meros entrepostos para a comercialização de produtos espanhóis. Largos sectores da economia portuguesa foram desmantelados desta forma.

    Uma das operações cada vez mais corrente, é a de pilhar o importante património cultural do país na posse de algumas empresas. Em 2005, por exemplo, após terem comprado dois jornais portugueses ( Primeiro de Janeiro e A Capital) e de os terem levado à falência, prepararam-se de seguida para transferirem para Espanha os seus preciosos arquivos, nomeadamente o do Primeiro de Janeiro. A imprensa do Porto denunciou o saque que estava a ser preparado (Agosto 2005).

    No dia 15 de Maio de 2006, o jornal Expresso denunciou um caso que chocou o país. Numa vila do norte de Portugal, perto da Galiza, a multinacional espanhola ZARA, explora o trabalho de crianças. Uma delas tinha apenas 11 anos de idade e trabalhava para esta multinacional no fabrico de calçado.

    Em 2007, vem a público que uma empresa de construção civil (SOMAGUE), adquirida por espanhóis, em 2001/2002 esteve envolvida no financiamento ilegal de um partido português (PSD).

    8. Crimes Ecológicos

    Sucedem-se em Portugal os crimes ecológicos feitos por espanhóis numa lógica de total impunidade.

    Em Abril de 2007, por exemplo, um empresário espanhol abateu na centenas de zimbros, um espécie em vias de extinção na Reserva Ecológica do Alto Douro. Outro destruiu uma duna primária no concelho de Odemira (Alentejo) fragilizando deste modo as defesas da costa face ao avanço do mar.

    Nas Ilhas Desertas, na Madeira, onde existe uma reserva de lobos marinhos, os pescadores espanhóis nas suas investidas assassinas contra estes animais e outras espécies protegidas, tem ameaçado de morte os guardas da referida reserva (Junho de 2005).

    Outro exemplo desta atitude espanhola de total impunidade para com os seus vizinhos, ocorreu entre 13 e 19 de Novembro de 2002, com o petroleiro “Prestige”. Este petroleiro que transportava 70 mil toneladas de fuel, quando vinha da Estónia e se dirigia para Gibraltar, começou a derramar fuel ( 6 mil toneladas) junto à costa Galega, contaminando-a. A Espanha em vez de o rebocar para o porto mais próximo (La Corunha), começou por prender o respectivo comandante e depois afastou o navio destas suas costas, levando-o para sul na direcção das águas de Portugal, onde veio a afundar-se. Foi necessário a intervenção da marinha de guerra portuguesa para impedir que o mesmo fosse despejado nas suas praias.

    9. Conflitos fronteiriços. Ao longo da fronteira com Portugal, as situações anteriores tem adquirido dimensões cada vez mais preocupantes, ao que não é alheio uma longa história de saques, anexações territoriais, invasões, tráfico de todo o tipo (obras de arte, droga, pessoas, etc).

    Alguns exemplos recentes entre muitos outros:

    Junto a Vila Real de Santo António (Algarve), barcos de pescas espanhóis (arrastões), em surtidas ilegais e criminosas destroem a vida nos fundos dos mares nas águas territoriais portuguesas. Perseguidos pelas autoridades portuguesas, refugiam-se na águas espanholas onde encontram protecção da sua polícia marítima. A 8 Março de 2003, a polícia marítima portuguesa prendeu um barco espanhol à revelia das leis portuguesas e das recomendações internacionais se dedicava a destruir a vida marítima nas águas territoriais de Portugal. Em Espanha, no porto de pesca da Ilha Cristina (Isla Cristina), a população local fez uma greve para protestar contra esta prisão. Segundo os promotores desta manifestação aos barcos de pesca espanhóis todas as impunidades são permitidas no país vizinho.

    Junto à fronteira portuguesa, e no curso de importantes rios, como o Douro ou o Tejo, instalam centrais nucleares, lixeiras de material radioactivo, etc. Um dos últimos casos, foi denunciado em Barrancos. O rio que abastece esta vila alentejana está a ser contaminado por um matador espanhol. Apesar dos protestos, a contaminação continua (Abril de 2006).

    Estes actos não deixam de merecer alguma atenção internacional. Em Setembro de 2003, por exemplo, a CIA recordava num famoso relatório ( ‘The World Factbook’ ) que a questão do etnocídio de Olivença continuava em aberto nas relações entre Portugal e a Espanha. Os portugueses não esquecem que uma parte do país foi usurpado pela Espanha, nem a barbárie aqui praticada desde 1801 (roubos, mortes, violações, negação da identidade cultural de um povo, etc) . A imprensa espanhola (El Mundo em particular), apressou-se então a negar a existência de qualquer conflito entre os dois países, apoiando-se em afirmações do chefe da polícia local. Este ilustre descendente dos carniceiros espanhóis da barbárie em Olivença garante à imprensa espanhola que os portugueses estão há muito exterminados. Confirma também que os mortos não andam a fazer desacatos nas ruas, o que o leva a concluir que estes concordam com a anexação deste território português pela Espanha.

    Ao longo de 2005, a comunicação social começa a dar conta progressivo aumento da criminalidade violenta (roubos em série, assassinatos, raptos, etc). Muitos destes criminosos tem a sua base em Espanha, para onde regressam após terem praticado em Portugal as suas actividades criminosas. Em Janeiro de 2006 é apanhado um bando de criminosos ciganos que se acoitava em Espanha. Em 2007 traficantes de droga antes de serem apanhados pela polícia portuguesa, em Vila Real de Santo António, refugiam-se neste país. Os jornais portugueses não tem parado de relatar casos idênticos, revelando o enorme à vontade como estes criminosos se acoitam em Espanha.

    10. Arruaceiros Espanhóis em Portugal. Alguns actos chocaram a opinião pública portuguesa, nomeadamente por envolverem destacadas figuras da realeza espanhola, as quais em Portugal adoptaram atitudes de total impunidade. Em Abril de 1998, Carlos Zurita (Duque de Sória e cunhado do rei de Espanha), em Lisboa, no Bairro Alto, julgando-se acima das leis portuguesas, após ter provocado desacatos, recusa a identificar-se e revela uma tal atitude arrogante que acaba na prisão. A Imprensa Espanhola (jornais, rádios, televisões, etc), consideram o acto uma prepotência das autoridades portuguesas e uma afronta a um cidadão espanhol, aos quais tudo lhes lhes seria permitido em Portugal e com os portugueses.

    Nesta linha de actuações, recorde-se o que ocorreu durante o Euro2004, realizado em Portugal, no jogo entre a Espanha e a Rússia. A cidade de Faro foi invadida por neonazis espanhóis ostentando símbolos nazis. A imprensa espanhola ignorou o caso, centrando a sua atenção sobre possíveis excessos da polícia portuguesa no trato destes delinquentes.

    Esta onda racista que se havia manifestado em Portugal, perante a indiferença da imprensa espanhola, acabou pouco depois por espalhar-se em várias localidades de Espanha. Nos dias 16 e 17 de Novembro de 2004, a selecção nacional futebol de Inglaterra (seniores e sub-21), enfrentou a sua congénere espanhola em Alcalá de Henares e em Madrid. Esperavam-se dois jogos amigáveis, mas o que sucedeu foi mais um exemplo de uma tradição xenófoba. Durante dois dias, os jogadores ingleses negros foram alvo de contínuos insultos racistas por parte da assistência espanhola sempre um deles tocava na bola. Milhares de espanhóis não pararam de cantar de forma bem afinada hinos nazis. Não se tratou de um caso isolado. A imprensa internacional vinha chamando à atenção para o facto do seleccionador espanhol (Luis Aragones) ter o significativo hábito de motivar os jogadores espanhóis dizendo-lhes que eles eram melhores dos que os “pretos de merda” jogavam nas equipas adversárias. Só após o caso ser objecto de uma denúncia internacional é que o governo espanhol resolveu reagir.

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    Espanhóis insultando jogadores ingleses negros

    11. Promoção de Grupos Fracturantes. Ao contrário da Espanha, Portugal caracteriza-se por ser um país sem qualquer tipo grupos sociais fracturantes (étnicos, nacionais, religiosos, etc).

    A verdade é que a Espanha sempre procurou provocar o seu aparecimento em Portugal, estimulando a discussão do chamado iberismo. A questão da auto-dissolução de Portugal, acabou por ter algum eco a partir do século XIX, sobretudo entre indivíduos com tendências totalitárias mas também suicidárias, mas sem energia para auto-destruírem.

    Face à indiferença manifestada pelo Estado português, perante os movimentos iberistas, grupos económicos espanhóis tem vindo a contratar deputados e ex-ministros portugueses, investindo também no controlo da Comunicação Social portuguesa, aliciando jornalistas ignorantes ou corruptos para a causa.

    A troco de umas lentilhas estes bastardos promovem sondagens ou debates na opinião pública sobre uma hipotética integração de Portugal na Espanha. Alguns orgãos de comunicação social ( comprados ? ) dão por vezes “voz” a uma alegada “minoria” de iberistas que pugna pelo fim da soberania e identidade cultural do povo português. Nestas acções, ainda que sem qualquer impacto social, tem sido investidos rios de dinheiro.

    Em alguns orgãos de comunicação social, controlados pelos espanhóis, começou já a gerar-se um mal estar perante a pressões para os colocar a fazerem propaganda pró-espanhola e a darem relevo aos actos relacionados com a família real deste país. Estas acções parecem ter todas um objectivo concreto: promover a desestabilização de Portugal.

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    Uma Longa Tradição
    Estes casos parecem estar longe de serem simples factos isolados, fazem parte daquilo que muitos historiadores, sociológos e filósofos afirmam tratar-se de uma tradição totalitária e xenófoba enraizada na cultura espanhola, cuja matriz remonta a 1492.

    A xenofobia (horror a tudo o que seja estrangeiro) parecem ter profundas raízes na cultura espanhola, onde existe uma tradição histórica de exclusão ou eliminação do Outro, seja ele Muçulmano, Judeu, Índio da América, Protestante, Mestiço, Português, Marroquino, etc.

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    Muçulmanos
    Os muçulmanos foram os primeiros a personificarem a imagem do Outro. A reconquista prolongou-se aqui até 1492, quando caiu o Reino de Granada. A expulsão ou extermínio de todos os mouros foi todavia um processo mais demorado, o que só veio a acontecer em 1609, quando todos os descendentes de antigos mouros passaram a ter apenas duas opções: a morte às mãos da Inquisição, ou a fuga (275 mil conseguem fugir).

    No século XVI os espanhóis avançam pelo Magrebe (Norte de África), procurando subjugar os povos que aí encontram. Marrocos só se consegue ver livre deles em 1956, quando conseguem a custa a independência, depois de séculos de matanças e ultrajes. Mas a tentativa de submeter os muçulmanos só terminou em 1975, cinco dias antes da morte de Francisco Franco Bahamonde, quando se desfizeram apressadamente do Sara Ocidental, sacrificando o povo que aí existia aos seus vizinhos (Marrocos e Mauritânia). O espírito desta gesta contra o infiel muçulmano está bem presente nos altares das igrejas espanholas, na figura do popular Santiago Mata Mouros, e na obra do Caudillo “Marruecos. Diário de una Bandeira” (1922).

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    Hereges

    A simples existência de hereges – os que se desviam da norma -, fazia tremer o Reino de Espanha, fundado em 1492. O dominicano espanhol Torquemada interpretou melhor que ninguém o espírito do novo país, lançando as bases da Inquisição moderna.

    Os inquisidores espanhóis tornam-se peritos internacionais na organização da Inquisição e em farejar os hereges. Não foi apenas na Península Ibérica que demonstraram a sua eficiência neste domínio, mas sobretudo nos Países Baixos onde pretenderam matar toda a população considerada sumariamente herege (Protestantes).

    Em nome da defesa da Ortodoxia do catolicismo, em Espanha, ainda irão surgir mais duas organizações para a defender: A Companhia de Jesus (século XVI) e a Opus Dei (século XX).

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    Judeus
    A perseguição e expulsão dos judeus, em Espanha, em fins do século XV, tornou-se numa obsessão para os seus monarcas. Não apenas os expulsaram de Espanha, mas pressionaram Portugal para que o fizesse também. Durante o domínio de Portugal (1580-1640), a Inquisição estendeu as suas garras aos cristãos-velhos, pois os novos há muito tinham fugido ou foram queimados pelo Santo Ofício.

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    Para mostrarem o seu desprezo pela ganância dos conquistadores espanhóis, os índios quando os aprisionavam faziam-nos engolir ouro em fusão.

    América Latina

    A morte foi sempre uma paixão em Espanha, a julgar não apenas pelas corridas de touros, mas sobretudo pelos massacres que os seus conquistadores fizeram na América, à procura de Ouro e depois por um brutal sistema escravocrata que só terminou, pouco antes de Cuba se tornar Independente. Durante a ocupação destes territórios, os espanhóis mataram mais Índios do que europeus morreram em todas as guerras no século XX. Alguns, como os Dominicanos Las Casas (Relação das Viagens e Descobertas Que os Espanhóis Fizeram nas Índias Ocidentais) e António de Montesinos, ficaram tão impressionados com o extermínio que seus olhos presenciavam que pensaram que os espanhóis tencionavam acabar com a própria espécie humana.

    Racismo e Mestiçagem
    Ao contrário dos seus vizinhos ibéricos, a mestiçagem foi sempre considerada pelos espanhóis como um ultraje à espécie. Os historiadores situam neste país, mais concretamente nos séculos XV e XVI o nascimento das teorias racistas modernas quando em Espanha se defendeu e se tomou medidas oficiais para garantir a “limpeza do sangue” de todos os cristãos. A partir destes momento os homens passaram a ser divididos em dois grupos fundamentais: os “puros” e os eternamente impuros (judeus, muçulmanos, etc), dado que nenhuma limpeza de sangue os seria capaz de regenerar.

    Em todos os lugares que conquistavam, os espanhóis passaram a impor um princípio sagrado: a proibição de cruzamento de raças.

    Um dos mais expressivos exemplos, ocorreu em 1620, quando alarmados pela mestiçagem que estava a ocorrer em Cabo Verde, impuseram uma emigração massiva de mulheres brancas para o território. A pior das sortes em África tiveram os negros das Canárias: foram dizimados para evitar todas as tentações de mistura de raças!

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    Asfixia Interna de Povos e Culturas

    A Espanha tem vivido numa tentação permanente de mergulhar na xenofobia. Esta tendência é apenas contrariada pelas suas regiões periféricas que fazem fronteira com outros países: a França (Catalunha e Euskadia) e Portugal (Galiza). É nestas que a abertura cultural é tradicionalmente maior. O contacto com o Outro ( o diferente), mais intenso nestas regiões, acaba por criar entre as suas populações uma maior tolerância e abertura a outras culturas e povos.

    Na Catalunha, por reacção contra a intolerância espanhola, acabou por desenvolver-se um expressivo movimento anarquista, entre os quais se destacam figuras como o pedagogo Francisco Ferrer (fuzilado em 1909). A Catalunha continua a afirmar-se marginalizada pelo Estado Espanhol, lutando por todos os meios contra a sua asfixia cultural.

    Na Euskadi (País Basco), lutam à séculos contra a sua asfixia cultural. O filósofo Miguel Unamuno, quando o conseguiu compreender passou a apoiar activamente a causa dos nacionalistas bascos. A repressão da população atingiu aqui tais proporções que nos anos 60 acabou por levar a que surgisse uma movimento armado contra o Estado Espanhol. A população continua a viver nesta região, sob um clima de verdadeiro terror, quer provocado pelo Estado Espanhol, quer pelas acções armadas dos nacionalistas. Milhares de pessoas já morreram e continuam a morrer neste conflito. Mais

    Na Galiza, terra de Francisco Franco, mas também de Rosália de Castro, desenvolve-se um ambíguo movimento autonomista que luta pela manutenção das tradições galegas e o que resta da sua expressão linguística.

    A luta empreendida pelo que resta destas antigas nações ibéricas não tem em vista a sua independência, mas algo de mais vital para a espécie humana: – impedir que se cumpra o grande desígnio dos antigos inquisidores espanhóis, o de subjugarem todos os homens a um mesmo Deus, Igreja ou Chefe. Evitar em suma o triunfo da Morte.

    A xenofobia é sempre uma forma de negação do Outro. O Outro é visto como uma ameaça ou a razão de todos os males, por isso deve ser aniquilado.

    Aquilo que em toda a Europa se denomina de “arrogância” espanhola é um dos seus traços culturais matriciais. O espanhol típico olha o outro como um toureiro encara um “touro”: uma ameaça que deverá ser consumada na sua morte. O Outro é sentido como uma ameaça à sua própria existência. Daqui advém a recusa em aceitar o diálogo e o constante apelo à força ou à agressão despropositada. A única forma que frequentemente chegam a conceber para aceitar o Outro é matando-o. “Viva La Morte ” berravam os assassinos de Garcia Lorca.

    O melhor exemplo desta mentalidade xenófoba, ocorreu Olivença. Os espanhóis não apenas se limitarem a usurpar uma histórica vila portuguesa, em 1801, mas de forma sistemática foram aniquilando a sua população portuguesa e a sua cultura. Foram ao ponto de substituir até os próprios nomes das terras de modo a esconder o etnocídio. Após dois séculos de extermínio da população de origem portuguesa, o que restou hoje em Olivença é pouco mais do que pedras e terras portuguesas. A maioria da população hoje de Olivenza são descendentes de usurpadores, muitos dos quais ligados por laços de sangue a assassinos da população portuguesa que aí existiu.

    O povo espanhol, o castelhano em particular, ao longo da história parece ter alguma dificuldade em aceitar a diversidade ou as diferenças culturais. A matriz cultural da Espanha forjou-se a partir da aniquilação dos vários reinos ibéricos. Foi este modelo que acabaram por exportar para as Américas. O melhor exemplo disso está na forma como destruíram as florescentes cultura Maia, Azeteca, Inca, etc, O primeiro Bispo de Miranda, no Yucatan, Diego de Landa, vangloriava-se de ter destruído todos os escritos dos maias, de forma a facilitar a afirmação das ideias dos conquistadores. Ao contrário dos saques praticados pela França em outros países, os realizados pela Espanha não visam ser ostentados num qualquer museu (Lógica Militar), mas destruídos para anular os vestígios, referências culturais ou a própria existência do Outro (Lógica Inquisitorial). A história de Espanha está repleta destes exemplos até ao presente.

