Palhaços de outra cor

JornaldoGueto

Uma das iniciativas mais cómicas, por parte destes rapazinhos  africanos que escrevem (??) no “Jornal do Gueto”, tem a ver com a exigência de que a História africana (?) seja ensinada nas escolas portuguesas. Fundamentam esta imbecilidade argumentando que “as grandes civilizações africanas deram grandes contributos para o mundo”.

A seguir, os candidatos a nazis (de outra cor, claro…)  apontam a civilização egípcia como exemplo de uma grande civilização africana. Infelizmente, estes “Black Panthers” da Arrentela não conseguem citar mais nenhuma civilização que se tenha desenvolvido na zona geograficamente designada como África.

Pois não. Porque a África negra, a chamada África subsahariana não produziu nenhuma civilização digna desse nome. Nenhuma tribo ou cultura da África negra desenvolveu sequer a escrita. Mas enfim, coitados! Se eles se sentem felizes a fingir que os seus antepassados eram algo que nunca foram, nós, europeus, até podemos ser um pouco tolerantes.

E, já agora, convém lembrar que ainda hoje a África negra continua a dar o seu contributo para a civilizção mundial. Basta ver este vídeo para confirmar isso…

16 Responses to Palhaços de outra cor

  1. Rio su Seine diz:

    “”””não conseguem citar mais nenhuma civilização que se tenha desenvolvido na zona geograficamente designada como África.”””

    Conseguem sim !

    Alem da palhaçada da antiga egìpcia, ou mais que os gregos eram negros (não riem), ou que os negros descobriram a amèrica a bordo de pateras etc…

    Somente encontravam-se reinos africanos nas zonas islamizadas como o actual Mali, aquilo que os portguêses chamavam no sèclo XV os mouros negros.

    O que não querem houvir, è que esses reinos tiravam a sua forca (tal como as civilizções da antiguidade) do comèrcio dos escravos, assim como eles enriqueceram muito graças aos europeios.

    Infelizmente para eles, isso acabou tudo que foi a obolição da escravatura.

    Hà tambem o reino do Sudão, que os portugueses tiveram que combater para chegar atè a India.

    O grande pensador que criou o movimento “Afro-centrista” è o Cheik Anta Diop, hoje existe universidades especificas para negros no EUA e no Canadà.

    Essas theorias são dirigidas a um publico, inculto, analfabeto, disposto a aceitar quelquer theoria sem nenhuma auto-critica, desque pode sustentar o racismo e o òdio que têem por os brancos.

    Um dos lemes deles, è o mito da fraternidade negra que nunca existiu como se pode ver mesmo hoje em dia.

    Enquanto os multiculturàstas querem impor uma sociedade mestiça (os termas estão incluìdos no tratàdo de Lisboa), eles não vêem ou não querem ver que està a subir movimentos tanto negros como àrabo-muçulmanos, radicais, cujo o credo è de acabar com os brancos e a civilização ocidental.

    Depois vêem nos falar das theorias da carochinha do “viver juntos” etc…

    Rio sur Seine (jai Bettancourt)

  2. Peri diz:

    Defender que sua História seja ensinada é defender ódio aos brancos? E África subsaariana não é África, ou seja, mesmo que não houvessem grandes civilizações subsaarianas, a África não teria dado grandes contribuições ao mundo? Ainda assim, há grandes civilizações africanas na História sim, e uma delas é o império do Congo. A matemática, a geometria, os primeiros alfabetos e as primeiras técnicas de trabalhar metal não são grandes contribuições da África para o mundo?

    Você projeta seu racismo nos outros. Nunca em minha vida vi tanta bosta saindo da boca de um sujeito tão racista quanto você. Vá para uma psicoterapia, aconselho a psicanalítica. Um sujeito como você não é mentalmente saudável!

    • Meu caro Peri,

      Este seu comentário merece a honra de ser convertido num post, porque ninguém sabia que a matemática, a geometria, os primeiros alfabetos e as primeiras técnicas de trabalhar metal foram contribuições da África para o mundo. Por isso é que há tantos manuscritos produzidos por antigas civilizações africanas. ainda bem que há gente como você. Facilita-me muito a tarefa. Já agora, cite lá algumas contribuições do Império do Congo para a civilização humana (sem ser o canibalismo…)

      Máquina Zero

  3. Peri diz:

    Outra coisa que desmente todas as baboseiras que você falou é que muitas destas civilizações eram desenvolvidas muito antes do tráfico de escravos! E o afro-centrismo é diferente do eurocentrismo, pois este busca resgatar a valorização da África, e não concebe-la acima dos outros continentes, que é o que os eurocêntricos tentam fazer com o continente europeu!

  4. Peri diz:

    A maioria dos muçulmanos não é radical, e é discutível se a maioria dos negros é muçulmana. Por que esse medo todo, então? Você apenas tem o medo, o medo racista que por vezes se expressa na forma de ódio. E só depois, então, tenta criar justificativas (racionalizações, como Freud diria) para sua postura neoconservadora racista.

  5. Peri diz:

    outra coisa: terá, você coragem de aceitar comentários que demonstrem o quanto você é racista e está historicamente errado?

