Já não há grevistas como antigamente

Olho para o Telejornal e que vejo? Uma cena lamentável! Trabalhadores de ganga e bafo a bagaço deixam-se afastar, como flores num prado, por meia-dúzia de matulões da polícia de choque! Já não se fazem operários como antigamente! Estas “florezinhas” bloquearam a entrada dos camiões, fizeram fila e encheram o peito – autênticas galinhas – e a seguir resistiram só um bocadinho, para a TV tirar imagens. Ó povo de Esquerda, estás aburguesado!

43 Responses to Já não há grevistas como antigamente

  1. Pente Quatro diz:

    Prezado MZ, teve ordem de soltura ou o quê?
    De qualquer maneira, ainda bem que está de volta.
    Pena que os assuntos sejam um bocado fraquitos.

  2. Nah…Aquela malta estava era a treinar raguebi.

  3. Jai bettancout diz:

    Não tem nada a ver com o topico desculpe !

    Estado de alerta em França, 6 conseilhos a fero e a fogo, esquadras da policia queimadadas inteiramente, bibliothéquas, empressas, negòcios, mais de trinta policias feridos, dois gravamente, tiroteios a bala real, jà nem falo dos carros queimados.

    A situação està contagiando os outros municipios.

    Causa, dois jovens espadacaram-se de motorisada sem capacete contra um carro de policia que nem os viu vir, os dois jovens morreram quase immediatamente, enquanto a policia teve que fugir !

  4. Pente Quatro diz:

    Lá isso é verdade.
    E que tal a proposta de greve conjunta que a CCP fez à CGTP?

    http://semanal.expresso.clix.pt/1caderno/pais.asp?edition=1830&articleid=ES273481

  5. António Marcelo diz:

    «Estado de alerta em França, 6 conseilhos a fero e a fogo, esquadras da policia queimadadas inteiramente, bibliothéquas, empressas, negòcios, mais de trinta policias feridos, dois gravamente, tiroteios a bala real, jà nem falo dos carros queimados.»

    Os defensores da imigração sem limites e indiscriminada criaram as condições para esta situação aparecer. A França é uma amostra disso. E um exemplo a não seguir. E a consequência do voluntarismo e do autismo de alguns políticos e ideólogos. Se o fascismo voltar algum dia, se na Europa explodirem guerras étnicas e Kosovos sem fim, isto será consequência dessa política errada. Aqueles que quiseram obter lucros rápidos com mão de obra barata não foram capazes ou não quiseram prever os resultados a longo prazo. Talvez ainda não seja tarde demais para a França.

    Je l’espère bien.

    Vive la France!

  6. António Marcelo diz:

    Este artigo, publicado numa web defensora do multiculturalismo e da livre circulação das pessoas é um espelho de aquilo que esconde a sua falsa tolerância. Um ódio mortal contra a própria sociedade e um desejo indissimulável de destruir-la por qualquer meio. Não tenho paciência para traduzí-lo, mas mesmo o Zé do Caralhal será capaz de compreendê-lo:

    Que pasen todos. Que salten la valla de la vergüenza, que la tumben, que la rompan en pedazos. Que vengan todos, aunque no quepamos. Que colapsen las sociedades occidentales, que cortocircuiten el sistema. Que el caos ahogue las calles, los centros comerciales, los espacios de circulación del capital. Que reine la desesperación global.

    A fin de cuentas, o jugamos todos o se rompe la baraja.

    ¿Cuanto peor, mejor? No. Cuanto más justo, mejor. Cuanto más igualitario, mejor. Cuanto más solidario, mejor.

    Ya lo sabemos. Es muy fácil ver y hablar pero más fácil es cerrar los ojos y callar. Es mucho más fácil darle la razón a los poderosos, justificar el genocidio normalizado, defender con uñas y dientes unas migajas que cualquier día desaparecerán o que nunca podremos disfrutar porque moriremos enfermos por la comida mercantilizada y el aire intoxicado, atropellados o empotrados en las carreteras del consumo salvaje, evitablemente accidentados en el trabajo.

