Homenagem a uma grande Nação

07/06/2008

4 de Julho de 2008

The Star Spangled Banner

God Bless America (The Deer Hunter)

America The Beautiful

Battle Hymn of the Republic


Afinal, ele sempre se engana…

06/11/2008

Eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas”, afirmou, em tempos que já lá vão, o então Primeiro-Ministro Cavaco Silva. Ao recuperar um termo que não faz sentido, há séculos – a raça portuguesa – O Presidente da República enganou-se. Pior que cometer um erro, é insistir nele, não o corrigir nem o admitir. Ser Português, como já aqui escrevi, é ter a Pátria no coração. A cor da pele é um factor secundário. Como o prova o facto de um dos poucos militares portugueses a quem foi concedida a mais alta condecoração nacional, por feitos heróicos em combate, na Guerra do Ultramar – a Ordem Militar da Torre e Espada – ser o falecido capitão-comando João Bacar Djaló.


General Rocha Vieira “receia fim da Liberdade”

04/07/2008

“É tempo ‘para voltarmos aos valores essenciais, para defendermos a memória dos que construíram Portugal independente, para honrarmos a responsabilidade de deixar aos sucessores mais do que aquilo que herdámos dos que nos antecederam’, afirmou o general Rocha Vieira, de acordo com o Correio da Manhã, no discurso que assinalou o Dia do Combatente.

 

Ora aqui está uma afirmação com a qual eu poderia concordar. Mas a memória dos homens é curta. Já ninguém se lembra que o general que agora brama, preocupado, com a independência nacional, quando andou lá pelo “bordel da Pátria”, como lhe chamou uma jornalista do Público, não parece ter tido grande preocupação em cumprir deveres fundamentais para com o seu comandante – o então Presidente Jorge Sampaio.


Sobre zuis, amarelos, castanhos, negros e brancos

06/26/2007

A propósito de um comentário do “Camões”

Caro, Camões, você afirma que, “hoje em dia, a influência dos imigrantes negros em Portugal é superior á dos mouros que só cá estiveram durante 550 anos contra os 30 anos dos imigrantes negros. Assustador, não?” 

Bem, eu não vejo as coisas dessa maneira. Assustador é ter guetos como há em França, na Holanda e na Inglaterra, onde as crianças filhos de imigrantes crescem sem sequer falarem a língua do seu país ( “seu”, sim, porque são cidadãos franceses, holandeses e ingleses ), completamente à margem das normas e regras legais e culturais que regem a vida em sociedade do seu país.

Exemplo disso são os “assassínios para limpar a honra da família”, frequentes entre a comunidade inglesa de origem paquistanesa. Basta uma rapariga namorar com um rapaz que seja de outra raça (por vezes, basta que seja de um clã paquistanês rival) para que a honra da família fique manchada e tenha que ser limpa com sangue. Ou seja, matando a rapariga. Agora, que sejam brancos, azuis, amarelos, negros, castanhos ou de qualquer outra cor, é-me indiferente. Que sejam Portugueses, não apenas de passaporte, mas de alma e coração, isso sim, isso acho fundamental!

Máquina Zero

The Guardian

Special units to crack down on honour killing

The Telegraph

Revealed: rising toll of deaths before dishonour

The Telegraph

How many more women have to die before this society wakes up?’

USA Today

Father found guilty in honor killing in U.K.

The Times

Boyfriend was stabbed 46 times in ‘honour killing’, court told

BBC News

‘Honour killing’ father begins sentence