Resposta (II): Pobre Miguel Braga!

06/06/2007

Três questões pertinentes

O Stran, meu caro adversário, deu-me uma ajuda e seleccionou aquilo que ele considera serem as três questões mais pertinentes colocadas pelo Miguel Braga.

(Alô? Alô? Miguel Braga? Está lá? Onde anda você, Miguel Braga, que nunca mais deu sinais de vida, depois de eu denunciar a FALSIDADE das suas acusações, neste post: “Resposta (I): Pobre Miguel Braga”? Nunca mais vi rasto de si, por estas bandas… Olhe que eu não mordo…)

Primeira pergunta do Miguel Braga salientada pelo Stran: “Sobre a ligação “implícita” que este site tem com politicas discriminatória e que roçam o racismo e xenofobismo (pelo menos é a imagem que me transparece)?”

Meu caro, tem que ser mais “explícito” sobre essa relação “implícita” entre este blogue e as políticas discriminatórias que roçam o racismo e a xenofobia. Veja este comentário meu, aqui. O que acontece com frequência é que basta um pessoa dizer que a imigração tem que ser controlada (o que acontece em todos os países do mundo) para alguém achar que, implicitamente, se está a defender a expulsão dos imigrantes.

O Stran destaca outra questão do Miguel Braga: “Mas se os basofes, se os emigrantes criminosos lhe merecem tantos reparos, porque é que nunca vi neste site referências aos cabeças rapadas e aos seus crimes???”

Olhe, também nunca viu, aqui, uma palavra em defesa do Mário Machado ou de qualquer comportamento violento, seja de quem for. Também nunca ninguém viu aqui nenhuma palavra a favor da Freira do Bugio. E qual o significado disso? Que eu sou a favor da extinção da Freira do Bugio?

Antes pelo contrário, sempre deixei bem claro que, para mim, acima de tudo, está a Constituição Portuguesa e que, em matéria de agressões e outras atitudes violentas, só receito polícia, lei e tribunais. Mas eu vou fazer uma lista de todas as situações possíveis em que eu tenha que deixar bem expressa a minha posição (desde o que penso sobre as medidas de protecção da Freira do Bugio, até à minha postura quanto ao aquecimento global, passando pela co-incineração – à cautela, não vão acusar-me de defender a utlizaçao de câmaras de gás..)

Agora a sério: ataquem-me por causa daquilo que escrevo, mas não me ataquem por causa daquilo que não escrevo. Isso é absurdo!

Pergunta ainda o Miguel Braga (e considera o Stran uma questão interessante): “Nos sites de “nacionalistas” de cabeça rapada vi desculpabilizações da morte do Alcino Monteiro, alegando que não é crime matar-se “símios”! Acha bem?”

Já vi em alguns sites a defesa do sexo anal entre homens, como sendo algo delicioso e que deve ser praticado regularmente. Será que o Miguel Braga também pensa ( e pratica…) o mesmo?

Voltando às questões sérias, obviamente que não desculpabilizo a morte do Alcindo Monteiro, tal como não desculpabilizo a morte violenta de ninguém! Mas ó Miguel Braga, estamos a falar do meu blogue, do Máquina Zero, e não dos blogues dos outros. Então eu que, post sim, post não deixo bem claro que sou um defensor acérrimo da Democracia, da Constituição, da legalidade democrática, que nunca advoguei, defendi ou estimulei qualque tipo de atitude violenta, agora sou questionado por aquilo que vem escrito noutros sites?

Alguma vez me viu, ó Miguel Braga, usar alguma frase desse género? Então, acusa-me “implictamente” (um novo conceito jurídico, este do crime “implícito…) com base em quê?

Diz o Miguel Braga: “Os emigrantes que cá vivem, tal como os emigrantes portugueses no Estrangeiro, são pessoas que vêm à procura de melhores condições de vida. Não são todos criminosos. Porquê generalizar?”

