Multiculturalismo à solta

cartoonvirgens

Geert Wilders vai lançar uma sequela do filme Fitna, que tanta polémica causou entre os pulhas e adeptos do suícidio ocidental (e aqui não posso deixar de destacar esse exemplo nojento que dá pelo nome de Daniel Oliveira, frequentador das marchas do orgulho gay, mas que não critica um único país árabe ou africano onde os gays são enfocados…)

Em Londres, gangs de jovens muçulmanos divertem-se a caçar adolescentes ingleses e espancam cidadãos incautos, para além de violar mulheres. Em Blackburn, as delícias do multiculturalismo que tanto encantam José Sócrates e Manuele Ferreira Leite apenas dão razão a Enoch Powell.

Em Luton, cidadãos ingleses (e não descendentes da escória islâmica que se aproveita da Democracia para a destruir) foram impedidos pela polícia de se manifestar, em defesa dos soldados que combatem no Iraque e no Afeganistão. Na Holanda, o Partido Democrata Cristão, que tem por hábito começar as suas reuniões com uma meditação, inclui um texto islâmico na colectânea de textos destinada a essas reuniões.

Uma alemã, casada com um imigrante egípcio, teve que chamar a polícia para impedir o marido de matar a filha de 17 anos, depois de esta ter sido violada. O marido alegava que, à luz da lei islâmica, a filha tinha cometido adultério e apenas a sua morte poderia limpar a honra da família. Cerca de 75% dos deliquentes juvenis em Berlim são de origem estrangeira. O delegado do Ministério Público que revelou estes dados foi proibido de prestar declarações e, mais tarde, transferido.

O governo holandês viu-se obrigado a suspender a nomeação dos primeiros imãs/capelões do Exército, depois de descobrir que um deles – Ali Eddaoudi – tinha assumido posições radicais, elogiando os Talibãs e mostrando-se satisfeito pelo facto de soldados holandeses serem mortos em combate, no Afeganistão. Por último, a Associação dos Muçulmanos Britânicos apoia a chacina das populações negras e não-islâmicas no Darfur.

2 Responses to Multiculturalismo à solta

  1. amarcelo999 diz:

    «Uma alemã, casada com um imigrante egípcio, teve que chamar a polícia para impedir o marido de matar a filha de 17 anos, depois de esta ter sido violada. O marido alegava que, à luz da lei islâmica, a filha tinha cometido adultério e apenas a sua morte poderia limpar a honra da família.»

    É esta uma das coisas mais nojentas que li na minha vida. É costume no Médio Oriente assassinar as vítimas das violações. Até mesmo compreenderia se fossem assassinados os violadores. Na Europa, o governo da Bósnia declarou mártires as vítimas de sevícias sexuais da parte dos sérbios, dado que muitos maridos assassinavam as suas mulheres ultrajadas.

    A Europa está a cometer um suicídio. Não digo eutanásia, porque esta morte não é nada plácida. Se alguma vez reagir, espero que os promotores e justificadores desta barbaridade sejam severamente julgados e punidos. Ainda por cima de um invasor, a atitude cobarde e colaboracionista dos nativos é muito mais condenável.

  2. Flavia diz:

    Ola, achei muito interessante essa materia sobre multiculturalismo na Europa… gostaria de saber aonde achar mais informacoes sobre Portugal, ja que ao ler outra materia deste mesmo site, me espantei ao saber que outras comunidades, como a de Palmela, esta sendo dirigida por pessoas relacionadas ao Tabligh Jamat.

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