Português nojento

Sempre me fascinou a história de Abel e Caim. Que razões poderiam ser tão fortes para levar um irmão a matar o outro imão? Que inveja seria tão violenta, tão possessiva que armasse de um punhal o braço que antes apoiou quem dava os seus primeiros passos? Mais difícil ainda é perceber aqueles que pregam o ódio contras os seus, que os desejam ver destruídos, mortos, aniquilados, invadidos.

A propósito dos imigrantes que vão enchendo Lisboa, um vertebrado que dá pelo nome de Daniel Oliveira e assina uma coluna no Expresso, escreve o seguinte: "Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacinal. Que venham muitos e façam disto um país."

Que português nojento é este, que aspira por uma invasão de imigrantes, que apela a que venham cada mais? Que gente é esta, que classifica de imbecis, estúpidos, todos os portugueses e dá como inteligentes, cultos e superiores, todos os estrangeiros imigrantes? Que trauma tem ele, para se odiar assim tanto a si próprio? Será que este vertebrado não é português? Mas se é, porque sente tanto prazer em ver os portugueses substituídos por imigrantes? De onde te vem tanto ódio pelo teu próprio povo, Daniel Oliveira? Algum trauma de infância?

29 Responses to Português nojento

  1. Daniel Oliveira diz:

    Eu falei bem dos portugueses que partiram. Dos que têm ambição. Não disse que os portugueses eram estúpidos. Não acho que nenhum povo seja estúpido. Mas ler os seus posts não ajuda a esta minha convicção…

  2. Anónimo diz:

    Mas é um princípio. Pelo menos, significa que você já aprendeu a ler.

  3. Meu caro Daniel Oliveira: Não tente fugir com o rabo à seringa. Você apela a que venham muitos imigrantes, mais! E que eles tomem conta disto – do País. “Felizmente tomarão conta das nossas cidades” – foi o ue você escreveu. Não tem coragem pra assumir o que escreve? Ou arrependeu-se? Mostrou a sua verdadeira faceta, foi? A de um ‘homem’ que odeia os seus próprios compatriotas e gosta é de estrangeiros? Tenha vergonha, meu caro. Pinte a cara de preto e vá viver para a Cova da Moura.

  4. […] Daniel Oliveira, o homem que apelava recentemente, no Expresso, para que viessem mais imigrantes para Portugal a fim de tomarem conta das nossas cidades, faz hoje eco de uma manobra de contra-informação, divulgando falsas informações sobre uma reportagem de Liz Jackson, da Australian Broadcasting Corporation, sobre Timor. […]

  5. […] À nossa conta, vivem também largos milhares de imigrantes que, meia-dúzia de anos depois de construírem a barraca, são contemplados com uma casa, assistência médica, escola para os filhos, enfim, tudo aquilo que nornalmente não têm no seu País. Claro que, para o Daniel Oliveira, isto é bom. É preciso não esquecer que o ex-dirigente do Bloco de Esquerda  ambiciona ver os portugueses substituídos por imigrantes. Se houvesse jornalistas com alguma lucidez, perguntariam aos responsáveis do Prohabita qual a percentagem de imigrantes é que residem em habitação social. Ora aqui está um dado que não se verá, em nenhum jornal MSM (MainStream Media). Muito menos no Público. […]

  6. […] Alguns dos comentários que aqui recebo são elucidativos dos três exemplos que referi. Vez por outra, aparece um onde se concentram aqueles três defeitos de carácter. E não estou a falar do Daniel Oliveira, claro. Esse, já nós sabemos que tem por maior ambição que as nossas cidades sejam ocupadas por imigrantes, que substituam todos os portugueses, como ele escreveu no Expresso. […]

  7. […] À nossa conta, vivem também largos milhares de imigrantes que, meia-dúzia de anos depois de construírem a barraca, são contemplados com uma casa, assistência médica, escola para os filhos, enfim, tudo aquilo que nornalmente não têm no seu País. Claro que, para o Daniel Oliveira, isto é bom. É preciso não esquecer que o ex-dirigente do Bloco de Esquerda ambiciona ver os portugueses substituídos por imigrantes. Se houvesse jornalistas com alguma lucidez, perguntariam aos responsáveis do Prohabita qual a percentagem de imigrantes é que residem em habitação social. Ora aqui está um dado que não se verá, em nenhum jornal MSM (MainStream Media). Muito menos no Público. […]