Mas onde diabo é que eu generalizei? Citem-se lá uma frase minha em que faça uma generalização dessas, partindo de meros critérios raciais. Vou dar-lhe um exemplo! Este post sobre os ciganos: “Ciganos acima da Lei”. O que está lá escrito é racismo? Então um responsável policial diz que tem conhecimento de que determinadas pessoas, de etnia cigana, circulam de carro, em Montemor, sem carta e reconhece que a polícia fecha os olhos, por razões de carácter cultural? Que diabo, ninguém está acima da lei e se as tradições culturais fossem superiores à lei, tínhamos o Serviço Nacional de Saúde a pagar a realização da mutilação genital feminina nas filhas dos imigrantes guineenses – que as mandam para Guiné, para serem “operadas”; quando atingem a idade para isso

Diz ainda o Miguel Braga, sobre o Mário Machado: “Diz-se que foi um dos assasssinos do Alcino. Acha-o pessoa correcta?” Mas isto é espantoso! Nunca, neste blogue, defendi fosse que tipo fosse de violência, muito menos de base racial. Sugiro ao sr. Miguel Braga que faça uma lista mais completa, com todas as dúvidas que tem a meu respeito, que eu respondo, preto no branco (Ooooopppps! Lá me vai ele chamar racista!!!!)

Continua o Miguel Braga: “Acha bem os raides dos cabeças-rapadas aos “pretos”?” Respondo eu: “Não. Acho mal. Acho mal raides sejam de quem for contra seja quem for: amarelos contra azuis, verdes contra vermelhos (a Juve Leo e os Diabos vermelhos, p. exemplo), negros à caça de brancos, como conta o General D, aqui, brancos contra negros, etc, etc.

O Miguel Braga quer saber a razão dos “ataques ao profeta Maomé, chamando-lhe pedófilo, e coisas do género?” Bem, não só casou com uma criança de nove anos, como deixou as fontes de Direito (intocáveis, nas leis islâmicas) que permitem o casamento logo que a criança atinge a pueberdade, que permitem e execução dos homossexuais, apenas por oserem, que permitem o casamento ente homens de 55 anos com crianças de 11 anos. Será que o Miguel Braga está de acordo com estes preceitos legais islâmicos, que têm letra de lei no Irão e no Afeganistão, por exemplo?

Se estar contra isto é ser anti-islâmico, então eu sou. O Miguel Braga não é anti-islâmico porque não está contra a execução de homossexuais? Já agora, não me lembro de ter chamado “pedófilo” ao Profeta Maomé…


O basofe do dia (I)

04/13/2007

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Em tons de azul bébe, contrastando com o negrume dos óculos, o basofe de hoje destaca-se pela protecção de que dispõe contra o sol inclemente que o fustiga, embora esteja numa sala de um qualquer apartamento de duas assoalhadas, algures nos subúrbios de Lisboa. Tiaguinho_69 é o seu nick e espraia-se em talento pelo Foto.Aki. A legenda da fotografia, da autoria do próprio, revela uma personalidade preocupada com um dilema existencial: “Grandes ferias de verao mt fumo msm e muita tibaria:P kiss***”


Capuchinho Vermelho agredido pela GNR

01/09/2007

História de fadas em Armação de Pêra

Capítulo I

O Acácio, irmão e amigos espancados pela GNR sem qualquer razão

O Acácio foi a uma discoteca, com amigos, em Armação de Pêra. Ia a sair e olhou para trás. Viu o amigo a ser agarrado pelo colarinho por dois GNR, que lhe chamaram “imigrante e disseram que não podia urinar na rua”. O Acácio não gostou da intervenção dos GNR’s, porque “sentiu que havia uma clara motivação racista”. O Acácio, educadamente, disse aos GNR’s que ia apresentar queixa contra eles. Os GNR’s desataram a bater-lhe, sem ele fazer nada. O Acácio foi ao posto da GNR, “na companhia de alguns amigos, exigindo ser atendidos para apresentar queixa”. O Acácio e o irmão conseguiram entrar no posto da GNR, onde foram agredidos e algemados. Os três guardas da GNR que estavam no posto chamaram reforços e chegaram mais cinco guardas. O Acácio foi transportado ao Hospital de Portimão, com o irmão, para receber assistência. O Acácio adormeceu na sala de espera e voltou a ser agredido pelos três GNR’s que o acompanhavam, sem ter feito nada. Presume-se que tenha sido agredido porque adormeceu.

