Procuro: sócio para negócio lucrativo

02/11/2007

Ofereço instalações, em local bem situado.

Pessoal qualificado disponível, com experiência prévia. Procuro investidor interessado em financiar clínica especializada em abortos…


No Blogue dos Outros (I)

12/07/2006

A misteriosa escrita de Fernanda Câncio
“Para quem não sabe, Fernanda Câncio, para além de ser o irmão gémeo transsexual do cronista Pedro Lomba e namorada (ou companheira, se preferirem) do primeiro-ministro José Sócrates, também escreve em blogues. E tem uma maneira muito singular de escrever: não usa maiúsculas e pontua os seus textos de uma forma bastante… especial.” (República dos Desalinhados)

O partido dos pedófilos holandeses
“Há muitos anos (muitos mesmo) li um ditado índio que nunca mais esqueci. Não me lembro das palavras exactas mas era qualquer coisa como isto: «A consciência é uma coisa com três cantos dentro do meu coração. Se eu ajo mal, ela move-se e os cantos magoam; se continuo a agir mal, os cantos gastam-se e deixam de doer.” (A Biblioteca de Jacinto)

Homenagem ao “General sem Medo”
Expressava-se com grande veemência e pareceu-me pouco prudente, pois sem encomendar-se a Deus nem ao diabo começou a dizer-me que achava o regime português “pouco fascista”. Confessou-me que admirava Mussolini e que lhe parecia necessário “endurecer” a Legião portuguesa e, sobretudo, a Mocidade.” (Mas o Rei vai nú)

O Bullying e a Síndrome de Calimero
“Uma coisa é chamar badocha ou oculista a um gajo, haver uns encontrões, algumas cenas de pancadaria e tal. Outra coisa é haver agressões sistemáticas, extorsões e abusos sexuais. (..) Convém também dizer, em jeito de parêntesis, que a mim preocupam-me muito mais os assaltos e espancamentos à porta das escolas que esta coisa chique e moderna do bullying. ” (República dos Desalinhados)

O novo tributo exigido pelos jovens africanos
“(…) Nessa “reportagem de fundo” o repórter da SIC abordou um grupo de uns 10 a 15 jovens africanos com idades entre os 16 eos 23 anos e perguntou-lhes qual achavam eles que seria a solução para este problema. Estes jovens (aparentemente desocupados em plena tarde de um dia de semana) mencionaram que queriam que os ajudassem com um “projecto musical”. Parece que queriam que alguém (o Estado ou a Câmara Municipal) lhes pagasse uma verba para financiar a formação e sustento de um grupo musical. Os tipos não reclamavam auxílio para criarem empresas, para empreenderem uma qualquer actividade produtiva ou comercial, não, queriam dinheiro para financiar um “projecto musical”, que os entretesse e os mantivesse longe da criminalidade. Mas isso não é pagar um Tributo?” (Quintus)

O triunfo dos “comerciais”
“O director comercial do jornal Metro, Tiago Bugarin, foi promovido a director-geral da publicação, anunciaram hoje a Metro Internacional e a Media Capital, parceira portuguesa do jornal gratuito.” (comunicar a direito)

Os idiotas, as desculpas e a escravatura
“O Ocidente não inventou a escravatura. A escravatura não é uma especificidade ocidental; percorreu todas as civilizações. O que é específico do Ocidente é a proibição da escravatura. Nós não começámos a escravatura. Mas nós acabámos com a escravatura, impondo a nossa certeza moral (todos os homens nascem livres) ao resto do mundo.” (Observatório da Jihad
)

Salazar e o concurso “Grandes Portugueses”
“Não é que parece que Salazar ganhou (…) o concurso da RTP em que mal se tentava falar dele sem ser para dizer mal, toda a gente ficava abespinhada, e agora o “serviço público” não sabe como dar a notícia ao público que alegadamente serve? (Jantar das Quartas)

Os dirigentes da Ordem dos Notários terão cérebro?
“(…) se eles tivessem tido um notário, provavelmente, não teria havido guerra, mas também, provavelmente, já não haveria judeus, nem negros, nem polacos, nem notários à superfície da terra. (…) E Hitler teria, seguramente, um tabelião qualquer, à porta de Treblinka ou de Auschwitz, a certificar, conferindo a indispensável fé pública, o número de mortos que eliminava, para que depois as estatísticas não fossem objecto de discussão e não aparecessem uns loucos a dizer que o Holocausto nunca existiu” (O Bacteriógafo)

Pequim avisa jornalistas estrangeiros
“Saiu por fim o regulamento sobre quais são as regras do jogo para os jornalistas durante os Jogos Olímpicos. ‘Se quer fazer cobertura de desporto, não se preocupe com outras questões’ é a mensagem final.” (China em Reportagem)

Racismo, reacções e explosões
“Conheço vários casos em que pessoas negras foram rejeitadas para determinadas funções porque “seria mau para o negócio”. Ora, se isto não é racismo, não sei o que será. Revela o preconceito do empregador, provavelmente consequência do preconceito generalizado na população.Além disto, acho que o racismo tem sido pouco e mal estudado. É que, convém não esquecer, o racismo não tem um só sentido. É uma acção que provoca reacção. Às vezes, mais do que isso. Provoca mesmo explosão.” (Escrita em Dia)

A promoção e defesa da pedofilia
“Estas fotos faziam parte de uma exposição promovida pelo Director da École Nationale Supérieure des Beaux-Arts em Paris, Henry-Claude Cousseau, que foi acusado formalmente pelo Ministério Público francês de exposição de imagens de pornografia infantil e/ou de menores. (…) Recentemente, mais de 100 “artistas” de todo o mundo protestam contra a decisão do Ministério Púbico francês em processar judicialmente Henry-Claude Cousseau, porque ele é uma “vaca sagrada” da “arte” mundial. (Letras Com Garfos)

Nota: Os títulos dos excertos transcritos são da responsabilidade do autor deste blogue


Aborto – Declaração de princípios

12/07/2006

Neste blogue, não se discute o aborto. Vota-se no(s) referendo(s) e respeita-se a lei, embora com a necessária tolerância de quem aceita a existência do mundo real, duro, cruel e impiedoso, como o ser humano que o constrói, ao contrário do que dizem as teses de Jean Jaques Rousseau. Porque discutir o aborto é o mesmo que debater a existência de Deus: uma discussão interessante para teólogos, fanáticos religiosos e muçulmanos na véspera de cometerem atentados bombistas contra civis inocentes. Tal como Deus, o aborto é, na generalidade, uma questão da esfera da privacidade de cada um e da sua consciência.