Palhaços de outra cor – II

12/30/2009

A propósito deste post, um indignado leitor deste blogue questiona, aqui, que “mesmo que não houvessem grandes civilizações subsaarianas, a África não teria dado grandes contribuições ao mundo? Ainda assim, há grandes civilizações africanas na História sim, e uma delas é o império do Congo. A matemática, a geometria, os primeiros alfabetos e as primeiras técnicas de trabalhar metal não são grandes contribuições da África para o mundo?” Aguardo ansiosamente que este comentarista diga quais são as grandes contribuições das “grandes civilizações africanas” para o mundo – sem contar com o canibalismo, com a mutilação genital feminina e com esta técnica de controle populacional, claro.

Diz ainda o mesmo leitor (“Peri”) que  “a maioria [dos negros] ainda é muito mais coletivista que a maioria do mundo” e que “a maioria dos negros não está guerreando.” É um achado, este leitor. Nunca ouviu falar do Darfur, do conflito na República do Congo, das guerras tribais na Nigéria, do massacre de imigrantes do Zimbabwé e de Moçambique às mãos dos seus patrícios sul-africanos (negros, claro…), da guerra civil na Somália, da morte de membros de outras tribos no Quénia, da caça aos negros albinos para prática de feitiçaria com partes dos seus corpos, do racismo anti-branco do General D, etc, etc. Bem haja, meu caro Peri! Você é a prova viva daquilo que eu afirmo.


Delícias do multiculturalismo em França

12/01/2009

As imagens falam por si. Mas pode ver, mais em detalhe, o que se passou, aqui. Nada de especial, apenas violência selectiva dirigida contra brancos. Curiosamente, a derrota da selecção argelina frente ao Egipto teve consequências, em França: jovens imigrantes resolveram partir tudo o que encontraram pela frente. É pena que a polícia, na Europa esteja cada vez mais castrada. Porque, como as imagens mostram, um dos jovens africanos brandia uma catana. Num caso destes, na minha modesta opinião, justificava-se atirar a matar.


O início da “intifada imigrante” em território nacional

07/16/2008

Em Março do ano passado, coloquei um post neste blogue, dividido em duas partes, com o título: “Quinta da Fonte, o nosso primeiro “banlieu” (I e II) Dada a actualidade do assunto, entendi reproduzir esses dois posts.

“Quinta da Fonte, o nosso primeiro “banlieu” (I) – 21 de Março de 2007

A ficção costuma ir para além da realidade. Não há muito, escrevia aqui, com uma forte dose de ironia, que a Brigada Mista Independente, uma unidade altamente operacional do Exército Português, iria sair de Santa Margarida para ser colocada em Lisboa, a fim de colaborar com as autoridades policiais na vigilância e controle dos “bairros difíceis” – eufemismo para designar zonas maioritariamente habitadas por africanos, ciganos e imigrantes do Norte de África.

Ainda a “tinta” desse post não tinha secado e já a PSP se via em bolandas para controlar uma turba de bandidos no bairro da Quinta da Fonte, também conhecido por Bairro da Apelação, ali na fronteira entre os concelhos de Loures e Odivelas.

De acordo com a Câmara de Loures, o bairro tem as seguintes características: “(…) uma população multicultural, com especial incidência de naturais dos países africanos (Cabo-Verde, Angola, Guiné, Moçambique, que representam cerca de 40% da população), mas também de etnia cigana (cerca de 40%) e nacionais (20%). (…) Cerca de 90% da população é beneficiária do R.M.G. No bairro, existe ainda uma cooperativa de habitação com casas maioritariamente habitadas por nacionais.”

Algumas perguntas, no rescaldo desta operação, que obrigou a PSP a mobilizar mais de meia-centena de agentes

Porque razão o jovem de 23 anos que agrediu um agente da autoridade, foi mandado em liberdade pelo simpático juiz do tribunal a que foi presente, sem qualquer medida de coacção?

Porque razão a polícia não conseguiu ( ou não quis…???) deter ninguém, do grupo de bandidos que incendiaram e destruíram viaturas, num bairro fácilmente controlável, pelas suas características urbanas?

Porque razão ainda há idiotas que adoram o multiculturalismo, quando o próprio presidente da Junta de Freguesia, José Henriques Alves, garantiu ao Correio da Manhã que “a mistura de moradores ‘de diferentes hábitos culturais’ tornou-se explosiva”, na Quinta da Fonte?