    Trata-se provavelmente de um retrato excessivo, como são todas as generalizações, mas é preciso recordar que o pior dos erros face à barbárie é a justamente a indiferença.

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    José Ortega y Gasset: Entre a Retórica Humanista e o Silêncio Cúmplice com a Barbárie

    Ortega é considerado o mais influente filósofo espanhol do século XX. Em teoria combateu a massificação das pessoas e a desumanização da arte, mas na prática assumiu uma conduta cúmplice com a ditadura franquista (Espanha) e a salazarista (Portugal), mostrando-se indiferente à barbárie nos dois países.

    Ortega viveu em Lisboa entre 1942 e 1955, sempre rodeado de fervorosos defensores da ditadura salazarista. No seu luxuoso apartamento na Avenida da República, enquanto escreve sobre as grandes ameaças do mundo moderno, ignora o mundo que está à sua volta. Logo após a IIª. Guerra Mundial numa entrevista ao director jornal italiano – IL Giornale – manifesta apenas uma única preocupação em relação a Portugal era se os portugueses conseguissem matar o ditador Salazar. Se este fosse morto, segundo Ortega, instalar-se-ia o caos no país. O melhor que a população portuguesa devia fazer, na opinião deste notável filósofo, era conformarem-se à barbárie.

    Ao longo dos 13 anos que viveu em Portugal, período apenas interrompido por algumas estadias em Espanha, mostrou sempre de forma clara e ostensiva que desprezava tudo o que aqui acontecia no país: a luta do povo português contra a ditadura e a miséria. O seu desprezo era extensivo aos milhares de republicanos espanhóis exilados em Portugal. O seu drama não o incomodou. A única coisa que o preocupava era a protecção que lhe prestava o ditador Salazar. Nas suas visitas a Espanha, depois de 1946, Ortega procurou de forma sistemática o reconhecimento de outro ditador: Francisco Franco.

    A razão da sua indiferença em relação a Portugal tem uma explicação muito simples: Ortega faz parte de uma geração de políticos e intelectuais espanhóis que impregnados de ideias totalitárias e xenófobas não concebem a existência de Portugal. A sua existência histórica é assumida como uma “anomalia”, algo que não se encaixa num discurso unitário da Península Ibérica dominada pela Espanha. A “teimosia” dos portugueses em serem independentes é sentida como uma ameaça à sua unidade de um território que a Espanha se reclama como herdeira. É por isso que Ortega tendo vivido em Portugal durante 13 anos ignora a identidade cultural e histórica do país.

    Esta concepção xenófoba muito difundida entre monárquicos, republicanos e depois falangistas espanhóis, teve uma terrível consequência política em Portugal: Ortega e outros intelectuais espanhóis, como estas atitudes, ajudaram a consolidar a ditadura salazarista, dado que esta se afirmava internamente como um bastião contra as ingerências externas, em particular contra as espanholas.

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  163. Labregos diz:

    Anterior
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    Europa:

    Os imigrantes negros e muçulmanos são um perigo público ?

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    A onda de destruição que varreu a França, em Novembro de 2005, foi interpretada em muitos países da Europa como a confirmação da teses há muito propaladas pela extrema-direita: a entrada maciça de imigrantes africanos e muçulmanos, mais dia menos dia acabaria por se tornar num perigo para a ordem pública. A razão não seria de natureza racial, mas cultural.

    1. Negros e Árabes

    Os africanos negros, estariam marcados pelas memórias da colonização europeia, nomeadamente pela escravatura. Ainda que os seus filhos possam aceder à cidadania francesa, inglesa, portuguesa, italiana, alemã ou outra qualquer europeia, jamais se sentirão verdadeiramente europeus. A cultura e a história destes países europeus, seria um obstáculo intransponível para o nascimento de laços de pertença.

    A mais pequena dificuldade nos seus percursos de vida, acaba inevitavelmente por fazer renascer antigas humilhações, complexos de inferioridade ou memórias colectivas julgadas esquecidas ou aceites sem desconforto. A culpa será sempre atribuída aos antigos colonizadores, nunca assumida pelos próprios. O ódio torna-se um lema de vida.

    Os muçulmanos, não importa a raça, seriam sempre uma ameaça pela forma como procuram impor-se e não integrar-se num espaço cultural que não é seu. Onde chegam procuram desde logo delimitar o seu território, subtraindo-o ao domínio dos infiéis. A cidadania quando lhes é concedida num qualquer país de matriz cristã, pouco mais é do que uma mera formalidade legal aceite por questões de sobrevivência.

    Um muçulmano jamais se sentirá francês, português, italiano, espanhol, etc. Com base nestas teses está a ser explicada as “reais ” motivações dos muçulmanos envolvidos nos atentados e assassinatos nos EUA, Espanha, Holanda, Grã-Bretanha e agora nos actos de vandalismo ocorridos em França. O seu objectivo comum é o de destruírem os povos infiéis (cristãos, judeus, etc). Neste contexto, de nada serve à França proclamar-se como um Estado laico, quando o que está em jogo é a justamente a sua matriz cultural cristã.

    A conclusão acaba por ser sempre a mesma: Os imigrantes muçulmanos nunca serão integráveis, e quantos mais forem maior será o perigo que representam para a ordem pública.

    Este tipo de discursos aponta claramente para uma perspectiva de in-comunicação entre os povos e culturas. A mestiçagem é assumida como um caminho perigoso, porque enfraquece uns em detrimento de outros, nada cria de novo.

    2. Um Difícil Parto

    A globalização acentuou um fenómeno que em alguns países europeus, nomeadamente Portugal, evidenciavam desde os anos 70: Está a nascer uma nova Europa, fruto do cruzamento entre os europeus e os povos das suas ex-colónias. Um intensa mestiçagem está a ocorrer na Europa, semelhante à que ocorreu no Brasil.

    Como em qualquer processo histórico desta natureza há um factor que é essencial, mas é sempre doloroso – o tempo. É necessário tempo para que ocorram cruzamentos de povos e culturas, para que entre pessoas de origens muitos diferentes se crie e consolide uma história em comum, permitindo o nascimento de novas culturas que superem velhos ódios e discriminações.

    Uma coisa é certa, os europeus manifestam hoje um profundo e generalizado sentimento de nostalgia pelo seu passado. Um sentimento muito idêntico àquele que experimentaram os romanos quando assistiram impotentes à derrocada do seu Império. Os europeus, durante séculos, viveram orgulhosos da sua herança cultural (greco-latinas, judaico-cristão), mas também dos seus valores e histórias nacionais. Hoje sentem que os seus valores estão em declínio. A razão é simples: a maioria dos novos habitantes da Europa, fruto de uma intensa e imprescindível imigração, não se identificam com os seus valores, nem com a sua cultura e história. Em muitos casos manifestam uma viva hostilidade a tudo o que a mesma significa.

    O Exemplo Francês

    A França é, neste aspecto, o melhor exemplo desta agonia cultural da Europa. A imagem que este país tem de si próprio e aquela procura difundir no exterior está desfasada do tempo. A forma como a França interpreta o seu passado nos dois últimos séculos, por exemplo, é inaceitável para os novos imigrantes. Eles são oriundos de países conde os franceses praticaram em larga escala o tráfico de escravos, saques e matanças sem fim. É por isso que as grandes referências culturais da nação que se auto-proclama guardião dos grandes valores universais, como Liberdade, Igualdade e Fraternidade, nada dizem a mais de 10% da sua população originária do norte de África e a sul do Sahara, quase todos de religião muçulmana (argelinos, marroquinos, tunisinos, etc).

    A França acolheu imigrantes (mão-de-obra barata), mas remeteu-os para os arredores das suas cidades, confinando-os a guetos. Espera que as suas raízes desapareçam ou os seus traços fisionómicos se ocidentalizem. Se por um lado lhes concede a cidadania, por outro recusa integrar a cultura destes povos na cultura francesa (assumida como muito superior).

    A discriminação instalou-se na sociedade francesa. Uma parte da sua população começou a ser tratada como franceses de segunda, olhados com desconfiança. Acontece que estes imigrantes não pararam de aumentar. O dilema é que sem eles a economia francesa não funciona.

    Toulouse. 8 de Novembro de 2005. Imagens como esta esvaziaram a credibilidade da retórica francesa sobre os direitos humanos.

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    Estes processos históricos nunca foram pacíficos, as guerras no passado foram sempre uma constante, esperemos que agora não ocorram. Se assim acontecer, algo já se terá aprendido.

  164. António Marcelo diz:

    Os mesmos cães com diferentes colares.

    Dás nojo, Marquinhos Farto de Açordas, agora travestido em labrego. Vanglorias-te de ser tolerante e globalizador e repetes todos os tópicos xenófobos anti-espanhóis, acompanhados de dados previamente deturpados e de textos que copiaste de qualquer lugar, dado que como um bom papagaio de repetição, a tua capacidade de inventar é limitada. Talvez devido ao facto dos teus vizinhos não serem bastante escuros e exóticos. Pouco tolerante deve ser aquele que odeia os seus parentes e diz amar os estranhos. Preferes pretos, mouros, ciganos e qualquer não europeu antes que alguém com quem partilhas a mesma raça, a mesma língua românica, uma cultura e uma história alicerçada nas mesmas raízes.

    Não tens escrúpulos em apresentar uma agressão contra um compatriota como um acto xenófobo, ocultando o facto do agressor ser um cidadão chinês. Não tens vergonha, não tens escrúpulos morais. Qualquer mentira é boa com tal de sustentar as tuas falsidades.

    Eu comecei a interessar-me por este país, graças à minha irmã e ao meu cunhado, professores, que trabalharam vários anos em Lisboa no Liceu Espanhol. Falavam maravilhas do país e dos portugueses e as minhas sobrinhas aprenderam a falar a língua sem acento forâneo. Foi por isso que em 1996 comecei a estudar português e a passar férias no vosso país.

    A minha irmã voltou a Madrid e trabalhou vários anos em liceus da capital. Ultimamente esteve num Centro cheio de imigrantes, ciganos e gente marginal. Farta de aguentar a falta de disciplina, a falta de apoio aos ensinantes, insultos, maltratos dos estudantes para com os ensinantes, o declive do ensino público, brigas, drogas, esfaqueamentos à saída das aulas e uma legislação demagógica baseada nas utopias, pediu a mudança para um centro fora de Espanha. Este ano fez as malas e voltou para Portugal. Comprou uma casa em Estoril e não tenciona voltar até ser reformada. Os seus alunos, espanhóis de um alto nível social e portugueses estudantes de espanhol, não têm nada a ver com a escumalha de Madrid. Encontra-se de facto exilada em Portugal.

    Não é um segredo que o nível de vida em Portugal é inferior ao espanhol, mas nos últimos 30 anos a distância está a ser encurtada. Eu próprio comprobei este facto na última década. Apesar de todos os desencontros históricos, Portugal foi sempre considerado um país irmão e os portugueses uma sorte de galegos «cerrados», ou seja, não castelhanizados, mas pertencentes ao mesmo tronco comum. Na actualidade, à excepção dos trabalhadores trás-fronteiriços há poucos portugueses a trabalhar aqui. E dado o seu nível de integração são praticamente invisíveis. O português de gema, não incluo os ciganos e os pretogueses, tem uma grande facilidade de adaptação. Uma vez apagada a barreira da língua, em quê pode diferenciar-se um português em Espanha de um nativo? No físico? São demasiado semelhantes? Na religião? É idêntica. Na cultura? As diferenças são acidentais. Conheço alguns portugueses em Madrid e estão bem integrados. Exploração de trabalhadores? Se nalgum caso existir, não é devido ao facto da nacionalidade, mas ao capitalismo selvagem instalado na Europa ao abrigo das doutrinas globalizadoras e neo-liberais.

    Estas últimas férias, viajei de táxi de Vila Real de Santo António a Lepe (Huelva). Ao passar pelos arredores de Ayamonte o taxista assinalou-me uma fábrica cujos trabalhadores eram na sua totalidade portugueses de Vila Real. Cobravam salários espanhóis e viviam em Portugal. Viajavam todos os dias de autocarro e encontravam-se satisfeitos.

    Na província de Huelva e na Estremadura espanhola existem inumeráveis apelidos portugueses, prova da convivência entre as populações dos dois lados da raia.

    Conheço várias empresas e alguns bancos portugueses em Espanha. Dado que na economia espanhola, nomeadamente após a entrada na U.E. o capital estrangeiro é majoritário, seria um disparate e uma contradição as restrições ao capital português.

    Houve discriminação contra os português nos anos que seguiram à independência de Portugal em 1.640, mas muitos dos desencontros históricos já são coisa do passado. A mentalidade está a mudar. Isso não quer dizer de maneira nenhuma que esteja a defender a criação de uma fantasmagórica Ibéria. A história é aquilo que foi e é preferível sermos aliados em pé de igualdade numa Europa Federal.

    Labrego, tens um verdadeiro pot-pourri mental. Devias era esclarecer as tuas ideias.

  165. Labregos diz:

    Navarra: Portugueses “em regime de escravatura” vão ver situação legalizada

    A maioria dos 79 portugueses encontrados pela polícia espanhola em situação de trabalho escravo em Navarra quer continuar a trabalhar nas empresas, mas de forma legal, garante o secretário de Estado das Comunidades.

    Dos 79 portugueses que a polícia espanhola encontrou em situação de trabalho escravo em várias localidades da província de Navarra, apenas dois desejam regressar. Os restantes querem continuar a trabalhar nas empresas, mas sem intermediários.

    O secretário de Estado das Comunidades, António Braga, garantiu que a situação será legalizada e planeia reunir-se com a sua homóloga espanhola, a 22 de Março, em Madrid, para analisar os casos de portugueses explorados em Espanha que têm surgido nos últimos anos.
    No encontro vão estar as direcções-gerais do Trabalho de ambos os países, cuja “cooperação próxima” levou, esta quinta-feira, à concretização da operação “Lusa”, a maior acção policial de sempre em Navarra contra a exploração laboral.

    Entre os 91 trabalhadores libertados, encontravam-se ainda oito espanhóis, dois angolanos, um moçambicano e um polaco.
    As forças de segurança detiveram 17 suspeitos de angariação e exploração de mão-de-obra, 13 dos quais portugueses, quase todos naturais de Trás-os-Montes. Vicente Ripa, delegado do governo em Navarra, declarou que para além dos detidos, foram ainda imputados sete empresários alegadamente envolvidos no caso.

    Os intermediários recrutavam os trabalhadores em estações de transportes ou pensões de Lisboa e do Porto, escolhendo sempre pessoas socialmente desenquadradas, semi-analfabetos e com problemas económicos e familiares.

    Já em Espanha eram instalados em casas sem condições mínimas, viviam num estado de semi-indigência, trabalhando um mínimo de nove horas por dia, seis dias por semana. A maioria concentrava-se nas localidades de Valtierra, Tudela, Murchante, Milagro e Arguedas, de onde seguia depois para diferentes pontos de trabalho, sempre em actividades agrícolas.

    Os meses de apanha de fruta eram os mais duros, havendo entre estes operários alguns que eram recrutados para fábricas de conservas e de transformação alimentar.

    No final de cada semana de trabalho recebiam 10 a 15 euros, sendo os 300 euros a que tinham direito retidos pelos intermediários. Um volume de tabaco e alojamento precário completavam a remuneração.
    Alguns patrões abriam contas para os trabalhadores, onde depositavam o salário.
    Contudo, no dia de levantar o pagamento, os intermediários ou empresários acompanhavam os trabalhadores ao banco, para ficarem com a maioria do saldo.

    Noutros casos, os cheques eram desde logo endossados aos suspeitos de exploração, situação que facilitou a investigação policial.

    De lembrar que uma operação semelhante (“Fado”) aconteceu no ano passado, também em Navarra, daí resultando a libertação de 48 trabalhadores.

  166. Labregos diz:

    Santa Coloma, Logroño (Espanha): uma Aldeia de Escravos

    “Notícias sobre casos de “escravatura” não surpreenderam portugueses de Logroño. Emigrantes levados por angariadores pagam bem para não ter problemas. De Bragança a Logroño são quatro horas de viagem. Um universo de oportunidades que marca a fronteira entre a pobreza de fome e o remedeio sem grandes confortos. Capital de uma região vinhateira, onde faltam braços para o árduo trabalho do campo, tornou-se, nos últimos anos, destino de muitos portugueses, principalmente transmontanos, que tentam a sorte para fugir ao desemprego. Muitos vêm apenas temporariamente e, logo que podem, regressam a Portugal. Foram enganados, agredidos e explorados. (…) As últimas estatísticas referem 2.130 portugueses na região de La Rioja. Uma realidade subavaliada, já que muitos não constam dos registos oficiais, e impossível de quantificar.

    Nos povoados dos arredores de Logroño, já ninguém estranha a presença de portugueses. Na época das vindimas, chegam a ser milhares, vindos em autocarros e furgonetas, angariados por terras de Trás-os-Montes, mas também nas cidades de Norte a Sul do país. Antes da Páscoa, vieram muitos para fazer a poda e, daqui a cerca de um mês, outra grande leva é esperada para a desfolha.

    É para estas “campanhas” que muitos são atraídos com a promessa de um salário farto por angariadores sem escrúpulos que fazem fortuna à custa de mão-de-obra escravizada. A recente detenção de 23 indivíduos portugueses de etnia cigana – acusados, entre outros crimes, de escravatura por manterem, sob sequestro e com recurso a violência, portugueses a trabalhar em Espanha em condições desumanas e sem pagamento – chocou o país mas pode não ser o suficiente para alterar o panorama. Enquanto a miséria for a única perspectiva para quem vive em zonas deprimidas, haverá sempre quem se sujeite a situações indignas e é certo que aparecerá sempre quem lucre com isso.

