O início da “intifada imigrante” em território nacional

07/16/2008

Em Março do ano passado, coloquei um post neste blogue, dividido em duas partes, com o título: “Quinta da Fonte, o nosso primeiro “banlieu” (I e II) Dada a actualidade do assunto, entendi reproduzir esses dois posts.

“Quinta da Fonte, o nosso primeiro “banlieu” (I) – 21 de Março de 2007

A ficção costuma ir para além da realidade. Não há muito, escrevia aqui, com uma forte dose de ironia, que a Brigada Mista Independente, uma unidade altamente operacional do Exército Português, iria sair de Santa Margarida para ser colocada em Lisboa, a fim de colaborar com as autoridades policiais na vigilância e controle dos “bairros difíceis” – eufemismo para designar zonas maioritariamente habitadas por africanos, ciganos e imigrantes do Norte de África.

Ainda a “tinta” desse post não tinha secado e já a PSP se via em bolandas para controlar uma turba de bandidos no bairro da Quinta da Fonte, também conhecido por Bairro da Apelação, ali na fronteira entre os concelhos de Loures e Odivelas.

De acordo com a Câmara de Loures, o bairro tem as seguintes características: “(…) uma população multicultural, com especial incidência de naturais dos países africanos (Cabo-Verde, Angola, Guiné, Moçambique, que representam cerca de 40% da população), mas também de etnia cigana (cerca de 40%) e nacionais (20%). (…) Cerca de 90% da população é beneficiária do R.M.G. No bairro, existe ainda uma cooperativa de habitação com casas maioritariamente habitadas por nacionais.”

Algumas perguntas, no rescaldo desta operação, que obrigou a PSP a mobilizar mais de meia-centena de agentes

Porque razão o jovem de 23 anos que agrediu um agente da autoridade, foi mandado em liberdade pelo simpático juiz do tribunal a que foi presente, sem qualquer medida de coacção?

Porque razão a polícia não conseguiu ( ou não quis…???) deter ninguém, do grupo de bandidos que incendiaram e destruíram viaturas, num bairro fácilmente controlável, pelas suas características urbanas?

Porque razão ainda há idiotas que adoram o multiculturalismo, quando o próprio presidente da Junta de Freguesia, José Henriques Alves, garantiu ao Correio da Manhã que “a mistura de moradores ‘de diferentes hábitos culturais’ tornou-se explosiva”, na Quinta da Fonte?

Porque razão se deixa andar uma situação onde jovens adolescentes são obrigadas a deixar de ir à escola devido ao risco de serem violadas pelos gangues do bairro?

Porque razão se continuam a importar imigrantes dos países africanos, quando está mais que provado que a sua integração na sociedade portuguesa é um fracasso?

Porque razão se continuam a importar imigrantes, quando o desemprego entre eles tem aumentado, em média, 5,6 por cento ao ano e a maioria dos imigrantes desempregados são africanos?

Porque razão é que há investigadores tão inteligentes como o dr. Jorge Malheiros, professor da Universidade de Lisboa, que estudou dois bairros problemáticos (Cova da Moura e Bairro da Apelação…), concluindo que ali apenas “se pode falar em «soft gangs» e não em gangs organizados com criminalidade premeditada” e que a criminalidade, nesses mesmos bairros, “não é muito elevada”?

Porque razão a Câmara de Loures apoia a actividade de um grupo de artes marciais (o Grupo de Capoeira Alto do Bairro da Apelação), naquele bairro problemático? E para quando a construção de uma carreira de tiro, para os jovens concluírem o seu treino?

Porque razão se continua a acarinhar e estimular a manutenção de tradicções culturais ciganas que só conduzem à pobreza, ao analfabetismo e à criminalidade, em vez de se combater essa mesmas tradições culturais?

“Quinta da Fonte, o nosso primeiro “banlieu” (II) – 31 de Março de 2007

O Bairro da Quinta da Fonte é constituído por 786 fogos de habitação, onde foram realojadas 480 famílias em 1996, mais 350 do que as inicialmente previstas. Em 2001, o Bairro da Quinta da Fonte tinha 2.767 habitantes, dos quais cerca de 40 por cento seriam de origem africana (Cabo-Verde, Angola, Guiné, Moçambique), 40 por cento de etnia cigana e os restantes portugueses de origem – também referenciados como “lusos”, nalgumas publicações. Desemprego elevado, taxa de analfabetismo em crescimento, famílias de grande dimensão (45 por cento terão entre 1 a 4 pessoas, 55 por cento têm entre 5 a 10 elementos), altas taxas de insucesso, absentismo e abandono escolar (situação “particularmente preocupante na população de etnia cigana”), são algumas das características apontadas num relatório da Câmara Municipal de Loures. Acresce a isso, de acordo com o mesmo documento, um crescimento natural da população “particularmente significativo (até pelas próprias taxas de natalidade características das comunidades que compõem o bairro).”

Além disso, “a incidência de fenómenos subterrâneos que geralmente iludem as estatísticas, como o acolhimento de parentes e conterrâneos ou o aluguer/venda clandestina de alojamentos, tendem a reforçar o crescimento demográfico do bairro.” A Quinta da Fonte é (já era, em 2003…) um espaço degradado, com “os espaços e equipamentos comuns dos prédios” a apresentarem “um avançado estado de deterioração (…)”. Aliás, a “deterioração dos espaços públicos do Bº Quinta da Fonte é talvez a característica que em primeiro lugar salta à vista (…) O frequente abandono de lixos e monos na via pública contribui para a degradação e insalubridade dos espaços e equipamentos colectivos do bairro (…)” salienta o relatório dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Loures.