Porque razão se deixa andar uma situação onde jovens adolescentes são obrigadas a deixar de ir à escola devido ao risco de serem violadas pelos gangues do bairro?

Porque razão se continuam a importar imigrantes dos países africanos, quando está mais que provado que a sua integração na sociedade portuguesa é um fracasso?

Porque razão se continuam a importar imigrantes, quando o desemprego entre eles tem aumentado, em média, 5,6 por cento ao ano e a maioria dos imigrantes desempregados são africanos?

Porque razão é que há investigadores tão inteligentes como o dr. Jorge Malheiros, professor da Universidade de Lisboa, que estudou dois bairros problemáticos (Cova da Moura e Bairro da Apelação…), concluindo que ali apenas “se pode falar em «soft gangs» e não em gangs organizados com criminalidade premeditada” e que a criminalidade, nesses mesmos bairros, “não é muito elevada”?

Porque razão a Câmara de Loures apoia a actividade de um grupo de artes marciais (o Grupo de Capoeira Alto do Bairro da Apelação), naquele bairro problemático? E para quando a construção de uma carreira de tiro, para os jovens concluírem o seu treino?

Porque razão se continua a acarinhar e estimular a manutenção de tradicções culturais ciganas que só conduzem à pobreza, ao analfabetismo e à criminalidade, em vez de se combater essa mesmas tradições culturais?

“Quinta da Fonte, o nosso primeiro “banlieu” (II) – 31 de Março de 2007

O Bairro da Quinta da Fonte é constituído por 786 fogos de habitação, onde foram realojadas 480 famílias em 1996, mais 350 do que as inicialmente previstas. Em 2001, o Bairro da Quinta da Fonte tinha 2.767 habitantes, dos quais cerca de 40 por cento seriam de origem africana (Cabo-Verde, Angola, Guiné, Moçambique), 40 por cento de etnia cigana e os restantes portugueses de origem – também referenciados como “lusos”, nalgumas publicações. Desemprego elevado, taxa de analfabetismo em crescimento, famílias de grande dimensão (45 por cento terão entre 1 a 4 pessoas, 55 por cento têm entre 5 a 10 elementos), altas taxas de insucesso, absentismo e abandono escolar (situação “particularmente preocupante na população de etnia cigana”), são algumas das características apontadas num relatório da Câmara Municipal de Loures. Acresce a isso, de acordo com o mesmo documento, um crescimento natural da população “particularmente significativo (até pelas próprias taxas de natalidade características das comunidades que compõem o bairro).”

Além disso, “a incidência de fenómenos subterrâneos que geralmente iludem as estatísticas, como o acolhimento de parentes e conterrâneos ou o aluguer/venda clandestina de alojamentos, tendem a reforçar o crescimento demográfico do bairro.” A Quinta da Fonte é (já era, em 2003…) um espaço degradado, com “os espaços e equipamentos comuns dos prédios” a apresentarem “um avançado estado de deterioração (…)”. Aliás, a “deterioração dos espaços públicos do Bº Quinta da Fonte é talvez a característica que em primeiro lugar salta à vista (…) O frequente abandono de lixos e monos na via pública contribui para a degradação e insalubridade dos espaços e equipamentos colectivos do bairro (…)” salienta o relatório dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Loures.

Posto isto, algumas questões muito simples:

Para resolver esta chaga social são necessários grandes investimentos, em matéria de reinserção social. É possível fazê-lo sem antes limitar o seu crescimento? Ou seja, de que vale ter programas de reinserção que possibilitam a dez famílias sair deste círculo vicioso de pobreza e exclusão, se entretanto já estão mais dez famílias na mesma situação? Isto é tentar esvaziar o mar com um dedal! E vamos cometer aqui um crime de lesa-majestade, para a Esquerda, afirmando que um pedreiro guineense consegue sustentar toda a família se esta estiver na Guiné-Bissau, mas não a consegue vestir, calçar e alimentar se a trouxer para Portugal.