    Notícia não surpreendeu. Em La Rioja, a notícia não surpreendeu os portugueses que cá estão. Todos sabem o que se passa, embora ninguém assuma directamente que foi ou é vítima de abusos por parte dos angariadores portugueses. Por vergonha ou medo, preferem contar as histórias na terceira pessoa, não dizer os nomes e não aparecer em fotografias. Muitos nem sequer dão conversa quando se fala do assunto.

    “Se a nossa Polícia vier cá, descobre muita coisa. A Polícia espanhola também sabe, mas prefere não se meter. Por aí fora, não é difícil encontrá-los, a dormir em barracos ou mesmo nos furgões”, revela um transmontano que não se quis identificar. “Já dei dinheiro a alguns para fugirem para Portugal, mas uma pessoa que queira fazer vida cá não pode arriscar-se muito. Com os gitanos não se brinca.” Pormenores, prefere não contar.

    A exploração tem muitos contornos. Nem sempre há quadros de sequestro, agressão e total falta de pagamento. Há outras formas, mais subtis, de explorar quem desconhece ,ou não pode reivindicar os seus direitos. Os angariadores têm várias fontes de lucro. Além de ganharem comissões chorudas sobre os ordenados dos trabalhadores que contrataram, fazem negócio também com o alojamento e refeições. “A Polícia devia prender muitos mais. E olhe que não são só ciganos. Há portugueses, como nós, que estão ricos à custa do trabalho dos outros”, conta um jovem do Porto. “Eu nunca fui espancado, mas se não quiser problemas tenho de pagar bem por viver e comer aqui”, continua. “Pago 300 euros pelo quarto, mas há meses em que é mais… Por vezes, vai quase o ordenado todo.”.

    Pagar é única opção. Sem contactos com os patrões espanhóis nem meios para arranjar emprego, pagar para trabalhar é a única opção. Andam de quinta em quinta, sem poiso fixo, dormem onde calha, levados pelos patrões portugueses. Na maioria das vezes, nem chegam a conhecer os empregadores espanhóis.” (…).

    Jornal de Notícias, 29/4/2005

    .

    Um grande número dos escravos portugueses que tem sido referenciados a trabalhar para empresas espanholas são pessoas doentes mentais, ex-toxicodependentes ou com gravíssimas dificuldades de inserção social. Vítimas fáceis para todo o tipo de criminosos.

  167. Labregos diz:

    As sondagens de ficção política não são científicas. Mas têm graça e permitem moldar a realidade aos lugares-comuns da vontade. Estes inquéritos provocaram alarme social. Acaso não tínhamos decidido, há muitos séculos, que os espanhóis odiavam os portugueses? E vice-versa? Não construiu Portugal a sua identidade como um não a Espanha? Não é verdade que a Espanha trata Portugal com ar de grandeza, má educação e superioridade? Então a que se deve esta súbita paixão pelo esquecido vizinho que come bacalhau, quase não abre a boca para falar e utiliza as vogais pelo menos com 23 sons diferentes para evitar que os espanhóis entendam o que diz?

    E a que retorcidos desígnios responde esse desejo masoquista de repartir um país com os ricaços e arrogantes espanhóis que gritam em vez de falar, atiram ao chão as cascas das gambas e só de vez em quando dizem bom-dia? Um órgão de comunicação (quase 100 por cento português mas nada romântico) esclareceu a dúvida: a sondagem espanhola não revela paixão, mas um mal dissimulado ressurgimento do ancestral imperialismo espanhol. Serão neo-imperialistas os jovens do Inter-rail, dos copos e do haxixe? São-no os universitários?

    O que mais surpreende é que as sondagens não perguntaram pela língua. Talvez a única criação bilateral que os ibéricos pariram num milénio (à parte Aljubarrota, Olivença, o suíno e o Centro de Nanotecnologia de Braga) é o horroroso “portuñol”. Adoptar essa porcaria de dialecto como idioma oficial da Jangada de Pedra é levar ao afundamento certo os dois países. Provavelmente, esta polémica sem transcendência apenas revela uma coisa: que começa a frutificar a amizade entre os dois países, após séculos de ignorância, receio e esquecimento.

    Os fadistas são muito parecidos aos do flamengo. Gente sábia e profunda. Por aí deveria começar a mistura luso-espanhola. Há pouco conheci Celeste Rodrigues, irmã de Amália. Adora o flamengo, tal como a irmã. Tem 83 anos e fala de Amália com admiração tranquila, sem paixão. Quando se lhe pergunta como era a sua relação com a irmã, acende um cigarro e responde: “Que tal se dá com os seus irmãos?”

    Se damos muitas voltas, o tema da relação Espanha-Portugal é tão ameno como inútil. E paralisante. Não seria melhor acabar com essa velha história de fantasmas (o fantasma da invasão) que nos contam sempre os mesmos comentadores e políticos com denominação de origem 100 por cento populista e patrioteira? Sobretudo em época eleitoral ou quando há à vista um nicho de mercado? A realidade é a que é. No mundo não há sítio para os idealistas. Os empresários espanhóis adoram vender produtos aos dez milhões de clientes portugueses. Os empresários portugueses adoram colocar os seus produtos aos 44 milhões que vivem em Espanha. O dinheiro sempre corre mais depressa que a política. E que os sentimentos.

    E, depois, aí estão os cidadãos comuns, que vivem a sua vida à margem dos políticos. Os bebés que deveriam nascer em Elvas nascem há algum tempo em Badajoz. Com naturalidade.

    Em vez de se levantarem pensando como vão lixar Portugal, muitos espanhóis acordam a pensar como e quando vão trabalhar ou divertir-se em Portugal. Basta ver os milhares de turistas que passeiam como tontos pelo Chiado, devoram bacalhau e cantarolam os fados na Tasca do Chico no Bairro Alto para sabermos qual é a realidade. Os outros provavelmente nem se lembram de que Portugal está ao lado. Já se sabe que, em todo o lado há ignorantes que não vêem mais que os seus pés.

    Foi esta a frase que mais ouvi em Madrid quando, há um ano, vim para Portugal: “Vais para Lisboa? Que inveja!”. Quando cheguei à Portela, o taxista Carlos (hoje meu amigo) perguntou-me: “Ah, mandaram-no para cá. É presente ou castigo?”. Seria ingénuo negar que existe choque cultural e efeito Lost in Translation. Alguns espanhóis chegam a Portugal à bruta. Talvez esperem encontrar dez milhões de primos da província, que falam meio galego. Quando vêem que não apenas falam espanhol mas também inglês sem sotaque, que são guapos, que não gritam nem dizem palavrões, que dão os bons-dias, pensam que encontraram os três ou quatro educados em Oxford ou Harvard.

    A ignorância é tão má como a prepotência. Os espanhóis prepotentes irritam-se com a calma portuguesa. Pensam que dissimulam se não os compreendem. Espantam-se que as estações de serviço estejam mais limpas que em Espanha. Alguns estranham que as portuguesas não tenham bigode. “As portuguesas têm bigode” foi a frase sedimentada na ditadura franquista e que define muito bem aquela longa e escura época da relação ibérica. É a versão, brutal mas literal, do ditado “De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”.

    São duas frases estúpidas. Condenadas à morte. Hoje, quase 70 mil portugueses vivem em Espanha e 20 mil espanhóis sentem-se aqui como em casa. Embora não possamos evitar algum complexo de inferioridade. Porque somos menos refinados, bastante foleiros, se nos compararmos. Gozamos, como quase todos, da qualidade de vida de Lisboa, do mar, das praias ainda virgens de betão, das viagens ao Alentejo (se não se cola ao nosso carro um louco ao volante de um topo de gama), ao Porto e a Bragança. Enlouquecemos nos centros comerciais, fumamos como feras, admiramos o bom gosto geral, detectamos facilmente o ridículo que assemelha os marialvas aos senhoritos, e todas as tardes de sábado vamos às compras. E quando pegamos no saco de plástico e vemos que o que está ao lado é português e não espanhol, pensamos com alívio: menos mal que nos queda Portugal!

  168. António Marcelo diz:

    A ignorância é tão má como a prepotência…..

    http://pecaminosovagabundo.blogspot.com/2006/10/menos-mal-que-nos-queda-portugal.html

    Copias e colas muito bem artigos alheios. Desse modo eu podia também encher páginas e páginas…

  169. «Após terem sido ouvidos no Tribunal de Instrução Criminal do Porto
    “Operação Pegasus”: prisão preventiva para seis dos 19 suspeitos de crimes contra o património
    13.10.2007 – 16h36 Lusa

    Seis dos 19 arguidos suspeitos de envolvimento numa rede de crimes contra o património em pelo menos seis distritos do Norte e Centro do país vão ficar em prisão preventiva, depois de terem sido ouvidos no Tribunal de Instrução Criminal do Porto.

    Segundo fonte da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da PSP do Porto, dos restantes arguidos, um saiu com termo de identidade e residência (uma jovem grávida, que tinha sido já ouvida quinta-feira) e os outros com obrigação de apresentação tri-semanal num posto policial, depois de concluídos os interrogatórios no Tribunal de Instrução Criminal cerca das 04h00 de hoje.

    As 19 pessoas foram detidas entre quarta e quinta-feira no Grande Porto numa operação desenvolvida pela DIC da PSP. Ao grupo são imputados vários crimes como roubos de veículos pelo método de “carjacking”, assaltos a residências e estabelecimentos, nomeadamente lojas da cadeia alimentar “MacDonald’s. Na mega-operação, denominada “Pegasus”, a PSP do Porto recuperou 37 automóveis topo de gama, avaliados em um milhão e meio de euros.

    A polícia apreendeu ainda cinco armas de fogo, incluindo um potente “shot-gun”, 120 munições de diversos calibres, sete armas brancas, dois bastões extensíveis, centenas de telemóveis, cinco televisores de plasma, vários computadores, diversos documentos e gorros e luvas.

    A lista de apreensões incluiu diversos tipos de droga, nomeadamente haxixe suficiente para cerca de 750 doses individuais, pólen de haxixe para cinco mil doses, cocaína para 200 doses individuais e 25 comprimidos de ecstasy. »

    CONTINUAM A SER PRESOS CRIMINOSOS DE TODA A ESPÉCIE, MAS, CURIOSAMENTE, NÃO SE ENCONTRAM ENTRE ELES OS HABITUAIS BODES EXPIATÓRIOS DA EXTREMA-DIREITA.
    CRIMINOSOS SÃO OS MENINOS NAZIS.

    P.S. – ANTÓNIO MARCELO, ESTÁS COM A MANIA DA PERSEGUIÇÃO, COMO TODA A GENTE DA TUA LAIA…

  170. Labregos diz:

    ADORO AS ESPANHOLAS! … E O FLAMENGO!

  171. António Marcelo diz:

    Labrego Farto de Açordas, Zé do pedal, xxxxx, Marquinhos, etc… (os mesmos cães com diferentes colares) gostas de copiar e colar em vez de falar por ti próprio? Gostas de contar contos infantis? Lá vai um:

    O Chapeuzinho Vermelho.

    Era uma vez, uma menina tão doce e meiga que todos gostavam dela. A avó, então, a adorava, e não sabia mais que presente dar a criança para agradá-la.

    Um dia ela presenteou-a com um chapeuzinho de veludo vermelho.

    O chapeuzinho agradou tanto a menina e ficou tão bem nela, que ela queria ficar com ele o tempo todo. Por causa disso, ficou conhecida como Chapeuzinho Vermelho.

    Um dia sua Mãe lhe chamou e disse:

    – Chapeuzinho, leve este pedaço de bolo e essa garrafa de vinho para sua avó. Ela está doente e fraca, e isto vai faze-la ficar melhor.

    Comporte-se no caminho, e de modo algum saia da estrada, ou você pode cair e quebrar a garrafa de vinho, e ele é muito importante para a recuperação de sua avó.

    Chapeuzinho prometeu que obedeceria sua mãe e pegando a cesta com o bolo e o vinho, despediu-se e partiu.

    Sua avó morava no meio da floresta, distante uma hora e meia da vila.

    Logo que Chapeuzinho entrou na floresta, um Lobo apareceu na sua frente.

    Como ela não o conhecia nem sabia que ele era um ser perverso, não sentiu medo algum.

    – Bom dia Chapeuzinho – saudou o Lobo.
    – Bom dia, Lobo – ela respondeu.
    – Aonde você vai assim tão cedinho, Chapeuzinho?
    – Vou à casa da minha avó.
    – E o que você está levando aí nessa cestinha?
    – Minha avó está muito doente e fraca, e eu estou levando para ela um pedaço de bolo que a mamãe fez ontem, e uma garrafa de vinho. Isto vai deixá-la forte e saudável.

    – Chapeuzinho, diga-me uma coisa, onde sua avó mora?

    – A uns quinze minutos daqui. A casa dela fica debaixo de três grandes carvalhos e é cercada por uma sebe de aveleiras. Você deve conhecer a casa.

    O Lobo pensou consigo:

    “Esta tenra menina é um delicioso petisco. Se eu agir rápido posso saborear sua avó e ela como sobremesa.”

    Então o Lobo disse:

    – Escute Chapeuzinho, você já viu que lindas flores há nessa floresta? Por quê você não dá uma olhada? Você não está ouvindo os pássaros cantando? Você é muito séria, só caminha olhando para a frente. Veja quanta beleza há na floresta.

    Chapeuzinho então olhou a sua volta, e viu a luz do sol brilhando entre as árvores, e viu como o chão estava coberto com lindas e coloridas flores, e pensou:

    “Se eu pegar um buquê de flores para minha avó, ela vai ficar muito contente. E como ainda é cedo, eu não vou me atrasar.”

    E, saindo do caminho entrou na mata. E sempre que apanhava uma flor, via outra mais bonita adiante, e ia atrás dela. Assim foi entrando na mata cada vez mais.

    Enquanto isso, o Lobo correu à casa da avó de Chapeuzinho e bateu na porta.

    – Quem está aí? – perguntou a velhinha.

    – Sou eu, Chapeuzinho – falou o Lobo disfarçando a voz – Vim trazer um pedaço de bolo e uma garrafa de vinho. Abra a porta para mim.

    – Levante a tranca, ela está aberta. Não posso me levantar pois estou muito fraca. – respondeu a vovó.

    O Lobo entrou na casa e foi direto à cama da vovó, e a engoliu antes que ela pudesse vê-lo. Então ele vestiu suas roupas, colocou sua touca na cabeça, fechou as cortinas da cama, deitou-se e ficou esperando Chapeuzinho Vermelho.

    E Chapeuzinho continuava colhendo flores na mata. E só quando não podia mais carregar nenhuma é que retornou ao caminho da casa de sua avó.

    Quando ela chegou lá, para sua surpresa, encontrou a porta aberta.

    Ela caminhou até a sala, e tudo parecia tão estranho que pensou:

    “Oh, céus, por quê será que estou com tanto medo? Normalmente eu me sinto tão bem na casa da vovó…”

    Então ela foi até a cama da avó e abriu as cortinas. A vovó estava lá deitada com sua touca cobrindo parte do seu rosto, e, parecia muito estranha…

    – Oh, vovó, que orelhas grandes a senhora tem! – disse então Chapeuzinho.
    – É para te ouvir melhor.
    – Oh, vovó, que olhos grandes a senhora tem!
    – É para te ver melhor.
    – Oh, vovó, que mãos enormes a senhora tem!
    – São para te abraçar melhor.
    – Oh, vovó, que boca grande e horrível a senhora tem!
    – É para te comer melhor – e dizendo isto o Lobo saltou sobre a indefesa menina, e a engoliu de um só bote.

    Depois que encheu a barriga, ele voltou à cama, deitou, dormiu, e começou a roncar muito alto.

    Um caçador que ia passando ali perto, escutou e achou estranho que uma velhinha roncasse tão alto, então ele decidiu ir dar uma olhada.

    Ele entrou na casa, e viu deitado na cama o Lobo que ele procurava há muito tempo.

    E o caçador pensou:

    “Ele deve ter comido a velhinha, mas talvez ela ainda possa ser salva. Não posso atirar nele.”

    Então ele pegou uma tesoura e abriu a barriga do Lobo.

    Quando começou a cortar, viu surgir um chapeuzinho vermelho. Ele cortou mais, e a menina pulou para fora exclamando:

    – Eu estava com muito medo! Dentro da barriga do lobo é muito escuro!

    E assim, a vovó foi salva também.

    Então Chapeuzinho pegou algumas pedras grandes e pesadas e colocou dentro da barriga do lobo.

    Quando o lobo acordou tentou fugir, mas as pedras estavam tão pesadas que ele caiu no chão e morreu.

    E assim, todos ficaram muito felizes.

    O caçador pegou a pele do lobo.

    A vovó comeu o bolo e bebeu o vinho que Chapeuzinho havia trazido, e Chapeuzinho disse para si mesma:

    “Enquanto eu viver, nunca mais vou desobedecer minha mãe e desviar do caminho nem andar na floresta sózinha e por minha conta.”

  172. Labregos diz:

    FACTOS SAO FACTOS! …

    Ai vai outra citacao para alertar os Portugueses ingenuos, acerca dos cuidados que devem ter ao embarcarem em certas aventuras! …

    ESPANHA

    A Tradição Continua a Ser o que Era ?

    Casos Preocupantes – O Outro Lado da Retórica

    Diz um velho ditado português que “De Espanha nem bom vento, nem bom casamento”. A justificação destes ditado, encontramo-la na história das relações entre Portugal e a Espanha, marcada por seculares actos de pilhagem, traições, guerras e ameaças. A tradição já não é o que foi, mas parece estar ainda bem viva se tivermos em conta alguns casos recentes. A questão é de natureza cultural, e portanto muito difícil de ser alterada.

    1. Portugueses em Espanha. A relação da Espanha com os seus vizinhos portugueses, ditos amigos ou irmãos na retórica política, é tudo menos amigável a julgar pela forma como percepcionam e tratam os imigrantes portugueses, incluíndo os seus filhos.

