Cobardes nojentos

“94 923 descendentes de Maomé receberam um pedido de desculpas do diário Politiken, um dos jornais dinamarqueses que publicaram os controversos cartunes do profeta há quatro anos. A retractação foi feita através das oito organizações que representam os descendentes do líder islâmico que viveu nos séculos VI e VII.”

6 respostas a Cobardes nojentos

  1. Leo diz:

    Com se dúvidas houvesse.

    UK Muslim Leader: Islam Not a Religion of Peace

    http://www.cbn.com/cbnnews/world/2010/March/UK-Muslim-Leader-Islam-Not-a-Religion-of-Peace/

    Leo

  2. ... diz:

    Aconselho a leitura deste post do blog Porque Me Dizem:

    Das Janelas da Minha Escola.

    «Venho partilhar convosco, os que não têm o privilégio de ficarem algumas horas numa das tais janelas da minha escola, uma experiência que é muitíssimo hilariante…

    Começa o dia e, de qualquer janela, vejo dezenas de alunos a fumarem os seus charros antes do toque de entrada da manhã, enquanto os dealers se afadigam entre entregas e trocos, a maior parte das vezes utilizando o capot de um carro onde não esteja ninguém sentado. Invariavelmente, são os mais pontuais. Como é sabido, os alunos devem-se divertir na escola e as aulas são muito mais engraçadas quando metade dos alunos está pedrada… Como tal, os alunos dealers fazem o seu importantíssimo trabalho com eficácia e atenção. Depois, uns entram para usufruírem do espectáculo que é uma aula dada a alunos nessas condições, em que o professor é o palhaço de serviço e é-o tanto melhor quanto mais tentar travar a insolência e as risadas irreprimíveis que aquelas almas não conseguem evitar…

    Lá fora o trabalho continua, pois vão chegando os mais retardatários e já começam a aparecer os que foram para a rua ou porque, simplesmente, não lhes apeteceu estar lá mais tempo e resolveram sair. Como se sabe, estão no seu direito… Há um que se lembra de executar a nova moda, o lançamento de bombas de ácido com não sei mais quê. Enche uma garrafa com um ácido qualquer enfia-lhe uma prata, ou lá o que é, e o engenho é arremessado ou deixado à porta ou dentro do caixote de lixo de uma vizinha. O estrondo dá-se, potente, e da fumarada resultante sai uma moradora a tentar afastar com uma vassoura a garrafa que vai ardendo, entre as risadas e bocas dos alunos que se vão divertindo e, como já prepararam outra, a atiram para perto dela obrigando-a a fugir antes que rebente…

    É a altura de telefonar para a portaria. Olhe, avise o segurança que já começaram as bombas… Já ouvi professor, já chamámos a polícia. Agora é preciso é que eles cheguem… Está bem, obrigado. Nada, mais bombas, mais risos e mais alunos sentados em grupos por tudo o que é carro estacionado… Os mais incautos apressam-se a ir retirar os seus carros do local onde o estacionaram, não vão acabar por pegar fogo, como, por vezes, acontece… São os alunos a aplicarem os seus conhecimentos noutras situações fora da sala de aula. Um Golf vermelho a gasolina e com mais anos que a avó do Matusalém, com umas letras pintadas a dizer nem sei bem o quê, estaciona na ponta oposta. É a polícia, cuja chegada se anuncia, primeiro e antes da vista nos informar da sua presença, pelos apupos, vaias e insultos com que os alunos os brindam… São só dois, não se vão lá meter… Entram para a escola e vão falar com a direcção. Mais bombas. O delírio aumenta, na mesma proporção do consumo de charros… Chegam mais dois ou três carros daqueles mais regulamentares e o ambiente vai ao rubro, quem não soubesse pensaria tratar-se de um jogo de futebol.

    Saem dos carros e espalham-se aos grupos pelo meio da rua, enquanto dentro da escola e por detrás dos carros os alunos os vão brindando com tudo o que aprenderam da leitura de Gil Vicente. Ali ficam. Não revistam ninguém, não abordam ninguém, não fazem nada senão escutar a prosápia vertida pelas gargantas dos alunos, agora mais satisfeitos porque chegaram mais palhaços para mais e melhor os animar. A escola está fixe, assim já se começa a justificar o emprego das verbas que deveriam servir para lhes aumentarem os subsídios para poderem comprar mais droga e mais ácido para fazerem explodir, mas tudo bem, o divertimento também é importante…

    Finalmente, após uma hora de exposição pública aos alunos e como estes já começam a ficar sem voz, vão-se embora, com muita pena dos alunos que consideram um direito adquirido competirem entre si a verem quem insulta e toureia melhor os agentes da autoridade. Novas bombas explodem por vários lados e volta a vizinha, o incauto que por ali estacionou e eu vou-me embora. Acabei de cumprir as minhas horas de componente não lectiva, não sem antes perguntar se querem saber quem atirou as bombas ou coisa assim, mas não, eles já sabem quem são, não vale a pena. Ok, vou dar aulas.»

    Os teóricos que têm presidido aos destinos do Ensino em Portugal querem que tudo funcione como na cabeça deles. Mas no terreno, tudo se subverte. Os teóricos vivem num mundo de fantasia.

  3. ... diz:

    http://insignificanteirrelevante.blogspot.com/2010/03/violencia-leva-aluno-ao-suicidio-mais.html

    Violência Leva Aluno ao Suicídio (mais um).

    Os gangues continuam a proliferar.

    Veja-se também:

  4. ... diz:

    Menino pobre e com atraso mental, permanentemente atormentado por gandulos já com corpo e idade para estarem a trabalhar!

    Chamam a isto Bullying? Isto é cobardia, perseguição, tortura! E esta é uma história soft, em termos relativos. Há “meninos” destes, nas nossas escolas, que estão metidos nos mais hediondos crimes que se possa imaginar!
    Entendem agora porque é que há meninos que se suicidam?

  5. Granja diz:

    Os vídeos foram retirados. Não interessam ao Poder vigente, que cala as vítimas e incensa os marginais.

    Eram “meninos” da escola Marquês de Pombal, em Lisboa, que gostam de ir à escola gamar, espancar, curtir, fumar brocas, dançar a kizomba e o kuduro, e incendiar uns carros:

  6. Anónimo diz:

    Pensar eu que estava a fazer uma pesquisa e vim parar a esta merda de blog…
    Viva a kizomba, o kuduro, o fandango, o funaná, o bolero e mais o tango.
    Viva os emigrantes que vêm limpar a merda que os portugueses fazem…e fazer o trabalho que os portugueses não querem fazer.

    Viva a liberdade e o 25 de Abril.
    Viva a multiculturalidade.

    P.S. quantos às ganzas…deves ser um daqueles betinhos sonsos que fuma os charros nos intervalos do colégio. Ou então és um daqueles skins ou nacionalista armado em salvador da pátria e da imaculada brancura neo-blanc mas que trafica droga e armas.

    Já agora…viva e merda como tu que não tem mais nada que fazer e escreve baboseiras.
    Não foi assim tão maus ter vindo aqui parar…a tua burrice fez-me rir bastante.

    Salamu aleikum
    LOL

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