Venham muitos, como diz o Daniel Oliveira..

04/13/2007

Imigrante ilegal detido com 450 doses de heroína

Um cabo-verdiano, de 41 anos de idade, foi detido no passado dia 7 de Fevereiro, sob suspeita de posse e tráfico de estupefacientes, de acordo com o Correio da Manhã. O imigrante, que está ilegalmente em Portugal, já cumpriu pena por tráfico de estupefacientes, entre 1994 e 1997. O que diria o Daniel Oliveira perante este caso?


Cartel da droga instalado em Bissau

03/15/2007

Forças Armadas implicadas no tráfico

A Guiné-Bissau “tornou-se num país virado para o crime organizado, um pais de vendetas políticas, assassinatos à moda do “far-west”, um país onde impera o tráfico de influências, negócios obscuros e enriquecimentos ilícitos e,…ultimamente poiso predilecto de gente ligada ao tráfico internacional da droga”, afirma-se no blogue “Nó djunta mon”. De acordo com o autor do texto, “Essa gente de dinheiro fácil comanda o tráfico da droga de forma impune na Guiné-Bissau… Também aliciam as nossas populações em particular os nossos jovens a enveredarem pelo negócio sujo da droga, recrutando-os para a sua recolha em alto mar e nas nossas costas marítimas, assim como para servirem de “correio” para o seu transporte para destinos europeus e da sub-região onde acabam na sua maior parte nos calabouços de Lisboa ou Dakar.”

O envolvimento de elementos da Marinha de Guerra é referido em termos que não deixam dúvidas: “Também vejo, altas patentes militares no Mar Azul em confraternizadas bebedeiras e negociatas de vedetas apreendidas aos traficantes de droga; vejo a nossa tropa a mandar no tráfico da droga; vejo os nossos soldados da Marinha de Guerra apesar dos seus magros salários, prosperarem do dia para a noite (um sargento anda num imponente último modelo coupé da Mercedes, qualquer soldado é proprietário de pelo menos um Táxi Mercedes 190 na praça… Vejo a Marinha de Guerra como o epicentro do tráfico da droga na Guiné-Bissau.

As acusações são específicas, no que toca ao envolvimento das Forças Armadas: “A tropa é que manda, a tropa é que investiga, a tropa é que apreende a droga, a tropa é que guarda a droga, a tropa é que revende a droga, a tropa é dona do país e da droga que circula no pais… O Ministro da Justiça naquele seu ar patético, encolhe os ombros e acha tudo normal… até soltar criminosos.”


Notas soltas, 4 de Dezembro de 2006

12/04/2006

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  • Agora que espíritos débeis como o do Cardeal Patriarca D. José Policarpo (prova viva da fabilidade papal…) esfregam as mãozinhas de contentes perante a ideia da adesão da Turquia à Europa, convém lembrar o que foi o massacre dos cristãos arménios, perpretado pelos muçulmanos turcos, durante largas dezenas de anos. De notar que, na Turquia, utilizar o termo “genocídio arménio” é crime. Aqui está uma razão para mandar um email ao Governo turco (info-turk@mail.telepac.pt) com uma mensagem simples: “You are not welcomed. Stay away”. Na foto, crianças arménias órfãs, vítimas da repressão turca.
  • Mal dou uns passinhos pela Net e saltam-me aos olhos as reformas milionárias de três magistrados: 5.500 euros por mês, mais do que o suposto limite máximo, correspondente aos 5.366 euros do salário do primeiro-ministro. Uma Justiça tão rasca, tão tardia, tão ineficiente (dizem os próprios magistrados, sabem perfeitamente os cidadãos…) e uns magistrados principescamente pagos.
  • Oh! Escândalo! Oh! Horror! Um membro da National Action Network, associação de defesa dos direitos dos megros nos EUA, criticou violentamente um polícia branco que perdoou uma multa de trânsito a dois negros, em troca de um rap improvisado por cada um deles. Diz o reverendo Jarrett Maupin que “é importante que os polícias percebam que os negros não falam ‘hip-hop’, nós não somos todos rapers, bandidos e membros de gangues.” Perfeito! Nunca vi melhor definição do que são os praticantes (e muitos dos adeptos) de hip-hop.
  • Por mero acaso, pisei nesta página, durante uma busca do Google. Não sabia que ainda existiam coisas como a “Célula dos Trabalhadores Comunistas na Câmara Municipal de Odivelas”. Será que eles sabem que Estaline já morreu? Duvido…
  • Uma festa africana, em Marvila, acabou num tiroteio cerrado, com sete feridos. A regularidade com que nos aparecem notícias juntando jovens africanos-violência-armas de fogo é preocupante. Estamos perante um fenómeno que levou a polícia britânica a desencadear uma operação especial em Londres, a Operação Tridente, destinada a combater a violência com armas de fogo na comunidade negra. Para quando algo igual, em Portugal?
  • Esta gente de Esquerda tem uma capacidade enorme de surpreender as pessoas normais. No Público, uma jornalista chamada São José Almeida faz uma prosa repenicada e elogia a criação das salas de chuto, falando em fraternidade (?). No french kissin’, num post muito bem titulado (“Alucinados”), o João Morgado Fernandes ameaça os autores do projecto (a Câmara Municipal de Lisboa, via vereador Sérgio Lipari Pinto) de se envolver, pela primeira vez, numa causa pública, para impedir a instalação de uma dessas salas numa zona que lhe fica à porta de casa. Força, Morgado! Todos queremos um aeroporto a dez minutos de distância, desde que os aviões não passem por cima de nossa casa.

O perigo que chega da Guiné-Bissau

10/31/2006

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Este pequeno, miserável e esfomeado país (?) africano está a transformar-se num entreposto para traficantes de droga, com Portugal e numerosa comunidade de imigrantes proveniente daquele país a servir de canal de escoamento para o mercado europeu. Dois traficantes colombianos, detidos na posse de cerca de 650 quilos de cocaína, em Bissau, foram mandados em liberdade pelo juiz encarregue do caso, Gabriel Madjanhe Djedjo.