    Inquéritos recentes à Opinião Pública Espanhola são claros: Entre os povos que os espanhóis mais detestam, surgem à cabeça da lista o português e o marroquino.

    Atravessar a Espanha, no passado, era um pesadelo, devido ao saque e roubos que os portugueses eram vítimas neste país. As coisas estão agora muito melhores, mas certas práticas ainda tardam em acabar. Em Fevereiro de 2006, seis polícias espanhóis da “Guarda Civil”, da região de Cidade Rodrigo (Ciudad Rodrigo) acabaram por ser presos. Dedicavam-se a extorquir dinheiro a automobilistas estrangeiros, a maioria dos quais portugueses.

    Outro dos tratamentos dados a portugueses que chocou a opinião pública, ocorreu no dia 22 de Junho de 2002, na Fronteira espanhola de Rosal de La Fronteira. O caso teve o condão de deixar profundamente apreensivos os restantes países europeus. Neste dia milhares de Portugueses, entre os quais se contavam deputados à Assembleia da Republica, foram impedidos com extrema violência e sem qualquer explicação de se dirigirem a Sevilha para participarem numa manifestação europeia contra a Xenofobia e a Globalização. A actuação do Estado Espanhol desrespeitou todos os princípios em que assenta a União Europeia. A imprensa espanhola, sempre pronta a divulgar todas as más noticias sobre o país vizinho, remeteu-se ao mais completo silêncio sobre os acidentes nas fronteiras, em particular em Rosal de la Frontera. Este acto apenas reforçava uma convicção generalizada entre os portugueses, o de que a tradição xenófoba de Espanha não está morta, mas continuava a constituir uma séria ameaça.

    3. Criminalidade Organizada. Desde os anos 80 que Portugal tem vindo a ser invadido por bandos de criminosos sediados em Espanha. A abertura e ligação de todas as fronteiras por auto-estradas, assim facilitou estes assaltos, nomeadamente no norte (Minho e Trás-os-Montes) e no sul (Algarve). Estas organizações criminosas estão ligadas ao tráfico de droga, prostituição, assaltos (bancos, ourivesarias, bombas de gasolina, estabelecimentos comerciais, museus, residências, etc). Desde 2002 que existem crescentes suspeitas que a ETA, procura instalar células em Portugal.

    4. Tráfico de Droga. A Espanha é a principal porta de entrada da cocaina na Europa, e o principal centro de branqueamento de dinheiro da droga. Todos os anos são presos em Portugal dezenas de traficantes espanhóis, 90% da droga que é aqui apreendida destina-se a Espanha.

    5. Tráfico de Seres Humanos. A tradição escravocrata é antiga e tarda em desaparecer na Península Ibérica.

    Por incrível que possa parecer, no início do século XXI, tem-se multiplicado os raptos de portugueses que são depois levados para Espanha como escravos. Só em Abril de 2005, a Polícia portuguesa prendeu 23 negreiros de etnia cigana ao serviço de empresas espanholas. A partir de então, a comunicação social tem noticiado diversos casos de escravatura de deficientes por empresas espanholas. A barbárie em plena Europa.

    Multiplicam-se os casos de empresas nos dois lados da fronteira que se dedicam ao trafico de pessoas, com a mais completa cumplicidade das autoridades espanholas. A 29 de Maio de 2006, por exemplo, a comunicação social denuncia mais uma empresa “portuguesa” que desenvolvia a sua actividade em Espanha (Valença) na construção de grandes empreendimentos turísticos. A sua “especialidade” consistia em contratar em Portugal imigrantes ilegais (ucranianos, moldavos e brasileiros) e depois levá-los para Espanha onde eram escravizados.

    Em Abril de 2007 foram libertados em Navarra mais 97 escravos, a maioria das quais era de origem portuguesa. Os contratadores eram de etnia cigana, os escravos eram individuos débeis mentais, toxicodependentes e com graves problemas de integração social.

    6. Empresas Portuguesas em Espanha. Ao longo dos anos todos os governos portugueses, incluindo os presidentes da república tem-se queixado que a Espanha procurado de forma muito diversas impedir a instalação e desenvolvimento das empresas portuguesas. A imprensa espanhola tem feito sucessivas campanhas contra grupos económicos portugueses, de forma a criar um clima pouco favorável à sua expansão.

    7. Empresas Espanholas em Portugal. Longas guerras no passado deram origem a relações baseadas na lógica do Saque e pelo menos o que se pode deduzir de exemplos como os seguintes.

    Aumentaram, em 2006, as denúncias de consumidores portugueses referentes a empresas espanholas. O esquema é quase sempre o mesmo. Em Portugal é publicitada a venda de produtos. Os consumidores que os compram pagam antecipadamente, mas quando depois os vão levantar descobrem que a empresa tem a sua sede algures em Espanha e lá ninguém responde pelos contratos feitos em Portugal. Uma vigarice.

    As empresas espanholas que se instalam em Portugal, operam quase sempre numa lógica de saque ou de “secagem industrial”. No primeiro caso, limitam-se a especular envolvendo-se em negócios obscuros, como o de Mario Conde no Banco Totta & Açores. No segundo, após adquirirem empresas industriais portuguesas, para depois se desfazerem das suas unidades produtivas e em transformá-las em meros entrepostos para a comercialização de produtos espanhóis. Largos sectores da economia portuguesa foram desmantelados desta forma.

    Uma das operações cada vez mais corrente, é a de pilhar o importante património cultural do país na posse de algumas empresas. Em 2005, por exemplo, após terem comprado dois jornais portugueses ( Primeiro de Janeiro e A Capital) e de os terem levado à falência, prepararam-se de seguida para transferirem para Espanha os seus preciosos arquivos, nomeadamente o do Primeiro de Janeiro. A imprensa do Porto denunciou o saque que estava a ser preparado (Agosto 2005).

  173. António Marcelo diz:

    Bis repetitia non intrat in capita.

  174. DS2 diz:

    “Na Espanha de Zapatero encontrarias o teu lugar.”

    E é que Portugueses destes, não fazem cá falta nenhuma… Vá para Espanha por favor!

    António Marcelo, só vale a pena dialogar com gente que não tenha apenas molho entre as oreelhas! Para esses casos, o melhor é mesmo o desprezo.

    Saudações Ibéricas

    PS- Muito do que ele diz é verdade e é também por isso que Espanha nunca poderá ser uma Nação (muito) amiga de Portugal. Mas as amizades constroem-se…

  175. DS2 diz:

    PS- Nação, não, país. Espanha é um país.

  176. António Marcelo, venha à consulta urgentemente!

  177. Labregos diz:

    Portugal

    2007-10-16 – 00:00:00

    Lisboa; ‘Lobo nazi’ terá profanado o cemitério judaico
    Peço desculpa a todos os judeus do nosso país

    Direitos Reservados

    Carlos com um familiar e Fernanda Ribeiro nas ‘Milhas do Guadiana’, em 1998
    Os amigos skinheads conheciam-no até há uns tempos por ‘Lobo Nazi’, mas Carlos Seabra diz ao CM que deixou o movimento e pede “desculpa a todos os judeus do País” pelo recente crime de profanação no cemitério judaico de Lisboa. Só aderiu à extrema-direita, no Partido Nacional Renovador (PNR), depois de ter sido “várias vezes assaltado e espancado por grupos de jovens africanos”.

    Guardava fotografias no computador com imagens de crianças negras e a frase ‘Por favor não alimentem os animais’ – mas, afinal, “só lá estavam mesmo por acaso”, em Abril, quando a PJ lhe entrou pela casa com um mandado de busca. E o skin arrependido, de 24 anos, até tem “um meio-irmão africano…”

    “O Carlos não nasceu um lobo [nazi]”, justifica o pai – e “aos quatro anos era um cordeiro que perdeu a mãe adoptiva, juntamente com a irmã de 12 anos que o ajudou a criar”. Dedicou-se ao atletismo, onde “fez mais de 500 provas sempre à frente na sua idade” – chegou a posar junto à campeã Fernanda Ribeiro (ver foto) –, recorda José Seabra, até à noite em que “reagiu a um entre muitos assaltos de que foi vítima por parte de grupos de jovens africanos”. Conta que ficou “parcialmente diminuído para a modalidade” e foi então que diz ter começado a sentir “uma enorme revolta”.

    Alistou-se no PNR “por ser preciso pôr um travão na criminalidade e imigração” – e entrou depois no Exército, onde há cinco anos terá sido “cobardemente atacado por dois anti-PNR”, que lhe rebentaram “o tímpano esquerdo e provocaram graves lesões na visão”.

    “O Carlos não é racista, apenas, tal como eu, sabe distinguir o trigo do joio”, garante o pai, “de esquerda”, a quem um dia, nos anos 60, a PIDE apreendeu “um poster de Che Guevara, um quadro com a foice e o martelo e dois exemplares do ‘Avante’”.

    José diz que o filho Carlos está acusado num megaprocesso, com mais 35 arguidos, “apenas por lhe terem apreendido quinquilharia das chamadas lojas dos chineses” – uma espingarda semi-automática, os dois punhais e uma granada, segundo a acusação do Ministério Público.

    Carlos tinha a frase ‘Morte aos traidores’ tatuada no braço quando, a 25 de Setembro, foi apanhado no cemitério judaico – tinham sido cravadas cruzes suásticas em 20 campas mas garante que “há um equívoco” e não foi ele. Só passou por lá “mais tarde com um amigo para ver.” Pede “desculpa a todos os judeus do País”, mas pelos crimes de outros.

    Apesar de incitar à ‘Morte aos traidores”, ele próprio renega “há já oito meses o PNR e os amigos”. Mas não perdeu os seus ideais, só já não acredita na violência (ver caixa).

    PORMENORES

    FAMÍLIA PEDE PERDÃO

    Carlos não reconhece a profanação de campas judaicas e o pai diz que “ele só foi verificar o trabalho feito por outros”, quando a PSP o apanhou. De qualquer forma, a família pede “desculpas à comunidade judaica/israelita” e apela “à compreensão e perdão de todos”.

    PERSEGUIÇÕES

    Carlos Seabra diz que deixa o PNR “mas não por já não acreditar nos ideais do partido – o problema é que os nacionalistas estão a ser alvo de grandes perseguições da polícia”. E renega assim à violência, em que também AMIGOS DO PNR

    O ex-skin diz que só conhece Mário Machado “de vista”, nunca falou com o líder do movimento skinhead em Portugal. E conheceu todos os amigos com quem costumava andar “através da ligação ao PNR”.

    “SÓ BRINQUEI E O INDIANO EMPURROU-ME”

    O aniversário do nascimento de Hitler, a 20 de Abril do ano passado, “por acaso até foi falado”. Mas o que os skinheads festejavam mesmo, no Hard Rock Café era o regresso do ‘Lobo nazi’ a Lisboa, “depois de dois anos colocado pelo Exército em Santa Margarida”. E até estavam “todos com os copos” – foi só por isso que o Carlos Seabra decidiu lançar-se “na brincadeira” a um vendedor de rosas. “Por acaso era indiano e empurrou-me, não fui eu que comecei”. Diz ao CM que caiu e foi então que os amigos chegaram. A vítima foi espancada com murros, pontapés e este caso consta na extensa acusação do Ministério Público. Agora que renegou ao movimento de extrema-direita, diz não ter medo de represálias. “Eles [os skins] até me cumprimentam na rua, perguntam-me pelo emprego e pela família…”.

  178. Labregos diz:

    Pedro Catarino

    A Polícia Judiciária procurava no computador artigos relacionados com a extrema-direita mas encontrou fotos pedófilas
    O pai do skinhead arrependido lamenta que o Ministério Público acuse Carlos Seabra apenas com base “na quinquilharia” apreendida pela Judiciária – espingarda semiautomática, granada e dois punhais – mas o CM sabe que, além de toda a propaganda xenófoba, o ex-‘Lobo Nazi’ guardava no computador imagens com pornografia infantil. E responde agora noutro processo por pedofilia.

    Seabra justifica-se ao CM com o trabalho que estava a fazer. “Era precisamente contra a pedofilia, com o objectivo de criar um blogue na internet – o que também passava por ter de pesquisar crianças só para chocar as pessoas”. Diz ser “contra a pedofilia, como qualquer nacionalista”.

    Além das armas, a equipa da PJ que em Abril entrou em casa do ex-skin com um mandado de busca, na megaoperação que fez 36 arguidos ligados à extrema-direita, tinha instruções para apreender computadores – consta nesse processo a imagem de crianças negras e a frase ‘Por favor não alimentem animais’.

    Conhecido entre os amigos por ‘Lobo Nazi’, o skinhead, de 24 anos, já tinha contra si a participação nas violentas agressões a um indiano quando festejavam o aniversário do nascimento de Hitler. E já depois de deduzida a acusação está indiciado pela recente profanação do cemitério judaico de Lisboa – por ter inscrito cruzes suásticas em 20 campas.

    Carlos Seabra contactou na última semana o CM para pedir “desculpa a todos os judeus do nosso País” e informar que já deixara o movimento e o Partido Nacional Renovador. O ex-skin estava “arrependido de ter participado em actos violentos”.

    Mas o CM apurou que, além dos crimes raciais, Seabra responde agora noutro processo por crimes sexuais – tinha pornografia infantil no seu computador, facto punível pelo Código Penal com até dois anos de prisão.

  179. D. Sebastião II diz:

    Queria ver era se em vez de suásticas, desenhassem bandeiras Palestinianas. Aí a Esquerda já se regozijaria e… iria alguém preso?

  180. DS2 diz:

    Há por aí muita imaginação…

  181. Doctor Metge diz:

    Labrego Farto de Açordas, Zé do pedal, xxxxx, Marc de Canavezes, etc. És vostè un cas molt interessant. Prec venja a la nostra consulta i passada una temporada en la nostra clínica. És gratis. Correm amb tots les despeses de desplaçament i d’estada.

    Salutacions.

    http://www.fccsm.net/fundacio.html

  182. Um indivíduo de nacionalidade ucraniana foi ontem de madrugada atingido com cinco golpes de faca, vindo a falecer a caminho do Hospital de Peniche na sequência dos ferimentos. Mishel Vitricuch, de 35 anos, trabalhador rural, foi esfaqueado no peito, num braço e nas costas.

    O autor do crime ainda não foi identificado pela Polícia Judiciária de Leiria, que investiga o caso, ocorrido em Casal dos Ninhos, em Ferrel, no concelho de Peniche.

    Rusland Kosy, um dos dois companheiros que partilhavam a casa com a vítima, contou ao CM que por volta das duas e meia da manhã, quando estava a dormir, ouviu barulho e foi encontrar Mishel prostrado no chão da cozinha a esvair-se em sangue.

    Os colegas pediram aos vizinhos para chamarem uma ambulância e no tempo de espera ouviram Mishel dizer que tinha sido golpeado por “um homem grande”.

    Pelos vestígios de sangue no pátio, o ucraniano terá sido agredido ali perto.

    Na mão tinha uma faca da cozinha, que terá ido buscar “para se defender”, disse Maria da Conceição, a vizinha que telefonou para os Bombeiros de Peniche.

    Mishel encontrava-se há cinco anos em Portugal e, de acordo com os colegas, tinha contrato de trabalho e estava com a situação legalizada. Era casado e tinha dois filhos menores na Ucrânia

  183. Um cidadão português, residente na Irlanda do Norte, foi esfaqueado na madrugada de domingo, num ataque que as autoridades do Ulster suspeitam ter motivações racistas.

    O ataque ocorreu no condado de Tyrone, perto da cidade de Dungannon, quando a vítima, de 25 anos, saída de um taxi. O homem, que se encontrava acompanhado pela sua namorada, de 23 anos, deu entrada no hospital local com ferimentos graves no estômago.

    As autoridades locais suspeitam que o ataque pode ter motivações racistas, à semelhança de vários ataques xenófobos ocorridos no Ulster, nos últimos meses, contra as comunidades portuguesa, timorense e de Leste.

    A polícia referiu que, horas antes do ataque, o casal português esteve envolvido numa rixa com um grupo de homens.

  184. DS2 diz:

    Se o cidadão Português era mesmo Português, a motivação do crime não pode, de modo algum, ter sido racista.

    Continua a postar notícias do mundo em que vives camarada!

  185. Doutor Zinho diz:

    O Distúrbio de Personalidade Múltipla (DPM) diz respeito à dissociação da mente humana, culminando na formação de outras personalidades. Isso quer dizer que passam a conviver dentro da mente de uma mesma pessoa várias outras identidades. Cada uma destas identidades, também conhecidas como álteres, possui um comportamento específico, ideias próprias e sentimentos.

    A causa para o desencadeamento deste processo de dissociação da mente é emocional. Ocorre quando a pessoa sofre algum tipo de distúrbio emocional, na maioria das vezes quando é ainda criança e quando esta não consegue lidar com o que aconteceu, tende a proteger-se do mesmo através da criação de outras pessoas dentro de si, para que caiba a elas a sustentação do peso emocional que estaria destruindo a pessoa que o carregava sem ter a força necessária. Cabe às personalidades criadas a lembrança que a pessoa não soube lidar e não suportaria carregar. Portanto, a pessoa que sofre deste distúrbio não tem consciência dos fatos que a perturbaram no passado e cujo impacto mental a levaram a desenvolver outras personalidades. Chamar-se ia tal fato de bloqueio mental.

    Uma das mais frequentes causas que levam ao distúrbio é o abuso sexual na infância. Dentre os pacientes “múltiplos”, é bastante elevado o número de abusos sexuais ocorridos enquanto os mesmos eram ainda crianças. E na maioria dos casos, o ato é cometido pelos próprios pais. Esse é portanto o factor primário que determina a formação do outro ego. Mas no caso daqueles que possuem dezenas deles, outras situações contribuem para o trauma. Decepções de qualquer espécie tornam-se impossíveis de se lidar por uma pessoa múltipla, pois ela é psicologicamente vulnerável. Daí vão surgindo tantos álteres quanto forem precisos.