    Por qué defender nuestro precario bienestar cuando en realidad nuestras vidas valen lo mismo que las de nuestros hermanos ejecutados en las fronteras: cero.

    Ni muerte en las pateras, ni europeos con ceguera.

    Caixa dos correios:: theplatform@riseup.net

    http://www.the-platform.org

  7. Draco diz:

    É triste, mas é verdade.

  8. António Marcelo diz:

    http://cristaldo.blogspot.com/2005_08_01_archive.html

    SONHO DE MARX RENASCE

    No século XIX, um fantasma rondava a Europa. Era um fantasma etéreo, teórico e vago, e de início só denotava o ódio de um alemão ao conceito de Europa. Ocorre que o fantasma, brandindo o cetro das utopias, catalizou os ressentidos do mundo todo e tomou corpo, dominando um terço do planeta. Como geralmente ocorre com fantasmas, está sumindo do imaginário das gentes. Não sem antes fazer cem milhões de mortos. Fantasmas, ainda que feitos de pura névoa, podem ser letais.

    Milhões de fantasmas rondam a Europa do século XXI. Não são mais aqueles fantasmas antigos, ectoplasmáticos, sem consistência física. Mas fantasmas de carne e osso, mais osso do que carne. Estão cercando o velho continente por todos os lados, não se importam em morrer na tentativa de aportar em suas praias, e se multiplicam como cogumelos após a chuva. São os pobres diabos da África, Índia, China, América Latina, massacrados pela fome, pela miséria, salários infames, por guerras tribais, genocídios e ditaduras, impelidos pelo humano desejo de encontrar um lugar ao sol. São seres diferenciados de seus compariotas. Têm a coragem de largar tudo, família, filhos, eventuais posses e arriscam a vida em barcaças caindo aos pedaços, containeres sem ventilação, tentando atravessar rios, mares e desertos.

    Não poucos morrem. Entre os que não morrem, boa parte vai para cárceres temporários para depois serem deportados. Uma minoria privilegiada encontra alguma fórmula de permanecer no país desejado e depois de muitas peripécias, encontram – ou não encontram – seu lugar ao sol.

    Por muitas décadas, foi conveniente aos europeus receber estes “deserdados da terra”, para usarmos uma expressão tão cara às esquerdas. Todas as nações exigem milhares de trabalhadores braçais, e quem pode dar-se ao luxo de um trabalho intelectual é que não vai aceitar o braçal. Países como Suécia, Inglaterra, Alemanha, França estimularam efusivamente a vinda de mão-de-obra do Terceiro Mundo. Era barata e não muito exigente. Os migrantes buscavam uma só coisa: trabalho. Uma relação simbiótica se estabelecia então entre o Ocidente desenvolvido e o Terceiro Mundo faminto. Os ocidentais pagavam barato pela execução de trabalhos que lhes repugnava executar e os famintos recebiam salários de sonho, se comparados aos vinténs – ou aos nenhuns vinténs – que recebiam em seus países de origem. E os governos ocidentais cuidavam de controlar o fluxo migratório, para não provocar desequilíbrio no mercado de trabalho.

    Assim foi, pelo menos até meados do século passado. Ao mesmo tempo em que a miséria decorrente do descontrole da natalidade se expandia no Terceiro Mundo, notícias das maravilhas do Ocidente inundavam o universo dos famintos. Não víamos, nos anos 60 ou 70, manchetes sobre migrantes morrendo em pateras no Estreito de Gibraltar nem naufragando em barcaças caindo aos pedaços no Mediterrâneo, nem morrendo sufocados em furgões tentando entrar na Europa. Hoje, é manchete quase todo mês. Uma imprensa que foi dominada pelos marxistas o século todo, criou uma singular mentalidade, a de que todos os “damnés de la terre” – como disse Frantz Fanon – têm direito à Europa ou aos Estados Unidos. E que europeus e americanos têm o sagrado dever de dar casa, roupa, comida, salário, educação, saúde e bom futuro a essa multidão de infelizes, cujos governos, em geral corruptos e ditatoriais, se negam a dar. Curioso observar que, para o mundo socialista – que se jactava de ser solidário com todos os povos do mundo – para lá ninguém queria migrar.