  8. […] Nada entusiasma mais o autor do Arrastão, Daniel oliveira, do que qualquer indício de que a Al-Qaeda e o terrorismo islâmico estão a ganhar terreno. Excepto uma notícia que saliente algum aspecto negativo dos Estados Unidos. Ou a perspectiva de uma onda de imigrantes invadir Portugal. […]

  9. […] Porque a generosidade do Estado Social europeu permite que extremistas e fanáticos como este vivam à conta dos contribuintes e pratiquem a poligamia sem entraves. Porque qualquer medida destinda a colocar um ponto final a estes desmandos é considerada, pela Esquerda, como sendo xenofobia. Porque o Daniel Oliveira faz tudo o que pode para que os imigrantes “tomem conta das nossas cidades”. Porque jornalistas como o Paulo João Santos fazem entrevistas como esta. […]

  10. […] Ora aqui está alguém que ainda tem uma opinião pior do que a minha, em relação ao Daniel Oliveira- o tal que deseja ardentemente ver os portugueses substituídos por imigrantes, ao ponto de apelar, no Expresso, para que “venham muitos e tomem conta das nossas cidades”. O “Esperando o tal Godot ou isso” ainda consegue mais incisivo do que eu. […]

  11. […] O ministro saudita do Interior(*), prícipe Nayef, acusou os extremistas islâmicos de estarem ao serviço de potências estrangeiras, culpou os sionistas pelos ataques às torres gémeas e isinuou que os Estados Unidos são responsáveis pela criação da Al-Qaeda. Eis aqui uma alma gémea do Daniel Oliveira e de outros esquerdistas. O fundamento ideológico é igual: a América e os judeus são a origem de todo o mal no mundo. […]

  12. Caturo diz:

    Daniel Oliveira é das criaturas com forma mais humana mais aviltantes que respira em Portugal.

    http://gladio.blogspot.com/2006/05/extrema-esquerda-ou-arete-do-nojo.html

    «Arete» – conceito grego de busca constante da excelência, do «sempre mais, mais alto, melhor».
    Diz-se que constitui a base da educação helénica.

    Mas o que é o melhor, o mais alto, o excelente? A resposta a tal questão prende-se com a determinação do critério no qual se baseia o juízo de valor.

    Quem está convencido da correcção do seu critério para avaliar as suas escolhas e o mundo em redor, tende a evoluir no sentido ditado pelo critério escolhido; e, no campo da Filosofia ou da doutrina política/religiosa, o indivíduo, em guiando-se deste modo pelas suas convicções, molda-se progressivamente, na sua existência, pelo valor ou ideal que elegeu acima de todos os outros.

    E, assim, os mais puramente idealistas tornar-se-ão tanto mais profundamente opostos quanto mais opostas sejam as suas opções ideológicas – mais brilhantes, mais fanáticos, mais espirituais, mais cruéis, mais isto ou aquilo, consoante o ponto de vista de quem sobre eles fizer um juízo de valor.

    Ora, no mundo actual, o grande combate político, e até religioso, consiste no combate entre a globalização (em qualquer das suas vertentes: não apenas capitalista, mas também esquerdista, cristã ou islâmica) e os que lhe resistem em nome da Identidade. A oposição entre estas duas facções, ontologicamente diferentes, atinge já níveis nunca antes vistos – e a repulsa mútua passa da simples discordância ao asco violento.

    A radicalização é um processo em curso que, a cada passo, inspira mais rancor ou nojo aos que se radicalizam na direcção oposta. E, para que não fique uma ideia errada do que aqui se afirma, é de lembrar que a origem da palavra «radical» é precisamente «raiz», isto é, fundamento, essência.

