Falsificações islâmicas – Mais de 10 por cento da população angolana é muçulmana

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Um das técnicas mais utilizadas pelos partidários da religião da paz é a distorção e falsificação de dados. Os exemplos são inúmeros e repetidos. A falsificação histórica é uma das áreas preferidas, com o mito da convivência pacífica na Península Ibérica à cabeça. O facto de os livros de História de Portugal resistirem ainda a estas tentativas de manipulação leva o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdul Karim Vakil, a queixar-se publicamente, apelando à necessidade de reescrever a História. Reparem, por exemplo, neste mapa que assinala a percentagem de muçulmanos no mundo. Em África, para natural surpresa dos seus habitantes, Angola surge com uma percentagem entre 10 a 29 por cento de muçulmanos. O mapa é da responsabilidade da islamicweb.com, um site especializado em propaganda islâmica.

Curiosamente, um despacho da AngoNotícias dá conta do crescimento dos muçulmanos em Angola, desde que as primeiras comunidades ali se instalaram, há cerca de oito anos e provenientes do estrangeiro, e fala em mais de 15 mil praticantes, numa população que ronda os 14 milhões. O Semanário Angolense noticia um violento conflito na luta pela liderança da Comunidade Islâmica em Angola e lembra “o caso do envio de crianças angolanas ao Mali, onde era suposto estudarem, para serem praticamente escravizadas à pala da religião islâmica”

13 Responses to Falsificações islâmicas – Mais de 10 por cento da população angolana é muçulmana

  1. Fernando Alves diz:

    Também me surpreenderam os resultados da China, que indicam a mesma proporção. Não tenho a certeza de qual será na realidade mas vou tentar investigar.
    Bom blog, sem dúvida. Continue!

  2. Fernando Alves diz:

    Já encontrei!
    Segundo a wikipedia (normalmente é uma fonte fiável) existem 20 milhões de muçulmanos na China, o que representa menos de 2% da população.

  3. Ora bem! Mais uma, para a religião da paz e do amor, aquela que nunca ataca, só defende…

  4. Nadia diz:

    Depois da cassete com a mensagem do Osama ter passada na CNN logo a seguir ao 11 de Setembro, nunca mais pararam as bacoradas historicas como:

    – o mito da convivência pacífica na Península Ibérica à cabeça
    – o mito que a Espanha foi um pais islamico de 711-1492
    – o mito de que a Espanha foi um pais islamico excepto 10%, as Asturias
    – o mito de que por onde passssem os muculmamos, onde so’ havia calhaus, pedras, e 2 ou 3 acacos judeus e cristaos dantes, a partir dai passou a ser uma nacao islamica

    Estas calinadas tem duas origens na minha opiniao.

    A primeira origem sao os midia anglo-saxonicos, especialmente os mais populares como a FOXNEWS e a CNN. Quer queiramos quer nao, as modas e os focos de atencao de tudo o que passa ai, aparece mais tarde ou mais cedo no resto do mundo.

    Isto do Islao em Espanha, e’ resultado dos historiadores ingleses do seculo 19, quando Inglaterra ascendeu a maior potencia mundial a visao dos ingleses dos seus antigos rivais derrotados (Espanha, e de certa forma tudo o que e’ Europa Continental) se cristalizou.

    Exemplos:

    – A “lenda negra”, os espanhois sao carnificeiros e gananciosos. Uma especie de Hunos Europeus.

    – os espanhois destruiram a grande cultura inca/asteca/blablaba, nao “desenvolveram” a america latina, ao contrario dos colonos de origem protestante/anglosaxonico que trocavam peles com a Pocahontas e lhes ensinavam a ser lavadinhos e disciplinados

    – “protestante=bom, escolheito por Deus. Catolico=preguicoso, bebado, ganancioso do ouro e violador de indios.

    A isto junta-se a guerra Hispano-Americana de final do seculo 19, em que pela primeira vez na historia um Imperio estrangeiro (visto ainda como grandioso mas decadente) foi derrotado, a Espanha. O “imperio” americano comecou a “medir-se” com Roma, Mongois, Espanha, Inglaterra , etc. E a tentar tambem perceber as razoes dessa superioridade.