    Criou-se então um novo tipo de migrante. Se o migrante dos anos 60 ou 70 vinha em busca de trabalho, o atual migrante chega exigindo seus direitos. Mais ainda: exige o direito de ficar no país escolhido sem cumprir as mínimas exigências legais para nele ficar. Surgiu um novo tipo de personagem na imprensa internacional, os sem-papéis. Ignorando os sistemas jurídicos dos países em que aportam, insistem em neles permanecer, ao arrepio das leis locais. Curiosamente, estas legiões de pessoas em situação ilegal, logo encontraram grupos de apoio nos países que invadem. São em geral católicos e viúvas do marxismo, abrigados sob a nobre designação de defensores dos Direitos Humanos. Defendem abertamente a ilegalidade e posam como humanistas ao defendê-la. Este desvairio teve sua expressão máxima no último Fórum Social Mundial, realizado em Porto Alegre (Brasil), quando um de seus organizadores, Luiz Bassegio – ligado à Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) – pregou a migração livre no mundo todo.

    Para Bassegio, as pessoas de todo o mundo poderiam migrar para onde quisessem e ter os mesmos direitos. “O neoliberalismo exige dos pobres a retirada de qualquer tipo de empecilho para o livre fluxo de capitais. Mas impõe barreiras terríveis para a migração de pessoas”. O neo-utópico esqueceu que capitais não precisam ser alimentados, vestidos, tratados medicamente, dispensam residência e não ocupam território. Os capitais, quando se reproduzem, só trazem benefícios aos países por onde passam.

    O que está longe de ser o caso dos migrantes que, conscientes de que o baixo ventre é uma poderosa arma de fixação de território, se reproduzem como coelhos. Com taxas de natalidade próximas de um filho por casal, a população autóctone de cada país europeu reduz-se à metade a cada geração. Os muçulmanos sabem disso e cada árabe que reproduz de cinco a dez filhos é uma poderosa quinta-coluna infiltrada em solo europeu. Se a adaga, a alfanje e a lança se revelaram impotentes para conquistar a Europa em séculos passados, o ventre e a defesa das diversidades culturais estão se revelando armas imbatíveis para a reconquista do continente.

    Além do mais, os capitais não trazem nas costas crendices religiosas obsoletas que, em nome do tal de respeito às diferenças culturais, entram em conflito direto com as legislações locais. Aceita pelas nações a proposta de Basssegio, a África toda se mudaria, do dia para a noite, para a Europa. Isso sem falar das populações mais pobres da Índia, China, Leste europeu e mesmo América Latina. A Europa toda, que ainda tenta controlar a imigração, está lutando hoje contra costumes bárbaros que os africanos, negros ou árabes, portam em suas mochilas: o crime de honra, a infibulação e ablação do clitóris, o rosto escondido por véus, a submissão da mulher ao macho. Imagine o leitor o nível de barbárie a que retornaria a Europa, se cada imigrante nela pudesse ingressar, sem passaporte nem visto de entrada, e com suas práticas criminosas a tiracolo.

    Esta idéia de uma tolerância universal inclusive a práticas tidas como criminosas pelos sistemas de direito de cada país nada tem de novo. No século XVI, chamava-se irenismo, definido então como uma atitude pacificadora entre os cristãos de diversas confissões. No século XVII, Leibniz foi um de seus grandes defensores. Mas se a Europa, que nasce sob o signo da cruz, conseguiu entender-se e unir-se, qualquer entendimento é inviável com os sistemas teocráticos erigidos sob o signo do crescente.

    A Europa está assediada por migrantes de todos azimutes. Mas a ameaça maior são as legiões árabes. Cidadãos oriundos de sociedades teocráticas, não conseguem conceber uma sociedade regida senão por preceitos divinos. Bons fiéis de Alá, não aceitam deixar o entulho islâmico em casa e querem impô-lo ao novo lar. Trazem nas costas práticas que as leis locais proíbe? As leis dos infiéis não importam. Só importa o Islã.

