Um jornalista tanso, Augusto Freitas de Sousa, e uma pergunta racista: Será que os judeus são dotados de humanidade?

11/15/2011

Descobri há pouco uma longa reportagem sobre muçulmanos em Portugal, da autoria de um jornalista chamado Augusto Freitas de Sousa, recentemente publicada no Jornal de Notícias. O enorme artigo é um chorrilho de elogios à comunidade muçulmana e dá guarida a insultos a Portugal e ao Ocidente, da parte de líderes da referida comunidade, idênticos a esta autêntica pérola: a existência de um maior número de convertidos ao islamismo tem a ver com o facto de “(…) a sociedade ocidental “estar podre, entre roubos, violações e adultérios”, diz Yiossuf Adamgy e o jornalista, obediente, cita, sem sequer perguntar ao sr. Yiossuf Adamgy porque é que vive no meio desta nossa sociedade corrupta e não vai viver para o Paquistão ou para a Arábia Saudita.

Apontado como um muçulmano moderado e bem integrado na sociedade Portugal, o sr. Yiossuf Adamgy é um lobo que veste muito bem a pele de cordeiro. Na revista islâmica Al-Furqán, de que o sr, Adamgy é director, encontram-se textos racistas, violentamente anti-semitas e faz-se o elogio do nazismo, como se pode ver num artigo publicado na edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro e Fevereiro de 1988, com o título “Será que os judeus são dotados de humanidade?”.

Uma breve passagem desse mesmo artigo:”O judeu não possui boas qualidades; não conhece a misericórdia, nem a simpatia; odeia toda a gente que não seja judeu (…) está demonstrado que as qualidades dos judeus são desumanas (..)”. A argumentação é baseada em frases retiradas da Tora e do Velho testamento. O artigo termina com a seguinte conclusão:“Por consequência, os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.

Mas o sr. Yiossuf Adamgy não se fica por aqui. Todos os anos organiza a Feira do Livro Islâmico (que se realiza na Mesquita de Lisboa e é apoiada pelo Xeque David Munir), onde divulga publicações traduzidas e editadas por si, da autoria de extremistas anti-semitas e defensores da supremacia branca (ironia das ironias, quando o sr. Adamgy é claramente de origem indiana ou paquistanesa…).

Nos escaparates da feira podem encontrar-se diversas obras de carácter “pedagógico”. Entre elas o livro “Como o Terrorismo Israelita e a Traição à América Causaram o Ataque de 11 de Setembro” de David Duke, ex-líder do Ku Klux Klan e presidente do European-American Unity and Right Organisation (curiosamente, a Biblioteca de Beja também oferece aos seus leitores duas obras do mesmo David Duke, ambas traduzidas para português e editadas em Portugal pelo sr. Tiossuf Adamgy)

Com muçulmanos moderados como o sr. Yiossuf Adamgy e jornalistas tansos como o sr. Augusto Freitas de Sousa, que “engole” todas as tretas que lhe põem à frente sem questionar nada, Portugal e os Portugueses bem podem limpar as mãos à parede…

PS: Já temos quase 740 mil visitas a este blogue. Quando chegarmos às 800, vamos fazer um post especial, com excertos dos artigos mais visitados e comentados…


Pais de alunos ciganos espancam professora dentro da escola

11/06/2011

O Ministério Público da Comarca de Sesimbra instaurou um inquérito-crime relativo às agressões contra a professora Luísa Conchinhas, dentro da sala de aula da Escola Básica 3 da Quinta do Conde. Luísa Conchinhas foi espancada, no dia 25 de Outubro, pelos pais de dois alunos de etnia cigana, perante uma turma de 23 alunos, e teve de receber tratamento hospitalar. Sabe-se agora que entre os agressores estava também uma menor.