    —————————————————————————————————————

    Paciente: Labrego Farto de Açordas, Zé do pedal, xxxxx, Marc de Canavezes, etc…

    Procedência: Portugal

    Tratamento médico recomendado: A eficácia do tratamento antes e depois do diagnóstico correcto é contrastante. As modalidades desse podem cobrir choques de insulina, choques eletroconvulsivo, drogas, psicoterapia, hipnoseterapia, terapia de grupo e o “diálogo interno”, que nada mais é que uma conversa entre as personalidades. É também aconselhável utilizar uma das personalidades como co-terapeuta, servindo de fonte de informação do que se passa na cabeça das demais personalidades.

    Os antidepressivos devem ser utilizados em altas dosagens, assim como os tranquilizantes mais fortes. As terapias de grupo, nestes casos, são bastante eficazes. Elas permitiriam ao paciente expressar suas angústias e o sentimento de culpa que tão frequentemente surge nos pacientes que sofrem de DPM. Após esses encontros, o paciente sentir-se-á mais aliviado e até mesmo feliz novamente.

    A duração do tratamento varia bastante. Há pacientes que concluem o tratamento em alguns meses e outros que necessitam de em média cinco anos para alcançar a integração. Entretanto, há também os casos em que não é possível solucionar definitivamente o problema. Assim, consegue-se eliminar algumas das personalidades mas não todas. O internamento num centro hospitalar e o afastamento dos computadores são inevitáveis.

  186. E QUE DIZER ENTÃO, EM TERMOS PSIQUIÁTRICOS, DE PESSOAS QUE SÃO RACISTAS, QUE APOIAM ASSASSINOS COMO MÁRIO MACHADO, QUE ADMIRAM HITLER E O NAZISMO, QUE APOIAM A VIOLÊNCIA CONTRA EMIGRANTES, QUE SÃO HOMOFÓBICAS E APOIAM O ASSASSÍNIO DE HOMOSSEXUAIS, ETC, ETC.?

    TÊM TANTA RAZÃO NESSA “IDEOLOGIAS” COMO TÊM EM ATRIBUIR TODOS OS COMENTÁRIOS A UMA SÓ PESSOA.

    O ÚNICO “ARGUMENTO” QUE SEMPRE ATIRAM É QUE QUEM OS CONTESTA É “COMUNISTA”.

    VEJAM AS NOTÍCIAS VEICULADAS PELO MOVIMENTO PAREM O PNR! ABRAM BEM OS OLHOS!

  187. Doutor Zito diz:

    Caro Zé do Pedal:

    O síndrome de abstinência do álcool pode provocar uma grave crise alucinatória. Vêm-se ratos e baratas na paredes e no chão. Um mundo fantasioso e imaginário cheio de imagens negativas pode alterar a percepção da realidade.

    Conselho: Aguente a crise, tome bebidas gasosas e sobretudo, se conduzir não beba.

  188. Doctor Metge diz:

    El trastorn de personalitat (en clínica, trastorn disociativo de la personalitat), és molt rar. Consisteix en la convivència en un mateix cos de 2 o més personalitats, sense que una tingui consciència de l’existència de l’altra.

    La doble personalitat com se sol dir, és un trastorn de la personalitat, NO de l’estat d’ànim (exemple, bipolar). No té gens que veure.

    Els trastorns de personalitat són una patologia molt greu. Aquest és el cas d’aquest pacient de nacionalitat portuguesa Zé do Pedal, Marc de Canavezes, xxxxx, etc.

    Símptomes:

    Barreja de diferents símptomes i problemàtiques que poden variar d’un dia a un altre

    Reaccions emocionals i vulnerabilitat emocional fortes i desproporcionades.

    Alta sensibilitat a estímuls mínims.

    Tendència a invalidar les seves pròpies emocions, pensaments i conductes que pot donar lloc a un intens sentiment de vergonya, odi i ira dirigida cap a si mateixos.

    Falta de claredat i definició d’objectius, prioritats, sentiments, orientació sexual, etc.

    Sentiment de buit; localitzat de vegades en la boca de l’estómac.

    En les relacions amb altres individus:

    Falta de relacions íntimes estables. Canvis freqüents d’amistats i de parelles sent aquestes sovint intenses.

    Dificultats per a establir límits personals així com per a respectar els límits dels altres.

    Freqüents problemes de convivència i relacions intra familiars conflictives.

    Tendència a idealitzar i devaluar als altres; sentint per una mateixa persona admiració i altres vegades odi i decepció.

    Dificultat per a tolerar la solitud i l’haver de cuidar de si mateixos.

    Tendeixen a “dividir” a les persones que conviuen amb ells o a grups de persones amb els quals tenen més relació; de manera que uns estaran “a favor” d’ells i altres “en contra”.

    Canvia les seves opinions de forma brusca en funció de l’interlocutor.

    Recorda situacions de forma diferent als altres o és incapaç d’evocar-les.

    Creu que uns altres són responsables de les seves accions o, per contra, es responsabilitza de les accions d’uns altres.

    Sembla incapaç d’admetre errors o bé, considera tots els seus actes erronis.

    No reconeix els efectes del seu comportament en els altres.

    Sentiments:

    Desconfiança i suspicàcia la major part del temps.

    Ansietat i mal humor habitualment.

    Indiferència de l’entorn quan no és el centre d’atenció.

    Experimenta:

    Canvis d’humor extrems en qüestió de minuts o hores.

    Emocions de forma tan intensa que li costa molt recuperar l’estat inicial.

    Conductes

    Expressa fúria inadequada o, per contra, no sap com demostrar empipament.

    Té dificultats per a:

    Respectar els límits personals dels altres.

    Definir els seus propis límits.

    Actua de manera impulsiva i impredictible en formes que són potencialment perilloses com relacions sexuals de risc, baralles, joc, abús de drogues o alcohol, conducció temerària, compres compulsives o desordres alimentosos.

    Duu un estil de vida caòtic.

    Acusa a uns altres de comportaments, sentiments o creences que ell no té.

  189. Labregos diz:

    XENOFOBIA
    A psicoanálise clássica define a fobia como uma neurose que frequentemente paraliza o contacto e se refere ao medo excessivo e que frequentemente paraliza nos confrontos de um elemento neutro (ex. animais, lugares, coisas) que, a nível inconsciente, chama problemáticas ou traumas antigos. Com base nesta definição a xenofobia pode ser traduzida como “a fobia do estrangeiro”, que se manifesta com ódio fanático e que se traduz em ideologias ou práticas racistas

    Compreendeu ou nao OH atrasado e doente mental?

  190. Φώρα πωρκος diz:

    Para o Labrego Farto de Açordas e demais alcunhas:

    «Não é ajustado nem correcto afirmar que os portugueses são racistas ou xenófobos. É claro que em dez milhões haverá quem não receba com simpatia os estrangeiros, sobretudo quando, uma vez recebidos, ostentam comportamentos arrogantes ou não aceitam a integração no país de acolhimento. Mais ainda se acatam certas condições consideradas inaceitáveis legal e moralmente, ou vêm substituir ou preterir trabalhadores de países onde grassam, profusamente, o desemprego e a pobreza (confessa ou escondida).

    Como recusa à integração das leis e das tradições do país de acolhimento, guardamos ainda na retina as imagens de grande violência que assolaram os subúrbios de várias cidades francesas, e com reflexos na Bélgica e na Alemanha, que tanto revoltaram as opiniões públicas europeias.

    Ora as leis são gerais e devem aplicar-se de forma igual ou equitativa a todos os cidadãos de um país sejam nacionais ou estrangeiros. No entanto alguns destes últimos pretendem obter um estatuto especial, como se viu recentemente com grupos muçulmanos e também com a anedótica situação dos canalizadores polacos, apesar destes já pertencerem à União Europeia. O responsável destas linhas, que viveu cinco anos em França, nunca assumiu nem observou atitudes sobranceiras nos nossos compatriotas nem outras posturas condenáveis que estão na origem de retaliações xenófobas de alguns sectores políticos. Os portugueses sempre foram dignos da hospitalidade dos países para onde emigraram.

    No território português e particularmente nas ilhas atlânticas lusófonas, a xenofilia (o deslumbramento pelo que é estrangeiro) é que tem sido desmesurada na sua prática. A nossa subserviência quase crónica ao que vem de fora, isto é, ao estrangeiro, prova acima de tudo um provincianismo bacoco e ridículo. Este é revelador de ignorância, complexo de inferioridade e factor de empobrecimento nacional. Os tempos da pimenta da Índia, do ouro do Brasil e do eldorado americano já passaram no inexorável calendário do tempo. A própria xenofilia de que poucos falam é tão perigosa para a organização social do país como a xenofobia, porque ambas se baseiam no individualismo exacerbado desrespeitador dos outros, no egoísmo vesgo e doentio. Uma e outra são abomináveis e merecedoras do nosso profundo desprezo.»

    http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=10846

  191. Φώρα πωρκος diz:

    O debate sobre a xenofobia e a xenofilia esconde uma realidade mais profunda que radica na desagregação social em que vivem as sociedades humanas neste início de milénio. Sem dúvida a perda de referências culturais claras, valores tradicionais, a situação da passagem de um comunitarismo social para a ideia de uma sociedade de massas anónima, a propagação do “modo de vida” norte-americano, constituem os pontos essenciais que definem o momento actual numa perspectiva social e cultural.

    O individualismo que vigora na sociedade ocidental desde a Revolução Francesa, a primazia da técnica como garantia de bem-estar social, o consumismo como único estímulo social, o poder das elites económicas e políticas, são as questões chave para entender as mudanças sociais que ocorreram nas últimas décadas, mudanças que incidiram numa queda das estruturas vigentes nas sociedades, onde as relações interpessoais se realizam de uma forma puramente contratual. A desorientação das massas, alienadas do seu passado e carentes de um futuro certo, criaram situações de violência social das quais foram, em parte, vitimas, os imigrantes.

    Falando claramente, ter-se-ia que dizer que o fenómeno da imigração foi o acontecimento que mostrou ao “Ocidente” a sua própria decadência enquanto civilização e como guia do mundo, se me permitem utilizar a terminologia de Spengler. O que hoje conhecemos como civilização ocidental não tem absolutamente nada a ver com as suas origens: aquela extraordinária, fértil e tolerante cultura pagã de gregos, romanos e celtas. O Ocidente é, na realidade, o resultado final da sobrevivência do pensamento ilustrado, daquele racionalismo totalitário que pretendia ser universal, do mito do progresso ilimitado.

    A vista do “outro”, fez com que nos déssemos conta do autêntico “desarme cultural” em que vive a Europa. A perda de Identidade, não pela vinda de pessoas de outros países, mas sim pelo esquecimento de uma Tradição própria. A comparação entre culturas, com vista a definir a nossa própria diferenciação, não resistiu à prova.

  192. Φώρα πωρκος diz:

    Xenofilia

    Interesse ou atracção exagerada por tudo o que é estrangeiro.

  193. Φώρα πωρκος diz:

    Ó Farto de Açordas, mas que raio tem o brasão que te faz assim tanta comichão??? Mas será que ainda não percebeste que este país se fez dando cachaporrada nos mouros, e que portanto é naturalíssimo este tipo de brasões??? Sabes porque é que daqui a 50 anos os teus filhos e netos, se os vieres a ter, passarão os dias de cú virado para Meca??? Porque em nenhuma cidade do mundo islâmico alguém alguma vez se indignará por o brasão de uma sua cidade ter uma imagem dum cristão degolado,em suma, não há thirdbacus no mundo islâmico, a médio prazo a nossa xenofilia e etno-masoquismo será a nossa perdição e o fim da nossa civilização. Os muçulmanos estão mais próximos da barbárie que nós, e se no mundo Ocidental isso pode ser uma desvantagem, no inevitável choque étnico/religioso que se avizinha e pelo qual anseio com todas as forças da minha alma, ou nós europeus nos desembaraçamos definitivamente de todo o tipo de pruridos pequeno-burgueses e adoptamos a política do fogo e do aço, ou seremos aniquilados e atirados para fora do palco da História.

  194. Doctor Metge diz:

    Això s’assembla a l’antiga síndrome, molt bé conegut, dels burgesos marxistes antiburgueses, de les antics seminaristes transformats en anticlericales, o dels jueus antisemites.

    Un psicoanàlisi polític dels ideòlegs d’esquerra, mostraria que en els seus esperits malalts, l’home “blanc” és culpable per definició, contaminat pel pecat cabdal d’haver explotat a l’home extraeuropeu (esclavitud, colonialisme, racisme, etc.)

    L’inmigracionisme i les teories de la societat multirracial i mestiçada són un treball de expiació. Nosaltres devem expiar les nostres faltes i desaparèixer com pobles homogenis. Nosaltres devem deixar-nos coloniçar, dominar (quan dic “Nosaltres”, no parlo d’ells “” personalment, dels ideòlegs d’esquerra, sinó d’aquestes detestables masses populars d’origen europeu).

    Un exemple entre uns altres: freqüento molt, per raons professionals, el món del show-business. Durant una entrevista amb la maca i talentosa Béatrice *Dalle li vaig preguntar: “Per què no tens fills?”

    Resposta: “No vull engreixar després d’una maternitat. La maternitat, és reaccionària. Però m’agraden molt les criatures. M’agradaria adoptar alumnes, si és possible”.

    Pregunta: “Justament, hi ha molts petits romanesos i ucranianos, això no et tempta?”.

    Resposta, sense comentari: “No! No vull adoptar cap europeu. Únicament criatures de color, d’Àfrica o Àsia”.

    Què magnifico terrè per a un psicoanalista: l’etnomasoquismo i la xenofilia de l’esquerra són el fruit inconscient d’una obsessió racial?

  195. Doctor Metge diz:

    Labrego Farto de Açordas i altra colla. Vostès tenen un gran problema i una greu crisi d’identitat. Si no són capaces de prendre consciència d’això, sofriran les conseqüències.

    No s’ofenguin. És un consell professional i d’un amic.

    Pg.- Volia dir «no s’ofengui», perquè totes aquestes persones són una sola disfressada sota pseudònims diferents.

  196. Labregos diz:

    A referencia foi sua e eu gostava de citar apenas este pedaco do paragrafo anterior:

    Portugal, país multirracial e pluricontinental até 1974, tem uma longa experiência de relacionamento com vários povos aos quais bem se aclimatou, dando origem a países de dimensão continental como o Brasil, que vai a caminho dos 200 milhões de habitantes e onde a miscigenação foi um êxito invejado por muitos políticos de ontem e de hoje.

    Tudo isto antes de 1974, portanto durante o tempo do PORTUGAL – Potencia Colonial!… Entao e agora; porque razao devem os Portugueses negarem as consequencias que resultaram dessas raizes historicas???

  197. piloto diz:

    http://ofimdademocracia.blogspot.com/ , http://pissarro.home.sapo.pt/memorias0.htm , o nosso país tem que resolver o passado para seguir com o futuro.

  198. Os nazis reaparecem, sob uma capa de sofisticação, mas tão grunhos como os de Hitler! A conversa é sempre a mesma.
    Quem não é racista como eles, é porque é comunista, tem complexos de culpa por causa da escravatura, etc..
    Todos os crimes racistas são desculpados. A imigração é o grande papão, apesar de serem precisos emigrantes na nossa população envelhecida. Apesar de os emigrantes virem á procura de melhores condições de vida, como todos os emigrantes.
    Apesar de os espanhóis e os portugueses serem um povo emigrante, e bastante discriminado em alguns países.
    Xenofobia, insegurança, cagaço, estupidez.
    Inventam falácias e acreditam nelas. Gente boa e sã só no PNR!…

  199. Labregos diz:

    Absolutamente correcto Ze do Pedal.

    E depois ainda tem mais uma agravante que significa algo de muito estranho nestas/ nessas pessoas! Porquanto, a negacao dos factos e a realidade que derivam da Lingua Portuguesa falada e usada como expressao cultural doutros Povos, nos 5 continentes do Mundo, significam a negacao da Identidade Portuguesa! Quem somos nos afinal??? Como pode ser possivel reprimir as pessoas, homens/mulheres provenientes dos Paises que se exprimem na Lingua de CAMOES. Bom… entao parece que o tal de LUIS DE CAMOES nao passa duma miragem apagada inventada pelos Portugueses??? Possivelmente, o tal d’Camoes tambem descriminava, homens das mulheres, os Gregos dos Romanos, os Pretos dos Brancos, os Africanos dos Europeus, os Catolicos dos Muculmanos, os Judeus dos Ateus!… Se LUIS DE CAMOES se inspirasse melhor nos seus escritos, talvez advinhasse que o Povo Portugues estava condenado a EMIGRACAO … CRUEL E INEVITAVEL.
    Isso ele nao menciona!

  200. LABREGOS diz:

    NO COMMENT…

  201. DS2 diz:

    Quem apoia a imigração não bate bem dos cornos.
    Gostam tanto dos outros? Vão viver perto deles, Emigrem!
    Esta terra é minha, faço e digo o que me apetecer, nenhum estrangeiro vem cá para dar palpites acerca do que é meu.

    500 anos de luta contra os Mouros para aturar estes palhaços! Fd-s…

  202. António Marcelo diz:

    Há muitos parolos complexados que substituíram o termo «proletário» pelo fascínio pelos imigrantes, dado que os primeiros viraram-lhes as costas.

    O multiculturalismo tenta encher o vazio criado pelo afundamento das teorias colectivistas e o adiamento sine die da revolução proletária.

    A um disparate fracassado segue outro maior.

    Pacóvios toleirões. Fundamentalistas da falsa solidariedade. Eles dão nojo!

  203. Discípulo do Conselheiro diz:

    Ó mó m’nino António Marcelo, se os imigrantes na mais virem cá, quem é que irá limpar os retretes?

  204. Discípulo do Conselheiro diz:

    Por acaso será Vossa Senhoria?

  205. António Marcelo diz:

    Paguem salários e tenham condições de trabalho dignas e Portugal não precisará de escravos, limpadores de latrinas, de retretes, ou varredores de ruas vindos de qualquer república das bananas.

    Em qualquer caso podiam utilizar os multi-culturalistas como mão de obra barata e poderão experimentar assim a sua propria medicina.