    Com os recentes atentados em Londres e ameaças a Roma e demais capitais européias, criou-se uma nova mentalidade: a Europa será destruída pelo terror. Ora, terror mata, provoca barulho e sofrimentos, cria um clima de medo, mas terror não consegue destruir um Estado organizado. Bin Laden fez desmoronar duas torres em Nova York. E daí? Os Estados Unidos continuam existindo, os novaiorquinos retomaram seu trem de vida. Quanto a bin Laden, provavelmente já está morto. Mas não interesse de ninguém, nem dos americanos, nem dos árabes, em anunciar sua morte. Seu fantasma rende mais para ambos os lados que sua morte.

    O que afundará a Europa será a lei do baixo ventre, a natalidade como arma. Se Marx um dia sonhou com uma Europa socialista, este sonho morreu. O que está para realizar-se é o sonho manifesto no ódio de Marx à Europa, na primeira frase do Manifesto, a destruição de uma cultura.

    Você ainda não conhece a Europa? Vá antes que seja tarde.

    – Enviado por Janer @ 10:50 AM

  9. Jai bettancourt diz:

    Hà uma grande desculpa perante a certos casos onde se diz assim “são o facto de uma minoria, tudo vai bem porque a maioria não è assim”.

    GRANDE ERRO !!!!

    95% dos casos foramsempre as minorias que derrubarram a maioria !

    No caso do islão essa thèse è vereficada a 100%.

    A revolução francesa foi no maximo 160 000 indevido mandados por um punhado de advogados e notàrios, enquanto a grande maioria do paìs erra contra revolução, por isso veio a seguir o regime de terror com o que se pode chamar um genoçidio.

    Outro exemplo com que devemos ter muita atenção, Jugoslavia, onde as grandes maiorias pacificas foram por ambos os lados massacradas por as minirias combatantes !

  10. António Marcelo diz:

    Eppure si muove, disse Galiléu.

  11. Pente Quatro diz:

    O espanhol anda a inquinar todos os posts com matéria que não tem nada a ver com os assuntos lá expostos, já não há pachorra.
    Mas o blog não meu por isso…

  12. Discípulo do Conselheiro diz:

    Continuo a suspeitar que o indivíduo espanhol dá o bozó.

  13. António Marcelo diz:

    Je m’excuse, monsieur, mais je pige rien à cette charabia. Voulez vous parler en langue civilisée? Autrement dit, le paf que vous êtes en train d’avaler coince votre gorge et vous émettez des sons incohérents.

  14. António Marcelo diz:

    Pente Quatro? Alguém lhe deu licença para moderar? Ainda existe este blogue? Tenho a impressão que já foi abandonado pelo criador e tem-se convertido em terra de ninguém, uma sorte de sanitário virtual onde qualquer pode largar as suas bostas? Por acaso são as suas melhores que as minhas? É você capaz de dar uma opinião própria em vez de criticar as opiniões alheias? Por acaso tem alguma?

  15. Pente Quatro diz:

    Ó António Marcelo, sua bosta, por acaso a foto é da sua mãezinha e foi tirada no albergue onde ela trbalha?

  16. António Marcelo diz:

    Não, é a foto da sua excelentíssima esposa a quem rogo transmita os meus melhores cumprimentos.

    Fico ao seu dispor.

  17. António Marcelo,
    Continuo a achar que a sua visão do mundo é paranóica. No mínimo é de um maniqueísmo ingénuo. Quem não é fascista e racista como V., é logo um comunista, anarquista e “multiculturalista”.
    Já lhe ocorreu que não é preciso ser-se de um ou de outro radicalismo e se pode ser um cidadão defensor da Democracia e do Direito?
    Também acho estranha a sua dependência deste blogue, que tanto lhe desagrada devido à liberdade de opinião que aqui vigora, mas sem o qual não pode passar.
    Já pensou nisso?
    O melhor é criar o seu próprio blog nazi e apagar todos os comentários contra as suas posições fanáticas.
    Zé do Pedal, ou do Merdal, como queira

  18. Jai bettancourt diz:

    “”” O melhor é criar o seu próprio blog nazi “””

    O partido nazi, è um partido socialista, e em frança o socialismo è cada vez mais parecido ao nazismo, sendo hoje em dia o partido que defende os ganges, os violentos os criminosos que progressivamente se està transformando no seu braço armado como foram os SS e a Gestapo !