Posto isto, algumas questões muito simples:

Para resolver esta chaga social são necessários grandes investimentos, em matéria de reinserção social. É possível fazê-lo sem antes limitar o seu crescimento? Ou seja, de que vale ter programas de reinserção que possibilitam a dez famílias sair deste círculo vicioso de pobreza e exclusão, se entretanto já estão mais dez famílias na mesma situação? Isto é tentar esvaziar o mar com um dedal! E vamos cometer aqui um crime de lesa-majestade, para a Esquerda, afirmando que um pedreiro guineense consegue sustentar toda a família se esta estiver na Guiné-Bissau, mas não a consegue vestir, calçar e alimentar se a trouxer para Portugal.

Que sentido faz continuar a respeitar “tradições culturais” que conduzem, entre outras coisas, à ausência de habilitações académicas e/ou profissionais, produzindo miséria para as novas gerações, como acontece na comunidade cigana? Não será tempo de encarar formas mais coercivas de impor o usufruto de direitos fundamentais, como a escolaridade mínima obrigatória e uma educação que não seja coartada, aos 13 ou 14 anos, com um casamento e um rancho de filhos, antes dos vinte anos? Não será tempo de fazer perceber a estas pessoas, de forma mais incisiva, que ter oito ou dez filhos implica a responsabilidade de usufruir de proventos suficientes para os sustentar, com um mínimo de dignidade e condições?


Brigada Mista Independente vai para Lisboa (*)

03/18/2007

Combate ao crime reforçado com unidade militar

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Parte substancial da Brigada Mista Independente, uma unidade militar de elite com cerca de três mil homens, estacionada em Santa Margarida, poderá ser deslocada para Lisboa, a fim de auxiliar a PSP, GNR e PJ, nas operações policiais nos chamados “bairros difíceis”, como a Bela Vista, em Setúbal ou o Bairro da Torre. A crescente dificuldade das unidades policiais, mesmo reforçadas com o Corpo de Intervenção e o GOE (Grupo de Operações Especiais, unidade anti-terrorista), em penetrar nesses bairros, justificará o recurso a unidades militares com maior poder de fogo e dotadas de carros de combate e viaturas de transporte blindadas.

De recordar que, na mais recente destas operações, no Bairro Bela Vista, em Setúbal, a polícia teve que mobilizar 250 agentes, incluindo unidades de intervenção dos GOE, devido ao risco de retaliação tanto dos elementos criminosos procurados como da população em geral, constituída maioritariamente por imigrantes e membros de minorias étnicas. Noutra operação, efectuada em Maio de 2006, no Bairro da Torre, nos arredores de Lisboa, a polícia teve que reunir efectivos correspondentes aos de um batalhão (rondando os 600 homens) para conseguir entrar naquele bairro.

(*) – Esta notícia é ficção. Por enquanto!


Pequeno resumo de notícias “xenófobas”

02/08/2007

Crime, droga, castigo, cor e nacionalidade 

  • Três jovens, entre os 19 e os 24 anos, foram detidos por suspeita de dezenas de assaltos violentos nas ruas e transportes públicos de Lisboa. A PSP, que capturou os indíviduos no Bairro da Cova da Moura, referiu que os suspeitos atacavam preferencialmente estudantes (Correio da Manhã, 4.2.07).
  • A GNR de Quarteira deteve dois homens, um guineense e um angolano, por assalto a um casal de estrangeiros. O guineense aguardava julgamento em liberdade, por outro crime (Correio da Manhã, 5.2.07).
  • Dois brasileiros, de 19 e 26 anos, foram detidos pela GNR de Loures, pouco depois de terem assaltado à mão armada dois casais (Correio da Manhã, 13.1.07).
  • Em Sines, foram detidas nove indivíduos, quatro dos quais caboverdeanos e um brasileiro, por tráfico de droga (Correio da Manhã, 16.1.07).
  • Sete indivíduos foram detidos pela PSP, por tráfico de droga, numa operação realizada no bairro Sucupira, em Loulé, habitado por cerca de duas dezenas de famílias de origem africana.
  • Dois homens oriundos da América do Sul foram detidos, por suspeita de assaltos à mão armada, em Viseu e Coimbra (Correio da Manhã, 7.2.07).
  • A PJ de Braga deteve dois jovens (?) de 24 e 25 anos, por suspeita de roubo, em Viana do Castelo. Os dois jovens (?) agrediram violentamente um casal, depois de invadirem a sua residência. Os dois jovens (?) aguardam julgamento em liberdade. (DN, 7.2.07)

Negros mais revistados pela polícia

02/03/2007

Brancos são minoria no crime

Em Nova Iorque, 52% dos suspeitos interpelados e revistados pela polícia são negros, 29% são hispânicos e 10% são brancos. Racismo, grita a Esquerda e os liberais! Perseguição policial, gemem os defensores de qualquer assassino, desde que não seja branco. O problema é que 51% dos indivíduos formalmente acusados são negros, 30% são hispânicos e 12% são brancos. Ou seja, os polícias que procederam às revistas de suspeitos estavam mais que certos.

Claro que eu sou racista e xenófobo. Embora seja curioso que a população de Nova Iorque consista em 73% de brancos, 17% de negros e 16% de hispânicos. Qualquer pessoa que se recuse a desculpabilizar criminosos não-brancos, apenas por causa da sua cor, tem esse rótulo. E quem quer que seja que aponte o dedo à realidade, é acusado de ser um neo-nazi. Esta perversão da Esquerda tem uma vantagem: acaba por colocar muita gente de bom-senso do mesmo lado. O lado da Lei e da Ordem.