  206. Este gajo, com a conversa do “multiculturalismo”, até faz impressão. Somos um apís de emigrantes, somos o país mais multiculturalista do mundo, o povo mais miscigenado do mundo, andámos e andamos por todo o globo a colonizar, a comerciar, a acasalar, e vêm estes discípulos do PNR/Hitler/Le Pen & C.a com estas conversas de que os emigrantes vêm adulterar a nossa cultura.

    Ai os malandros que só querem multiculturalar! A gente aqui a andar em carros portugueses, a ver filmes portugueses, a ler livros portugueses, a cantar e a dançar viras e malhões e a dormir em castros laboreiros, e estes gajos querem vir cá com modas novas, obrigar-nos a comer cuscus e a rezar a Allah!

    A propósito, veja-se o que os malandros dos emigrantes fazem, ao que se sujeitam, só pela pirraça de irem adulterar a pureza cultural alheia:

    «Barco em que seguiam ficou à deriva durante uma semana
    Quarenta e cinco emigrantes morreram quando tentavam chegar às Canárias
    06.11.2007 – 19h41 AFP

    Quarenta e cinco emigrantes clandestinos morreram de hipotermia e de fome ao largo da costa ocidental de África depois de o barco em que seguiam ter ficado sem motor ao tentar chegar às ilhas Canárias, permanecendo durante uma semana à deriva.

    Segundo uma fonte da polícia da Mauritânia, 42 passageiros terão morrido “de frio, sede e fome e acabaram por ser atirados borda fora” quando o barco ficou à deriva ao largo de Marrocos,, na semana passada.

    A embarcação, que partira a 16 de Outubro do Senegal, foi devolvida ontem a terra, nos arredores de Laguerra, na fronteira entre a Mauritânia e o Sara Ocidental. A bordo estavam 98 pessoas, uma das quais já sem vida, e outros dois ocupantes viriam a sucumbir a noite passada.

    Quatro sobreviventes permanecem hospitalizados em estado crítico no hospital da cidade de Nouadhibou, no noroeste da Mauritânia, enquanto os outros “cansados” e “traumatizados” estão a receber assistência das autoridades.

    Segundo as autoridades locais, a maioria dos emigrantes são senegaleses, mas há também cidadãos do Mali, da Gâmbia e da Guiné-Bissau entre os passageiros

    Os sobreviventes contam que, quando o motor do barco avariou, o capitão tentou repará-lo, mas acabaria por morrer afogado.

    Após vários meses de acalmia, as autoridades espanholas registaram nas últimas semanas um aumento de embarcações clandestinas que tentam chegar às Canárias, tentando fugir ao forte dispositivo naval e aéreo que se encontra na região, coordenado agora pela agência europeia de fronteiras.

    Muitas destas perigosas travessias terminam de forma trágica, como aconteceu no passado dia 25 Outubro, quando os corpos de sete emigrantes foram encontrados num barco à deriva ao largo de Cabo Verde, estimando-se que antes outros 50 ocupantes mortos tenham sido atirados ao mar pelos seus companheiros de viagem.»

  207. António Marcelo diz:

    «Barco em que seguiam ficou à deriva durante uma semana
    Quarenta e cinco emigrantes morreram quando tentavam chegar às Canárias
    06.11.2007 – 19h41 AFP

    Quarenta e cinco emigrantes clandestinos morreram de hipotermia e de fome ao largo da costa ocidental de África depois de o barco em que seguiam ter ficado sem motor ao tentar chegar às ilhas Canárias, permanecendo durante uma semana à deriva.»

    Fue y se murió.

    Moraleja: No vayas.

    Se tivessem ficado na sua terra, tanto melhor para eles.

  208. António Marcelo diz:

    Sr. Maquina Zero:

    Quer fazer favor de apagar as cuspidas deste doente mental? De não fazer assim terei de ripostar como ele merece. Nesse caso não apague logo os meus posts e não digam depois que não quero seguir as regras deste blogue. Este indivíduo nunca teve a intenção de dialogar. O seu único propósito é boicotar esta web e expulsar a gente que -cada vez com menos frequência- participa nele.

    Dizem que as ratas são as primeiras em abandonar um barco que se afunda. Neste caso não é assim e acho que este gajo vai ficar muito frustrado quando este blogue acabar. Terá de procurar um novo lugar onde rosnar e vomitar a sua bile.

    O que teria sido de Portugal se indivíduos como Cunhal e Vasco Gonçalves não tivessem sido afastados do poder? Se os “imperialistas” constroem muros para evitar a entrada de emigrantes, nos paraísos da esquerda tinham de levantá-los para eles não saírem. Talvez os “preservadores” andam enganados. Com indesejáveis assim no poder o perigo da imigração desapareceria. Em vez de uma sociedade multi-cultural os seus países viveriam da agricultura, da gadaria e do pastoreio. Esta discussão não teria lugar.

  209. Antonio Marcello diz:

    antonio marcelo da maquina zero

  210. António Marcelo. Numa entrada que tem o nome ”ser Português, de alma e coração” . é natural que haja dissídios entre portugueses e espanhóis. Já percebi por outros postais que és espanhol, e que tens amor a Portugal, assim como outros espanhóis também amaram Portugal. Eu, como Professor de História cá no Brasil, sou, por dever de ofício, forçado a prover-me de uma boa biblioteca. E assim tomei conhecimento de uma intervenção da Espanha em favor de Portugal. em 1767. O escritor anglo-saxão Kenneth Maxwell, escreveu uma tese ”Conflicts and conspiracies: Brazil & Portugal, 1750-1808”, traduzida como ”A Devassa da Devassa” e o sub-título A Inconfidência Mineira: Brasil e Portugal 1750-1808. Num determinado troço do livro está escrito, à página 56: ”O governo espanhol, desejoso de consolidar a aparente nova identidade de pontos de vista com Lisboa, apresentou a Pombal cópias de debates do almirantado britânico sobre a América do Sul, conseguidas pelo príncipe de Masserano, o embaixador da Espanha em Londres, que estivera muito ocupado subornando os funcionários do almirantado”. E na nota correspondente, à página 77 está escrito: Tanto Pombal quanto o rei tinham manifestado seus desejo de que as duas potências ibéricas fizessem causa comum, no Velho e no Novo, contra o ”inimigo comum”, os ingleses , em conversações com o embaixador espanhol em Lisboa, o Marquês de Almodóvar. O Marquês de Almodóvar ao Marquês de Grimaldi, Lisboa, 8 de maio de 1767, Arquivo Histórico Nacional, Madrid, Estado, leg. 4536(2). Em seguida Grimaldi providenciou para que as cópias recolhidas pelo príncipe Masserano em Lon dres fossem enviadas a Lisboa para Pombal. Grimaldi a Almodóvar, San Ildefonso, 6 de agosto de 1767. AHN, Madrid, Estado, leg. 4536 (2) e Grimaldi a Almodóvar, San Lorenzo, 13 de novembro de 1767, AHN, Madrid, Estado, leg. 4536(2).
    Por aí, nós estamos a ver que nem sempre Espanha e Portugal agiram, um governo contra o outro. Penso que é necessário começar a divulgar estas coisas, como também intervenções que Portugal fez a favor de Espanha, com o propósito de criar um ambiente de simpatia mútuo entre as duas potências ibéricas. E aí, pode ser um passo para que se negocie a situação de Olivença e Espanha receba Gibraltar de volta. Por isso eu sugiro, se você for apeiçoado aos conhecimentos de História, divulgue essas iniciativas, pois os documentos estão em Madrid, e nem um espanhol e nem um português aparece para lê-los. Se você puder obter cópias, divulgue aqui no Máquina Zero, e eu ficarei muito grato. Saudações. Professor João Paulo Ferreira de Assis.

  211. Amigos de Máquina Zero:

    Abençoado seja Deus Omnipotente que tanto bem me fez e cujas misericórdias não têm limite, sem serem encurtadas nem travadas pelos pecados dos homens! Eu já tenho juízo, limpo e claro, livre das caliginosas névoas da ignorância que pôs sobre mim a contínua frequentação dos ambientes anti-sistema e a leitura dos seus detestáveis libelos. Afinal conheci os seus disparates e enganos.

    Dai-me parabéns, meus amigos. Já não sou esse Zé intransigente e rancoroso, açoite dos nazis e terror de salazaristas. Já não sou vosso inimigo, perseguidor de moinhos de vento e de fantasmagóricos multiculturalismos. Já odeio todas essas fantasias sacrílegas, já reconheço a minha necedade e o perigo em que pus a outros de cair nelas. Já aprendi a lição e abomino da minha sem-razão.

    Perdoai-me, caros leitores, da ocasião que vos dei de parecer tão malucos como eu, fazendo-vos cair no erro em que cai de que deve existir um Portugal multi-cultural e pluri-racial.

    Nos ninhos de outrora não há pássaros agora: fui louco e já sou lúcido. Fui caçador de reaccionários e agora amo a minha cultura. Fui um sectário e hoje amo a o meu país. Louvava o Corão e agora abomino. Acreditei nas utopias anarquistas e agora fico arrependido. No umbral do fecho deste blogue, apresento-vos o mais sincero arrependimento e desejo-vos serdes atingidos pela mesma luz que eu.

    Viva Portugal!
    Abaixo o multi-culturalismo!
    Viva Máquina Zero!

  212. Antonio Marcello diz:

    Angola
    Sarkozy prepara visita em 2008
    Depois de um período conturbado entre as diplomacias dos dois países, Paris e Luanda querem dinamizar a cooperação bilateral.

    Pedro Chaveca
    19:34 | Domingo, 18 de Nov de 2007

    Link permanente: x

    Robert Pratta/Reuters
    Sarkozy já está a preparar a sua primeira visita oficial a Angola
    O recém-nomeado embaixador francês em Luanda, Francis Blondet, anunciou que está prevista uma visita oficial do chefe de estado gaulês, Nicolas Sarkozy, a Angola.

    Blondet garantiu que Paris já está a “finalizar a preparação” da visita de Estado, que visará, essencialmente, reactivar as relações diplomáticas e a cooperação bilateral entre os dois países.

    Esta lufada de ar fresco na diplomacia franco-angolana vem depois de uma “série de incidentes que agravaram o clima das relações institucionais” entre os dois países, lembrou o francês, que sem entrar em grandes detalhes preferiu centrar-se no futuro: “As condições estão criadas pela parte francesa, para o relançamento da cooperação bilateral”.

    Sarkozy estreia-se em Angola

    Do lado angolano a vontade de retomar as relações diplomáticas com Paris é igualmente uma prioridade, segundo confirmou Blondet após um encontro privado com José Eduardo dos Santos.

    Na reunião o Presidente angolano sublinhou a sua vontade de trabalhar em conjunto com os franceses, para que assim e depois de um “período duro” as relações entre os dois países voltem à normalidade.

    “Para dinamizar a cooperação bilateral temos que organizar o intercâmbio e a troca de opiniões entre os angolanos e os franceses, mas em primeiro lugar entre os dois Chefes de Estado”, reforçou o diplomata francês.

    Depois de alguns encontros à margem de cimeiras internacionais, como a Assembleia-geral da ONU em Outubro último, esta será a primeira visita oficial de Nicolas Sarkozy a Angola, depois de ter sido eleito presidente de todos os franceses.

    com agências

  213. António Marcelo diz:

    Parolo farto de açordas. É António Marcelo, não «Marcello»

    Nem como troll vales.

  214. Querido António Marcelo,

    O post que assinaste em meu nome que começa por “Amigos de Máquina Zero” só demonstra o estado de paranóia e ódio em que continuas.

    Racista, fascista, homofóbico, cruel, odiento, contra pessoas como tu, reitero, é o tratamento de Praga: bota na focinheira.
    Não que eu seja partidário da violência! Mas é a única linguagem que vocês entendem, e perante a impassividade das polícas (da vossa cor, quase todos) é a receita que vos fica bem.

    Dizer a pessoas que estão a morrer de fome para se deixarem morrer em vez de emigrarem, para não ofenderem a tua sensibilidade racista, é de bota na focinheira. Tu, que és de um país de emigrantes, e de emigrantes vítimas de racismo. Tal como eu.

    Já que és dos que se dizem “nacionalistas”, mete a viola no saco e vai cantar para a tua terra. Custou-nos muitas vidas, muito sangue, muito esforço a expulsar-vos daqui. Não vos queremos cá! É a receita que passas aos outros e a que te dou: Vai-te embora, que não és bem-vindo!

    E já agora…

    PORQUE NO TE CALLAS???

  215. Tragam o colete de forças 🙂

  216. António Marcelo diz:

    Tragam a trela e o açaime para arrastar este cão vagabundo.

  217. António Marcelo diz:

    Querido filhinho do meu coração
    Que Deus te dê vida saúde e pão
    Que coisa mais doce
    No mundo não há
    Que ouvir-te dizer
    Papá e mamã

    Adeus filhinho. Recordações à tua mãezinha.

  218. António Marcelo diz:

    Não percam o tempo. A minha paciência não tem limite. A propósito, vejam o que se dedicavam a fazer os esquerdistas espanhóis anarquistas e comunistas concretamente na guerra civil. E ainda por cima querem falar da memória histórica.

    Não se lembram?

  219. Antonio Marcello diz:

    Continua a ”lenga-lenga” do comunismo!… Comunismo p’ra aqui, comunismo p’ra acola, p’ra esquerda ‘pra direita, vira o disco e toca o mesmo!… Tudo p’ra justificar o HITLERISMO, nao e verdade???

    Todo aquele que falar contra a Heranca nefasta desse Monstro da humanidade que da pelo nome de HITLER, e esquerdista, comunista!!!

    Quem sao os comunistas aqui? Diga la oh senhor – sabichao

  220. António Marcelo diz:

    AND THE WINNER IS…. ZÉ DO MERDAL & COMPANY. CONTRATULATIONS, MY FRIEND, TAKE YOUR PRICE:

  221. António Marcelo diz:

    Suspeito que o discípulo do Não-sei-o-que pertence à turma do Merdal. Se for assim, diga-mo, e mandar-lhe-ei as minhas saudações.

  222. Pente Quatro diz:

    Ó MZ, que é isto? Então agora temos aqui um espanhol (parece-me boa pessoa embora um bocado direitalho) às turras com um português esquerdalho e multiculturalista? É filho da p… pralá, cão sem dono prácolá…
    Haja decoro, MZ a casa é sua ponha ordem nisto faz favor.

  223. António Marcelo diz:

    Já pedi isso e não fui atendido. A esquerdalha tomou o blogue, acuou e perseguiu vários comentadores até que eles, aborrecidos, foram embora. Lembro-me de Caturo, Camões e outros. Cada vez que alguém destacava era atacado e cercado sem piedade. Nunca pretenderam dialogar, mais boicotar esta web. Respeito o cristianismo, mas antes sou mais partidário do dente por dente ou de pegar no chicote, do que pôr a outra face. A falta de moderador aqui, não encontro outro outro caminho melhor.

    Sou o primeiro em sentir nojo em ver-me obrigado a utilizar esta linguagem, mas, se calhar, é mais fácil para uma pessoa civilizada agir como um bárbaro, do que para um bárbaro agir como um ser civilizado. Isso ultrapassa as suas capacidades.

    Eu em novo fui aliciado pelas ideias esquerdistas. Aquilo custou-me caro e o desengano foi terrível. Não eram em nada moralmente superiores àqueles que combatiam.

    No meu país, 30 anos depois da morte de Franco, estão a reabrir as valas comuns e a tirar cadáveres de fuzilados na guerra civil. Franco matou 200 mil pessoas aproximadamente, é verdade, mas a República assassinou 50.000, mais que Videla e Pinochet juntos. Um deles, o meu tio avô, fuzilado em Paracuellos del Jarama pelos comunistas junto com várias centenas de pessoas. Tirados das cadeias, com falsas ordens de liberdade, eram levados em autocarros urbanos até o lugar da execução. O contra-sinal era «El Papa es un cabrón» (o Papa é um cabrão). Grande humor negro tinham aqueles combatentes pela liberdade.

    http://www.martiresdeparacuellos.com/testimonios/testimonio004.htm

    Com independência das bondades a longo prazo do regime salazarista, Portugal salvou-se de aquela tragédia (Um milhão de mortos em Espanha), porque o exército interveio a tempo e cortou o mal de raíz.

  224. António Marcelo diz:

    Caro amigo Ferreira:

    Agradeço as tuas cálidas palavras, uma ilha num oceano de crispação criado pela falta de manutenção da parte do webmaster e por causa da invasão deste blogue por um indivíduo ou indivíduos procedentes de uma web rival, simpatizante da extrema esquerda e ciumentos e encolerizados pela falta de visitantes. Para mim, ainda que com bastante nojo e devido à falta de outras alternativas, é possível descer ao nível desses descerebrados, mas para um selvagem é totalmente impossível agir civilizadamente. Não faz parte da sua natureza e não adianta nada pedir pêras a um olmeiro.

    Não conhecia o episódio que citas, as não me surpreende. El-rei Carlos III e o Marquês de Pombal foram os melhores governantes que teve a Península Ibérica em finais da Idade Moderna, e mesmo depois. O Marquês de Pombal, um grande ilustrado, modernizou Portugal na medida do possível e em finais do seu mandato acabou com aquela lacra que foi a Inquisição. Carlos III soube rodear-se de grandes ministros, alguns deles com grande clarividência e grande visão de futuro. Um deles, o Conde de Aranda, após a perda da metade das colónias inglesas na América do Norte, consciente do facto das espanholas seguirem tarde ou cedo o mesmo caminho, propôs entronizar em cada vice-reinado a um membro da família real e declará-los reinos independentes, aliados de Espanha. Se este conselho tivesse sido aceitado, mesmo se a longo prazo essas monarquias não se tivessem mantido, a história e o mapa da América Latina seriam totalmente diferentes. Muito sangue e sofrimentos ter-se-iam poupado. O Brasil teve uma história menos traumática graças ao realismo do rei João de Portugal, que aconselhou em privado ao seu filho Dom Pedro de aceitar a coroa (ou mais correctamente o título de Imperador) do Brasil.