    Isto influencia imenso a cultura popular americana. Fascina completamente os Americanos.

    E’ a imagem de latino/his
    panico/spanish/mexicano, misturado com as fabulas da Andalucia, touros, mucha passion, resolve-se tudo ‘a facada, sangre e honra, mulheres regateiras, homens com bigode, Zorro, flamenco, ciganos, toradas, um calor abrasador e tropical da Galiza aos Pirineus, etc..

    Isto sao os relatos da literatura de viagens americana popular, Washington Irving, Hemingway, e dos historiadores ingleses.

    A isto veio juntar-se esta grande novidade de que a Espanha ja’ foi do Ossama bin Laden.

    Poahhhhh !!! ainda mais exo’tico !!! Isto tem uma influencia enorme tambem nos miudos americanos filhos de imigrantes arabes e entalados entre duas culturas.
    Estes miudos que se sentem humilhados, sao completamente obcecados por estas historias da carochinha.

    Onde este fenomeno tambem acontece, e’ em Franca com os miudos argelinos, marrocanos e tunisinos de terceira geracao.

    Isto e’ financiado pelos “institutos culturais e de pesquisa” financiados pela Arabia Saudita.

    Existem alguns recentes em Espanha, que ja’ so trabalham a 100% com intelectuais islamicos e espanhois a fazer esta propaganda. Sao pessoas que sabem usar a Internet, Blogs e a Wikipedia.

    A segunda origem e’ a massificacao da tecnologia sate’lite e a explosao das redes de televisao a partir dos anos 90 nos paises arabes. Isto e’ dia e noite. Desde a musica pimba a cantar “Ai meu Andaluz, que saudades” ate’ “debates” com intelectuais com “como no’s e’ramos grandiosos antigamente, e os Europeus baixava a bolinha perante a grandeza do Islao”.

    Ate’ ao final do seculo passado, isto nao passavam de fantasias historicas que apareciam em poemas lamechinhas de intelectuais arabes. Como so’ meia duzia e’ que sabia ler e escrever, nao chegavama a muitos. So’ quando os ingleses comecara a picar os arabes que viviam no Imperio Turco para se revoltarem, e’ que apareceu esta moda do “somos todos Arabes, somos todos uma Nacao” desde Marrocos ate’ ao Pakistan.

    Em lembro-me de estar num kiosk de de comes e bebes como ha’ por toda a Alemanha de turcos e outros arabes. Isto era completamente na provincia e o dono nem sequer era Arabe ou Turco. Era curdo.

    Perguntou-me de onde eu vinha. Isto porque como eu tenho aparencia mediterranica, eles estranham sempre eu nao ser arabe. Para eles o mundo divide-se entre arabes e nao arabes. Ora como a maioria dos alemaes sao louros, um moreno so’ pode ser arabe.

    Quando eu lhe disse que era portuges, ficou a olhar como um boi para um palacio. Depois la lhe disse que era ao pe de Espanha. Resposta:

    “Ah portugues ! meu amigo do Al-Andaluz ”

    ———————————-

    … In approximately 711 Lisbon was taken by the Moors under whose rule the city flourished

    …, built many mosques and houses as well as a new city wall, currently named the Cerca Moura.

    …Life in Muslim Lisbon was completely different from Contemporary Lisbon life. Arabic was the official language, spoken by the majority of the populace as their mother tongue. Islam was the official religion, and by the 10th century the majority of Lisbon’s inhabitants were Muslim.

    …. Lisbon’s name itself, pronounced “Lizhboa” in Portuguese, is more directly derived from the Arabic name of the city, al-Ushbuna, than the Latin Olissipo. The azulejos that appear throughout the city are originally Muslim in style, and the word “azulejo” is derived from an Arabic word.

    The fall of Islam is one of the most significant events in Lisbon’s history. Arabic lost its place in everyday life, and was replaced by Portuguese. The majority Muslim population was gradually converted to Roman Catholicism and the mosques were turned into churches.