(Fim do primeiro capítulo desta história de fadas, com o qual o Correio da Manhã abre uma notícia intitulada “Irmãos acusam GNR”. Esta primeira parte da história de fadas tem 1.736 caracteres e 29 linhas de texto. Em nenhum momento se levanta qualquer dúvida, ou se coloca qualquer questão relacionada com a óbvia e nítida vertente ficcional do relato do jovem africano, o Acácio).

Capítulo II

O Acácio, o irmão e os amigos tentaram invadir um posto da GNR

Militares da GNR levantaram um auto de contra-ordenação no Beach Bar, em Armação de Pêra, por estar a funcionar fora de horas e sem licença. Um militar chamou a atenção de um indivíduo que estava a urinar em cima de um carro. Vários indivíduos, saídos da discoteca injuriaram os militares. Mais tarde, cerca de uma dezena de indivíduos tentaram forçar a entrada no posto da GNR, onde estavam três guardas. Alguns dos indivíduos pontapearam os militares, arremessarem vasos e pedras para o interior do posto, ferindo-os ligeiramente. Reforços vindos de Lagoa permitiram rechaçar a tentativa de invasão do posto. Dois indivíduos (o “Capuchinho Acácio Vermelho Lourenço” e o irmão, o “Dário Carochinha Lourenço”…) foram detidos e vão responder judicialmente.

(Fim do capítulo II deste conto de fadas, com o qual o Correio da Manhã ocupa a segunda parte da notícia, mas em tamanho mais reduzido: 1.239 caracteres e 21 linhas).

Isto é apenas incompetência? Mau jornalismo? Com duas versões do que ocorreu, o jornal destaca para título a versão dos agressores, menosprezando a versão das autoridades, ao colocá-la em segundo lugar, dando-lhes menos espaço e ao destacar a queixa dos irmãos para título. Porquê? Porque os GNR’s são brancos e o Acácio e o irmão são negros? Porque fica sempre bem apresentar os agentes da autoridade como facínoras loucos que desatam à cacetada aos pobrezinhos dos cidadãos, mal estes abrem a boca? Porque os GNR são sempre racistas? Porque é regra não escrita nas redacções que a Polícia é sempre brutal e violenta e que os supostos criminosos são sempre inocentes? Porque o Correio da Manhã não acredita na versão de OITO AGENTES DA GNR mas engole as patranhas DE DOIS JOVENS? E porque é que o Correio da Manhã coloca uma fotografia do jovem “Capuchinho Acácio Vermelho Lourenço”? Não tirou fotos dos GNR’s agredidos? Não conseguiu? Os GNR’s agredidos não quiseram ser fotografados? Faz sentido, para alguém, o relato dos jovens?


Navegando pelos esgotos da Europa (I)

