Muçulmanos hipócritas e falsos

12/19/2006

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Lembram-se da polémica em relação à ópera Idomeneo? Pulhas da Esquerda Politicamente Correcta (EPC), devidamente cobardes, como manda a sua ideologia, cancelaram a ópera, por receio de ofender os muçulmanos. Diversas organizações dos ditos cujos juntaram-se às críticas, alegando que não viam problema nenhum na representação da referida ópera. O ministro alemão do Interior, Wolfgang Schaube, enviou convites a todos as organizações da Conferência do Islão. Seis delas já recusaram o convite, acusando o ministro de ser “populista”. Entre as organizações que recusaram o convite estão as duas principais associações de muçulmanos da Alemanha.

Algo que se torna claro, com episódios deste género, é a profunda hipocrisia dos muçulmanos que se dizem integrados e respeitadores da lei dos países europeus. Quando chega o momento de provarem isso, zero. Experimentem – sobretudo aqueles que me acusam de ser neo-nazi e xenófobo, à falta de argumento inteligente – fazer este peqeuno teste, e responder às questões com sinceridade. Quantos de vocês conhecem um muçulmano que:

  • seja sócio do vosso clube de futebol?
  • vá assistir aos jogos de futebol, com outros portugueses não-muçulmanos?
  • participe em alguma actividade caritativa, como a do Banco Alimentar Contra a Fome?
  • faça parte de um grupo de portugueses não-muçulmanos que vá jogar à bola no fim-de-semana?
  • seja membro da secção local do vosso partido político?
  • vá às reuniões da associação de pais da escola dos vossos filhos?
  • acompanhe o grupo de colegas do trabalho quando vão até ao café?
  • acompanhe o grupo de colegas de trabalho nos almoços e jantares de aniversário?
  • que faça parte de um grupo de teatro amador?
  • que integre um grupo folclórico?
  • que aceite apertar a mão a um colega de trabalho homossexual?

A resposta para a maioria desta questões será negativa, obviamente. Os muçulmanos só praticam actos caritativos no âmbito da sua comunidade. Só dão esmola quando esta é destinada a outros muçulmanos. Os muçulmanos só integram grupos desportivos, culturais ou recreativos contituídos exclusivamente por muçulmanos e que funcionem no estrito cumprimento da religião muçulmana. Aliás, se o fizessem de outra maneira, estariam a ter um comporgtamento haram, pecaminoso. Os muçulmanos ignoram completamente a actividade política nacional porque, para eles, a única lei é o Corão e o que o Corão diz está acima de todas as leis humanas. Depois de responderem às questões acima colocadas, digam-me se ainda acham que a comunidade muçulmana portuguesa está bem integrada…

Ah, e já agora, vejam este bom exemplo de integração: em Berlim, uma adolescente judia foi obrigada a ir às aulas com escolta policial, depois de ter sido insultada e agredida, durante meses, por colegas muçulmanos. Este ano, o número de agressões contra judeus – a maioria, da responsabilidade de árabes e turcos – aumentou 50 por cento, em Berlim.


Poligamia, a nova causa fracturante?

09/18/2006

Não tarda temos o Bloco de Esquerda a pegar nisto. Para já, em França, é um problema que o Estado não consegue ultrapassar. É comovente ler o depoimento de Fatima Camara, do Mali mas residente em França, segunde mulher numa família de três adultos e 10 crianças. Claro que se tornou complicado viver num partamento de três assoalhadas. Mas as coisas melhoraram quando lhes deram um apartamento de seis assoalhadas. Já em Espanha, as associações de muçulmanos despertaram com a legalização dos casamentos para homossexuais. Se permitem isso, porque não a poligamia, perguntam as associações de maometanos. Pois. E já agora, a lapidação e o corte das mãos, também não?