“Papá, encolhi a empresa…”

Eu ando aqui sempre de olho no talão do Multibanco, a fazer contas – e não ganho mal… – para ver se lá tenho que chegue quando cai a prestação da casa e outros descontos implacáveis. E leio agora, nos jornais, que uma empresa onde o filho do homem-forte do BCP Millenium tinha participação viu uma dívida ao mesmo banco resolvida, sem que mandassem o tribunal apertar-lhe os calos.

O jovem não sai ao pai, ao que parece. Meteu-se em negócios e, no fim, a empresa de que fazia parte, estava mais vazia que carteira de pobre. Valeu-lhe ser filho de quem é?

16 Responses to “Papá, encolhi a empresa…”

  1. Diogo diz:

    A corrida dos Republicanos à Casa Branca passa por um namoro descarado ao National Rifle Association (NRA), um dos lobbies políticos mais poderosos de Washington. A NRA é uma organização conservadora que defende o direito dos americanos usarem armas sem restrições.

    Mas alguns senadores meteram o pé na argola. Jon Stewart tem os hilariantes pormenores:

    Vídeo – 4:37m (legendado em português)
    ..

  2. The Studio diz:

    Bem regressado, estava a ver que o Máquina Zero andava desaparecido. Bem, eu também andei durante uns tempos 🙂

  3. Diogo diz:

    Simon Wiesenthal – onze milhões de mortos no Holocausto

    Portanto onde é que Wiesenthal foi buscar o número onze milhões, incluindo cinco milhões de não-judeus?

    Numa conversa privada, Bauer colocou-lhe essa questão. E Wiesenthal contou a Bauer onde fora buscar esse número. Wiesenthal contou-lhe que o tinha inventado. É verdade, ele tinha-o fabricado! E porque o tinha ele inventado? Wiesenthal inventou-o, escreveu Bauer em 1989, “para fazer com que os não-judeus se sentissem como se fizessem parte de nós.” Wiesenthal já tinha manifestado a um repórter do Washington Post em 1979, quando lhe disse que “Desde 1948 eu procurei com outros líderes judeus não falar dos aproximadamente seis milhões de judeus mortos, mas antes de onze milhões de civis mortos, incluindo seis milhões de judeus.”

    AQUI

  4. LOUIS XVI diz:

    Viva máquina, espero que em breve disponha de mais tempo para actualizar o seu blogue, entretanto e lembrando-me de um anterior concurso entre dois poetas miseráveis deparei-me com um que é 50 vezes pior que os outros, vá a http://www.ateismo.net aí irá dar a um blogue nojento chamado diário ateísta e veja o poema “apariçao luxuriosa” de um garoto chamado bruno resende, é de chorar por mais…

  5. Draco diz:

    MZ, costumo consultar o site da Faith Freedom International, mas ultimamente tem estado bloqueada. Sabes o que se passa?

  6. António Marcelo diz:

    Este blogue vai logo esmorecer se não for actualizado com dados mais recentes. Os visitantes, a começar pelos «trolls», já começam a abandoná-lo.

    Lamento. Num oceano de pensamento único este era um lugar de desabafo e uma baforada de ar fresco.

  7. Pente Quatro diz:

    Assim, qualquer dia, este blogue morre.
    E é pena.

  8. eu diz:

    Eu vi logo que isto não ia durar muito. Escrever barbaridades todo o dia também acaba cansando.

  9. Ora aí está uma discussão interessante que vai relançar este blog: Terá existido o Holocausto? O Mário Machado acha que não, que foi uma invenção dos judeus. O António Marcelo, o Pinto-Coelho do PNR, o Le Pen e uns garotos de 16 anos, de Olivais Sul, que jogam omerta todo o dia, também acham que não, que não houve Holocausto nenhum.
    E quem disser o contrário é comunista, multiculturalista e tem complexos de culpa por causa da escravatura e por isso gosta de ser assaltado por gandins da Cova da Moura!
    Isto sim! Isto é que é pensar com o cérebro!

  10. António Marcelo diz:

    «Como pode ser possível reprimir as pessoas, homens/mulheres provenientes dos Países que se exprimem na Língua de CAMÕES. Bom… então parece que o tal de LUÍS DE CAMÕES não passa duma miragem apagada inventada pelos Portugueses?»