    Mentira ?

    E sò uma questão de houvir as revendicaço~es dessa gentalha para ver a deriva esquerdista cada vez mais parecida à Alemanha dos anos trinta !

    As juventudes socialistas como de extrema esquerda fazendo bloco comum, planificam ações violentas, que eles acham legitiomos, ao desprezo total da democratia !

  19. Discípulo do Conselheiro diz:

    O indivíduo espanhol escreveu o que vai abaixo:

    “Je m’excuse, monsieur, mais je pige rien à cette charabia. Voulez vous parler en langue civilisée? Autrement dit, le paf que vous êtes en train d’avaler coince votre gorge et vous émettez des sons incohérents.”

    Pois bem, continuo a suspeitar que o dito indivíduo espanhol gosta de brincar com seu anel de couro!

  20. Pente Quatro diz:

    Ó Jai bettancourt você veja lá se não dá tantos pontapés na gramática.

  21. António Marcelo diz:

    Je répète, encore une fois, monsieur:

    Arrêtez pour un instant vos fellations, sortez la bite de votre bouche, rincez-vous et parlez plus calmement. Autrement les bruits gutturaux que vous émettez m’empêchent de vous entendre convenablement.

    C’est d’accord ?

  22. Jai Bettencourt,
    É claro que quando falo em nazis é no sentido geral; dessa rapaziada que sai para a rua com as suásticas a matar emigrantes, discípulos do seu Le Pen & C.a. Não sou tão estúpido que não entenda as subtis diferenças entre um nazi de Hitler e um neo-nazi de Le Pen. Uma é que estes de agora matam emigrantes portugueses, às vezes.
    P.S. – Não deve pensar que eu aprovo a violência estúpida e cega dos guettos, a que se está a assistir mais uma vez -deploro-a vigorosamente!
    Só não demonizo os emigrantes, como V.s fazem.

    E o ponto é esse: a “direita” e a “esquerda” extremistas demonizam tudo o que não fôr as suas cartilhas radicais.

    Quanto ao espanhol, só fala de porcarias, que é o que tem na cabeça. Paciência…

  23. Discípulo do Conselheiro diz:

    O espanhol panasca agora deu para escrever em francês. Não admira, visto que tal língua é o idioma internacinal dos rotos!

  24. Balança diz:

    Porque é que há pessoas assim? lol

  25. piloto diz:

    Ja ha muito que ca ñ vinha, mas muito bem SR Antonio Marcelo grande resposta mesmo em françes ihihihhihihhi

  26. Discípulo do Conselheiro diz:

    Para o espanhol Antonio Marcelo e para o lambeculos Piloto darem uma espiadinha.

    http://www.youtube.com/watch?v=dHpSCHxb780

  27. Discípulo do Conselheiro diz:

    E já estava a esquecer:
    http://www.youtube.com/watch?v=8cHFOITyM1Y

  28. Discípulo do Conselheiro diz:

    E para rir um bocadinho:
    http://www.youtube.com/watch?v=FZx4UYBuRBA

  29. António Marcelo diz:

    O Discípulo do Conselheiro Disse:
    Dezembro 7, 2007 às 6:41 pm

    [audio src="http://ava7.com/sounds/animals/donkey-2.wav" /]

    Tais-toi l’âne, et continue a manger de ta paille.

  30. António Marcelo diz:

    O Zé do Pedal achava que a esposa dele estava “lavando roupa pra fora” e contratou um matador, o famoso Discípulo do Olho Amarelo:

    – Olha, Discípulo do Conselheiro, eu vou te dar duas balas e pago 20.000 euros por cada tiro. Um na cara da minha esposa e outro no pinto do Pente Quatro!

    E ele foi. Uma hora depois, ele volta ainda com uma bala.

    – Toma, eu sou um assassino honesto!

    – Ué? Mas eu não mandei atirar nos dois?

    – É que eu acertei os dois com uma bala só!