    O radical está pois convicto das suas ideias. E o radical universalista pretende impor as suas crenças aos outros, porque, acreditando na igualdade universal, não vê razões para que aquilo que para ele é bom não seja igualmente bom para todos os outros homens do mundo.

    Como se disse, a radicalização sucede por etapas. Um bom exemplo do nível de radicalismo que os internacionalistas já atingiram no mundo actual é o artigo de Daniel Oliveira, militante do BE, na sua coluna do Expresso.

    A propósito dos encómios que dirige ao programa televisivo «Lisboetas» sobre a imigração em Portugal, D.O. diz:
    «Desde que o homem é homem que os mais fortes entre os mais miseráveis chegam às cidades ricas para nelas mudar a vida e que os mais fracos entre os mais ricos se assustam.»

    Isto é partir do princípio de que, numa sociedade, o curso normal da actuação individual consiste em que cada um trate de si e nada faça pela Estirpe. Em tal visão do mundo, a consciência de Povo, de salvaguarda da sua própria gente, é coisa que pura e simplesmente não existe.

    Ora é precisamente isto que os engenheiros de almas, os Dr. Frankenstein dos tempos actuais, pretendem: agir sobre o humano de modo a dele extirpar todo o conceito de Estirpe com o intuito de o tornar num Homem Novo, ou seja, o apátrida puro, o pária absoluto, o sem-raça orgulhoso de o ser.

    Repare-se, entretanto, noutras declarações do mesmo esquerdista, no mesmo artigo:
    «Felizmente, tomarão conta das nossas cidades»

    O mundo pertence por direito aos mais forte… diz o esquerdista…
    Se um antigo colonialista europeu assim falasse relativamente ao domínio europeu de África, qual não seria o escarcéu da Esquerda militante contra o imperialismo racista, opressor, etc.. Porque África era dos negros e tal.

    Mas isso era dantes… quando era preciso destruir o poder europeu além fronteiras é que se gritava a plenos pulmões «África é dos negros!». E era, de facto. E os conservadores da Direita «moderada» encolhiam os ombros, incapazes de ripostar a tão justa declaração.

    Mas agora, a conversa é outra… já não interessa dizer que África é dos negros porque, agora, África é mesmo dos negros e, quem sabe, até podia acontecer que houvesse muito povo a retrucar, pela mesmíssima lógica «… então, a Europa é dos brancos!» e isso é que não pode ser de maneira nenhuma.

    Agora já não é pois altura de dizer que isto ou aquilo pertence aos nativos… agora é altura de dizer que tudo pertence a todos.
    E os burgueses europeus mais ideologicamente desarmados e subordinados à influência cultural esquerdista, que domina os mé(r)dia, fazem como os seus antecessores espirituais – encolhem os ombros, sobretudo porque já têm em cima do lombo um brutal sermão sobre as supostas culpas do branco europeu e o dever da solidariedade e mais o anti-racismo, ou seja, o leque completo dos venenos mentais criteriosa e maciçamente injectados diariamente nas veias dos Europeus por meio dos meios de comunicação sucial.
    Bem dizia William Pierce que os burgueses conservadores não eram obstáculo para os revolucionários…

    Outra de D.O.:
    «Os melhores são os que partem (isto é, os emigrantes)»

    Quer com isto dizer, o esquerdista, que há melhores e piores… mais capazes e menos capazes… e que os mais capazes devem ser recebidos com prazer…

    Quem disse isto… andará a ler Nietzsche?…
    De facto, tais declarações fedem a desprezo pelos chamados «fracos».

    Mas a Esquerda não era afinal…o apelo à igualdade e a a defesa dos desfavorecidos?

    Não.
    A mais pura Esquerda não é isso.
    A mais pura Esquerda consiste na militância por uma ética que, bem vistas as coisas, é de origem cristã (mas sem Deus): a queda de todas as barreiras entre os homens, o amor universal como mandamento obrigatório e supremo, usando para isso todos os instrumentos necessários.

    Jesus Cristo disse:
    Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim.
    Mateus 10,37-39

    Ora, o que é Jesus senão o amor universal para além e contra todas as barreiras?