Que sentido faz continuar a respeitar “tradições culturais” que conduzem, entre outras coisas, à ausência de habilitações académicas e/ou profissionais, produzindo miséria para as novas gerações, como acontece na comunidade cigana? Não será tempo de encarar formas mais coercivas de impor o usufruto de direitos fundamentais, como a escolaridade mínima obrigatória e uma educação que não seja coartada, aos 13 ou 14 anos, com um casamento e um rancho de filhos, antes dos vinte anos? Não será tempo de fazer perceber a estas pessoas, de forma mais incisiva, que ter oito ou dez filhos implica a responsabilidade de usufruir de proventos suficientes para os sustentar, com um mínimo de dignidade e condições?


Apelo público ao genocídio, com base racial e cultural

05/30/2007

Carta Aberta a Sua Excelência o Senhor Procurador Geral da República

Exmo. Senhor Procurador-Geral da República, Ilustre Juiz-Conselheiro Fernando Pinto Monteiro:

Foi colocado neste blogue (Máquina Zero) um comentário com posições que me parecem claramente racistas e defendendo que “(…) aqueles pretos que não prestam para nada os chamados kinder ovo (…)” e “(…) os brancos que não valem nada, ou seja, 99% deles (…) devem ser eliminados“. O mesmo comentário adianta que “(…) há alguns brancos bons, aqueles brancos da alma negra (…)” e exclui os indivíduos possuidores desta característica cultural do rol de “brancos (…) que devem ser eliminados”.

Não estou absolutamente certo se as competências de Vossa Excelência abrangem a prática deste tipo de eventual crime, dada a sua característica única de ter duas localizações: uma, que se presume ser o Brasil, o local a partir de onde terá sido praticado e onde residirá o seu alegado autor (cujo endereço de email é: tiago_soft@yahoo.com.br e cujo IP de origem será: 72.233.2.19 ); outra, o local onde o crime é, digamos, concretizado – uma página da Internet, alojada no site da WordPress – uma marca registada nos Estados Unidos da América e propriedade da empresa Automattic (o presidente do Conselho de Administração é o sr. Tony Schneider) em sociedade com a empresa True Ventures, ambas com sede fiscal na cidade de São Francisco, Estado da Califórnia.

Julgo, no entanto, que Vossa Excelência terá competência para tal, tendo em conta que o nº1 do artº 5º do CPP determina: “Salvo tratado ou convenção internacional em contrário, a lei penal portuguesa é  ainda aplicável a factos cometidos fora do Território nacional (..) quando constituírem os crimes previstos nos artigos (…) nº1 do artigo 239 (…)”.

Assim, solicito formal e publicamente a Vossa Excelência que proceda às diligências necessárias para apuramento dos factos e eventual procedimento criminal, nos termos das competências e obrigações legais atribuídas a Vossa Excelência, atendendo a que se poderá estar perante aquilo que me parece constituir um crime público, previsto e punido pelos artigos 239º e 240º do Código Penal Português, cometido através da divulgação pública de ideias racistas e de incitamento ao genocídio, através do apelo à eliminação física parcial de determinados grupos étnicos, cujos elementos deveriam – no entender do autor do comentário – ser “eliminados”, depois de seleccionados com base em critérios de natureza cultural.

Lisboa, 30 de Maio de 2007

Respeitosamente,

Máquina Zero

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Já voltei de férias. Foram umas boas férias, numa praia paradisíaca, gozando da incomparável hospitalidade do povo africano. Em relação à “Carta Aberta” que aqui publico, sugiro àqueles que concordarem com o seu conteúdo que façam o mesmo que eu já fiz: copiem este texto para um file de MSWord e enviem-no, em attachment, por email, à Procuradoria-Geral da República (mailpgr@pgr.pt)

Termino com saudações calorosas para os meus apoiantes e adversários. Para os inimigos, a recordação de uma filosofia que rege a minha vida, adaptada a partir de um aforismo popular: “Sei que, um dia, hei-de morrer. Não sei quando, nem como. Mas sei como é que não hei-de morrer. Nunca hei-de morrer nem de parto, nem de medo…” Para os muçulmanos meus adversários, que a Paz esteja convosco. Podemos discordar e discutir, mas todos nós acreditamos em Deus e respeitamo-nos uns aos outros. Para os muçulmanos meus inimigos, a minha habitual mensagem: “Antes morto que mouro!”. Deixaria aqui, também, uma mensagem para os muculmanos meus apoiantes, mas duvido que existam.

Máquina Zero