    «Um rei não arrisca ser vítima de uma infidelidade. Nenhuma rainha encontrará um homem de maior qualidade que ele», disse o príncipe herdeiro ao seu pai. «Ó meu filho, quão parvo és», respondeu Carlos III.

    Assim foi. Morto o rei, o seu filho Carlos IV mudou a política, totalmente influenciada pelo impacto da Revolução francesa. A Rainha Maria Luisa de Parma encontrou «um homem de maior qualidade» na pessoa de Manuel Godoy, jovem membro da Guarda Real convertido em amante dela e graças à sua influência e à parvoíce do Re atingiu a categoria de Primeiro Ministro. O auto-intitulado Príncipe da Paz, mudou totalmente a política relativa a Portugal. Derrotado o exército espanhol na chamada Guerra do Roselhão pelas tropas da nascente República francesa, o valido converteu-se num lacaio de qualquer governo existente na França. Influenciado por Napoleão participou em quaisquer guerras na sua maioria ruinosas para Espanha e tomou a comarca de Olivença a Portugal na chamada Guerra das Laranjas.

    Um dos episódios mais desonrosos na história de ambas as nações foi a invasão de Portugal pelas tropas franco-espanholas. Ingenuamente conveio com Napoleão a repartição de Portugal. Espanha ficaria com o Norte. A França com o Centro do país, e o Algarve e Alentejo seriam para o próprio Godoy. O Imperador fez burla de aqueles acordos e aproveitando a entrada das suas tropas como aliadas traiu a sua palavra e ocupou também Espanha. O resto é sobejamente conhecido.

    Em 1940 Hitler ofereceu a Franco a anexação de Portugal em troca da intervenção na guerra mundial e de permitir a ocupação de Gibraltar. Franco pedia territórios no norte da África e Hitler não desejava vexar ainda mais à França ocupada. Aquilo parecia-se demais com as invasões napoleónicas e Franco recusou. Segundo as memórias do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, este último disse ao Führer: «Portugal foi um disparate histórico no início, mas um disparate que dura tantos séculos, converte-se numa realidade irreversível».

    Falam aqui que Franco na sua mocidade escreveu um trabalho na Academia Militar intitulado «Como ocupar Portugal em poucos dias». Provavelmente aquilo era uma simples hipótese de trabalho, um ensaio estratégico feito com fins didácticos. De qualquer maneira, o Franco da mocidade tem pouco a ver com o Franco da maturidade. Defendia a continuação da guerra de Marrocos, era belicista, e uma vez no poder evitou qualquer confronto exterior, colonial ou de outro tipo. Foi por isso que morreu na cama, enquanto o Regime português, embrenhado numa guerra colonial sem saída que consumia a metade do orçamentou, não pôde aproveitar os melhores anos de desenvolvimento económico que não voltarão em muito tempo, os anos sessenta do século anterior, e já nos tempos de Marcelo Caetano acabou violentamente. Aquilo pôde custar a Portugal uma guerra civil ou uma invasão da parte da NATO, se Cunhal e Vasco Gonçalves tivessem triunfado. De facto, tentaram dar um golpe de Estado e ignoraram o resultado das eleições legislativas contrário ao PCP.

    Na obra «As minhas conversas privadas com Franco», publicadas depois da morte do seu autor, primo e secretário dele, Francisco Franco Salgado-Araújo, afirma-se que o general sempre tivera boa opinião de Portugal. Estava agradecido com Salazar pela sua ajuda na guerra civil e apoiava a sua política colonial porque segundo ele “Portugal nunca poderia subsistir por si próprio sem as colónias de Ultramar”. Nas entrevistas que tinha com Salazar, raramente utilizavam o serviço de um tradutor. Cada qual falava na sua língua, Franco em galego e Salazar em Português.

    Em 1.976, recentemente nomeado Rei, Juan Carlos sofreu pressões da parte dos Estados Unidos para lhes permitir utilizar o território espanhol com base para organizar actividades destabilizadoras contra Portugal. Aliás Cunhal já estava derrotado naquela altura. Juan Carlos recusou.

    -Eu passei a minha infância em Portugal -respondeu ele- e também sou português.

    Agora, caro Ferreira, não tenho mais tempo para continuar. Para terminar e passados dois dias, dar-te-ei a minha opinião no que diz respeito à questão de Olivença.

    Cumprimentos.

  225. Discípulo do Conselheiro diz:

    Como diz o velho ditado: ” Passajeros al tren y gallegos tambien”!

  226. António Marcelo diz:

    Desculpa:

    Pasajeros al tren y gallegos también.

    Nunca ouvi dizer essa barbaridade, e já tenho alguns anos.

    Ouvi outras:

    Pobre, fea y portuguesa, chúpate esa (dizia o povo de Madrid da primeira esposa portuguesa de Fernando VII).
    Las portuguesas son feas y tienen bigote
    Los niños (crianças) en Portugal van descalzos
    Una caca portuguesa es con certeza, es con certeza una caca portuguesa, etc…

    Há para dar e vender. A prática demonstra que o conhecimento mútuo apaga muitos preconceitos, mas isso não quer dizer que tenhamos de trazer o mundo para casa. Seria um verdadeiro disparate, digno de um Zé do Caralhal qualquer.

  227. Pente Quatro diz:

    Feias, as portuguesas?
    Olhem-me estes, já olharam para a familia real espanhola?

  228. Discípulo do Conselheiro diz:

    As portuguesas, em sua maioria, são muito mais bonitas que as espanholas!

  229. Pente Quatro diz:

    Caro direitalho António Marcelo,

    Em primeiro lugar, a culpa do desaparecimento dos comentadores que tanto apreciava não se deve ao cerco da maralha esquerdalha mas sim ao próprio Maquina Zero que esteve tanto tempo sem postar que o pessoal acabou por deixar de cá vir. Vê-se logo que você não conhece o Caturo, aquilo não é homem que vire a cara à luta.

    Em segundo lugar, obrigado por esclarecer o seu ódio aos esquerdalhos. Ainda bem que você não é influenciavel pelos números (seus, pelo que admito estarem correctos) que embora indiquem que os facinoras franquistas mataram muito mais que os outros você diz que os maus da fita são os do outro lado, só porque são esquerdalhos e lhe mataram o avô. Se calhar, se me tivessem matado um familiar eu teria a mesma opinião, não sei, quem sabe? Os republicanos eram todos bandidos? De qualquer maneira, penso que deveria desenvolver melhor esta questão.

    Para já fico-me por aqui porque tenho de me ir preparar para a night.

    Passe bem.

  230. Meu prezado amigo António Marcelo. Li a sua resposta e concordo plenamente pois o fato de Carlos IV ter agido como fez, foi um erro palmar, que sua filha Dona Carlota Joaquina em vão tentou atalhar, recorrendo, inclusive, à mãe, Dona Maria Luísa. Lastimavelmente o que fica é sempre o mal. O bem que é feito fica oculto. Sempre irão lembrar os erros da Espanha em relação a Portugal, dos acertos ninguém fala. E quando aparecem os acertos, pode saber que será motivo de surpresa geral. Só não o será para os estudiosos como você e eu. Assim também é nas relações humanas. As qualidades ficam ocultas, mas os defeitos são sobrevalorizados. Haveria mister que a Filosofia cuidasse desta discussão. Saudações, amigo António Marcelo. Aguardo suas considerações sobre Olivença.

  231. António Marcelo diz:

    Senhor Pente Quatro:

    Os republicanos moderados e reformistas foram bem cedo ultrapassados pela extrema esquerda. Os anarquistas, naquela altura muito poderosos, mantiveram-se ao margem do jogo político.

    Antes de os militares se levantarem a República já foi ferida de morte em 1.934 quando os socialistas não aceitaram as eleições que os afastaram do poder. Em outubro desse ano sob pretexto das direitas prepararem um golpe de estado, levantaram-se em toda Espanha. O sucesso foi muito limitado. O governo nacionalista catalão, aliado táctico dos socialistas, declarou-se semi-independente. O seus militantes fugiram como coelhos quando o Governador militar enfrentou a rebelião. O Presidente Companys foi preso e o conselheiro do Interior Dencàs, principal responsável de aquela aventura, junto com outros líderes fugiu pelos esgotos da sua residência e não parou até chegar à França. Noutras províncias apenas durou umas horas à excepção de Astúrias onde os rebeldes resistiram um mês. Lá começaram as primeiras queimas de conventos e fuzilamentos de direitistas.

    Se realmente a direita tivesse tencionado preparar um golpe de Estado, a primeira medida depois de abafar o levantamento, teria sido dissolver e ilegalizar o partido socialista, que não quis reconhecer os resultados eleitorais desfavoráveis. Infelizmente não foi assim (aquilo teria poupado uma guerra civil). Os socialistas voltaram a ganhar dois anos mais tarde e aquilo que seguiu já é conhecido. Quando os militares se alçaram, ao mesmo dia, o poder passou do Estado republicano às milícias dos sindicatos e partidos de extrema esquerda, socialistas, anarquistas e comunistas. Estes últimos, muito disciplinados e ajudados pela URSS, controlaram praticamente o poder em poucos meses na zona republicana, mas conservando a fachada reformista e democrática face ao exterior.

    De maneira nenhuma pretendo negar os crimes de Franco, mas já antes de começar a guerra, os próprios socialistas reconheciam que no conflito que se avizinhava não podia haver dó nem piedade com o inimigo. A sorte que aguardava aos vencidos era o campo de concentração o ou paredão. Como diz o ditado ri melhor quem ri último. Se os militares tivessem sido derrotados à guerra teria seguido uma ditadura socialista, com idêntica repressão. A única diferença teria sido que, invadida a Península Ibérica pelos nazis, os aliados teriam restabelecido regimes democráticos e afastado as ditaduras do poder. Mas naquela altura o futuro era muito escuro e imprevisível.

    Espanha e Portugal não fizeram a tempo a revolução industrial. Em países dessas características, com uma oligarquia a dominar as terras e os escassos meios de produção era utopia falar em democracia. Com a maioria da população analfabeta e mísera e uma elite retrógrada ou inmovilista, sem uma classe média a funcionar com um colchão que abrandasse as tensões sociais, apenas existiam duas saídas: uma revolução marxista ou uma ditadura conservadora. Esta última, apesar de todas as injustiças cometidas, que de maneira nenhuma pretendo negar, permitiu a aparição de condições socio-económicas que permitiram a chegada de regimes mais conformes com o contexto europeu e ocidental.

  232. Ó Marcelo, eu sou um nacionalista, como tu, e quero-te coerentemente daqui para fora. Viva Portgal! Vai para a tua terra! 🙂

    Mal-educado, raça inferior, espanhol! 🙂
    Larguem o País Basco e a catalunha e não queiram voltar a subjugar Portugal!
    Viva o Nacionalismo! 🙂

  233. Ó Marcelo, eu sou um nacionalista, como tu, e quero-te coerentemente daqui para fora. Viva Portugal! Vai para a tua terra! 🙂

    Mal-educado, raça inferior, espanhol! 🙂
    Larguem o País Basco e a catalunha e não queiram voltar a subjugar Portugal!
    Viva o Nacionalismo! 🙂

  234. António Marcelo diz:

    Dás-me compaixão, pobre gajo. Não tenho ganas de fazer uma chacina contigo.

    Hoje perdoo-te a vida, mas nem sempre será assim.

  235. Pente Quatro diz:

    Qué iste? Ameaças?

  236. António Marcelo diz:

    Nem ameaças nem hóstias, estou a falar em termos de argumentação. Considero que ele é um rapaz com poucas luzes e atacá-lo duramente é um abuso.

    Não gosto de fazer ameaças vãs, sobretudo quando não tenho meios nem interesse em realizá-las.

    Deixo isso para ele, que ameaça realmente nas suas zangas infantis.

  237. O Marcelinho, que é racista até à medula e bem o tem demonstrado, até teve posts apagados por dizer que os “pretos” só servem para limpar retretes e que são “macacos”, e outras tantas dos “mouros” (os “mouros, vejam bem…), perdeu as estribeiras quando eu lhe disse que ele pertence a um país de emigrantes e de vítimas de racismo, Tal como eu!

    Dói, não é Marcelinho?… Quando nos toca a nós, dói que se farta…

    O Marcelinho, que ultra-cinicamente se regozijou com a morte de 50+42 imigrantes clandestinos oriundos do Senegal, em busca de melhor vida, como fazem MILHÕES DE ESPANHÓIS E PORTUGUESES, perdeu por completo as estribeiras quando o mandei para a terra dele. Mas ó Marcelinho, se tu és contra os imigrantes de África, eu não posso ser contra os de Espanha, que durante séculos nos têm tentado submeter?

    Dói, não dói, Marcelinho? Quando nos toca, dói que se farta…

    O Marcelinho, que defende sempre as actuações dos cabeças-rapadas nazis (gente boa…), todo se abespinhou quando aplaudi a sova que eles levaram em Praga. Não estou a perceber, Marcelinho!!! Então gostas de arrear nos outros e não gostas quando a tua gente leva no focinho???

    Dói, não dói, Marcelinho? Quando nos toca, dói que se farta…

    Mas é o que a fascistalhada toda precisa: é que os cidadãos de bem, todos, se unam e venham à rua enfiar-lhes a biqueira da bota na focinheira como fizeram em Praga!
    Ninguém, a não ser marginais paranóicos e frustrados, apoia tais ideias! Nenhum dos partidos políticos portugueses apoia essa poia que dá pelo nome de PNR, essa corja de cobardes assassinos!

    Os esquerdistas mataram o teu avô? Lamento sinceramente, mas o teu avôzinho quantos comunistas matou? Eram todos maus, os comunistas, e todos bonzinhos, os fascistas… Tá-se mesmo a ver… É sempre esse tipo de ressentimento cego que se encontra nos extremistas de esquerda e de direita…

  238. Olá Marcelinho,

    Estou a ver que estás online. É extremamente fácil irritar-te, e tanto assim que até tiveste (como de costume), posts apagados, tal foi a ordinarice e a rasteirice dos teus comentários ao que acabo de descrever. Chegas a ser de uma ingenuidade tocante, de tal forma que resolvi poupar-te a a mais uma crise histérica. Os teus insultos só te envergonham a ti, meu amigo. Mas ainda bem que vieste com essas espanholadas, para assim a gente ver bem o que te está no íntimo, afinal te podermos dizer mesmo a sério: vai para a tua terra, espanhol!

    Já que gostas tanto do nacionalismo, eu faço coro com o Zé das Couves e tenho todo o prazer em mandar-te para a tua terra! Nacionalismo acima de tudo! 🙂

    E essas chicotadas nem psicológicas são, meu amigo. Tens COBARDE bem escrito na testa! 🙂

  239. Agora é que vi que o Pente Quatro também está ou esteve aqui em simultâneo. Falai de telepatia… 🙂
    Ameaças, mas de herói de teclado, meu amigo. É bem sabido que estes espanhóis se borram todos à mínima ameaça de levarem en las luenas!

    Entretanto, reafirmo o meu libelo nacionalista e anti-multiculturalista:

    Espanhóis fora de Portugal! Pela preservação da nossa cultura contra os flamencos e as zarzuelas! Não às tomatinas e ao Cola-Cao! Fora com esses imigrantes que querem modificar a nossa cultura e substituir a Nossa Senhora de Fátima pela Virgem del Rocio!

    Querem impor-nos o seu Julio Iglesias, aos nossos ouvidos puríssimos que só escutam fado!!!

  240. Ó Stran, como vê, não tenho nada de esquerdista nem de multiculturalista, seja lá isso o que for.

    Acho uma piada a isto, sério… Os comunistas na Assembleia da República asseguram-nos por exemplo que a Coreia do Norte é um país democrático!!!, mas o pessoal das direitas, com exemplos como o da apologia da política de genocídio e imperialismo desabrido dos Estados Unidos, também são uns ricos meninos…

    Direitadas e esquerdalhadas, extremismos, para mim, são um cócó pegado!

  241. António Marcelo diz:

    Há três meses que não paraste de insultar. Falto de argumentos utilizas as desqualificações “ad hominem”. Faze-lo escondido no anonimato. Cara a cara cagar-te-ias nas calças como o grande covarde que és

    O meu tio avô era um militar retirado e não fez mal a ninguém. O meu avô, militar mutilado na guerra de Marrocos salvou a vida porque conseguiu ocultar-se quando os milicianos vieram buscá-lo. Depois da guerra e por motivos morais recusou participar na repressão. Apesar de todos os seus sofrimentos não pôde suportar os fuzilamentos de dezenas de pessoas diariamente em Madrid. Encomendaram-lhe o trabalho de notificar aos condenados as penas de morte, mas não foi capaz de participar naquela carnificina. Não podia conciliar o sono. o teu comentário demonstra mais uma vez que se pudesses tu também matarias e assassinarias àqueles que discordam contigo.

    Se não és multiculturalista, esquerdista, nem antiglobalizador, então és aquilo que suspeitava desde o primeiro dia: UM GILIPOLLAS INTEGRAL.

    Não me desdigo do que disse nem mudo de nick como tu. E já que preferes continuar com o teu discurso autista, esse é o teu problema. Se te queres disfarçar-te de Padeira de Aljubarrota, não me impressionas. Sabes o que podes fazer com a tua pá, padeira paneleira? A bom entendedor…

    «Não proferi quaisquer insultos. Acontece que tu tens defendido os cabeças rapadas nazis, tens apelidado as pessoas de pele escura de “macacos limpadores de retretes”, tens defendido que os muçulmanos são gente inferior, etc.. Tudo cuspidinho da cartilha neo-fascista, neo-nazi, de extrema-direita.»

    «Mas é o que a fascistalhada toda precisa: é que os cidadãos de bem, todos, se unam e venham à rua enfiar-lhes a biqueira da bota na focinheira como fizeram em Praga!»

    Bota na focinheira? Essas palavras não são ameaças? Murro no nariz é o que mereces. Não sei o que aconteceu em Praga. No teu discurso autista falas incoerências contigo próprio e com teus próprios fantasmas. Na tua paranóia vês miragens e cruzes gamadas a cada passo.