    Mateus, 5:39-45:
    39 Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra.
    40 Se alguém te citar em justiça para tirar-te a túnica, cede-lhe também a capa.
    41 Se alguém vem obrigar-te a andar mil passos com ele, anda dois mil.
    42 Dá a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado.
    43 Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo.
    44 Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem.
    45 Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos.
    46 Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos?
    47 Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem isto também os pagãos?
    48 Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.

    Retornando ao colunista bloquista… Como se chama, na linguagem dos valores, a quem glorifica a força do alienígena e apoia a vitória do alienígena no seio da nossa gente, contra uma parte da nossa própria gente, como se não devesse haver nenhuma lealdade de grupo?

    Traidor.

    Não se trata sequer de um juízo de valor ou de um insulto político, mas de uma realidade objectiva.

    A extrema-esquerda é pois, objectivamente, a doutrina da traição instituída – da dissolução de todas as lealdades de sangue em prol do «outro», para, como objectivo último, acabar com todas as barreiras entre os homens.
    A influência continuada do lóbi intelectual esquerdista sobre o mundo da cultura ocidental conseguiu criar nichos de pensamento no seio dos quais a traição à Nação já não é crime (em breve, trarei aqui um texto a respeito do facto aparente de a acusação de traição estar já fora de moda, como se a lealdade tivesse deixado de fazer sentido).
    E só um tipo humano já muito alterado por sucessivas vagas de acção mental guiada pelo princípio do amor universal pode aceitar este ideal como bom e desejável.
    Para os que pensam tratar-se aqui duma novidade, tenho só de lembrar, por exemplo, as palavras de um dos doutores da Igreja, o mártir Justino:
    nós que antes matávamos e nos odiávamos e não compartilharíamos nosso lugar com pessoas de outra tribo devido a seus [diferentes] costumes, agora, depois da vinda de Cristo, vivemos juntos com eles.

    Quem disse isto? Justino ou Francisco Louçã? Louçã não fala em Cristo… e fica por aí a diferença.

    E continua, D.O.,
    «E mostra-nos a nós, que somos estrangeiros para os imigrantes.»

    Estarmos aqui ou noutra terra qualquer é igual – somos sempre estrangeiros perante o «outro». Muito bem. Mas esta declaração do óbvio a meio do artigo não é inocente – pelo contrário, destina-se a fazer crer que, nesta terra, seremos nós tão estrangeiros para eles como eles são para nós. Só que a palavra «estrangeiro» aplica-se somente ao que é de fora. E os donos da terra são, nessa terra, tudo menos estrangeiros. Os estrangeiros são e serão sempre os «outros». Nesta terra, eles é que são os exóticos – nós é que somos o eixo central. E o escriba de Esquerda pretende precisamente anular este pressuposto.

    «Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela.»

    Ou seja, a «inevitabilidade» como justificação ética.
    O comunicado do PNR disse-o com precisão:
    Mas essa esquerda é useira e vezeira neste tipo de argumentação, esta sim verdadeiramente hipócrita, de querer obrigar as pessoas a aceitar certas e determinadas situações só porque elas já existem e nos são apresentadas, por eles, como sendo boas.
    Senão repare-se que, são eles, os tais que se julgam intelectualmente superiores ao resto do povo, que nos querem obrigar a aceitar a união entre homossexuais «porque estas existem», que nos querem obrigar a aceitar a droga «porque esta existe», que nos querem obrigar a aceitar a imigração «porque esta existe», que nos querem obrigar a aceitar a (alter) globalização «porque esta existe», e por aí adiante, até que um dia se voltem a repetir as insinuações de que se deve legalizar a pedofilia… porque esta existe!

    Fiz questão de citar o comunicado do PNR para mostrar o quão certeira foi a análise do partido, não apenas para aquele caso em particular, mas também para este, e, de facto, para todos: a mentalidade esquerdista é sempre a mesma, inclusivamente no que respeita aos seus estratagemas psicológicos.

    «Que venham muitos e façam disto um País.»