    • Claro que sim, meu caro. Mas até agora, da sua parte, não vi nenhum facto concreto, só afirmações sem fundamento. tente lá ser um bocadinho mais inteligente, olhe que não custa muito…

      Máquina Zero

  6. Peri diz:

    outra observação: pare de projetar seu ódio e individualismo nos negros: a maioria deles ainda é muito mais coletivista que a maioria do mundo. Vá em uma favela brasileira, ou a um bairro humilde e verá. Conheça essas pessoas antes de defecar pela boca seus discursinhos racistas. Mas talvez o capitalismo destrua isso com o passar do tempo, susbstituindo toda a cooperação pela insana competição, que já fora superada até mesmo matematicamente (por John Nash). Só porque já houve e ainda há guerras, não quer dizer que não haja, em contrapartida, grande cooperação. Aliás, a maioria dos negros não está guerreando. Você tem tanto medo assim dos negros se unirem? Friso, novamente, que procure psicoterapia. Talvez até seja uma fobia nova que, futuramente, leve seu nome!

    • Mais um comentário que merece honras de post: os negros são melhores que as outras raças (“a maioria deles [negros] ainda é muito mais coletivista que a maioria do mundo”). Quanto à afirmação “a maioria dos negros não está guerreando”, recomendo-lhe uma viagem ao à República do Congo ou ao Sudão (dois sítios, aliás, onde já estive, por razões profissionais…)

  7. Peri diz:

    “A história da região saariana oferece uma imagem bem distinta daquela que a separa do restante do continente. Durante milênios, o Saara era verde e habitado por africanos negros que se encontrariam, no decorrer de migrações, rumo ao vale do rio Nilo, com populações originárias da África central. Juntos, esses povos africanos formariam a base demográfica da civilização clássica núbia e egípcia.” – Fonte: a matriz africana do mundo, da autora Elisa Larkin Nascimento.

    Isso quer dizer que até essa forma de divisão entre África Subsaariana e Saariana que você faz é históricamente comprovada como errada. Mas sinceramente, acho que neocons racistas só acreditam em produções falaciosas e pseudo-intelectuais produzidas por outros neocons racistas como ele. Isso caso leiam alguma coisa!

  8. […] propósito deste post, um indignado leitor deste blogue questiona, aqui, que “mesmo que não houvessem grandes […]

  9. Máquina Zero. Permito-me entrar nesta polêmica, perguntando-lhe: o seu conceito de civilização é a construção de grandes monumentos como as pirâmides, e outras maravilhas do mundo antigo? Veja esse tipo de monumento não existe no Brasil. Tudo o que foi construído aqui foi construído pelos portugueses. Não tivemos uma civilização como a dos astecas, incas e maias. No entanto, plantas da nossa natureza tem tido o seu princípio ativo patenteado pelos laboratórios de fármacos, que descobriram suas propriedades depois do uso, durante milênios, que as nossas gentes da floresta fizeram.
    Da mesma forma que o Brasil, a África não teria plantas, que usadas durante milênios pelos povos daquele continente, tivessem sido descobertas pela ciência?
    Por isso sou de parecer que são mais úteis à Humanidade plantas que podem ter uso medicinal, e que foram descobertas pelo uso que os povos delas fizeram antes, do que, por exemplo, construções suntuárias em meio a um povo pobre e sem saúde.

    • Meu caro João Paulo,

      Claro que pode entrar nesta polémica! A possibilidade de se discutirem opiniões diferentes, sem que disso resultem agressões ou a morte de alguns dos participantes, é um elemento fundamental da Democracia, uma das principais contribuições da civilização ocidental para a Humanidade… Já agora, permita-me salientar que a definição de “Civilização” é importante, para balizar esta discussão: “Civilização é o estágio de desenvolvimento cultural em que se encontra um determinado povo. Este desenvolvimento cultural é representando pelas técnicas dominadas, relações sociais, crenças, fatores econômicos e criação artística.”

  10. É inegável a contribuição da civilização ocidental para as instituições democráticas e para a Ciência. Mas quando peço o reconhecimento para outros continentes, de um pouco da contribuição em prol da humanidade, tenho em conta que os ancestrais desses africanos e ameríndios construíram aquele conhecimento, que uma vez chegado aos cientistas europeus e norte-americanos, foi transformado em medicamentos para a humanidade. Isto, sem dúvida é um item a ser considerado, pois se não houvessem nativos para tornarem conhecidas as propriedades de determinada planta, os cientistas não poderiam trabalhar o seu princípio ativo. Reconheço, porém, que o seu conceito de civilização está correto, e mostra que a civilização é um desenvolvimento cultural representado pela técnica, pelas crenças, fatores econômicos e criação artística.
    Embora eu não concorde com essa tese do Peri sobre superioridade da raça negra, tenho que reconhecer que mesmo em África existem grandes monumentos como Ife, Zimbábue, Tombuctu. Deste último, pesquisadores franceses descobriram milhares de manuscritos dos séculos XIII e XIV. Aliás, sempre penso que foram os africanos do Máli (capital era Tombuctu) que avisaram os portugueses sobre a existência de um continente do outro lado do Oceano. A esse respeito tenho uma teoria de que os malinqueses perguntaram aos portugueses de que eles haviam chegado. Ao serem informados de que era por mar, lembraram-se do Imperador Abu Bakar que tentou descobrir terras do lado oposto do Oceano. Ou seja, do Brasil. E os portugueses, inteligentes, deduziram que um imperador não iria mandar 2000 embarcações para o ocidente desconhecido se ele não tivesse elementos para tal. Bom, não sei se minha teoria procede. Saudações do João Paulo.

  11. Phillipe diz:

    Máquinazero,

    li só um pouco do que você escreveu,mas gostaria de saber, de antemão, se você é racista.

    Agradeço.

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