Madeira: João Jardim estimula o uso do “burkini”

A Mesquita do Funchal é a 34.ª existente no país. Na inaguração do espaço, o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Magid Vakil, em representação da delegação da Comunidade Islâmica da Madeira agradeceu o apoio e abertura demonstrados pelo Governo Regional.
Nesta cerimónia de carácter ecuménico marcaram presença, entre outros, dos embaixadores da Arábia Saudita e do Irão na capital portuguesa, HIsham Alkatani e Rasool Mohajer, respectivamente. A embaixada Líbia esteve representada por Yahya El Jadid e Saoud Eltayari. A Comunidade Islâmica na Madeira é presidida por Abdou Karim Ben Adj e pelo seu irmão Abel Lasseri.
A Mesquita localiza-se no Conjunto Habitacional de Santo Amaro II. As instalações foram cedidas pelo Governo Regional. A sua instalação surgiu após a constituição formal da Associação Islâmica da Madeira e no cumprimento do exercício da liberdade religiosa.
Abool Magid salientou que a integração desta comunidade na Região “só foi possível graças à abertura de espírito e de cooperação do Dr. Alberto João Jardim, que acredita na tradição multi-étnica, multi-religiosa e multi-cultural de Portugal como um dos factores essenciais para a convivência harmoniosa e fraterna da comunidade madeirense”.

One Response to Madeira: João Jardim estimula o uso do “burkini”

  1. Al diz:

    Algures.
    “Muito antes da Reforma Protestante, quando só existia a Igreja Católica, ninguém mais, ninguém menos que um
    “doutor da Igreja” já dizia coisas extremamente grosseiras a respeito de Maomé e sua religião.
    Num texto do século XIII, Santo Tomás de Aquino diz o seguinte acerca da religião de Maomé: “(…)
    Os fundadores de seitas procederam de maneira inversa [do catolicismo]. Tal é o caso evidente de Maomé,
    que seduziu os povos com promessas de prazeres carnais, a cuja base está a concupiscência da carne.
    Soltando as rédeas da voluptuosidade, Maomé promulgou mandamentos conforme as suas promessas, mandamentos
    aos quais os homens carnais podem obedecer com facilidade. No que concerne às verdades,
    Maomé só revelou verdades fáceis de compreender para qualquer espírito medianamente aberto.
    Em compensação entremeou as verdades do seu ensinamento com muitas fábulas e com as doutrinas mais falsas.
    Não trouxe quaisquer provas sobrenaturais, as únicas que constituem um testemunho adequado em favor da
    inspiração divina, quando uma obra visível, a qual só pode ser obra de Deus, demonstra que o doutor de
    verdade é invisivelmente inspirado por Deus. Ao contrário, Maomé alegava que tinha sido enviado para usar
    a força das armas, provas que costumam aduzir os ladrões, assaltantes e tiranos. De resto, os que desde o
    começo creram nele não foram pessoas instruídas nas ciências humanas e divinas, mas homens selvagens,
    habitantes dos desertos, completamente ignorantes de qualquer ciência de Deus, sendo que um grande número
    deles o ajudou, pela violência das armas, a impor a sua lei aos outros povos. Além disso, não há nenhuma
    profecia divina que dê testemunha em favor de Maomé. Ao contrário, Maomé deforma os ensinamentos do
    Antigo e do Novo Testamento mediante histórias legendárias, como se torna evidente a todo aquele que estudar a sua lei.
    Além disso, usando de uma medida cheia de astúcia, proíbe aos seus discípulos a leitura dos livros do
    Antigo e do Novo Testamento, que poderiam convencê-los de laborar em erro. É, por conseguinte,
    evidente que os que dão crédito às palavras de Maomé o fazem com leviandade”.
    (cf. “Súmula contra os gentios” – capítulo VI).”

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