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Lisbon&oldid=78381990#Moorish_Rule

    ——————————–
    —————————————————–

    Quite frankly, the Moorish rulers of Lisbon, from 711 to 1147, aren’t given enough credit in this article. The rule is concluded in two sentences. Did the city just dissapear and reappear in 1147? Lisbon was a thriving city under Moorish rule, and we need to mention that. Go in depth. Mention how the populace spoke Arabic, some retaining the Romance, and that the majority of the population was Muslim during this time. Somebody needs to do research and write as much about the Muslim rule as is in the Roman rule. Thanks!

    … Go for it!!! –BBird 23:07, 4 January 2006 (UTC)

    … This section now looks like like almost apologetic for the reconquering of Lisbon, and makes Lisbon the paradise on earth under Moorish rule. I really doubt it is accurate. Some sources and some balance might be of use here.–BBird 00:06, 6 January 2006 (UTC)

    … How was it “paradise on Earth”? Is it because I said that Jews, Muslims, and Christians lived peacefully together? That is the truth. It is 100% accurate. You’re sounding biased or almost mad that Muslims ever came to Lisbon. Stallions2010 21:06, 8 January 2006 (UTC)

    … Many modern Portuguese don’t like the Muslim heritage. They see the Moorish rule as being disastrous and Muslims as uncivilized. An example is at this link: http://www.islamicity.com/forum/forum_posts.asp?TID=2748&PN=1

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Talk:Lisbon&oldid=34539328#The_Moors.3F

    ———————————————————-

    My name is Maria João. My story of conversion to Islam is painful to recall, and probably will be for the rest of my life. Like so many others, I went through pain and suffering, but at the end, conversion was the best thing I have ever done.

    To fully understand my situation, take into consideration my country: Portugal.

    http://www.islamicity.com/forum/forum_posts.asp?TID=2748&PN=1

    —————————————————————–

    … my name is Jonathan Ahmed. I live in the United States, in Texas, where I was born and grew up. I went to Southern Methodist University. In my free time, I eat, sleep, watch T.V., surf the Internet, and engage in outdoor activities.

    … My basic aim on Wikipedia is to increase my knowledge of various things. I want to bring awareness of Islamic rule in formerly Muslim areas, like Portugal, Spain, Malta, and Sicily, without propaganda or being biased. I also like improving articles about former German areas. My ancestors hailed from these parts, then part of Germany, but now part of different countries like Poland, Russia, and Lithuania.

    … For a time, I was an atheist, and God forgive me for that. But then I found Islam. This religion answered all my questions with straightforward answers. I took a liking to it, and in 2001, when I was 21 years old, I converted to this religion. I am happy to say that I am content living as a Muslim. Every day holds beauty that I never realized until I converted to Islam.

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=User:Stallions2010&oldid=73820663

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    editado por:

  5. Nadiab diz:

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    Quite frankly, the Moorish rulers of Lisbon, from 711 to 1147, aren’t given enough credit in this article. The rule is concluded in two sentences. Did the city just dissapear and reappear in 1147? Lisbon was a thriving city under Moorish rule, and we need to mention that. Go in depth. Mention how the populace spoke Arabic, some retaining the Romance, and that the majority of the population was Muslim during this time. Somebody needs to do research and write as much about the Muslim rule as is in the Roman rule. Thanks!

    … Go for it!!! –BBird 23:07, 4 January 2006 (UTC)

    … This section now looks like like almost apologetic for the reconquering of Lisbon, and makes Lisbon the paradise on earth under Moorish rule. I really doubt it is accurate. Some sources and some balance might be of use here.–BBird 00:06, 6 January 2006 (UTC)

    … How was it “paradise on Earth”? Is it because I said that Jews, Muslims, and Christians lived peacefully together? That is the truth. It is 100% accurate. You’re sounding biased or almost mad that Muslims ever came to Lisbon. Stallions2010 21:06, 8 January 2006 (UTC)

    … Many modern Portuguese don’t like the Muslim heritage. They see the Moorish rule as being disastrous and Muslims as uncivilized. An example is at this link: http://www.islamicity.com/forum/forum_posts.asp?TID=2748&PN=1

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Talk:Lisbon&oldid=34539328#The_Moors.3F

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    My name is Maria João. My story of conversion to Islam is painful to recall, and probably will be for the rest of my life. Like so many others, I went through pain and suffering, but at the end, conversion was the best thing I have ever done.