    O que têm a ver os alhos com os bugalhos? O que tem a ver Camões com a lusofonia? Se existem 200 milhões de luso falantes e 50 milhões querem emigrar para Portugal, o país encontra-se em condições de acolher essa multidão? E os anglo-falantes à Grã Bretanha e os francófonos à França? Por acaso vocês utilizam a cortiça cerebral ou a zona reptiliana do cérebro? Não têm sentido comum? Não têm lógica. E ainda por cima tratam-nos de nazis e fundamentalistas!

    Este verão estive a passar férias no Algarve. Fiquei espantado quando vi taxistas muito idosos, alguns com mais de setenta anos, ainda a trabalhar. Falei com um deles e contou-me que com uma pensão de reforma de 150 euros mensais não podia deixar de trabalhar. Sofria de artrose, duma hérnia discal e de outras doenças próprias da idade, mas estava condenado a trabalhar até o fim sob pena de morrer de fome. Outros colegas que tinham, cotizado mais tempo cobravam um máximo de 400 € mensais.

    E eu pergunto-me: um país que não tem condições para pagar pensões dignas e para garantir um nível de vida razoável aos seus cidadãos está obrigado a importar e acolher todos os famintos do mundo? Se existir um processo de envelhecimento, alguém está em condições de explicar porquê os casais não têm mais filhos? Vocês gostam de falar em mestiçagens, mas trata-se de algo pior, a substituição gradual da população nativa por outra exógena, vinda de fora, mão de obra escrava e barata, noutras palavras, o fim da nação portuguesa tal como tem existido até hoje em dia. É esse o futuro que oferecem? É esse o progresso? Nesse caso eu sou um reaccionário.

    Nazis, nazismo… Bobagens. Adolfo Hitler e os seus delírios foram responsáveis dessa situação, destruíram a Alemanha, enfraqueceram a Europa, expandiram o comunismo. Os judeus não eram inimigos de ninguém nem uma ameaça para a sociedade. Teria sido muito mais inteligente criar o Estado de Israel, não apenas em 1934, mas mesmo na época das Cruzadas. Atribuis-me falsas afirmações quando dizes que eu nego a existência do Holocausto. Ele existiu e além de um crime foi um grave erro. Os judeus foram apenas bodes expiatórios. Aqueles crimes criaram um sentimento de culpa colectivo habilmente explorado pela esquerda, que deixou indefesa a sociedade, paralisada perante outros perigos, desta vez reais.

    A Segunda Guerra Mundial foi o fim do predomínio da Europa, acelerou uma descolonização de países que ainda não estavam preparados para se libertarem e provocou a sua falência, o caos consequente e movimentos migratórios maciços.

  11. António Marcelo diz:

    O taxista de quem estava a falar tinha 76 anos. Talvez Portugal não está tão atrassado e adiantou-se no tempo. Os neo-liberais querem atrassar a idade de reforma. Aqueles que pedem imigrantes para cobrir supostos “ocos” demográficos, quando o seu número se acrescenta demais, continuam a dizer que é preciso reformar o sistema de pensões, já que aqueles não produzem tanta riqueza e geram inúmeras despesas sociais. Afinal arrancam a máscara e mostram o seu verdadeiro rostro; Mão de obra escrava e fim das conquistas sociais.

    A esquerda, com a sua demagogia e boas intenções (que como dizem alguns, enchem o inferno) está a contribuir a criar essa «nova ordem» social que dizem querer evitar.

  12. António Marcelo diz:

  13. António Marcelo diz:

    Parem a invasão!

  14. Discípulo do Conselheiro diz:

    Eis o grande dilema: os imigrantes são indesejados mas eles é que formam uma grande parte da mão- de- obra, executando trabalhos necessários.
    O crescimento demográfico europeu não está a suprir a necessidade cada vez maior de trabalhadores, principalmente para ocupações que os europeus não se dignam e nem precisam fazer.
    Qual é a solução?

  15. Silvério diz:

    Qual é a solução?

    É simples, desmontar os aviários de suburbanos e enviar-los de volta para as localidades que estão desertificadas, retomando o estilo de vida livre dos imperialismos económicos que sempre sustentou gente, de forma a que os milhões da classe média baixa, que vivem à espera do amanhã estável para continuarem a sua vida possam adquirir essa estabilidade. O problema é que isto não enche os bolsos aos filhos dos Jardins Gonçalves que preferem continuar a fazer rodopiar gente em torno das grandes cidades (de cada vez que dá uma voltinha, gasta uma moedinha).

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