  31. Pente Quatro diz:

    As caixas de comentários deste blogue estão transformadas em autênticas pocilgas.
    Sinceramente tenho pena. Embora esteja em desacordo com grande parte das ideias do MZ, reconheço que este blogue foi um espaço de intenso mas correcto debate.
    Por favor Máquina Zero, venha pôr ordem nisto senão, quando der por isso, o seu blogue estará submerso em esterco e não vai ter salvação.

  32. António Marcelo diz:

    Quem avisar com antecedência não é desleal. traidor. Pedi, implorei e não fui atendido. Eis as consequências:

    «António Marcelo Diz:
    Novembro 12, 2007 às 8:18 am

    Sr. Maquina Zero:

    Quer fazer favor de apagar as cuspidas deste doente mental? De não fazer assim terei de ripostar como ele merece. Nesse caso não apague logo os meus posts e não digam depois que não quero seguir as regras deste blogue. Este indivíduo nunca teve a intenção de dialogar. O seu único propósito é boicotar esta web e expulsar a gente que -cada vez com menos frequência- participa nele.

    Dizem que as ratas são as primeiras em abandonar um barco que se afunda. Neste caso não é assim e acho que este gajo vai ficar muito frustrado quando este blogue acabar. Terá de procurar um novo lugar onde rosnar e vomitar a sua bile.

    O que teria sido de Portugal se indivíduos como Cunhal e Vasco Gonçalves não tivessem sido afastados do poder? Se os “imperialistas” constroem muros para evitar a entrada de emigrantes, nos paraísos da esquerda tinham de levantá-los para eles não saírem. Talvez os “preservadores” andam enganados. Com indesejáveis assim no poder o perigo da imigração desapareceria. Em vez de uma sociedade multi-cultural os seus países viveriam da agricultura, da gadaria e do pastoreio. Esta discussão não teria lugar.»

  33. António Marcelo diz:

    SALÁRIOS PORTUGUESES:

    – Salário Cebola: olhas para ele e pões-te a chorar.

    – Salário Canalha: não te ajuda em nada, só te faz sofrer, mas não podes viver sem ele.

    – Salário Dietético: Faz com que comas cada vez menos.

    – Salário Ateu: Até duvidas da sua existência.

    – Salário Mágico: Fazes um par de movimentos e ….desaparece.

    – Salário Tempestade: Suspeitas quando vai vir……. mas não quanto vai durar.

    – Salário Humor negro: Ris para não chorar.

    – Salário Preservativo: Corta-te a respiração e tira-te a vontade.

    – Salário Impotente: Quando + precisas dele abandona-te.

    – Salário Menstruação: Vem uma vez por mês e dura 3 ou 4 dias.

    – Salário Ejaculação Precoce: Logo que entra, acabou-se.

  34. maneles diz:

    Meu caro amigo Antonio Marcelo. Sou brasileiro e vejo que você vai acabar por irritar nossos irmãos portugueses com as anedotas que está enviando, afinal, não sei se você sabe, mas só existem três anedotas de português, os outros casos são todos verídicos!

  35. António Marcelo diz:

    Eles (os portugueses da extrema esquerda) começaram primeiro a me irritar com comentários nacionalistas (me diz de que te gabas e dir-te-ei de que estás falto), eles tão tolerantes. Tolerância que só dura enquanto as relações são boas. Nesse caso, tudo bem; quando não: “espanhol da merda”, “porco judéu” “marica”, “negro nojento”, etc.

    Em novo eu simpatizava com a esquerda e uma das razões que me afastaram dela foram sua hipocrisia e falsidade.

    É fácil irritar a um português. Muitos deles desprezam os brasileiros, mas têm um grande complexo de inferioridade com os vizinhos do lado. Não adianta nada falar a língua ou louvar sua terra. Eles estão sempre em posição defensiva e vêm inimigos em todas partes. Por razões históricas são um povo claustrofóbico, um país diminuto situado num canto da Ibéria, teimosos e desconfiados, temendo sempre qualquer agressão.

    As relações com os brasileiros são muito mais fáceis. Brasil é um país soberano, tem seus próprios amigos e não herdou as antipatias e os condicionamentos da metrópole. São um povo alegre, com uma música alegre, com grandes horizontes, com uma grande riqueza potencial que tarde ou cedo, como já disse Stefan Zweig, florescerá. Além disso, as mulheres brasileiras valem mil vezes mais que as portuguesas. Quem discutir isso não entende de mulheres.

    Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
    De um povo heróico o brado retumbante
    E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
    Brilhou no céu da Pátria nesse instante,

    Todas as piadas de portugueses encontrei-as em webs brasileiras, além das outras (por exemplo a anedota do cornicídio).

    Gostaria de saber qual é essa que diz «quantos portugueses são necessários para ajustar uma lâmpada elétrica». Se você puder me esclarecer ficava obrigado.

    Saudações.

  36. maneles diz:

    Esclarecendo sua dúvida meu caro, dizem que são necessários quatro portugueses para ajustar uma lâmpada.

    Um segura e os outros três giram a escada.

    Brincadeiras à parte, gostaria de dizer que nada tenho contra os irmãos portugueses, até porque sou luso-descendente, nós fazemos brincadeiras com os portugueses, como os portugueses contam anedotas sobre os alentejanos, os argentinos contam piadas de galegos.

    Acho que não há nada agressivo, muito menos ofensivo nestas piadas, são apenas brincadeiras, mas há aqueles que levam a sério.

  37. draco1 diz:

    Caros Compatriotas, caro António Marcelo, caro maneles (querido “irmão” brasileiro”), estou muito desapontado com as vossas atitudes. Porque carga de água não conseguem discutir sem se insultar? Problemas sexuais? Problemas psicológicos? Porque não se vão tratar? Agressividade a mais? Façam como eu, que já pratico artes marciais há mais de 10 anos.

    Caro António Marcelo, dedico-lje esta máxima que encontrei na Rua da Judiaria:

    “Nunca respondo a provocações idiotas. O meu pai sempre me disse: ‘nunca te atires à lama a lutar com um porco – primeiro, porque te sujas; segundo, porque é disso que o porco gosta.’
    (Walter Winchell)”
    Percebes?

    Caro “irmão” brasileiro, já me dei conta há muito tempo do vosso ódio insiduoso e doentio em relação a Portugal. É infalivel. Começo a discutir alguma coisa com um brasileiro. Apresento os meus argumentos e razões. Se o brasileiro não consegue responder, lá vem ele com a lenga-lenga “ah, os portugueses, colonialistas, imperialistas, arrogantes, etc, etc.
    Enfim, gostaria de saber muito mais sobre o Brasil, mas ir a um País em que serei odiado só por causa da minha origem, não vale a pena. Fiquem com o vosso ódio. Eu fico com a minha vida.

  38. maneles diz:

    Meu caro Draco 1, pode ir ao Brasil sem receio. Irá ser recebido de braços abertos e como se da família fosse. Quanto ao comentário de eu ter ódio a Portugal e aos portugueses, só respondo :Como pode alguém ter ódio de suas raízes, afinal de contas tenho ascendência lusa por parte de meus avós paternos e da avó materna?
    A imensa maioria dos brasileiros gosta muito dos portugueses, e se brincamos e contamos anedotas, é mais um sinal de nossa simpatia, pois só brincamos com quem gostamos. Aqueles que nos são indiferentes, simplesmente ignoramos.

  39. amarcelo999 diz:

    «Pente Quatro Diz:
    Dezembro 11, 2007 às 12:44 pm

    As caixas de comentários deste blogue estão transformadas em autênticas pocilgas.
    Sinceramente tenho pena. Embora esteja em desacordo com grande parte das ideias do MZ, reconheço que este blogue foi um espaço de intenso mas correcto debate.
    Por favor Máquina Zero, venha pôr ordem nisto senão, quando der por isso, o seu blogue estará submerso em esterco e não vai ter salvação.»

    Do inimigo o conselho….

    Ficam claros os resultados. O Blogue é kaput. Nem artigos, nem posts nem comentários.

    Este blogue já não é uma «estrumeira», é um cemitério.

    Nos campo-santos também existe a podridão. Os cadáveres insepultos também cheiram mal. É melhor enterrá-los e acabar de uma vez.

    R.I.P.

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