    To fully understand my situation, take into consideration my country: Portugal.

    http://www.islamicity.com/forum/forum_posts.asp?TID=2748&PN=1

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    … my name is Jonathan Ahmed. I live in the United States, in Texas, where I was born and grew up. I went to Southern Methodist University. In my free time, I eat, sleep, watch T.V., surf the Internet, and engage in outdoor activities.

    … My basic aim on Wikipedia is to increase my knowledge of various things. I want to bring awareness of Islamic rule in formerly Muslim areas, like Portugal, Spain, Malta, and Sicily, without propaganda or being biased. I also like improving articles about former German areas. My ancestors hailed from these parts, then part of Germany, but now part of different countries like Poland, Russia, and Lithuania.

    … For a time, I was an atheist, and God forgive me for that. But then I found Islam. This religion answered all my questions with straightforward answers. I took a liking to it, and in 2001, when I was 21 years old, I converted to this religion. I am happy to say that I am content living as a Muslim. Every day holds beauty that I never realized until I converted to Islam.

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=User:Stallions2010&oldid=73820663

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    Depois da cassete com a mensagem do Osama ter passada na CNN logo a seguir ao 11 de Setembro, nunca mais pararam as bacoradas historicas como:

    – o mito da convivência pacífica na Península Ibérica à cabeça
    – o mito que a Espanha foi um pais islamico de 711-1492
    – o mito de que a Espanha foi um pais islamico excepto 10%, as Asturias
    – o mito de que por onde passssem os muculmamos, onde so’ havia calhaus, pedras, e 2 ou 3 macacos judeus e cristaos dantes, a partir dai passou a ser uma nacao islamica

    Estas calinadas tem duas origens na minha opiniao.

    A primeira origem sao os midia anglo-saxonicos, especialmente os mais populares como a FOXNEWS e a CNN. Quer queiramos quer nao, as modas e os focos de atencao de tudo o que passa ai, aparece mais tarde ou mais cedo no resto do mundo.
    Isto do Islao em Espanha, e’ resultado dos historiadores ingleses do seculo 19, quando Inglaterra ascendeu a maior potencia mundial a visao dos ingleses dos seus antigos rivais derrotados (Espanha, e de certa forma tudo o que e’ Europa Continental) se cristalizou.
    Exemplos:

    – A “lenda negra”, os espanhois sao carnificeiros e gananciosos. Uma especie de Hunos Europeus.
    – os espanhois destruiram a grande cultura inca/asteca/blablaba, nao “desenvolveram” a america latina, ao contrario dos colonos de origem protestante/anglosaxonico que trocavam peles com a Pocahontas e lhes ensinavam a ser lavadinhos e disciplinados
    – “protestante=bom, escolheito por Deus. Catolico=preguicoso, bebado, ganancioso do ouro e violador de indios.

    A isto junta-se a guerra Hispano-Americana de final do seculo 19, em que pela primeira vez na historia um Imperio estrangeiro (visto ainda como grandioso mas decadente) foi derrotado, a Espanha. O “imperio” americano comecou a “medir-se” com Roma, Mongois, Espanha, Inglaterra , etc. E a tentar tambem perceber as razoes dessa superioridade.
    Isto influencia imenso a cultura popular americana. Fascina completamente os Americanos.

    E’ a imagem de latino/hispanico/spanish/mexicano, misturado com as fabulas da Andalucia, touros, mucha passion, resolve-se tudo ‘a facada, sangre e honra, mulheres regateiras, homens com bigode, Zorro, flamenco, ciganos, toradas, um calor abrasador e tropical da Galiza aos Pirineus, etc..Isto sao os relatos da literatura de viagens americana popular, Washington Irving, Hemingway, e dos historiadores ingleses.