12/04/2006

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  • O sexo e os muçulmanos são uma combinação perigosa. Sir Henry Morgan, que bloga no “Reconquista”, publicou um extenso e pormenorizado trabalho de investigação sobre a correlação entre a percentagem de residentes muçulmanos e os crimes sexuais registados pela polícia, nos “borough”, divisão administrativa que fica entre o município e a freguesia portuguesas. Conclusão? Quanto mais muçulmanos, maior é o número de crimes sexuais.
  • Em Inglaterra, o fenómeno do “white flight” começa a causar preocupações à sociedade e ao Governo. O principal resultado do multiculturalismo, no Reino Unido, tem sido a produção de bombista-suicidas, a construção bairros recialmente segregados e fuga do país dos ingleses brancos. À medida que aumenta a população imigrante em Londres, os ingleses brancos fogem da cidade. Um fenómeno que não é exclusivo da Europa…
  • O jovem Paulo, pouco mais de 20 anos, ajudou a mãe, Aurora, a matar Vanessa, de 5 anos de idade e a tentar desfazer-se do corpo. Vanessa, filha de Paulo e neta de Aurora, foi metida viva dentro de uma banheira de água a ferver e queimada com um ferro em brasa. O tribunal, “generoso”, condenou-os a, respectivamente, 14 e 18 anos de cadeia. O tribunal da relação, menos “generoso”, subiu as penas para 18 e 20 anos. O Paulo, portanto, estará cá fora com 40 e poucos anos. Parabéns, tribunais, parabéns senhores juízes responsáveis por estas sentenças!
  • Outro caso exemplar (no mau sentido…) foi a pena de prisão suspensa aplicada a um casal de amantes, cuja negligência grave provocou a morte de uma bébé de sete meses. Os facínoras deixaram cinco crianças fechadas à chave, numa casa, com um aquecedor ligado, para poderem ter relações sexuais à vontade. Resultado, um incêndio que causou a morte de uma das crianças.Parabéns, mais uma vez, senhores juízes responsáveis por esta sentença!
  • O programa de troca de seringas, em Portugal, custou um milhão de euros, no ano passado. Quase três milhões de seringas foram trocadas. No mínimo, outras tantas doses de droga injectadas, depois de compradas. Quantos advogados, empresários, funcionários bancários, funcionários públicos e outros profissionais de sectores diversos serão necessários, para conseguir branquear os milhões de euros resultantes deste negócio? E perante isto, que sentido fazem posições como a destes autênticos “talibans” da Comissão Nacional de Protecção de Dados?
  • A palavra “Portugal” tem origem na palavra árabe que designa “laranja”, diz este indigente mental, assinalado pelo Combustões. Não sabiam? Ficam a saber. Faz parte de uma onda de revisionismo histórico, lançada por extremistas muçulmanos e que será, aparentemente, apoiada pelo presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, o banqueiro Abdul KarimVakil – um português que acha ser necessário reescrever a História de Portugal, para colmatar a grave lacuna quanto ao período de domínio muçulmano.
  • Mapa de sobrevivéncia em França: saiba onde se situam e veja os mapas das 751 “zonas urbanas sensíveis”, eufemismo com que as autoridades francesas designam os bairros dominados pela ralé, onde os franceses brancos não podem entrar e a polícia é sistematicamente atacada. Se vai a França visitar parentes, pode ir descansado. Não consta que nenhum bairro de maioria portuguesa esteja incluído nesta lista.
  • A popular figura de S.Nicolau, mais conhecida entre nós por Pai Natal, foi banida pela municipalidade de Viena. Estes colaboracionistas e traidores austríacos, tal como os convertidos, são sempre mais extremistas que os extremistas. É caso para perguntar: quanto tempo vai demorar até determinada gente pedir a abolição de símbolos cristãos nas decorações de Natal, em Portugal, argumentando que o Estado e suas instituições (incluindo Câmaras Municipais) são laicos? E onde é que eu já ouvi isto?
  • O Basofelog foi encerrado pelo seu autor, depois de várias pessoas terem sido ameaçadas de morte por gangues de pseudo-rapers, convencidos de que tinham descoberto a sua identidade. Estes anormais – os “basofes” – continuam a ser devidamente destacados pelo blogue A Vaca Tem 6 Lados, que ainda nos vai dando uma imagem de quando em quando. O que aconteceu ao Basefolog é um caso de polícia. Sugeria aos envolvidos que apresentassem queixa na Judiciária.