    E para acabar: Importa-me um caralho que morram cem, mil, ou dez mil imigrantes nas pateiras. Os culpados são aqueles que com a sua política fraca deram esperanças a milhares de pessoas de que valia a pena correr quaisquer risco se tarde ou cedo seriam legalizados. Calcula-se que existem 100 milhões de africanos dispostos a abandonar o continente. Para qualquer pessoa que pense com a cabeça isto é insustentável. E formuladas as coisas desse modo, o problema converte-se numa questão de sobrevivência: Nós ou eles. Não há escolha, e os teus soluços hipócritas e manipuladores só podem convencer a descerebrados como tu.

    É por isso que admiro os judeus. Eles têm as coisas muito claras. Deixaram atrás complexos e dúvidas existenciais. É graças a isso que sobreviveram como povo e nunca serão vencidos.

    Não me impressionas com as tuas baboseiras manipuladoras. Conheço bastante Portugal para saber que a maioria dos teus compatriotas não são como tu. De outro modo não teria tido a paciência de percorrer o teu país e aprender a tua língua. Infelizmente em todas partes cozem favas e existem ovelhas negras e indesejáveis paneleiros como tu.

    Lixa-te porco!

    gilipollas:

    sinónimos | definición RAE | conjugar verbos
    en contexto | imágenes
    en Inglés | en Francés | en Portugués
    Listen: sonido España

    Diccionario de la lengua española © 2005 Espasa-Calpe S.A., Madrid:
    gilipollas

    1. adj. y com. vulg. Estúpido, lelo.
    ♦ No varía en pl.

    ‘gilipollas’ también aparece en estas entradas:
    agilipollado – gilipuertas

    gilipollas:

    definición | sinónimos | conjugar verbos
    en contexto | imágenes
    en Inglés | en Francés
    Listen: sonido España

    Gran diccionario español-portugués português-espanhol © 2001 Espasa-Calpe S.A., Madrid:
    gilipollas
    I adj mƒ (vulg) otário(a), babaca, imbecil

    ‘gilipollas’ también aparece en estas entradas:
    Español:
    boludo – cojudo – güevón – pelotudo
    Português:
    babaca.

  242. António Marcelo diz:

    Se as meretrizes do lugar forem como esta, não admira que queiram importá-las de Espanha. A mais feia é a Vénus de Velázquez comparada com este especime.

  243. António Marcelo diz:

    Caro amigo Ferreira:

    Vou retomar o tema que deixei.

    A tomada de Olivença foi o prelúdio das invasões hispano-napoleónicas. Era natural que tivesse sido devolvida a Portugal uma vez vencido Napoleão. Devido ao fato da ausência de El-rei João VI ficar no Brasil, Fernando VII aproveitou esse vazio de poder para não devolver essa povoação. O Tratado de Badajoz foi assinado em condições de coação e violência insuportáveis. O ulterior Tratado de Viena, assinado também por Espanha e que derrogou o Tratado anterior foi totalmente ignorado.

    Portugal nunca reconheceu a anexação dessa comarca, mas o governo português não tem feito reclamação formal nenhuma nos últimos cem anos. Falar «sotto voce» ou em “petit comité” não adianta nada. Esta questão é totalmente esquecida em Espanha e a ausência de reclamação oficial não arranja o problema.

    Sacrificar essa questão em prol de umas relações de vizinhança mais fluidas demostra um grande complexo de inferioridade da parte dos governos lusos. Não podem existir amizade nem relações fluidas quando existe uma questão territorial pendente.

    Além disso, na província de Zamora e vizinha do concelho lusitano de Bragança, encontra-se a pequena aldeia de Ermisende, que pertenceu a Portugal até ao ano de 1640. Os seus habitantes falam uma variedade de português transmontano cada vez mais influenciada pelo espanhol, que lhe adianta como língua oficial. Nunca ouvi falar desse assunto em Portugal.

    A experiência demostra que nos últimos 30 anos, a política exterior espanhola tem sido de grande prepotência nas relações com os mais fracos e grande cobardia com os fortes. Para amostra um botão.

    Marrocos há muito tempo que está a reclamar a posse de Ceuta e Meliha. A pesar de ter pertencido a Espanha ou a Portugal nos últimos séculos, encontram-se em território marroquino, a população já não é maioritariamente européia. A sua espanholidade é, pelo menos, duvidosa. O governos espanhóis não desejam ir a uma guerra por essas cidades, mas também não querem devolvê-las a Marrocos. Os marroquinos podiam constranger o desfecho isolando as cidades por terra, cortando a água das barragens e a eletricidade fornecida por eles. Mas não têm agido assim. Porquê? Porque descobriram que podem fazer dobrar os joelhos aos governos espanhóis, obter toda sorte de regalias e de subvenções, estender as águas territoriais, etc. Esta política de chantagem permanente tem-lhes dado grandes resultados. O assunto da emigração tem sido usado também como alavanca e arma de pressão. Marrocos admite no seu território imigrantes procedentes da Africa sub-sahariana e expele-os sobre a cerca das duas cidades espanholas ou permite que embarquem em pateras em direção a Espanha. Periodicamente cobra vários milhões de euros em conceito de ajuda para combater a imigração ilegal.

    A população de Olivença está já praticamente assimilada. Algumas pessoas idosas estão ainda falando português, mas a maioria esqueceram-no. O território de Portugal está sofrendo um processo de litoralização cada vez maior. Quanto mais afastada do mar é uma região é mais pobre. O nível de vida no interior do Alentejo é bastante baixo. Voltar a Portugal seria uma perda de qualidade de vida. Quando uma pessoa vai comprar carne, em troca de um quilo tem de dar uma quantidade de dinheiro, não um quilo de ideais ou de patriotismo. O patriotismo, muito louvável, nem sempre dá de comer. Duzentos anos de ocupação apagaram qualquer rasto de patriotismo.

    O governo português talvez podia mudar as coisas se, por exemplo, se oferecesse durante um período de cinqüenta anos (tempo em que talvez desapareçam ou diminuam as diferenças econômicas nos países da União Européia) melhores condições de vida aos oliventinos, exenções fiscais, serviços públicos, salários e pensões de reforma idênticos aos espanhóis.

    Se for assim, Portugal ainda podia recuperar esse território. Não contando com a população local é difícil que possa consegui-lo.

    Por estranho que pareça, em Espanha o Brasil é muito mais conhecido e apreciado que Portugal, situado num canto da Península e esquecido. É graças ao Brasil que a língua e cultura portuguesas são conhecidas em todo o mundo. Entre espanhóis e brasileiros, não condicionados por desencontros históricos existe uma mútua simpatia, a simpatia normal entre países latinos. Em Madrid existe uma numerosa colônia brasileira, têm mesmo uma emissora de rádio, mas encontram-se tão bem integrados que são praticamente invisíveis.

    Pelos comentários que você pode estar vendo neste blogue se pode dar uma idéia da grande quantidade de preconceitos idiotas que existem entre ambas as nações. Mesmo pessoas que se gabam de ter cultura e tolerância, caem uma e outra vez nos mesmos tópicos. Mas a longo prazo é difícil parar o trem da história e aproximação entre ambos os povos é imparável. Muita gente complexada e amedrontada confunde aproximação e anexação, mas não é assim.
    Aconselho-lhe ler este blogue:

    http://blogs.hoy.es/portugal

    Caro amigo brasileiro, receba as minhas melhores saudações. Até ver.

  244. Pente Quatro diz:

    “Sacrificar esta questão em prol de umas relações de vizinhança mais fluidas, demonstra um grande complexo de infrioridade por parte dos governos lusos. Não podem existir amizade nem relações fluidas quando existe uma questão territorial pendente”

    Estas afirmações são, no minimo, extraordinárias e insultuosas. Mas afinal a questão territorial está pendente por culpa de quem? Um espanhol que tem o desplante de aqui vir fazer afirmações destas, não é bem-vindo. Mas, antes de se ir embora, por favor diga-nos qual é a sua opinião sobre a questão de Gibraltar.

  245. Prezado António Marcelo, obrigado pelas considerações a respeito da questão de Olivença, e da de Ermisende, de que eu não tinha conhecimento. Sabia sim que Ceuta havia se pronunciado por permanecer com a Espanha. Também, a pouca distância, loucura rematada seria se pronunciar por Dom João IV. É preciso que em primeiro lugar comece a haver uma distensão entre os povos, pois se ambos se inimizam, claro que os governos não poderiam se aproximar para discutir a questão. Veja o caso da reunificação da Coréia. Os povos da Coréia do Norte e da Coréia do Sul se entendem como um único povo que foi separado por conveniências internacionais da Guerra Fria. Os governos é que hesitam em reatar esses entendimentos em nível mais próximo. Mas dia haverá que ambos os governos ouvirão a voz da opinião pública e a Coréia será reunificada. Quando portugueses e espanhóis estiverem despidos de todos os preconceitos mútuos, que alimentam um povo contra o outro, aí sim a questão estará pronta para ser discutida. Há poucos dias atrás estava a ler a repercussão no mundo hispano-americano da descoberta de uma grande jazida de petróleo, o que poderá levar o Brasil a ser um dos gigantes petroleiros. A reação foi favorável o bastante, e demonstrou que o nosso país ganhou a batalha da opinião pública de ”habla española”, muito diferente da época em que por o simples feito de o navio que conduzia o último ”virrey” espanhol do Peru, D.José de la Serna, de volta a Espanha, ter parado no Rio de Janeiro, a imprensa dos novos países começou a suscitar suspeitas contra o Brasil, que estaria aliado com Fernando VII para a recolonização! No entanto, Fernando VII não permitiu que a Espanha reconhecesse o nosso governo. Só em 1834, que o representante diplomático espanhol, D. José Delavat y Rincón entregou suas credenciais ao nosso governo, depois de morto Fernando VII. Saudações amigo António Marcelo.

  246. casmurro & burro diz:

    Porque no me besas en?…

  247. António Marcelo diz:

    Se beber chama-me bêbado
    Se não beber miserável
    Se cantar chamam-me louco
    E se não cantar cobarde.

    Senhor tuga:

    Acostume-se à ideia que na época da Internet as fronteiras cairam. O mundo virtual é único. O nacionalismo de torre sineira foi largamente ultrapassado pela tecnologia. Os auto-nomeados inspectores alfandegários são uma instituição anacrónica dentro deste novo mundo. Esta é a grandeza da Rede. Além da U.E., além de Schengen as fronteiras e outros nacionalismos são simples estreitezas de espírito. Saiam já de uma vez desse mundo claustrofóbico e paranóico!

    Ir-me-embora? Nunca saí da minha casa!

  248. António Marcelo diz:

    Porque no me besas en?…

    A Vossa Excelência esqueceu o acento e o signo de interrogação:

    ¿Porqué no me besas en…?

  249. Pente Quatro diz:

    Ó Marcelinho, explica aí porque os castelhanos são tão odiados.

  250. António Marcelo diz:

    Ó Pentinho, explique-me por que alguns tugas (nem todos) têm tantos complexos de inferioridade.

  251. Ó António Marcelo,

    Essas ameaças são a valer? Essa de que cara a cara “me borro todo” e por aí fora?

    Se queres levar as coisas para aí, pois no campo das ideias és um paranóico ressabiado e odioso, então que seja.

    Marcamos encontro e vamos a isso.

    A minha bota deseja encontrar a tua dentadura!

    Ricardo Gomes/ Loures
    (dito Zé do Pedal)

    RicardoGGGGG@hotmail.com

    Um criado às suas ordens!

  252. Moras em lisboa, se não estou em erro, por isso não tens desculpa para não me dares a sova que me prometeste, espanhol.

    Em Praga os neo-fascistas como tu vieram à rua clamar como tu pelo racismo e pela violência contra os emigrantes levaram na focinheira, e é o que tu e todos como tu merecem.

    Algures entre os fascistas como tu, que dizes que “os pretos são macacos limpadores de retretes”, e os extremistas da esquerda, que acham que Fidel, Estaline e C.a são bons governantes, há a grande maioría das pessoas, que são equilibradas, e querem paz e democracia.

    Não são os tais “rilipolhas”, como se diz por cá popularmente. Isso serás tu.

    Isso e muito mais, pois até te regozijaste com a morte da centena de africanos que queriam emigrar – como os espanhóis e os portugueses emigram.

    Fiz-te ver isso e que somos discriminados lá fora e não gostaste. Desejas a morte a 100 milhões de africanos. Comparado com isso uns pontapéns no teu focinho nada são, espanhol. África definha debaixo da exploração das potências ocidentais que lá promovem a guerra para venderem armas e irem lá buscar matérias-primas baratas. As elites autóctones são formadas no Ocidente e ídem…

    Como podes dizer-te respeitador do Cristianismo e pregar tais abominações?

    Vai para a tua terra, que também és emigrante, mas um emigrante nefasto e reles. Sub-humano! Quem espalha aqui a confusão és tu, quem projecta os seus fantasmas és tu! Toda agente o vê, menos tu.

    E cá te espero, valentão!

    Ricardo

  253. O teu avôzinho morreu. Mas os 100 milhões de africanos não valem um cabelo do teu avôzinho. Pooooois é… É um raciocínio tão límpido como afirmares que por causa dessa minha consideração – de que só te custam as mortes dos que gostas – concluis que eu, se pudesse, “mataria quem não pensa como eu”.
    Brilhante!
    P.S. – Cá te espero, para me fazeres “borrar todo”. De facto, contigo não adianta tentar ser assertivo. É a linguagem de Praga que vocês entendem…

  254. António Marcelo diz:

    Zé do Merdal:

    Não moro em Lisboa, moro em Madrid, e uma merda no espeto como tu não merece o preço de um bilhete, quer de avião, de comboio ou de autocarro. Se não fosse assim, cagar-te-ias nas cuecas, Herói do Mar.

    Já vi que dei no alvo e estás a babar como um cão raivoso. Se tu te chamas Ricardo eu chamo-me Napoleão Bonaparte. O endereço de hotmail não quer dizer nada. Numa conta para contratar uma linha de banda larga é obrigatório dar o nome verdadeiro, mas para numa em hotmail, podias ser Cristovão Colombo, El-rei Sebastião ou Henrique o Navegador, ninguém ia comprová-lo.

    Um cara que muda de alcunha tantas vezes (Marco de Canavezes, zzz, Zé do Caralhal e outros) tem muitas coisas que esconder e não age honestamente. De maneira nenhuma pode ser credível .

    Ricardo, Marco, José, ou como quer que te chames:

    TU LO QUE ERES ES UN GILIPOLLAS.

  255. Vês, mais valia estares caladinho, pois afinal quem se borrou todo foste tu. Eras emigrante em Portugal, mas como respondi ao teu desafio para o confronto físico já estás em Madrid. E essas desculpas tecnológicas, deixa-me rir. Não fui eu que me proclamei herói de coisa nenhuma, tu é que passaste ao desafio físico. Afinal… rabinho entre as pernas!
    Já me chamaste tudo, até insultos que eu desconhecia, do mais escatológico que há. Disseste que a minha mãe era “espetada” pelos espanhóis, etc.. Insultos bárbaros, desejos de morte, ameaças bacocas, acusações infundadas, vitimizações estúpidas, etc.. Quem tiver dúvidas é só ler. Nunca te ofendi; quando disse para te ires embora por seres espanhol e emigrante esclareci a seguir que foi apenas para provares um bocadinho da tua receita. Não te desejo a morte, apenas as melhoras. Não te insulto, apenas te desejo mais discernimento.
    Não adianta tentar ser assertivo e dar abébias a uma pessoa tão tristemente cheia de ódio e fanatismo. Fica lá a imaginar que eu estou a “espumar”, se isso te faz feliz. Da minha parte podes espumar sozinho.

  256. António Marcelo diz:

    Reste plus calme, l’ami. Si tu t’énerves comme cela, tu risques de mordre la bite de ton partenaire.

  257. António Marcelo diz:

    «…respondi ao teu desafio para o confronto físico já estás em Madrid. E essas desculpas tecnológicas, deixa-me rir. Não fui eu e blablablablabla…»

    Afinal convenceste-me. Estás convocado para o dia 24 dezembro às nove da manhã nos sanitários da estação de Santa Apolónia. Se o meu comboio, o Lusitânia Hotel, chegar com atraso, lá estarás à vontade, pois é o ponto de encontro de todos os paneleiros da Baixa e arredores.

    Para a tua segurança, aconselho-te contratares um bom seguro. E para não te enganares lá vai a minha fotografia:

    Está combinado?

    Até cedo, caro amigo.

  258. Discípulo do Conselheiro diz:

    Não me surpreende o facto de o indivíduo espanhol estar agora com manias de escrever em francês, afinal é por todos sabido que o francês é o idioma internacional dos rotos!

  259. Ele tem problemas, coitado.

  260. casmurro & burro diz:

    A Europa não pode dar a ideia de estar a tentar impor a sua visão sob risco de ver África voltar-se ainda mais para a China, que tem multiplicado os investimentos e as promessas de gigantescos contratos comerciais no mais pobre continente do mundo.

  261. casmurro & burro diz:

    Afinal alguns brancos racistas sao descendentes de negros??? Essa nao sabia eu!

  262. casmurro & burro diz:

    E AS ESPANHOLAS QUE SAO TAO QUENTINHAS … VALE …

  263. la demanda diz:

    Yah, tao calientes!… Si tu no mi quieres… mi quiere la outra!… Si tu no mi gustas, mi gusta la outra! Vale!

  264. António Marcelo diz:

    «*Yah, **tao** calientes!… Si tu no **mi** quieres… **mi** quiere la **outra**!… Si tu no *mi gustas, *mi gusta la *outra! Vale!»

    ¡Ya, tan calientes!… Si tú no me quieres… me quiere la otra! … ¡Si tú no me gustas, me gusta la otra! ¡Vale!…

  265. la demanda diz:

    Mira lo el tango adagio, e moonlight rumba de Gustavo Montesano, que categoria!

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