Bom-senso versus Esquerda

04/22/2007

“Torre Bela”, um documentário inesquecível

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No “verão quente” de 1975, com o estalinismo à rédea solta, Portugal era uma coutada de loucos, governada por um lunático delirante, Vasco Gonçalves. Uma equipa de jornalistas alemães resolveu fazer um documentário sobre a “revolução” e escolheu a Herdade da Torre Bela, uma das muitas propriedades ocupada pelos “trabalhadores”. “Torre Bela” é uma lição inesquecível, para quem já viu o documentário, transmitido duas vezes – se a memória não me falha – pela RTP. Um dos momentos mais fantásticos é o diálogo a que podemos assistir neste excerto, onde um trabalhador agrícola destrói qualquer ilusão de que as utopias de Esquerda sejam aplicáveis aos seres humanos. O seu interlocutor, o famoso Camilo Mortágua, ideólogo e dinamizador da “comparativa” Torre Bela, é o retrato da impotência, frustação, rancor e desespero com que a Esquerda encara qualquer discordância em relação aos seus dogmas. Vejam e mostrem aos vossos filhos. (Com os meus agradecimentos ao Kruzes Kanhoto, onde repesquei o vídeo)


O sucessor de Manuel de Oliveira

03/13/2007

Filme menos visto de 2005/06 foi à Bienal de Veneza

Ricardo Costa é o cineasta que assina o filme menos visto da época de 2005/2006. Tem direito a extensa biografia, na Wikipédia, onde é apresentado como “um cineasta português, produtor cinematográfico e ensaísta em matérias de cinema, visão e linguagem”. Sobre essa obra-prima do cinema nacional, “Brumas”, a Wikipédia também debita algumas pérolas: “Brumas (2003) é um filme português de longa-metragem de Ricardo Costa, de natureza autobiográfica, uma viagem à infância. Filme rodado sem qualquer apoio financeiro, é uma obra singular pela sua simplicidade formal, pela profundidade dos temas que aborda e por ter sido produzido, realizado e filmado por uma única pessoa. É uma obra de características experimentais, cujo género se situa entre a ficção e o documentário”.

Falta acrescentar que, depois de determinadas experiências, o resultado deve ser deitado para o cano de esgoto. Neste caso, foi enviado à Bienal de Veneza, em 2003, na secção “Novos Territórios”. Ó pessoal das revistinhas e dos jornalecos, ninguém entrevista Ricardo Costa, o óbvio candidato a sucessor de Manuel Oliveira? Vá lá, façam qualquer coisinha pela cinematografia nacional! É obra, conseguir que apenas 24 pessoas vão ver um filme. Imaginamos que deve ter sido tão mau, tão mau, que os poucos heróis que aguentaram a longa-metragem pereceram logo à saída da sala de projecção, afastando potenciais espectadores, devido ao cheiro pestilento dos seus cadáveres em decomposição…


Filmes portugueses: pouco sucesso, muita miséria

03/06/2007

“Brumas”, com 24 espectadores, foi o filme menos visto

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O “Filme da Treta” foi o campeão da bilheteira dos filmes nacionais, na época de 2005/2006, com 278 mil espectadores. Mas este número é uma excepção. Algumas das restantes produções nacionais ficaram atrás de um autocarro da Carris, em matéria de lotação. Outras, atraíram menos espectadores que um comboio suburbano, na linha de Sintra. Filmes como “Juventude em Marcha”, que provocou autênticos orgasmos nalguns dos nossos estranhos críticos de cinema, não foi além dos 1.943 espectadores. “Brumas”, um documentário fiel ao esgoto, principal tema dos cineastas nacionais, conseguiu 24 espectadores. Se fossem disputar uma peladinha, no final da sessão, dava para duas equipas e dois fiscais de linha. Tinham que pedir a algum mirone para fazer de árbitro.


Bem prega Frei Al Gore

02/27/2007

Uma verdade MUITO inconveniente

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A mansão de AL GORE, o peralvilho que anda pelo mundo fora a pregar o pânico do aquecimento global e a suplicar a todos nós, idiotas, que poupemos energia e vivamos uma “vida verde”, GASTA POR MÊS, EM ELECTRICIDADE, o que uma FAMÍLIA MÉDIA norte-americana GASTA, POR ANO. A factura MENSAL da ELECTRICIDADE de Al Gore, revelada pelo “Tennessee Center for Policy Research”, ronda os 1.350 dólares norte-americanos (1.025 euros, 205 CONTOS…) Mas o consumo de energia do paladino do ambiente não se fica por aqui. A factura MENSAL de GÁS natural ATINGE valores astronómicos também: 1.080 dólares norte-americanos (820 euros ou 164 CONTOS). Mais depressa se apanha um esquerdista que um coxo.