    A intenção parece ser provocatória. O bloquista pretende com isto escandalizar os mais nacionalistas/patriotas, porque se sente bem em fazer papel de «irreverente-da-vanguarda-internacionalista». Um tique juvenil de adolescentes que não cresceram, enfim.
    Independentemente da intenção, não é de forma nenhuma negável que a vontade constante de rebaixar o País/Raça/Estirpe faz parte do processo de lavagem cerebral que transformará o «europeu grunho» num «excelente ser humano» (linguajar da moda esquerdista), um «cidadão do mundo» que já se libertou dos vínculos da raça, cortando-os de si próprio já sem qualquer escrúpulo.

    Nos EUA, todos os homens duma seita de ovniologistas espirituais castraram-se voluntariamente e viveram felizes com a sua opção porque, diziam, não precisavam de sexo e tinham-se desse modo livrado dessa barreira espiritual. E depois, quando o cometa Halley passou, suicidaram-se todos para irem a cavalo no cometa para a estrela Sirius (não estou a inventar nada). As autoridades policiais foram encontrar os seus cadáveres no seu centro de reunião.

    Para quem não tenha percebido, a diferença entre estes e os internacionalistas militantes, é que os primeiros, pelo menos, suicidaram-se sozinhos, não obrigaram outros a segui-los para o seu paraíso imaginado.

  13. […] Afinal, porque se alegra (e, presumo eu, ri…) Rui Marques? Teremos aqui alguém que fará concorrência ao fabuloso Daniel Oliveira, o português (??) que quer ver os portugueses substituídos por imigrantes? Alguém que, ao ver bairros inteiros povoados por gente que, culturalmente nada tem a ver com Portugal, sente o peito cheio e um nó na garganta, reprimindo a custo as lágrimas de felicidade que lhe brotam dos olhos? Alguém que, olhando para as escolas onde dezenas de línguas e culturas diferentes se agridem, numa convivência forçada e desastrosa, feita de gangs, assaltos, violência e espancamentos, dá saltinhos de alegria, intercalados com guinchos de satisfação? Alguém que detesta o seu concidadão, se ele for caucasiano e cristão, como são a largíssima maioria dos portugueses, assoberbado por esse irreprimível desejo de ver um “melting pot” em cada esquina, semente de distúrbios como os de Los Angeles? […]

  14. […] A identificação com o seu próprio grupo racial, quaisquer que sejam as circunstâncias, é um dos mais primitivos impulsos do homem – salvo raras excepções, como o Daniel Oliveira e o Rui Marques. Esse impulso está relacionado com um ancestral instinto de sobrevivência, que requeria uma especial ligação entre membros da mesma família alargada, vulgo clã, normalmente agrupados naquilo que eram as tribos. Com o evoluir da tecnologia, que permitiu relacionamentos entre grupos autónomos antes isolados, inicialmente através das estradas e meios de transporte, a noção de tribo como o mais amplo elemento agregador de comunidades familiares transferiu-se para o conceito de nação, com a cultura como factor aglutinante e ainda sob a forma de reino. A transição para o Estado moderno, republicano e laico processou-se com rapidez, a partir daí. […]

  15. […] Amigos meus já o tinham garantido, mas eu duvidava. Dou a mão à palmatória. O João Morgado Fernandes consegue defender posições mais nojentas que o Daniel Oliveira. […]

  16. […] O simpático autor de A hora que há-de vir define-se a si próprio (e ao universo de Esquerda) de uma forma brilhante: “Nós é que somos uns palermas. Uns burros, uns acomodados de m**** (…) p*** que pariu este país e a nossa gente”. Melhor que isto, só o Daniel Oliveira a apelar para que os portugueses sejam substituídos por imigrantes […]

  17. […] Cada vez que nos depararmos com um fenómeno destes, citemos o ‘mantra’ do Daniel Oliveira, o jornalista e militante do Bloco de Esquerda, àcerca da entrada de imigrantes em Portugal: “”Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacinal. Que venham muitos e façam disto um país.” […]

  18. […] Leia aqui (e chore depois) uma história dramática: há gente em Portugal sem documentos e que não tem maneira de provar a sua identidade. Pois. Muitos deles destroem os documentos, mal pisam território europeu. Assim, de certeza que não são repatriados. Venham mais, como pede o Daniel Oliveira. […]

  19. Cbr diz:

    este homem fala assim porque deve viver numa moradia no restelo. panoplia esquerdista e hipocrita. ele que saia então ja que tem tao pouco amor por esta terra.