    A isto veio juntar-se esta grande novidade de que a Espanha ja’ foi do Ossama bin Laden.Poahhhhh !!! ainda mais exo’tico !!!

    Para alem dos americanos isto tem uma influencia enorme tambem nos miudos americanos filhos de imigrantes arabes e entalados entre duas culturas. Estes miudos que se sentem humilhados, sao completamente obcecados por estas historias da carochinha. Onde este fenomeno tambem acontece, e’ em Franca com os miudos argelinos, marrocanos e tunisinos de terceira geracao. Isto e’ financiado pelos “institutos culturais e de pesquisa” financiados pela Arabia Saudita.Existem alguns recentes em Espanha, que ja’ so trabalham a 100% com intelectuais islamicos e espanhois a fazer esta propaganda. Sao pessoas que sabem usar a Internet, Blogs e a Wikipedia.

    A segunda origem e’ a massificacao da tecnologia sate’lite e a explosao das redes de televisao a partir dos anos 90 nos paises arabes. Isto e’ dia e noite. Desde a musica pimba a cantar “Ai meu Andaluz, que saudades” ate’ “debates” com intelectuais com “como no’s e’ramos grandiosos antigamente, e os Europeus baixava a bolinha perante a grandeza do Islao”.

    Ate’ ao final do seculo passado, isto nao passavam de fantasias historicas que apareciam em poemas lamechinhas de intelectuais arabes. Como so’ meia duzia e’ que sabia ler e escrever, nao chegavama a muitos. So’ quando os ingleses comecara a picar os arabes que viviam no Imperio Turco para se revoltarem, e’ que apareceu esta moda do “somos todos Arabes, somos todos uma Nacao” desde Marrocos ate’ ao Pakistan.

    Em lembro-me de estar num kiosk de de comes e bebes como ha’ por toda a Alemanha de turcos e outros arabes. Isto era completamente na provincia e o dono nem sequer era Arabe ou Turco. Era curdo.

    Perguntou-me de onde eu vinha. Isto porque como eu tenho aparencia mediterranica, eles estranham sempre eu nao ser arabe. Para eles o mundo divide-se entre arabes e nao arabes. Ora como a maioria dos alemaes sao louros, um moreno so’ pode ser arabe.

    Quando eu lhe disse que era portuges, ficou a olhar como um boi para um palacio. Depois la lhe disse que era ao pe de Espanha. Resposta:

    “Ah portugues ! meu amigo do Al-Andaluz ”

    algumas referencias para rir uns bons minutos:

    … In approximately 711 Lisbon was taken by the Moors under whose rule the city flourished

    …, built many mosques and houses as well as a new city wall, currently named the Cerca Moura.

    …Life in Muslim Lisbon was completely different from Contemporary Lisbon life. Arabic was the official language, spoken by the majority of the populace as their mother tongue. Islam was the official religion, and by the 10th century the majority of Lisbon’s inhabitants were Muslim.

    …. Lisbon’s name itself, pronounced “Lizhboa” in Portuguese, is more directly derived from the Arabic name of the city, al-Ushbuna, than the Latin Olissipo. The azulejos that appear throughout the city are originally Muslim in style, and the word “azulejo” is derived from an Arabic word.

    The fall of Islam is one of the most significant events in Lisbon’s history. Arabic lost its place in everyday life, and was replaced by Portuguese. The majority Muslim population was gradually converted to Roman Catholicism and the mosques were turned into churches.

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Lisbon&oldid=78381990#Moorish_Rule

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    Quite frankly, the Moorish rulers of Lisbon, from 711 to 1147, aren’t given enough credit in this article. The rule is concluded in two sentences. Did the city just dissapear and reappear in 1147? Lisbon was a thriving city under Moorish rule, and we need to mention that. Go in depth. Mention how the populace spoke Arabic, some retaining the Romance, and that the majority of the population was Muslim during this time. Somebody needs to do research and write as much about the Muslim rule as is in the Roman rule. Thanks!

