Outra coincidência do caraças…

12/01/2009

No Reino Unido, 32 por cento das violações em grupo são cometidas por negros, 8 por cento por brancos e 24 por cento por grupos de várias raças. Nos restantes casos, a identidade dos autores não é conhecida (o que é por demais estranho, mas enfim..). metade das vítimas de violação por grupos são brancas. Coincidência, claro.


Adolescentes violam jovem mãe

04/20/2009

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Dez “adolescentes” violaram uma jovem mãe e obrigaram o filho de 12 anos a assistir. Antes disso, torturam mãe e filho. Dois dos adolescentes, Avion Lawson, 14, and Nathan Walker, 16, foram detidos e presentes a tribunal. Tudo isto, nos Estados Unidos. Brevemente, em Portugal, junto à Cova da Moura, à Amadora ou a Odivelas. Tudo, graças à política de imigração dos que nos governaram nos últimos trinta anos.


Katiana, uma “pérola” ainda melhor que o Miguel Cabral!!!!!!!

06/06/2007

Tradição cabo-verdiana: “o pai tem relações sexuais com a filha quando ela atinge a a pueberdade” (afirmação de Katiana)

A Katiana, que é de Angola mas está a viver em Portugal, actualmente, escreveu o seguinte, aqui:

“A pedofilia é uma parafilia na qual a atração sexual de um indivíduo adulto está dirigida primariamente para crianças pré-púberes ou ao redor da puberdade. No Islão casar com uma rapariga em fase de crescimento, é uma tradição, como o caso do pais Cabo-Verde (em algumas cidades), em que quem tira a virgindade quando atingem a puberdade (isso é, quando aparece a menarca) quem tira a virgindade é o pai. Isso é uma tradição e o que nós temos que fazer é respeitar porque cada país tem a sua tradição. Eu também sou contra mais a que respeitar, tradições são tradiçoes. Se o próprio Governo é a favor disso quem somos nos para julgar.” E eu respondi, aqui.

A Katiana também acha que todos os imigrantes portugueses são “vigaristas”, “cambalacheiros e justifica os assassínios de portugueses na África do Sul porque vigarizam os sócios com quem montam empresas e depois os sócios matam-nos. E afirma (ao que me parece com uma ponta de orgulho) que os angolanos, quando são vigarizados por um sócio “cambalacheiro” português, também matam esse português. E eu respondi, aqui.

A Katiana defende a pena de morte para os pedófilos. E eu respondi, aqui.

A Katiana é uma “pérola” MUITO MELHOR QUE O MIGUEL BRAGA!!!

E o Miguel Braga não perde pela demora. Respondo-lhe amanhã…


Atenção: contém cenas eventualmente chocantes!!!

02/26/2007

Uma ode à Gi, de Fernanda Câncio

‘querida gi: Pronto. Passou um ano. Já não me lembro bem das primeiras notícias. Confusas. Havia um homem num poço num prédio abandonado. Um travesti. Um sem abrigo. Um toxicodependente. Um brasileiro. (…) Depois eras prostituta e ex “rainha da noite transgender”, tinhas HIV e hepatite C, foras afinal uma mulher bonita, um sorriso rasgado nos vestidos de star e na cabeleira longa, loira, ruiva, morena. (…) Veio a autópsia e a descrição das queimaduras, dos indícios de violação anal com pedaços de madeira, do teu estado de sida terminal (tinhas fugido de um centro de tratamento onde a Abraço te tinha internado), do facto de teres morrido afogada e “não em consequência das agressões” que te foram inflingidas. (…) E trato-te por querida, Gi, porque me apetece. (…) tu que tinhas vindo de São Paulo para a Europa para cumprir os teus sonhos, tu que tinhas vivido em Paris e encantado plateias e arrebatado corações, tu que eras tu, única e irrepetível. Desculpa, Gi. Não ter havido um milagre. Ou pelo menos uma pietá para te descer da cruz e te segurar na cabeça. Alguém a gritar justiça por ti à porta do tribunal, quando eles saíram e espetaram o dedo, de tão arrependidos. Desculpa tanta desculpa.’

De ir às lágrimas, este texto da jornalista Fernanda Câncio, de que citamos algumas passagens (O texto integral está aqui). O apreço pelo esgoto, pelas mais baixas e degradantes formas de vida, é uma marca registada da f., no blogue Glória Fácil. Mas dislates destes também enchem o espaço que lhe dão, enquanto jornalista do Diário de Notícias. Não admira que o matutino ande com as vendas tão em baixo que o patrão Joaquim Oliveira teve que correr com a direcção toda. Não me lembro é de ver palavras tão emocionadas, vindas da f., sobre crianças violadas ou assassinadas. Pois é.