  20. […] estranho, de preferência não-europeu e melhor ainda se não for caucasiano. Recordo aqui as palavras obscenas de Daniel Oliveira, cuspidas nas páginas do Expresso, em Maio do ano passado, referindo-se aos imigrantes que enchem […]

  21. Vigilante diz:

    Esse “Camarada” para castigo, era colocado a viver num T2 do subúrbio, onde nesse prédio ele e a sua família, vivessem rodeados desse pessoal que tanto defende.
    Em poucas horas mudava imediatamente de opinião.
    És um traidor!!!

  22. […] homem (?) que melhor representa a Esquerda suicidária, masoquista e anti-ocidental, e que deseja que os portugueses sejam substituídos por imigrantes, como escreveu não há muito tempo. Uma palavra especial para […]

  23. […] à casa-mãe. Sempre comtra a Esquerda, a subversão islâmica, a imigração desenfreada e o Daniel Oliveira, o homem que quer que os portugueses sejam substituídos pelos imigrantes, como escreveu no […]

  24. […] os portugueses substituídos por imigrantes. Para quem não se lembra, aqui reproduzimos parte da crónica deste invertebrado, no semanário […]

  25. […] se integrem na mediocridade naci0nal. Que venham muitos e façam disto um país.” – Daniel Oliveira in […]

  26. […] aos juízes que os colocam sistematicamente em liberdade, à Igreja convertida ao esterco e a moluscos como o Daniel Oliveira, que querem exterminar os portugueses e substituí-los por […]

  27. COPCON diz:

    havia em Portugal 1.400 doentes, mas hoje o número será bastante mais baixo.

    Ainda assim, segundo os dados da Direcção-Geral da Saúde, todos os anos aparecem novos casos e houve um ligeiro aumento entre 2009 e 2010, apesar de em relação a este último ano os dados ainda serem provisórios.

    Fonte da DGS adiantou à Lusa que em 2009 registaram-se nove novos casos e que em 2010 o número chegou aos dez doentes. Número que pode ainda aumentar porque, como explicou a fonte, casos que apareçam até Março deste ano ainda são contabilizados em 2010.

    Desde 2004, em que apareceram apenas duas pessoas com lepra, o ano em que se registaram mais novos casos foi em 2006, com 16 novos doentes.

    «Muitos destes casos sabemos que têm que ver com os imigrantes que vêm do nordeste brasileiro e de África, sendo que o Brasil é o segundo país do mundo com mais casos de lepra», explicou a presidente da APARF, Rosa Celeste Ferreira.

    Junto da DGS não foi possível saber quantas pessoas em Portugal têm esta doença, mas a APARF disse à Lusa que presta apoio a cerca de 50 pessoas de norte a sul do país, apoio que se materializou, entre outras coisas, em três casas.

    «A Organização Mundial de Saúde [OMS] dá os medicamentos, mas a alimentação, certos medicamentos, pomadas, alguma assistência na higiene, são coisas que tem de ser a associação a pagar», adiantou Rosa Celeste Ferreira.

    Segundo a presidente da APARF, ainda recentemente apareceu um caso de uma mulher com cerca de trinta anos em Braga e também neste caso, como noutros, a assistência não é dada apenas ao doente.

    «O dinheiro vai directamente para as pessoas nas necessidades concretas que têm. A associação vai conhecer a situação, estudar o caso, ver as necessidades e depois ajuda directamente as pessoas, porque não estamos a dar assistência apenas à pessoa com lepra, mas também à família, aos filhos, porque às vezes a pessoa não pode trabalhar», explicou.

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