    … Go for it!!! –BBird 23:07, 4 January 2006 (UTC)

    … This section now looks like like almost apologetic for the reconquering of Lisbon, and makes Lisbon the paradise on earth under Moorish rule. I really doubt it is accurate. Some sources and some balance might be of use here.–BBird 00:06, 6 January 2006 (UTC)

    … How was it “paradise on Earth”? Is it because I said that Jews, Muslims, and Christians lived peacefully together? That is the truth. It is 100% accurate. You’re sounding biased or almost mad that Muslims ever came to Lisbon. Stallions2010 21:06, 8 January 2006 (UTC)

    … Many modern Portuguese don’t like the Muslim heritage. They see the Moorish rule as being disastrous and Muslims as uncivilized. An example is at this link: http://www.islamicity.com/forum/forum_posts.asp?TID=2748&PN=1

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Talk:Lisbon&oldid=34539328#The_Moors.3F

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    My name is Maria João. My story of conversion to Islam is painful to recall, and probably will be for the rest of my life. Like so many others, I went through pain and suffering, but at the end, conversion was the best thing I have ever done.

    To fully understand my situation, take into consideration my country: Portugal.

    http://www.islamicity.com/forum/forum_posts.asp?TID=2748&PN=1

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    … my name is Jonathan Ahmed. I live in the United States, in Texas, where I was born and grew up. I went to Southern Methodist University. In my free time, I eat, sleep, watch T.V., surf the Internet, and engage in outdoor activities.

    … My basic aim on Wikipedia is to increase my knowledge of various things. I want to bring awareness of Islamic rule in formerly Muslim areas, like Portugal, Spain, Malta, and Sicily, without propaganda or being biased. I also like improving articles about former German areas. My ancestors hailed from these parts, then part of Germany, but now part of different countries like Poland, Russia, and Lithuania.

    … For a time, I was an atheist, and God forgive me for that. But then I found Islam. This religion answered all my questions with straightforward answers. I took a liking to it, and in 2001, when I was 21 years old, I converted to this religion. I am happy to say that I am content living as a Muslim. Every day holds beauty that I never realized until I converted to Islam.

    http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=User:Stallions2010&oldid=73820663

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  6. carlos diz:

    Os valores não me parecem errados, considerando que as margens de erro são elevadas (29% a 10%).

    Mais preocupante é o que se passa em Moçambique que em breve terá todo o Norte convertido ao Islão e neste momento já tem a economia e os mídia controlados por esta seita.

    Darfur é um bom exemplo daquilo para que o Papa alertou. Quando as populações se opõe à progressão do Islão, a imposição é feita pela adaga (hoje pela metralhadora).

  7. Olhe que não. 15 mil muçulmanos em 14 milhões de habitantes está muito longe de 10 por cento… Quanto ao Darfur, é apenas a continuação da tradicional prática de escravização e extermínio dos negros, por parte dos árabes.

  8. maileu diz:

    não sei, não, tida em conta a pujança com que o Islamismo se projecta pelo continente africano…

    e coisa é certa que dizem que nas regiões e países mais islamizados é muito menor o índice crescente da Aids, Sida, pelo uso da circuncisão que essa religião, à semelhança do Judeísmo, pratica nos seus adeptos, assim tornados imunes à propagação da doença, que, afinal, parece que se adquire, primeiramente, pela membrana interior e mais sensível do prepúcio que eles então deixam de ter

    ou como, guardadas todas as distâncias, nem tudo é tanto para se descrer, ok?

  9. Desculpe là: “Uma coisa é certa”? “Dizem que”? Então é certo ou dizem que? Quanto ao resto do seu post, desejolhe a continuação de um bom Ramadão. Durante os próximo 50 anos.

  10. Desculpe là: “Uma coisa é certa”? “Dizem que”? Então é certo ou dizem que? Quanto ao resto do seu post, desejo-lhe a continuação de um bom Ramadão. Durante os próximo 50 anos.

  11. R fez diz:

    Em uma conversa de portas fechadas, historiadores reunidos em Londres falaram que o Alcorão foi escrito por volta de 300 anos após o surgimento do Islã, mas isto nunca poderia ser anunciado porque algum Irmã iria decretar o paraiso para aquele matar quem divulgou .
    Nenhum exemplar ou página do Alcorão antes do ano 900 da era Cristã pode ser encontrado, os exemplares mais antigos são escondidos ( que são bem recentes em relação ao que é defendidos pelos islamicos) pela liderança, até dos seus crentes. Entre os judeus há a história que o Alcorão foi escrito por 3 sabios judeus.
    Muita coisa hoje não é divulgado por questão de politica ou simples medo: quando houve a revolta dos Malis no estado brasileiro da Bahia, na primeira metade do século XIX, os escravos islamizados escreveram nas caroagens e demais veiculos da época, marcando o dia da revolta, um “turco ou árabe” foi a delegacia avisar, mas ninguém deu credito a ele. No dia da revolta os escravos tomaram grande parte da cidade com ajuda dos escravos aministas e católicos, mas quando anoiteceu os escravos islamizados invadiram os terreros de religião africanas (aministas) e começaram a matar os sacerdotes, mas como ninguém mata todos, os que mão morriam avisaram os outros aministas e eles se refugiaram fora da cidade e se uniram a tropas brasileiras e o movimento foi extinto rapidamente. O Islamismo não cresce na Brahia por isto. O Alcorão tem diferentes exemplares, o que é lido no Egito não é igual o do Iraque.
    Eu falo porque sei R FEZ
    Não pode haver democracia em um país islamico, porque tudo tem que ser resolvido coranicamente: quando um cristão se converte aos islamismo há fez, quando um islamico se converte ao cristianismo a ordem é de matar quem aceitou e quem pregou. Como pode haver democracia assim. Na Nigeria os critãos nas regiões de maioria islamicas, não podem manifestar publicamente sua fé, mas nas regiões de maioria cristã os muçulmanos podem e exigem se manisfestar.

  12. Ana França diz:

    Não vejo superioridade em nenhuma religião. O que pode haver neste mundo é mente superior e mente inferior, sob qualquer denominação religiosa. O resto
    é divisão, é discórdia, nada a ver com fraternidade, coisa de que precisamos muito, para tornar-nos mais parecidos com um projeto de humanidade.

  13. BODERO diz:

    Um psiquiatra da Universidade de Colúmbia, que argumenta que a profissão da saúde mental “comprou totalmente a idéia de que uma vez gay você não pode mais ser mudado”, informou na quarta-feira (09) que alguns gays “altamente motivados” podem se tornar heterossexuais.

    O pesquisador, o dr. Robert Spitzer, disse que seu estudo foi baseado em entrevistas por telefone de 45 minutos com 143 homens e 57 mulheres que buscaram ajuda para mudar sua orientação sexual. Ele e seus colegas descobriram que 66% dos homens e 44% das mulheres atingiram um “bom funcionamento heterossexual”, disse ele.

    “Se alguém deseja mudar e não está sendo pressionado para isto, não deveria se presumir automaticamente que se trata de um ato irracional ou de ceder à sociedade”, disse Spitzer em uma entrevista.

    Mas os resultados do estudo foram imediatamente criticados por grupos de direitos gays, que apontaram que a maioria dos pesquisados foram recrutados por organizações que condenam a homossexualidade, como o Exodus, uma seita cristã que se descreve em seu site na Internet como “promovedora da mensagem da ‘liberdade da homossexualidade por meio do poder de Jesus Cristo'”.

    “É uma fraude, não ciência”, disse David Elliot, diretor de comunicações da National Gay and Lesbian Task Force (força tarefa nacional de gays e lésbicas), um grupo lobista de Washington. “É um embuste científico”.

    O estudo ainda não foi publicado ou submetido a avaliação profissional. Mas Spitzer descreverá os resultados em Nova Orleans, como parte de um simpósio da reunião anual da Associação Psiquiátrica Americana.

    Os cientistas não sabem o que determina alguém se tornar heterossexual ou homossexual. Mas a maioria acredita que a biologia tem um forte papel na orientação sexual. E a maioria das organizações de saúde mental emitiram resoluções desencorajando o uso das chamadas terapias reparativas que visam mudar homossexuais em heterossexuais, dizendo que não há evidência científica de que sejam eficazes.

    Spitzer liderou a equipe que em 1973 removeu a homossexualidade da lista oficial de desordens mentais contida no manual de diagnóstico da associação psiquiátrica. Mas ele disse que decidiu que o estudo era necessário após conversar com manifestantes que se opunham à política da associação em relação a tais terapias, que também desencoraja seu uso.

    “Me ocorreu que talvez o consenso geral, de que o comportamento pode ser combatido mas a orientação sexual não pode ser mudada, estava errado”, disse Spitzer.

    Ainda assim, ele acrescentou que o número de homossexuais que podem se tornar heterossexuais com sucesso é provavelmente “muito pequeno”, como ficou evidenciado pela dificuldade que teve para encontrar candidatos para o estudo.

    E ele reconheceu que os participantes do estudo eram “incomumente religiosos”, e não eram necessariamente representativos da maioria dos gays e lésbicas dos Estados Unidos.

    Daqueles que participaram do estudo, 78% se manifestaram publicamente a favor dos esforços para converter homossexuais em heterossexuais; 93% disseram que a religião era “extremamente” ou “muito” importante em suas vidas. Cerca de 40% disseram que antes de decidirem mudar sua orientação sexual, eles eram exclusivamente atraídos a parceiros do mesmo sexo. E todos relataram que deram início a seus esforços para mudar sua orientação sexual pelo menos cinco anos antes de serem entrevistados.

    Spitzer disse que os participantes expressaram diferentes motivos para o desejo de se tornarem heterossexuais. Eles incluíram o sentimento de que o “estilo de vida” gay “não era emocionalmente satisfatório” (81% dos participantes); a crença de que sua religião entrava em conflito com o fato de serem gays (79%); e o desejo de se casarem ou permanecerem casados (67% dos homens, 35% das mulheres).

    Os participantes responderam a 60 perguntas sobre seu comportamento, sentimentos e fantasias sexuais antes e depois do início dos esforços para mudar sua orientação sexual.

    Muito poucos pacientes, disse Spitzer, relataram estar completamente livres dos sentimentos homossexuais ou fantasias sexuais no ano que antecedeu a entrevista. Mas 29% dos homens e 63% das mulheres disseram que estavam “apenas ligeiramente incomodados” com tais sentimentos.

    Os pesquisadores definiram “bom funcionamento heterossexual” como estando em “um relacionamento heterossexual amoroso e emocionalmente satisfatório” no ano que antecedeu a entrevista, tendo praticado sexo heterossexual satisfatório pelo menos mensalmente e nunca ou raramente ter pensado em parceiros do mesmo sexo durante o ato sexual heterossexual.

    Em contraste, o dr. Ariel Shidlo e o dr. Michael Schroeder, ambos psicólogos de uma clínica particular em Manhattan, relataram que a grande maioria dos pacientes em seu estudo, que foram recrutados pela Internet e por mala direta para grupos que defendem a terapia reparativa, informaram fracasso em seus esforços de mudar por meio destas terapias.

    O estudo deles ainda não foi publicado ou apresentado para análise profissional. Schroeder disse que 18 pacientes que se consideravam “bem-sucedidos” em se tornarem heterossexuais “não se enquadram no que o público considera como sucesso”.

    “Eles eram celibatários ou continuam a lutar contra o desejo ou comportamento homossexual”, disse ele.

    Muitos pacientes, disse Schroeder, investiram de 5 a 15 anos em terapias, e quando não foram bem-sucedidos, eles experimentaram “um excessivo sentimento de perda”.

    Tradução: George El Khouri Andolfato

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